☽♛O rito das Luas - Os quatro reinos♕☾

14 ♕ 13. — Te darei minha magia.


Notas iniciais
Esse e os dois próximos capítulos ocorrerão todos no mesmo dia tá, assim como foi os primeiros encontros deles, e eu até pensei em trazer tudo em um único capítulo, mas achei que assim ficaria melhor e a leitura mais prazerosa, então é isso. Boa leitura amores!

Era a manhã de um novo dia, e a princesa estava muito animada, pois hoje ela encontraria separadamente os três príncipes que prometeram ensinar a ela um pouco de suas habilidades natas.

Seu primeiro encontro era com o príncipe dos sombrios, eles tomariam café e começariam, e como eles ficaram de se encontrar no terraço do castelo para, aí sim, irem ao lago, era exatamente isso que acontecia agora.

— Bom dia, Soo-min, está muito linda essa manhã, acho que a luz dos astros combina perfeitamente com a sua beleza.

O príncipe sombrio teceu seu elogio a princesa tentando parecer firme, mas por dentro tudo nele se revirava, e, no fundo, ele sabia que a princesa dos homens já estava mexendo com ele bem mais do que ele gostaria.

— Bom dia, Lino, preciso dizer o mesmo de você, pois além de estar muito belo essa manhã o sol favorece tudo em você, o deixando ainda mais perfeito.

Quando notou, ela já havia falado e aquilo a deixou desconcertada, mas o que poderia fazer se era o que pensava de fato?

A princesa agora só torcia para que o príncipe não a achasse uma grande tola.

Os dois príncipes sorriram, eles mantinham todo tempo seus olhares presos um no outro e de longe o Changbin os encarava genuinamente preocupado, pensando se talvez os corações deles já não estivessem se escolhido o que seria algo muito perigoso para os dois e o chefe da guarda estava realmente apreensivo por eles.

— Obrigado Soo-minnah, quando estiver pronta já poderemos ir e hoje será você quem abrirá o portal para nós.

O sorriso no semblante da princesa dobrou de tamanho e o Minho quase levou sua mão ao belo e delicado rosto da Soo-min, mas se controlou e apenas cedeu ao riso.

— Como farei isso, Lino? Você fará como fez com o Binnie? Trouxe para mim um encanto que me permitirá abrir o portal?

— Uhum, e aqui está. — Ele deu na mão da princesa uma pequena pérola e ela a pegou a achando linda. — Você só precisará mentalizar para onde iremos, feche a pérola em sua mão e o portal se abrirá.

— Está bem Lino, vou tentar, Binnie, Yang, cheguem perto e vamos todos.

A princesa fechou os olhos e sorriu pequeno, em seguida ela fechou sua mão em volta da pérola e apertou brevemente seus lábios, o príncipe não tirava os olhos dela e sorriu satisfeito quando um portal apareceu revelando o lago e uma linda toalha embaixo de uma árvore com um robusto café da manhã os esperando.

— Muito bem, Minnah, — Ele cochichou na direção da princesa e se aproximou dela. — Abro os olhos, você conseguiu.

Ela avistou a portal bem em sua frente e sorriu como se fosse uma criança, em seguida ela se virou para o Minho e pegou em sua mão.

— E o que estamos esperando hein? Vamos logo!

Os quatro passaram pelo portal e assim que ele se fechou atrás deles a princesa pulou no príncipe o abraçando com força.

— Obrigada Lino, de verdade, eu adorei fazer isso.

O príncipe sombrio sentiu seu estomago revirar, mas a respondeu a abraçando de igual forma, e os dois ficaram assim por um instante.

— Não me agradeça, eu darei de bom grado minha magia a você Minnah, e guarde bem sua pérola, diferente do feitiço que dei ao Binnie, sua pérola poderá sempre te levar a qualquer lugar, e vai ser mais fácil para você poder visitar o vilarejo assim.

A princesa se animou ainda mais.

— Posso colocá-la em um colar Lino?

— Sim, você pode, em um anel ou pulseira, como você quiser Minnah, ela sempre vai funcionar, mas você precisa se concentrar está bem? E não abuse muito disso, use apenas quando necessário.

— Isso vale para a magia em si não é Lino? Usar em demasia pode ser perigoso, não é?

— Isso mesmo minha linda flor, e só de ter essa consciência já te faz alguém digna de usá-la.

O novo elogio do príncipe dos sombrios não passou desapercebido pela princesa dos homens que ruborizou e tentou esconder-se um pouco para que ele não notasse sua vergonha.

— Lino, vamos comer? Ainda quero saber o que me ensinará hoje.

— Sim, vamos Minnah, e eu espero que goste do que eu a ensinarei.

Os dois foram comer, sentaram juntos e ficaram encarando o lago.

— A água parece fria nesta manhã, não é?

— A água sempre me parece fria Minnah, o que em dias quentes eu até aprecio, mas em dias frios...

— Ainda bem que podemos aquecer a água para o banho não é mesmo?

— Mil vezes sim, e é bem relaxante poder tomar um banho quente não acha?

— Acho sim, eu adoro na verdade, mas adoro ainda mais um belo banho no lago.

— Você se banhando no lago deve ser algo lindo de se contemplar. — Ele falou em um tom tão baixo que a princesa não pôde o ouvir.

Os dois comiam e a princesa pegou uma fatia de pão e passou uma geleia nele, levando a boca do príncipe em seguida que sem jeito pegou o pão da mão dela.

— Hum... que geleia deliciosa, é de maçã?

— Isso mesmo Lino, e fui eu quem a fez, você gostou mesmo?

— Nossa, sim, eu amei, é muito gostosa mesmo.

— Fica ótima para usar de recheio de torta também, mas não tive tempo de preparar a massa, então hoje trouxe apenas a geleia para você.

— Confesso que agora fiquei curioso, mas obrigado Minnah, depois me ensine como faz sim? Por favor.

— Claro, será um prazer, poderíamos cozinhar juntos e aproveitar para fazermos a torta o que acha?

O Minho não resistiu e levou sua mão até os cabelos da princesa os afastando levemente e tirando deles uma pequena folha verde que caíra ali.

— Acho que será perfeito minha linda flor.

— Por que está me chamando assim Lino? — ela disse ruborizando.

— Porque acho que estou perdidamente encantado por sua beleza Minnah, e sim, você me lembra a uma flor, linda, delicada, perfumada e com um toque gentil.

— Você não deveria me galantear assim...

— Por que não? Por causa das luas?

— Sim, Lino... isso pode ser perigoso...

— Mas mesmo que elas não escolham a mim Minnah, meu pensamento sobre você e toda sua beleza não mudará, só me restará aceitar que não serei eu o sortudo em tê-la para mim.

A princesa se sentiu tontear, dos príncipes ele era o único que havia demonstrado assim seu interesse por si, e um turbilhão a tomou, tanto de pensamentos como de sentimentos.

— Talvez eu não pudesse falar essas coisas, mas eu seria igualmente sortuda se as luas o escolhessem para mim príncipe Lino, mas também me sinto assim em relação aos outros príncipes, então por favor mão me torture com isso...

— Sei como se sente, e sinto muito por piorar um pouco as coisas, não se sinta mal Minnah, nós não somos culpados e já te dissemos isso, está tudo bem, e sempre poderemos ser amigos não?

Ela sorriu sem graça, na verdade, ela mal sabia como se sentia e começava a ansiar pelo rito das luas, para que esse dia chegasse logo, livrando-os de uma vez de toda essa angustia.

— Sim, Lino, seremos sempre bons amigos.

[...]

O café se seguiu e agora eles estavam entre as plantas que tinham ali próximo ao lago, o Minho ia explicando para ela como elas agiam, para que serviam, e como a magia poderia ser usada através delas.

— Ora veja, aqui vocês têm Eedasie em abundância. — O príncipe falou já indo em direção à planta. — E em sua forma mais poderosa, dando flores.

A princesa olhava curiosa, sempre achou aquela flor selvagem e diferente, bem bonita é verdade, mas nunca soube o nome dela.

— Eedasie? Você a conhece Lino?

— Sim, e eu a estou estudando, ela é muito mais poderosa do que demonstra ser, fora que é belíssima.

— É sim, muito bonita mesmo.

— Olhe isso, Minnah...

O Minho se aproxima dela e deixa sua mão sobre a rara flor por um tempo, depois ele vai até umas folhas secas, se impõe sua mão sobre elas e rapidamente as folhas tomam um verde vivo, lindo e denso como se elas nunca tivessem secado.

— Céus, Lino! Elas voltaram a vida?

Passou um tempo elas murcharam novamente.

— Por um momento, sim, mas veja, já estão iguais novamente, eu tenho as estudado e acho que posso vincular essa flor a minha magia vil.

— Magia vil? Magia negra Lino?

O príncipe a observou, ele queria ver se ela se afastaria dele pôr o julgar como uma pessoa má, mas o que recebeu da princesa não passou de dois olhos arregalados, demonstrando curiosidade genuína por ele e pelo que dizia.

— Não magia negra, mas magia que meche com vida e morte, eu a chamo assim, pois gosto do que a menção a vileza causa nas pessoas, geralmente depois que revelo sobre essas coisas só fica ao meu lado quem realmente gosta de mim e é assim que prefiro.

— Eu o entendo, acredite, e saiba desde já que para me afastar você teria que ser alguém horrendo, e eu não o vejo assim, não mesmo, então vamos lá me explique melhor sobre sua magia vil, estou muito curiosa.

O Minho sorriu, quanto mais ele a conhecia mais ele a admirava, por muito menos ele já estaria sendo expulso de qualquer outro lugar, mas com ela? Não, com ela ele sentia que poderia ser quem ele realmente é e isso era adorável.

— Bom, veja isso...

Ele foi nas mesmas folhas secas e estendeu sua mão na direção delas, deixando seus dedos apontados na direção das folhas e uma luz que mesclava tons de verde e roxo saiam da mão dele, e em seguida as folhas reviveram, e ainda mais, elas se transformaram em um lindo broto já plantado na terra.

— Lino, que lindo...

O príncipe sorriu para ela.

— Daqui a algum tempo ela será uma nova flor de Eedasie.

— Você é o ser mais incrível que eu já vi.

— Mais que o elfo? Tenho minhas dúvidas.

— Duvidas de minha palavra príncipe?

— Você já o viu atirando suas flechas mágicas? Porque eu já, e é algo bem lindo de se ver.

Os dois sorriram e a Soo-min deixou um selar na bochecha do príncipe.

— Você é incrível Lino, eu o acho assim, e mesmo que eu ache isso do Jinnie e do Channie também, eu continuarei o achando incrível.

— Por que me beijou? — Ele sentia como se tivesse parado no momento em que os lábios dela tocaram sua bochecha.

— Porque eu quis. — Ela respondeu simplista e com um belo sorriso no rosto o deixando ainda mais encantado.

— Então se é assim... — Ele levou seu rosto até o dela e se inclinou, deixando um selar na bochecha dela também. — Agora estamos quites.

— Você não perde uma... — Ela disse um pouco tímida. — Vamos Lino, me ensine a usar alguma magia, nosso tempo está acabando.

— Está bem, estenda sua mão em minha direção e beba isso.

Ele deu um pequeno frasco para ela que olhou intrigada pela cor do líquido ser um azul clarinho.

— Tem gosto ruim?

O Minho sorriu.

— Engraçado, qualquer outro teria medo de que fosse um veneno ou algo do tipo, e você está preocupada com o gosto?

— Tem gosto ruim ou não Lino? — Ela falava sorrindo largo para ele.

— O que me diz Binnie? — O Minho gritou para o Changbin que os observava de longe. — Tem gosto ruim?

— Não tem princesa, para mim tinha gosto de hortelã.

— Hum... eu amo hortelã.

— Eu sei, o Binnie me disse, agora beba Minnah, beba e com sua mão estirada faça surgir uma flor, a que quiser, imagine e materialize-a em sua mão.

Ela assim o fez, bebeu o líquido todo do frasco sentindo um sabor delicioso de hortelã fresca e em seguida imaginou um lírio-roxo e assim que ele começou a criar forma acima de sua mão ela soltou um gritinho entusiasmado.

— Pelas Luas! Lino, sou eu mesmo quem estou fazendo isso?

— Sim, querida, é você Minnah. — Ele a observava com carinho. — E está fazendo isso com perfeição, geralmente na primeira tentativa a flor nunca sai perfeita, o Binnie conseguiu fazer apenas um meio girassol.

— Jura? — A flor estava pronta e ela a segurou sorrindo ainda mais. — Eu usei mesmo magia Linnoyah?

— Céus, como você é fofa, e preciosa... Sim, Minnah você usou magia, chamo isso de magia induzida, uma vez que você não possui magia nata, esse elixir te dá poder para algumas coisas, sua fada pode te explicar melhor sobre isso, mas sim você usou magia e aqui está.

Ele passou para ela um pergaminho enrolado a um laço azul bem bonito.

— E o que é isso, Lino?

— A fórmula da magia que você usou, ela não é extremamente poderosa, sua duração e intensidade do efeito varia de pessoa para pessoa, mas você mesma pode fazer e ir testando, ela é mais para diversão, mas você pode até fazer nevar com ela, então cuidado.

— E você confia tanto assim em mim para me dar a fórmula?

— Confio sim, se você fosse alguém mal intencionado a flor que acabou de fazer teria saído morta, essa magia também indica se alguém tem um bom coração ou não, o girassol do Binnie, por exemplo, ele só não conseguiu o trazer completo, mas a parte que ele fez era cheia de vida, grande e muito bonita.

— O coração do Binnie é um dos maiores e melhores desse reino.

— Concordo plenamente depois que o vi em ação, ele é genuinamente bom assim como você.

— Vocês sabem que eu os ouço, não é?

Os quatro sorriam, o Yang estava por perto também.

— Você viu isso Yang?

— Vi sim Soo-min, eu também fiz uma, o príncipe me pediu para testar e olha... — Ele pegou uma pequenina margarida linda e cheia de vida. — Eu fiz, mas a minha saiu pequenininha.

— Que lindinha Yang.

— Muito linda mesmo, — O príncipe falou sorrindo — saiu pequenina assim, pois você é muito tímido e acanhado, mas saiba que és um grande homem, e assim que tiver mais confiança poderá fazer uma margarida bem maior.

Os três sabiam que a hora de voltar estava próxima, então os membros da guarda se afastaram um pouco para que os príncipes se despedissem.

— Linnoyah?

— Pois não Minnah?

— Obrigada! Por tudo, pela manhã incrivelmente prazerosa, pelas aulas sobre as plantas e flores, por me permitir usar a magia e por me dar sua fórmula, acho que eu nunca me senti tão feliz na vida! Muito obrigada, mesmo.

— Me prometa que sempre sorrirá assim para mim e nunca mais precisará me agradecer por nada, e eu que a agradeço por ser tão atenciosa comigo e curiosa com as coisas relacionadas a mim e ao meu reino, eu nunca tive isso antes, é estranho, mas também é muito bom me sentir assim.

Ela sorriu ainda mais, sua vontade era abraçá-lo, mas ela se segurou.

— Assim como Linnoyah?

— Me sentir quisto, me sentir como se valesse algo de fato.

— Você vale Lee Minho, vale muito para mim.

Eles se olharam intensamente.

— Acho que já odeio as luas...

A princesa deixou uma lágrima cair e sem mais se aguentar o abraçou.

— Não as odeie, não ainda Lino...

— Queria que fôssemos apenas nós dois, eu gosto dos príncipes, não os desejo mal algum, e jamais os recriminarei por querer-te como eu já a quero, mas isso tudo é injusto conosco não acha?

— Você já me quer Lino?

— Eu, e eles também acredite em mim, e isso só ficará mais nítido a cada um de nós com o tempo.

— O rito não se demora muito mais, logo saberemos a escolha das luas...

— E é exatamente isso que me dói tanto, assim que elas escolherem um de nós os outros dois não terão mais esperança alguma Minnah.

Eles encostaram suas testas e a princesa chorou um pouco mais.

Sem se aguentar, o príncipe dos sombrios abriu novamente o portal para que enfim eles fossem e no pátio do palácio e o príncipe Kim viu aquela cena, sentindo um aperto enorme no coração.

— Oh, céus! Minha amada irmã não aguentará isso por muito mais tempo. — Ele disse e se virou para aguardar que todos passassem pelo portal.

— Vamos voltar minha linda flor, você ainda tem mais dois encontros hoje, e por favor não se segure com nenhum deles, seja como foi comigo, os conheça como está me conhecendo, nada disso é culpa nossa entendeu?

— Entendi sim, Lino, obrigada por ser tão compreensivo e bom para mim.

Ele selou a testa dela e os quatro voltaram se nada mais a dizer, e assim que estavam no palácio eles se despediram e o Changbin levou o príncipe dos sombrios aos seus aposentos, já a princesa correu para os braços de seu irmão mais novo.

— Isso não é justo, Minnie.

— Você gosta dele, minha irmã?

— Gosto...

— Mas também gosta do Bang e do Hwang?

— Acho que sim...

Ele a abraçou ainda mais forte.

— Logo isso se ajeitará irmã, continue conhecendo-os, e dê aos três a mesma chance, você não pode preferir um deles, isso será muito ruim...

— Eu odeio esse acordo.

— Acredite em mim, eles devem o odiar tanto quanto você minha irmã.

Os dois entraram junto com o Yang que também se sentia triste em ver sua amiga princesa naquela situação toda.

[...]

— Minho, você está bem?

— Parece que estou Binnie?

— De fato, não parece nenhum pouco.

— Pois bem, eu não estou mesmo, eu juro que apenas quero que a Minnah seja muito feliz, mas queria muito que fosse eu aquele que será feliz ao seu lado.

— Quando você notou que estava gostando dela?

— Começou no nosso jantar, e se confirmou na nossa dança.

— Minho, o único conselho que posso te dar é não se apegar demais, peça as luas, elas estão os observando e acredito que ainda não se decidiram, então peça que sejas o escolhido delas, mas também entenda que isso poderá nunca acontecer.

— Você não prefere me apunhalar em algum ponto mortal? Binnie isso doeu.

Ele levou a mão ao peito e ambos sorriram pequeno para toda aquela situação injusta.

— Você é muito mais forte do que imagina Minho, continue assim príncipe, faça o seu melhor e o melhor acontecerá, mesmo que de cara não pareça ser assim.

— Está bem amigo, obrigado pelo concelho.

— Você é um bom príncipe Minho, merece que boas coisas te alcancem, e eu tenho certeza de que elas vão, então, tenha paciência está bem?

— Certo, hoje estou livre para ir ao vilarejo Binnie?

— Sim, está livre hoje Minho, e vossa alteza pretende ir com a Dilys?

— Não, irei com o Gun, a Dilys tem um encontro com o Caladylon.

O Changbin sorriu.

— Eles formam um belo casal.

— Sim, tens razão.

— Bom chegamos, está entregue em seus aposentos, tenha um bom dia Minho, aproveite o passeio e se quiser almoce na taverna da vovó Mitths ela sempre dá uns bolinhos a mais.

— Já gostei dela, obrigado pela dica Binnie.

— Disponha, até mais alteza.

— Até meu amigo.

[...]

Aquela manhã balançou ainda mais os sentimentos dos príncipes que, ao mesmo tempo que querem que o dia do rito chegue logo, eles o temem com tudo o que são.

Talvez o príncipe Lee siga o concelho do chefe da guarda e faça um pedido as luas, já a princesa sabe que nada pode pedir a elas, pois não quer ser injusta com nenhum dos príncipes, e ela ainda terá mais dois encontros neste dia e o seu maior medo é que tudo fique ainda mais confuso e ela acabe machucando algum deles, e isso para ela seria a morte.

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Notas finais
Eu confesso que até eu estou ansiosa para que esse rito chegue de uma vez, mas não vou atropelar nada, vou seguir o plano assim como idealizei, então vamos respirar fundo. No próximo capítulo o príncipe Bárbaro ensinará a princesa dos homens a usar o machado. Espero que tenham curtido o capítulo, e sim, o Minho já está gostando mesmo dela, e ela, apesar de estar com medo e confusa também gosta dele, ela gosta dos outros dois também, mas no final ela ficará apenas com um mesmo. É isso, gente vocês estão vendo o que eles estão postando sobre o comeback? Vocês viram o Mashup Video? Eu quase morri no react que gravei, aquilo foi perfeito demais e a mensagem é tão boa... eu adoro eles demais, e tudo o que eles fazem é muito perfeitinho. Parei, senão ficarei falando por hortas aqui rs. Obrigada por ler "O rito das Luas - Os quatro reinos". Se cuidem bem. Beijoka da Adnoka! ☽♛♕☾