O retorno de Bella
5 Capítulo 5 (Poção Rete Mortem)
Notas iniciais
Boa Leitura!
Monique, Teddy, Lilian e Alvo levaram Bia direto à ala hospitalar de Hogwarts. Chegando lá a enfermeira lhe deu um líquido vermelho, que mais parecia sangue do que qualquer outra coisa, mas haviam chegado tarde de mais, Bia chegara à escola adormecida e a enfermeira dissera que ela ficaria mais alguns dias daquele jeito.
Então por alguns dias os amigos de Bia tiveram de se virar sozinhos sem ela, o que foi particularmente difícil para Lilian e Teddy, que tinham seus deveres revisados por ela. Monique se virava sozinha, não era uma das melhores alunas, mas chegava longe de ser uma das piores, porém, Alvo, sem sombra de dúvidas era o mais inteligente da Grifinória. Eles a visitavam todos os dias, que mesmo inconsciente, queriam fazer com que ela sentisse que estavam ao seu lado; Toshio ia também, mesmo que deslocado em meio a um bando de grifinorianos.
Passaram-se dias, semanas, e por fim dois meses, e Bia continuava inconsciente. Seus amigos já estavam preocupados, levando em conta que sempre que questionavam a enfermeira sobre a demora do despertamento de Bia, ela ficava quieta e não lhes dizia nada. Um dia, quando foram visita-la na ala hospitalar, perceberam que alguns professores estavam lá, incluindo o professor Longbottom, atual diretor do colégio.
– Era para ela ter acordado há um mês e meio – ouviram a enfermeira dizer – Ela está ficando pálida, com febre quase em todos os momentos.
– E a senhora saberia nos dizer o que está acontecendo? – perguntou a voz do professor Longbottom preocupado.
–Ela ingeriu Rete Mortem, que significa Morte Liquida no Latim. Apesar do nome, essa poção não é muito utilizada para matar, mas apenas para assustar alguém, fazendo-a sentir mais dor do que está realmente sentindo com milhares de alucinações.
– Mas essa poção pode matar? – perguntou uma professora.
– Bom... – começou a dizer a enfermeira como se não quisesse dar a notícia – dependendo da quantidade ingerida, a pessoa pode sim morrer. – ela fez uma pausa antes de recomeçar a falar – No principio pensei que ela havia ingerido apenas algumas gotas por acidente, mas agora estou começando a pensar que alguém lhe deu essa poção, e em grande quantidade – acrescentou.
– Então está querendo dizer que alguém tentou matar a Srta. Lestrange? –insinuou um professor.
– Não – disse a enfermeira – Estou dizendo que alguém não só tentou, como esta conseguindo mata-la.
Ao ouvir isso Monique desabou-se no chão, e começou a chorar colocando a mão na boca para abafar o som, então Teddy, Alvo e Lilian tiveram que a levar de volta ao salão comunal da Grifinória.
Naquela noite nenhum dos quatro conseguiram dormir direito, nem mesmo Toshio, que embora afastado da amiga, havia recebido a notícia de Teddy. Monique então resolveu dar uma saidinha e pegar um ar fresco, estava muito abalada com tudo aquilo, então foi para um lugar onde se sentia bem, onde a dor e os problemas pareciam desaparecer com um aceno de sua varinha, o campo de quadribol.
Ela olhava sentada no gramado olhando o céu e as estrelas, a lua estava cheia naquele dia, o que a fazia ter esperanças. Quando de repente a madeira da arquibancada se range por detrás dela, que vira a cabeça rapidamente para ver quem era.
– Ian, o que faz aqui? – tentou ser o mais arrogante possível, mas não teve sucesso por conta do dia cheio que tivera.
– Vim fazer a mesma coisa que você – disse ele descendo as arquibancadas – não consegui dormir por causa do que aconteceu com minha irmã.
– Conta outra – disse Monique rindo melancolicamente.
– Por que a graça? – perguntou ele se aproximando.
– Você não se importa com ela– disse Monique começando a chorar – Não se importa com ninguém!
Ele se aproximou mais dela, ajoelhando a sua frente. Monique não fez nada, apenas o encarava, seus olhos eram tão azuis, pareciam piscinas, iguais aos olhos de sua irmã Bia. Havia parado de chorar, parecia em transe.
– Uma menina linda como você não devia chorar desse jeito... – Ian enxugou suas lágrimas com as mãos. – Está enganada, eu me preocupo com ela, assim como me preocupo com você.
Ele se inclinou, aproximando mais seu rosto do dela, até que lábios se tocaram terno e calmo. Uma sensação indescritível para ambos, sentiam-se seguros, como se nada pudesse os deter. Suas línguas brincavam uma com a outra, e Ian foi se inclinando cada vez mais, até que estavam deitados na grama, Monique em baixo com as duas mãos na cabeça do loiro que a beijava com ternura e luxúria.
Notas finais
Mendigando Reviews.... Pleaseeeeeeee!!!
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