O que o futuro reserva para nós!
10 O descobrimento e a noticia !
Notas iniciais
"— Oi? . – Me virei pra ver quem era a pessoa que estava ali, e logo me surpreendi ao ver quem havia me perguntado. — Ai meus deuses você fala! . – Exclamei."
Pov Anna.
— Você realmente fala! – Exclamei maravilhada com o que se encontrava na minha frente.
Ali bem na minha frente se encontrava algo mágico (pelo menos para mim), aquilo na verdade nem era gente, e sim um robô. O robô não era grande e sim pequeno, ele chegava até meus joelhos, mas o mais importante era que ele tinha pensamentos e vontades próprias. Era isso que eu sempre tentava criar e aquilo era o meu projeto. Claro que essa idéia surgiu depois que eu assisti todos os filmes dos Transformers... Ou nem todos, já que esse ultimo que saiu nem deu para assistir, pois só de sair acampamento estamos sujeitos a todo tipo de incidentes e acidentes, tantos naturais e quanto sobrenaturais, e esse ultimo inclui os monstros miológicos que ainda a existentes em nosso mundo. Já havia pensado na possibilidade de pedi o filme, Transformers 4: A Era da Extinção, para os filhos de Hermes, mas para pedi algo a eles, tem que ter o pagamento, e nesse momento eu me encontrava dura, sem nenhum dinheiro sequer, e fazer favores em troca de favores a eles era algo que já havia colocado na minha listinha de “nunca fazer ou tentar isso”, pois é, na ultima vez que tive que fazer um favor a eles em troca de outro favor que havia pedido, acabou com um Quíron e um Sr. D. muito bravos comigo, e eu limpando por um mês o coco dos Pégasos, e aquilo foi horrível para mim, mas mais paras minhas narinas.
— Jura! Que você só percebeu agora que eu falo. – Respondeu em sarcasmo a mim. — Fala sério que raça mais estranha e burra é você. – Bufou.
— Raça mais estranha e burra? Como assim? Se esta me chamando de estranha e burra? – Perguntei indignada com aquilo. — Mais respeito comigo o coisinha! Fui eu que te criei, então de direito eu sou sua dona. – Falei andando em volta dele enquanto analisava-o.
— Fala sério, eu pensei que o meu criador fosse algo... Como eu posso dizer... Grande! E de tamanho também...
— O quê? Não acredito que eu ouvi isso! E eu pensando que quando eu criasse algo eu ia ser mais respeitada, más olha só, no final acabou que nem mesmo o que eu criei me respeita e ainda fica tirando uma com a minha cara. – Digo frustrada sentando em uma das cadeiras que tinha ali. — Já que eu o criei eu tenho que te dar um nome neh? Mas em vez de eu lhe dar um nome, eu vou ser uma pessoa boazinha e deixa você escolher o seu próprio nome. Que tal?
— Pelo menos uma coisa inteligente que você diz nessa conversa. – Murmurou.
— É melhor você escolher esse maldito nome agora, antes que eu te destrua. – Digo entre dentes.
— Ta bom, o nervosinha. Meu nome será Jack.
— Jack? ... É... É uma boa escolha.
— Eu sei! Pois fui eu que escolhi. – Disse convencido.
— Sabe você se parece com alguém que eu conheço... E odeio. – Falei.
— Hã?
—Nada não. – Respondi. — Então Jack, amanhã de manhã eu vou apresentar você ao Quíron e o Sr. D., e como os meus irmãos estão chegando amanhã à tarde também, eu também vou lhe apresentar eles... Ah e claro que vou apresentar você a Milene. Cara ela nem vai acreditar que eu consegui criá-lo! – Tagarelava já bastante ansiosa e torcendo para que amanhã chegasse o mais rápido possível.
— Tanto faz. – Respondeu a mim com desdém. — Aliás, porque você tem o um rabo e duas orelhas em cima da sua cabeça?
— Ah você percebeu... Eu até tinha esquecido isso. – Murmurei.
— Hã? Você ainda não me respondeu minha pergunta. – Falou impaciente.
— Bom, houve um pequeno problema comigo envolvendo um dos pós mágicos de Hécate, e eu me atrapalhando um pouco com ele e derrubando um pouco dele em mim e você, então acabou nisso... Alias como você sabe falar a minha língua e a onde você aprendeu todo esse vocabulário, eu não havia programado você ainda pra saber todas essas palavras e ainda mais minha língua. – Perguntei curiosa a ele.
— Quando acordei, vi que não havia ninguém aqui nesse lugar, então eu fui ao notebook que tem ali – Apontou ao notebook em uma mesinha que tinha ali. Pois é queridos, nós filhos Hefesto somos fodas. — Então me conectei a ele e através das informações que eu achei nele, pude aprender muito sobre esse mundo, incluindo que sua raça não contém um rabo e orelhas de gatos grudados em seus corpos. Também aprendi Inglês, Espanhol, Português, Alemão, Francês e Japonês, mais do que você com certeza aprendeu em toda a sua vidinha comum aqui nesse mundo que chamam de planeta terra. – Comentou se achando com o tal ato.
Ele definitivamente se parecia com alguém, e essa alguém não é nada menos que o próprio Deus da Guerra. Que fazia questão de inferniza minha vida todo santo dia aqui nesse acampamento. Os dois eram convencidos e completos idiotas. Mas pelo menos Jack não vivia me chamando de filhote de ferreiro ou pirralha, e isso me deixava um pouco aliviada, confesso.
Saímos de lá e levei-o com maior cuidado para meu chalé, torcendo para que ninguém o visse ou me encontrasse no meu atual estado. Chegando ao chalé de Hefesto, entrei indo direto para um banho, já estava de tarde e estava fedendo. Precisava urgentemente de um banho. Deixei Jack em qualquer lugar, mas não antes de lhe impor duas regras:
— Eu vou tomar banho, então regra numero 1° Nada de bagunçar ou destruir o chalé, 2° Não deixe ninguém o ver, e 3°... Não tenho nenhuma regra pra esse numero, portanto pode fazer o que quiser a não serem essas duas regrinhas que lhe impus.
Sai de lá o ouvindo resmungar com o que havia lhe imposto. Entrei no banho e tomei um belo de um banho. Quando sai do banho, já fui verificar se Jack havia comprido as regras, e vi que estava tudo em ordem, portanto ele havia cumprido a primeira regra. Procurei por ele em todo chalé e obtendo um resultado indesejado, que era de não ter o encontrado. Comecei a entrar em um pequeno desespero, quando estava para sair do chalé escutei alguém me chamar:
— A onde você vai? Se for sair quero que você me traga aquele notebook aqui, pois quero obter mais informação sobre esse mundo.
— Jack a onde você estava? – Perguntei me virando a ele.
— Como assim a onde eu estava? Você passou por mim umas cinco vezes! – Exclamou irritado com a minha pergunta.
— Não, eu não passei por você, porque se eu estivesse passado por você eu teria te visto, mas não vi, então...
— Bom como você não é muito de usar o cérebro, se eu te falar você não vai entender, então é melhor te mostra de uma vez por todas. – Bufou enquanto se transformava em um despertador digital.
— Ah... Meus... Deuses! Você é praticamente igual aos Autobots da saga Transformers. – Falei mais maravilhada ainda de que quando o vi pela primeira vez.
— Auto o quê? – Perguntou confuso.
—Pensei que você sabia tudo sobre esse mundo. – Digo em deboche e arqueando a sobrancelha.
— Não dá pra saber tudo em apenas algumas horas. – Respondeu já irritado pelo meu deboche.
— Tanto faz. – Bocejei. — Amanhã eu te respondo tudo que você quiser a não ser que eu não saiba te responder algo, e também te trago o notebook aqui para você ter suas informações preciosas.
— Tudo bem, mas antes de você desmaiar na sua cama, quero que me responda uma coisa. – Diz olhando tudo a sua volta. — A onde é que nós estamos?
— Estamos no Acampamento Meio-Sangue e dentro do chalé de Hefesto. – Respondo sorrindo já caminhando para minha tão preciosa e linda cama.
— Quê? Hey garota, mas Hefesto não é um Deus grego da mitologia grega?
— Sim, por quê?
— Por quê? Eu que te pergunto o do por que de você estar aqui e existir um chalé para esse Deus que nem ao menos existe?
— Ahh, isso é meio complicado e confuso de se explicar, porque quando eu descobri ser uma semideusa, eu também descobri que esse “Deus” existe assim como os demais. – Digo me jogando na cama pronta para Morfeu me receber em seus braços.
— Espera essas coisas de semideusa e Deuses gregos não existe, esta comprovado por muitas pessoas que aqui reside ou residiu nesse mundo. – Protestou já me achando louca.
— Sério? Jack você não devia acreditar muito no que as pessoas dizem ou acham que podem comprovar, pois esse mundo esconde muitos segredos e o tempo que você viver nele você vai ver que eu estou certa e eles errados. – Explico a ele enquanto olhava para cima já deitada na minha cama. — Agora vai dormi, porque a manhã de manhã partiremos para o chalé de Ares bem cedinho, tenho que lhe mostrar para uma pessoa muito especial para mim.
— Ta ta, tanto faz o que você quer fazer, pois o que me importa é realmente saber se você vai cumprir com o que você disse anteriormente.
— Oxe, já disse que vou tentar responder todas as suas pergunta e trazer o notebook para cá, não disse?! – Resmunguei já cansada. — Agora se ajeite por ai e durma... Ou não durma, vai saber se você dorme ou não dorme. Boa noite! .
— Tanto faz. – Escutei resmungar antes de cair em um sono profundo.
Pov Ares.
Estava deitado na minha cama jogando um jogo no meu mais novo XBOX 360 que havia conseguido dos filhos de Hermes, sabe se lá como eles haviam conseguido isso, mas o que importava era que agora eu tinha alguma coisa para matar meu tédio aqui nesse acampamento. O nome do jogo que eu estava jogando se não me engano se chamava Dark Souls 2, que também havia descolado com os filhos de Hermes. Só jogava esse jogo porque não tinha nada pra fazer, alem de que o jogo que como posso dizer... Era maneiro de se jogar.
Já estava de noite e todos já deviam estar em seus respectivos chaleres, tudo estava indo bem e tudo estava em seu respectivo lugar, tirando o fato que aconteceu com a pirralha, mas foi bem feito para ela, pois assim ela aprende a ser menos atrapalhada e idiota. Decidi me levantar e ir ao banheiro, mas acabei sendo interrompido por um holograma do Deus dos Deuses q apareceu bem na minha frente.
— Olá meu filho, como está? – Perguntou Hera surgindo de repente atrás de Zeus.
— Vou bem mãe, mas por que diabos têm um holograma de vocês bem na minha frente, interrompendo o meu lindo sossego? — Perguntei um pouco irritado por ter o meu sossego interrompido.
— Olha como fala conosco mocinho! Sabe muito bem que eu sou sua mãe e ele o seu pai, então mais respeito. — Hera falava me dando uma bronca. — Deuses, a onde foi que eu errei com ele? – Resmungou por fim.
— A você sabe a...
— Antes que você tente retrucar sua mãe, eu sou vim lhe informa que Apolo ira ai amanhã no acampamento para resolver algumas coisas com o Quíron e o Dionísio. – Cortou Zeus me deixando com uma cara de confuso. “Mas o que que eu tenho a ver com o solzinho para ele me conta isso?!”. — E ele ficou me enchendo o saco que queria aproveitar essa oportunidade para poder ver os seus filhos e ficar um pouco no acampamento para ver como era a vida por ai, então eu decidi deixá-lo ficar, só que como Dionísio e Quíron estão meio ocupados com algo que aconteceu sabe se lá o que, eu decidi que você que terá que vigiar Apolo enquanto ele estiver por ai. – Continuou a falar
— Mas o quê? Eu não vou ficar vigiando ninguém aqui não! Ah mas não vou mesmo! – Exclamei indignado com o que ele havia dito.
— Você sabe que vai sim! E nem ouse me desrespeita, pois você já sabe o que ira acontecer com você caso não faça o que eu mandar. – Me ameaçou. — Alias você sabe como Apolo é, se caso ele ficar sozinho pelo acampamento, é perigoso ele começar a ter algum tipo de relacionamento com alguma filha de Afrodite e acabar em que você já deve saber muito bem... Se bem que não são só as filhas de Afrodite que pode despertar algum interesse por parte dele, eu soube que a muitas garotas da ai tem um certo charme incomparável, mas quando eu digo “muitas” são “muitas” mesmo e com exceção de algumas de suas filhas. – Continuou, mas agora deixando um clima tenso no ar e com uma Hera com um olhar ameaçador voltada para ele pelo que o mesmo havia dito.
— Como é que é Zeus? – Perguntou Hera com uma voz ameaçadora.
— Meu bem não precisa ter ciúmes, você sabe que eu só tenho olhos para você. – Respondeu tentando se livrar da enrascada que ele mesmo havia se colocado.
— Mas eu ouvi muito bem o que você disse. Pode deixar querido... Teremos uma conversinha mais tarde. – Falou com um belo sorriso no rosto que com certeza era de pura falsidade. — Ares meu filho, já que já falamos o que tínhamos para falar, agora nós vamos nos despedi já que seu pai e eu temos “algo” para resolver. – Com certeza esse “algo” não era coisa boa.
— Tudo bem Hera. – Respondi segurando a risada.
— Tchau querido, prometo que darei um jeito de te tirar daí. – Falou ela me fazendo sorrir.
Hera não era uma mãe chata e rabugenta, só às vezes, pois ela estava sempre a tentar me defender mesmo quando estava errado e sempre dava um jeito de me livrar das furadas que me metia com Zeus.
— Tchau mãe.
— Até mais Ares, e se lembre do que te disse. – Despediu Zeus de mim.
— Ta bom Zeus, eu vou tentar ficar de “olho” no pisca-pisca ambulante... Ops em Apolo. – Respondi em sarcasmo.
Acho já deu pra vocês sacarem que eu e Apolo não se damos muito bem.
Quando o holograma estava sumindo ainda pude ver Hera se virando para Zeus com um olhar morta. Acho que a noite vai ser bem longa para eles, principalmente para Zeus. Ri com os meus próprios pensamentos e imaginando no que estaria acontecendo lá. Fui ao banheiro e decidi tomar um banho, depois que sair do banho fiquei mais algumas horas ainda jogando, até cair de exaustão na cama e por fim acabei adormecendo.
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