O professor e a aluna
5 Conversa á dois...
Notas iniciais
... Duas semanas havia se passado, do que aconteceu comigo e com o professor, depois daquilo, a gente quase nem se falou direito. Tinha visto ele na escola todos esses dias, mais não tive coragem, de chegar nele e perguntar, não sabia como fazer isso. E até porque ele também não tinha falado nada a respeito do assunto, comigo, eu não ia correr atrás, pensei até que era tudo mentira o que ele disse para mim, porque se ele gostasse de mim como ele tinha falado, ele teria me procurado nesses últimos dias.
Resolvi terminar o rolo, que eu tinha com o Jake, não queria mais ficar com ele, não por causa do professor,mais por mim, não queria, ficar com outro cara, a não ser o Carlisle. Não sabia o que tinha dado em mim, só sabia que aquele beijo eu nunca esqueci, e acho que jamais esqueceria. O Jake não havia gostado muito de terminar o nosso lance, eu havia dito para ele que estava afim de outro cara, e que queria ficar um tempo sozinha para espairecer minha cabeça.
Hoje, acordei com a maior disposição, não sei ao certo, e porque, mais nessa madrugada, decidir fazer algo, que com certeza mudaria minha vida, e que só de pensar me dava arrepios. Levantei, escovei meus dentes, tomei café, e fui na casa da minha colega fazer um trabalho. Quando voltei de lá já estava na hora de ir me arrumar, para a escola...
Fiz tudo como de costume, e fui para a escola, e a primeira pessoa a dar de cara foi ele, andei rápido para a sala, não queria conversar com ele, tinha planos em minha mente. Hoje ele daria aula para gente, a última aula do dia seria a dele, decidir, que não daria muita bola e que nem prestaria atenção na aula dele, acho que se eu ficasse encarando-o eu o agarraria.
As aulas passaram depressa, logo veio o intervalo, comprei uma coxinha com uma coca e uma trufa e lanchei. Logo em seguida veio a aula de geografia, que parecia que nunca ia acabar. E para nossa surpresa o professor de geografia tinha saído, e tinha entrado um tal de Charles Everson, que já no primeiro dia, leva um bando de mapa, pra gente estudar.
___ Ei, você ai mocinha. — disse o professor novo, me chamando para mesa dele, perguntei se era comigo e ele disse que sim. — A senhorita, pode me ajudar com os mapas? — me perguntou, e eu apenas assentir. Fomos até a sala dos professores, e lá estava justo o Carlisle, que me encarava, ficamos nos encarando um tempo, até o Charles quebrar o gelo.
___ Carlisle, cadê todos? — o profy, de geografia, parecia conhecer o Carlisle, elas estavam falando na maior intimidade.
___ Eles já foram, todos para sala, e por falar nisso e estou atrasado, agora é na sua sala não é Esme? — ele me perguntou e eu apenas assento. — Então vamos, foi bom te ver Charles.
___ Carlisle, meu amigo, acontece que a Esme, está me ajudando, com os mapas, ela já vai, a deixe ficar mais um pouco. — disse o professor de geografia pegando, os mapas de minha mão, não sei o que ele, ainda queria comigo, se eu já o tinha ajudado a trazer os mapas.
___ Charles, eu não posso deixar a Esme aqui, pois hoje haverá prova, e é melhor ela ir comigo, e eu acho que ela não irá querer ser reprovada não é mesmo Esme? — preferi assento para o professor. Dei tchau para Charles, e sair com o Carlisle.
___ Não quero você perto desse professor Esme, ele não presta, entendeu, me prometa que não vai ficar sozinha com esse maluco Esme. — não entendi o porque que ele tava falando aquilo, então resolvi perguntar, ficar na duvida não ia ajudar em nada.
___ Porque ele é um psicopata, não te interessa o que ele fez, só me ouve, Esme, eu gosto muito de você, não quero você perto dele, eu só não sei por que ele tinha que escolher justo você. Só me promete isso.
___ Tudo bem, mais eu vou querer saber, porque você o chamou de psicopata.
___ É um dia quem sabe.
Entramos na sala de aula, não conseguia tirar o que o professor disse da minha cabeça, mais preferir acreditar, e não ficar muito próxima do Charles, se o Carlisle falava aquilo, era porque ele tinha algum motivo. A aula passou rápida e logo o Carlisle nos dispensou, mais eu não fui embora, queria ficar com ele, perguntar pra ele, conversar com ele.
___ Não vai embora Esme? — ele me perguntou se aproximando de mim.
___ Sabe eu acho melhor eu ficar profy, to com preguiça de sair. — disse fazendo manha e me sentei na mesa, e minha saia logo subiu, como diria minha vó dava pra ver até o umbigo.
___ Você que sabe, eu to indo embora. — disse o professor, acho que minha manha não deu certo, ou ele só tava fazendeiro charme.
___ Vai não profy, ficar aqui vai. — falei abrindo um pouco minha pernas deixando minha calcinha a mostra, percebi que ele encarava minha calcinha, então coloquei um sorriso sexy no rosto.
___ Esme é melhor você fechar as pernas.
___ Profy, me pega no colo? — pedi ao Carlisle, fazendo carinha de bebê.
___ Se eu te pegar no colo, ai você vai pra sua casa? — ele me perguntou e eu assenti, na hora que ele veio me descer, da mesa, o agarrei e prendi minhas pernas em seu quadril, e o beijei, começamos a nos beijar ferozmente, como se fosse a última coisa que pudéssemos fazer, como se o mundo desse acabar. Nos separamos rapidamente quando ouvimos alguém tossir, quando virei pra ver quem era, vejo o professor novo geografia, nos encarando com um sorriso no rosto.
___ Não acredito, logo o certinho do Carlisle, pegando uma aluna, ahh entendi o porque, que você a tirou de perto de mim, qual tava com medo que eu roubasse seu brinquedinho? — o Charles perguntou ao Carlisle, não entendi porque que ele falou assim, será que o Carlisle so queria brincar comigo? — Mas podem ficar tranquilos, não vou dizer nada a ninguém, por enquanto não.
Ao falar isso ele saiu, Carlisle pediu para conversar comigo, e disse que ali não seria possível, me chamou para ir para sua casa, para a gente conversar, no começo estranhei, mais logo em seguida aceitei o convite.
Fomos para sua casa, a casa era totalmente linda, aliás, tava mais para uma mansão.
___ Quer algo para comer?
___ Carlisle, a gente veio conversar e não pra eu comer, anda fala logo o que vai ser da gente.
___ Esme, eu não sei, eu estou apaixonado por você. Eu estou louco por você. — eu não aguentava isso, era só ele começar a dizer que tava afim de mim, que me dava a maior vontade de beija-lo. Mas dessa vez eu não o agarraria, eu iria esperar para ele me beijar. Fiquei o encarando, por alguns segundos e ele me puxou para um beijo, o beijo começou suave e doce, parecia ser só paixão.
Ele me deitou no sofá, e começou a intensificar o beijo, uma de suas mãos apertava a minha cintura, enquanto a outra ela passava na minha coxa, coloquei minhas pernas em volta de sua cintura, ele começou a beijar o meu pescoço e com certeza deixava marcas no mesmo. Sua percorria o meu corpo e isso me deixava mais arrepiada, sabia muito bem a onde isso ia acabar, mais não tinha medo, se fosse pra mim ser dele naquele exato momento eu seria. Comecei a tirar sua camisa, seu corpo era lindo, seus braços eram fortes. Senti o seu membro endurecer entre minhas pernas, ao senti aquilo, aumentou mais a minha vontade de me entregar a ele. O Carlisle nos separou, mais uma vez eu não eu fiquei sem entender.
___ Desculpa, Esme, me perdoe, juro que eu não faço mais, desculpe.
___ Do que você está falando, eu queria, eu quero, eu você também quer não minta, isso dar pra ver de longe. — disse apontando para o volume da calça, que dava pra qualquer um perceber. O Carlisle, do nada começou a desabotoar a calça, e começou a se masturba ali mesmo na minha frente, ele queria me matar só podia ser isso.
Fiquei o encarando um tempinho, então resolvi ajudar, comecei a masturbar para ele, aquilo era gostoso, o seu membro era grosso e muito grande, agradeci por ele se masturbar, com certeza ele me mataria, se tentasse algo comigo.
Depois de masturbar pra ele, o mesmo me agarrou e começou outro beijo, so que dessa vez sem malicia, nos beijamos até perdermos o ar, ficamos um tempo conversando, depois o Carlisle, decidiu me levar casa.
Entrei em seu carro, fiquei o provocando, quando chegou à frente de casa ele parou a carro e me deu um beijo de despedida com direito a tudo, nos despedimos e eu entrei em casa, dei uma desculpa qualquer pra os meus pais e fui pra o meu quarto
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