Notas iniciais
Olá queridos leitores.

Pensei por um tempo até conseguir me decidir se iria ou não levar essa história para frente, então decidi arriscar. Porém eu gostaria muito da opinião de vocês leitores. Por favor deixem suas opiniões para eu saber se devo dar continuidade ou não à esse projeto.

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Espero que gostem. ^^

Duas garotas estão andando na rua enquanto conversam:

—Como assim Line? – Pergunta uma jovem de cerca de 1,60m e cabelos pretos e lisos que iam até o ombro.

—Estou falando Robin, acho que comi uma Akuma no mi hoje! Parecia com aquela que você comeu e tinha gosto de bosta. – Diz ela rindo e fazendo uma careta de nojo.

—Shhhhh, fale baixo a marinha ainda não passou para revistar as casas como faz a cada duas semanas, mas isso não os impede de ficar rondando por ai. E não esqueça que seu pai é da marinha e vai te forçar a entrar pro treinamento se você contar pra ele o que comeu hoje.

—Eu sei eu sei... – Line respondeu mexendo os braços meio desanimada.

Robin também havia comido uma Akuma no mi há uma semana, era do tipo paramecia e dava a ela um poder bem estranho que a permitia criar até cem braços ou pernas em qualquer local que ela estivesse vendo no momento.

—Ai, desculpe. – Diz Line parando de andar. Haviam chegado em sua casa. – Até amanhã.

Ela corre até a porta de sua casa enquanto acena para a amiga. Line era uma garota considerada bonita, tinha 14 anos e seios em um tamanho médio, uma bunda definida e cintura chapada graças a seus treinamentos de handebol 3 vezes por semana na escola. Tinha cerca de 1,65m, olhos cor de mel e cabelos castanhos até os ombros.

Abriu a porta e subiu as escadas correndo até seu quarto pois não queria ver seus pais naquele momento, precisava descobrir que akuma no mi era aquela.

Fechou com cuidado a porta de seu quarto e como era uma suíte, foi até o banheiro. Fechou a porta e a tampa da privada e se sentou.

O desejo da garota desde pequena era ter uma Akuma no mi do tipo logia, assim como seu pai. Finalmente havia conseguido encontrar e comer uma; agora só precisava descobrir se era do tipo logia.

—Ah como eu vou fazer isso? – Ela diz frustrada para si mesma enquanto coloca as mãos no rosto.

Começou a olhar o que tinha no banheiro, até parar os olhos em uma tesoura em cima da pia.

—Bom, tipos logia são intocáveis contra esse tipo de ferimento, mas... Nossa estou parecendo uma louca pensando em me cortar. – Ela se levanta e pega a tesoura. – Mas se não fizer isso não vou saber.

Pega uma das lâminas da tesoura e começa a se cortar, porém cada parte que ela toca com a tesoura se transforma em algo meio transparente e brilhante, e quando a tesoura sai daquela parte sua pele volta ao normal. Assustada Line joga a tesoura no chão.

Depois de passado o susto inicial, vem a alegria da garota. Finalmente havia consegui do uma akuma no mi do tipo logia. A menina abriu a porta do quarto e animada foi contar a notícia para Robin, porém quando pegou seu celular e começou a digitar algo começou a acontecer e passados alguns segundos o celular estava completamente congelado.

—Não! Ai caramba. – Diz Line contrariada. E sem querer acaba deixando o celular cair no chão, o que o quebra em diversas pedrinhas. – Nãooooooo. – Ela diz manhosa enquanto olha para cima e fecha os olhos fazendo uma cara de triste.

De repente ouve batidas na porta.

—Line você está bem?

Era seu pai.

—Es-estou. – Ela diz enquanto rapidamente se agacha para recolher os pedaços do celular.

—Posso entrar? – Ele pergunta.

—NÃO! – Ela diz rispidamente, mas depois corrige. – Quer dizer, não pai. Estou indo tomar banho agora e já estou sem roupa.

—Ok, depois vá para baixo porque sua mãe está fazendo comida japonesa.

—Tá. – Line adorava comida japonesa, mas não tinha certeza se poderia comer com a família naquela noite.

Após recolher o que havia restado de seu aparelho, tirou as roupas e foi para o banho pensar em tudo aquilo. Quando saiu pegou o telefone fixo e ligou para a casa da Robin. Após chamar algumas vezes alguém atende.

—Alô. – Diz uma voz soluçando.

—Oi, é da casa da Robin?

—Quem é?

—Line. Aconteceu alguma coisa? – Ela pergunta.

—A Robin... Os marinheiros passaram aqui minha querida... ela teve de fugir muito rápido... Não levou nem o celular. – A mãe chorava muito e fazia varias pausas para soluçar enquanto falava.

—Desculpe ligar para você agora... – Line desliga o telefone apavorada.

Depois começa a andar rapidamente de um lado para o outro em seu quarto.

—Ai meu Deus, será que alguém ouviu nossa conversa na rua hoje? Será que eles vem pra cá também? – A cada palavra que saia de sua boca, ela se desesperava mais. Até que seu desespero foi interrompido novamente por seu pai batendo na porta.

—Vamos logo filha, o jantar já está na mesa. – Diz o pai levemente ríspido.

—Já vou pai. – Responde Line tentando parecer calma.

Depois de esperar o pai descer as escadas ela abre a porta do quarto e caminha até a cozinha. Apesar de seu pai ser um homem muito sério, ríspido e dedicado ao trabalho, ela havia decidido conta-lo o que acontecera.

Ao chegar na cozinha viu que sua mãe e seu pai já estavam sentados à mesa. Line se sentou também e começou a comer normalmente.

—Como foi na escola hoje? – A mãe de Line a pergunta sorrindo.

—Normal. – Ela responde sem grande entusiasmo, depois vira os olhos para o pai que está prestando atenção no noticiário.

—Entendi... – Responde a mãe voltando a atenção para sua refeição.

—Pai? — Ela o chama mas ele só balança a mão pedindo silêncio sem olhar para ela. – Então, queria dizer que comi uma akuma no mi do tipo logia hoje. Me passe o sal? – Ela diz rapidamente toda a frase, mas na hora de pedir o sal diz mais devagar, para dar ênfase ao pedido e desviar a atenção da notícia que havia acabado de dar.

—Não se preocupe filha, amanhã eu já faço o pedido para a sua entrada na marinha. – Ele diz voltando o olhar para ela tranquilamente. – Mas me conte, que poder é esse? Posso ver?

—Então pai... Sobre isso... – Ela diz pausadamente enquanto escolhe as palavras certas. – Eu não... Não quero entrar para a marinha.

—O que?! – O pai se levanta visivelmente com raiva. – Como assim? Você está louca?!

—Pai... Por favor me entenda. — ela diz também se levantando.

—Entender o que!? Você é só uma criança! E não decide nada sem minha permissão ou da sua mãe! – Ele diz com seriedade e quase gritando.

Nesse momento alguém bate a porta.

—Quem será essa hora? – Pergunta a mãe querendo que aquela discussão acabasse.

—A marinha. – responde o pai ríspido, vieram me entregar uns documentos.

Notas finais
Qualquer duvida, por menor que seja é só entrarem contato comigo.

Obrigado por lerem meu projeto até aqui. Mnadem as fichas, estou aguardando. Beijos e até mais :*