O poderoso império sayajin

4 Uma ameaça ao império! a família se reencontra


Após mais algumas horas a maquina começa a apitar, bardock sobe iniciando o processo de drenagem. Depois de ajudar Gine a sair da maquina ele a leva para cama.

— o que aconteceu? -ela pergunta ainda confusa

—você me deu uma surra – bardock fala com um riso nos lábios

Ela sorri junto. Bardock então dá um beijo em sua companheira

—-o que vamos fazer agora? Gine pergunta pensativa

—bom quem decide é você, você lutou por isso não foi?

—eu fiquei pensando muito e acho que devemos mandar os dois para esquadrão

—os dois? -Bardock pergunta confuso

—sim, kakarotto e Turles

—você tem certeza disso?

—acho que será o melhor para eles... e você vai estar com eles

—bom em parte sim

—como assim?

—eu vou subir ao conselho então não pegarei mais tantas missões diretas. Só as que tiverem um índice alto de mortalidade.

—não é sei se é seguro para eles...

—Bom os guerreiros desse esquadrão são todos elite então acho que será bom para eles aumentarem rápido o poder de luta.

—Tudo bem, eu concordo..., mas tem que me prometer cuidar dos meus filhotes está bem?

—prometo Gine.

Passado uma semana após o episódio. Bardock assumira internamente as funções de conselheiro. E se preparava para sair em missão.

Gine e Bardock foram a central do comando a fim de arramar a documentação dos filhotes e seus emblemas de esquadra.

Kakarotto e Turles não se continham de alegria por finalmente saírem em missão. Finalmente sua mãe concordou com a saída de ambos. Bardock também estava animado para combater ao lado de suas crias.

Raditz já estava em missão com o príncipe vegeta que aceitou muito mal o acordo do pai. Achou-o demasiado fraco.

Então no dia seguinte Gine se despedia de seus filhotes no hangar. Eles ficariam em missão finalmente.

Os gêmeos dividiram quarto. Na nave bardock da as instruções a sua equipe os reunindo

Então ele fala sobre os habitantes daquele planeta que estão a caminho sobre o nível de poder e os dados que eles tinham até aquele momento escolhendo como atacariam. Kakarotto e Turles ouviam tudo tentando assimilar o máximo aquelas informações. Kakarotto havia questionado o pai sobre o que eles faziam com os habitantes dos planetas que eram invadidos.

E bardock o explica que ou morriam ou viravam escravos. Tudo dependia da ordem do império. No caso do que eles estavam indo agora as ordens eram exterminar todos, mantendo somente o corpo científico do planeta. Kakarotto não gostou muito da ideia de matar seres sem motivo. Mas deveria fazê-lo mesmo assim. Não poderia ter piedade diante do inimigo. Era isso que seu pai o falava. “no campo de batalha se você for piedoso, certamente morrerá rápido”

O grupo de bardock gostou dos gêmeos os adotando como mascotes do grupo. Não achavam que eles eram muito fortes ao ponto de se comparar a eles. Principalmente que usavam o scouter para acompanhar o nível de poder de ambos. E ficaram preocupados com kakarotto no início, mas depois que bardock disse que ele havia ganhado o torneio de classes, eles realmente ficaram encabulados com isso. Como aquele filhote pequeno poderia ter ganhando tal torneio?

Alguns dias adiante estavam no quadrante do planeta. Eles ativam a camuflagem da nave. A entrada naquele planeta deveria ser silenciosa. Teriam que aguardar 1 dia em orbita até poderem pousar no planeta. Iriam aproveitar a lua cheia natural do local.

Então como planejado a nave finalmente pousa poucos minutos antes da lua emergir no céu daquele planeta. Todos os sayajins saem. Kakarotto e Turles deveriam ficar junto a bardock

Não demora muito e eles se transformam em oozarus. Turles já havia adaptado a forma sem problemas, mas kakarotto ainda tinha um problema de fúria nessa forma. Mas com o tempo ia aprendendo a se controlar. A gravidade daquele planeta era 20x maior que de Bejita o que foi bom para kakarotto que havia treinado até 15x já Turles sentiu um pouco a resistência do planeta.

Já nas suas formas gigantes os sayajins começam a atacar as grandes cidades. Bardock incube Turles e kakarotto das pequenas cidades a medida que avançam. Kakarotto tem certa dificuldade em matar, mas o faz a contragosto. Então as cidades começam a ser tomadas com muita violência e resistência por parte dos habitantes daquele planeta que não se renderam facilmente. Já era o terceiro dia de luta. E eles só haviam parado para comer e descansar um pouco em meio as cidades destruídas. Kakarotto, Turles e Toma iriam cuidar do corpo cientifico os levando para a nave como escravos. Já a elite se reuniu para combater juntos um grupo demasiado forte daquele planeta. Após cumprirem as ordens de bardock Turles e kakarotto se juntam ao grupo. Porem o embate é muito mais forte do que eles poderiam imaginar.

Quando chegam ao local tanto bardock quanto os outros guerreiros estão muito feridos e kakarotto não sabe se aguentarão a chegada da noite para usar a lua.

—Turles vamos ter que lutar com todas as nossas forças – kakarotto fala olhando a luta

—Kakarotto eu não sei se consigo, eles parecem muito fortes.

—eu te protejo irmão. Vamos só lutar com todas as nossas forças, vamos nos tornar mais fortes juntos.

Então kakarotto e Turles entram no campo de batalha

—Tão pequenos e já são uns monstros – um dos oponentes fala

Aquela luta seria muito difícil e era possível que se ferissem muito ou até morressem ali mesmo.

Kakarotto tenta usar tudo que aprendera com seu mestre... ele se segura ao máximo

Aqueles guerreiros daquele planeta eram implacáveis, mas dependiam da tecnologia. Seus escudos, suas armas seus aumentos de força, tudo era baseado na tecnologia do planeta. O que era admirável sabendo o quanto aquilo tudo os faziam lutar de igual aos sayajins. Seria uma grande conquista cientifica.

Um daqueles guerreiros estava preste a matar toma, quando Turles gerou uma forte esfera de k surgindo nas costas daquele guerreio o pegando de surpresa e perfurando seu peito com o disparo. O guerreiro caiu morto no chão.

Kakarotto estava a lutar com dois ao mesmo tempo o combate estava acirrado e apesar de pequeno. Graças aos treinamentos de Wong ele estava lendo os ataques dos seus oponentes. Depois de uma hora de embate finalmente um deles havia sucumbido e só faltava outro. Quando kakarotto estava preste a ataca-lo ele segurou o pequeno pelo pescoço e preparou um disparo de energia contra ele, quando bardock surgiu em sua frente atravessando-lhe o peito rompendo seu coração.

—Está bem filhote? – bardock pergunta a kakarotto em meio as arfadas de cansaço

—Sim papai

—Mantenha o foco, você está se saindo muito bem. -Bardock fala enquanto usa uma de suas munhequeiras para estancar um corte profundo em seu braço. Fazendo uma espécie de curativo.

Todos lutam de forma forte e constantes até finalmente a lua surgir no céu. Eles estavam todos muito fracos e feridos, mas a forma oozaru os ajudava a recuperar as forças mais rapidamente já que elevava 10x o poder de luta deles.

Só precisaram daquela ultima luta, quando o dia raio naquele planeta não havia mais sobreviventes que apresentariam riscos.

Bardock e sua equipe iriam alternar as horas na medical machine

Então se dividiram em grupos de 3, sendo que os mais feridos iriam primeiro

Logo kakarotto e Turles estariam no segundo grupo, já que não estavam tão feridos quantos os primeiros pois não combateram diretamente desde de o início. Diferente de Panbukin e Seripa.

Então o restante dos sobreviventes do planeta começa a serem mortos e alguns levados como escravos como espólio de guerra. Era permitido 1 escravo por sayajin em caso de invasão. A maioria não levava escravos. Geralmente eles estupravam e matavam as mulheres e homens que sobravam em seus próprios planetas. Quando eram muito fortes eles levavam para negociar em Bejita ou trocar em apostas.

Então 7 dias após pousarem naquele planeta finalmente eles voltariam para bejita.

A rotina de invasão começou a fazer parte da família de Gine, sobrando apenas ela em casa. Ela aproveitou parte do tempo livre para treinar junto a Wong. Bardock alternava entre o conselho e as missões. Quando estava em conselho seu subcomandante assumia a nave e assim os anos se passaram. O império continuava a crescer e aumentar seu domínio. O poder de kakarotto subiu drasticamente. O garoto parecia aprender técnicas cada vez mais rápido. Tendo aproveitado a rotina das invasões para aprender as técnicas dos povos antes das invasões. Ele adorava fazer isso. Eles chegavam antes aos planetas e ele espionava aprendendo técnicas por conta própria vendo e copiando. Ele era realmente um prodígio quando o assunto era lutas. Turles aproveitava o máximo o irmão para aprender e desenvolver técnicas, ele e kakarotto aprenderam a se entrosar com a convivência, quase não viam Raditz porque a rotina do príncipe era demasiadamente puxada.

Agora com 18 anos Turles e kakarotto finalmente deixavam de ser filhotes perante os sayajins, mas não perante Gine que brigava e se preocupava com eles da mesma forma.

Finalmente depois de muito tempo finalmente a família se reuniria por completo.

Era cedo quando a primeira nave atracava em Bejita

Não demora muito e Raditz chega na casa da mãe

—Oi filhote!

—Mãe, já disse para não me chamar de filhote...

—Tá bom Raditz seu pai tá lá fora porque não aproveita para lutarem um pouco

—Sério? Vou lá dá um olá para o velho

Então ele se dirige aos fundos da casa e encontra bardock treinando.

—oi velhote!

—oi pirralho

—Posso me juntar a você um pouco?

—Claro já faz tempo que não te dou uma surra hehehe

—Vou pegar leve com você

Então eles começam a lutar enquanto conversam sobre as expedições do príncipe

Já perto do horário do almoço Turles e kakarotto chegam

Turles dá um oi e passa direto para os fundos sentindo o ki de Raditz e do pai. Já kakarotto da um abraço forte em Gine e conversa com sua mãe um pouco e depois com seu mestre.

Kakarotto se tornara um guerreiro incomum no meio dos sayajins. Assim como seu pai, ele era muito querido no meio dos campos de batalhas por seus companheiros. Ele tentava evitar confrontos diretos e na ordem de extermínio de raças ele tentava fazer com que sofressem o mínimo possível. Então normalmente ele exterminava por rajadas de energia. Preferia fazer assim do que deixar para os outros companheiros brincarem. Eles gostavam realmente de ver o sofrimento e o medo de suas vítimas. Aquilo realmente doía no coração de kakarotto, mas infelizmente era um sayajin e teria que carregar esse fardo por toda a vida

Aquele império viveu de certo modo em paz por 14 longos anos. Porem alguém resolveu que era hora de acabar com aquele império de macacos. Já estava na hora de tomar a parte que lhe pertencia a de seu irmão Freeza. Mas diferente de Freeza ele gostava de fazer isso da forma correta. Os matariam com suas próprias mãos.

Aquela era para ser uma boa semana em família, finalmente depois de 5 anos eles estavam juntos ao mesmo tempo em Bejita. Havia muita conversa na mesa, muitas piadas... muita competição. Eram quatro machos competindo para ver quem seria o mais forte dos quatro.

Nanye e Gine cozinhavam quase o tempo todo para aquela fome absurda de uma grande família sayajin reunida.

Raditz contava coisas sobre Nappa e Raditz, ele zombava o tempo todo da arrogância de vegeta o imitando varias vezes, imitando o jeito dele falar

—Olha não conheço o vegeta e espero nunca lidar diretamente com ele.... — Kakarotto fala em meio a risos

—é inevitável filho. Breve você vai assumir um comando e vai lidar com o rei e logo ele será o rei então acostume-se -bardock fala ao filho

—e como está no palácio pai?

—Insuportável e burocrático como sempre... sinto falta de estar o tempo em combate

—Mas eu gosto, seu pai fica mais tempo em casa finalmente

Depois de tanta conversa a família resolveu a noite ir ao domo ali sim poderiam ver que era de fato mais forte entre eles.

Assim que chegaram encontraram-se com vários colegas então foram se divertir. Gine aproveitou para beber um pouco. Resolveu que não lutaria naquela noite.

A noite estava animada para todos Raditz havia perdido feio para bardock

—Não me subestime pirralho... eu ainda tenho meus truques na manga. – Bardock zomba de Raditz.

Kakarotto então luta contra Turles e nem precisa dizer o quanto Turles estava a baixo do nível de seu irmão. Turles amava lutar, mais amava mais a farra da destruição. Ele gostava de entrar em competições cruéis de como quem esmagava mais... quem matava mais... e outra coisas. Tal como Raditz nenhum deles tinha compaixão de forma alguma.

A farra da noite acontecia de forma descontraída até uma forte onda de apitos dos scouter de todos começaram a disparar.um ki extremamente poderoso se aproxima de Bejita todos os alarmes soaram por todo o planeta. Era inaceitável a raça que tanto invadia e dizimava agora era invadida e ameaçada. Foram pegos completamente de surpresa por uma grande nave que entrara na zona do império camuflada com uma tecnologia muito superior à deles. Tão logo vários soldados de cooler estavam sobre o planeta atacando e matando os sayajins por todo o planeta.

—as nossas defesas estão sendo convocadas imediatamente o império está sobre ataque – bardock que acabara de receber uma transmissão de zuki fala com os filhos

Então tudo para naquele momento, kakarotto, Raditz, Turles... enfim todos pertencente a esquadra deveria ir para o centro para o casto do rei.

—vá para casa e fique lá.

—Mas eu não posso deixar vocês lutarem sozinhos assim

—gine me escuta, agora não é hora.

Então todos saem dali. Gine vai para casa

—o que está havendo? – Nanye pergunta assustada

—Estamos sobre ataque Nanye. Precisamos nos abrigar. Onde está o Wong?

—Lá atrás

—Chame ele e entre no abrigo

—Mas e você?

—Eu vou lutar, afinal ainda sou uma sayajin bem ou mal ainda sou uma guerreira e agora tenho que defender meu planeta.

No palácio real

Cooler desce próximo a zona de hangar a destruindo por completo

—Daqui não vão poder fugir macaquinhos! – fala em meio a zombaria.

Então ele caminha tranquilamente até o castelo real matando e destruindo tudo em seu caminho de forma displicente.