Notas iniciais
Primeiramente eu gostaria de agradecer ao Nyah por ter estragado toda a emoção do último capítulo! Obrigada Nyah por mais uma vez nos deixar na mão por semanas! Agora eu estou com uma porrada de comentários para responder, que nem tem mais graça já que se passou tanto tempo e vocês já leram os capítulos... Ah, Deus... Bem, desculpem pela demora, espero de coração que vocês ainda se lembrem de algo. Último Capítulo. Nos vemos nas notas finais. Enjoy.

Quinze anos depois...

–Está vendo novamente essas fotos, Sofia? — Julie sussurrou na beira da porta.

Sofia se virou calmamente, suspirando, alternando o olhar entre as fotos e sua tia.

–Sim – Murmurou com sua voz rouca e abafada – Sinto-me melhor quando observo suas feições – Disse Sofia olhando para as fotos dos pais.

Era a única coisa que tinha, a única coisa que lhe restou para se lembrar deles.

Julie respirou profundamente, sempre o fazia quando Sofia tocava neste assunto, não era por vontade de não falar, mas pela dor, pela lembrança.

Perder a melhor amiga daquele jeito foi horrível, a culpa a consumia até hoje, fora Julie quem mais insistiu em fazer tudo aquilo e Clair acabou morrendo, Julie preferia que fosse ela! Não foi justo! Clair não merecia ficar longe da filha, não poder cuidar dela, não vê-la crescer, era somente o que ela queria! Era pedir demais?!

Julie engoliu a bile e foi se sentar ao lado de Sofia. Para uma menina de quinze anos Sofia era muito reservada, muito calma, preferia ficar sozinha e isso assustava Julie, diante da culpa que sentia a única coisa que lhe fazia se sentir melhor era cuidar daquela menina, dar a ela melhor educação, saúde e tudo que ela precisasse, ela devia isto a Clair e Sofia merecia tudo.

Após aquele dia tenebroso Julie voltou à cidade e agilizou toda a documentação para ter a guarda de Sofia legalizada, assim como Clair a fez prometer a menina nunca ficou um dia em um orfanato, sempre ficou com a tia Julie. A menina nunca a chamou de mãe.

A morte da Clair, o ato de Dante e se tornar mãe de uma menina de um aninho foram nada perto do assedio da mídia! A história da família De La Torre percorreu o mundo e ninguém quer ter a mídia americana em cima de você... Mesmo após meses ao acontecimento ainda havia repórteres em frente da sua casa.

Durante os meses de investigação descobriram os corpos das pessoas que Dante havia matado, que ele usou a disposição de arquivos que ele tinha no FBI para controlar civis, que por negligência negaram o pedido feito para a investigação do agente De La Torre feito pelo agente Jace Ross, que também foi uma de suas vitimas, comprovaram as violências domésticas que Clair havia sofrido, a fraude que Dante fez para conseguir a parte da Clair na casa... Em três anos de investigação descobriram inúmeros crimes que o Dante havia cometido. De tempos em tempos saia o resultados das autopsias feitas nas outras vitimas, Julie achava que nunca teria um fim, ela só queria que Sofia soubesse o menos o possível.

Sofia caminhou até a janela e observou a neve que caia sobre o carvalho antigo, como sempre aquela imagem era tão triste, continua, nunca parecia que teria um fim.

–É difícil indagar o que realmente acontecia com eles tia Julie... É difícil não olhar para as fotos deles e imaginar como seria minha vida se eles tivessem vivos... Eu só queria ter passado mais tempo com eles, me lembrar de seus rostos – Sussurrou Sofia.

–Oh, querida – E Julie se sentou ao seu lado, pegando em sua mão – Já não conversamos sobre isso?! Não fique se martirizando, siga a sua vida! Eles não gostariam de te ver presa ao passado!

–Eu sei! Mas eu preciso saber mais detalhes! Preciso entender o que se passava na cabeça da minha mãe para te pego aquele carro, para meu pai ter... Ter atirado no próprio coração! Eu só queria saber o lado deles nisso! Por mais que vocês me expliquem eu não consigo aceitar como eles foram tão impulsivos! Que agiram de forma tão leviana! Será que não se importaram em pensar como seria me deixar sozinha? – Explodiu Sofia – Eu te amo, tia Julie! Não pense que eu não reconheço isso! Você é minha base e minhas pernas nesta vida, mas há certos hiatos em minha vida que eu nem a senhora podemos preencher.

–Eu sei querida, eu sei... – Balbuciou Julie.

Logan entrou no quarto com o filho no colo e olhou para as mulheres.

–O que as mulheres da minha vida tanto falam? – Disse brincalhão como sempre e o pequeno Dean olhou para elas.

O filho de Julie ergueu os bracinhos e a mãe o pegou no colo, acariciando seu rosto. Julie e Logan acabaram ficando juntos depois de tudo, naqueles momentos difíceis eles viram que eram os pilares um do outro, e não há anda mais importante que isso.

–Ela quer saber mais... – Murmurou Julie chorosa.

–Sofia... Você quer mesmo saber? Você é tão nova querida, não quero que isso a consuma, é uma história pesada – Murmurou Logan paternal.

Logan assumiu o papel de pai e protetor de Sofia, nada iria magoar aquela garotinha e ele tinha mais de dois metros de músculos para garantir isso.

–Sim, é isso que eu quero – Disse Sofia decidida – Já estou preparada mentalmente para saber, a falta de conhecimento é o pior sentimento. Preciso saber se o que aqueles jornais publicaram eram verdades ou mentiras.

–Clair... Desculpe, Sofia. Você precisa ter consciência que não vai ser uma história bonitinha, que vai ser pior que suas expectativas... Eu não quero que você fique magoada para o resto da sua vida, querida – Disse Logan calmamente.

Sofia era tão parecida com a Clair que era impossível para Logan e Julie às vezes não trocarem seus nomes.

–Tio Logan... Eu não espero uma história bonita, eu sei que não há. Minha mãe foi abandonada, meu pai tinha problemas com os pais dele, meu pai perseguia minha mãe, a prendeu dentro de casa e se matou quando ela morreu... Sinceramente eu não espero por nada, eu quero saber o que se passava na mente deles para... Para conhecê-los um pouco melhor – Disse Sofia tentando sorrir, mas não conseguiu.

Ela só queria conhece-los um pouco mais, entender suas personalidades, saber como eram suas vozes e principalmente a reação deles com ela.

Logan e Julie se entreolharam e concordaram com o olhar.

–Tudo bem – Disseram juntos.

–Ótimo... – Disse Sofia e não pode conter seu entusiasmo. Era a primeira vez que ela pedia para eles contarem a verdade por trás da história de seus pais e eles concordaram, confiavam nela e acreditavam que ela era madura o suficiente para saber – Então... Qual de vocês vai me contar tudo? – Perguntou.

–Na verdade, sua mãe vai – Disse Julie.

–Ahãm? Como? – Disse Sofia com a voz um pouco aguda.

–Sua mãe tem inúmeros diários, querida – Disse Logan – Ela gostava de escrever todos os dias, a ajudava se aliviar de tudo.

–Ela também tem vários vídeos com você, de vocês três juntos... E muitas mais fotos – Disse Julie.

–E por que vocês nunca me mostraram tais objetos? – Perguntou Sofia acusadora.

–Você precisa entender que nós não gostávamos de Dante, Sofia. Ele pode ser seu pai, mas nós nunca o perdoamos pelo que ele fez com nossa amiga – Disse Logan sombrio.

Sofia respirou profundamente e não desprendeu do olhar de Logan, o mesmo hábito que Clair tinha.

–Tudo bem – Disse Sofia.

Depois de três viagens Logan trouxe três caixas pesadas, Sofia o olhava curiosa, mas ele apenas piscava em camaradagem para ela.

Logan se ajoelhou no chão e foi abrindo cada caixa, revelando o conteúdo de cada uma.

–Está é a caixa com os diários da sua mãe, ela começou a escrever com trezes anos e tem algo escrito até a data do seu aniversário... Essa aqui, são de DVDs que ela fez com você, dela em festas, na formatura, com seus avós, você vai ver... E essa, são de fotos com seus pais, eles com vocês, dos seus avós maternos e também tem as fotos de Dante, da família dele... Nós achamos tudo na casa de Washington e trouxemos.

–Entendo... – Murmurou Sofia pensativa, não sabia o que ver primeiro.

–Vou deixa-la sozinha... Você precisa desse momento – Disse Logan e beijou na testa de Sofia, que para ele era sua filha.

–Obrigada – Disse sorridente e olhou temorosa para as caixas.

Era a hora de saber tudo.

***

***

Uma semana.

Sofia levou uma semana para ver todos os conteúdos das caixas.

Ver cada foto, assistir cada vídeo, ler cada trecho escrito por sua mãe.

Como estava nas férias de inverno tinha tempo de sobrar para ficar em seu quarto e mergulhar no passado. Se antes ela queria saber o que se passava na cabeça de sua mãe, agora se sentia como sua amiga, sua musa interior.

Sofia não poderia deixar de rir com cada maluquice que sua mãe e sua tia faziam, ela se sentia uma beata perto delas, queria ser mais animada e divertida como a mãe... Ah! Como queria tê-la conhecido! Mesmo tendo visto todos aqueles vídeos, queria a mãe ainda mais próxima.

De duas coisas que poderia constatar sobre sua mãe eram: Ela adorava tirar fotos e poderia escrever um livro sobre sexo.

Pelos deuses! Clair tinha mais de quinhentas fotos, umas trezentas só com a filha, de todas as formas e caretas que um ser humano poderia fazer. Sofia se via rindo vendo as fotos, a saudade sendo substituída ao saber o quanto era amada. Ah, não podemos esquecer os detalhes (e muitos) que sua mãe fazia em todos os casos que teve.

Sofia se surpreendia com cada detalhe, por saber o quanto sua personalidade era parecida com a mãe, por saber detalhes de seu nascimento que só uma mãe poderia dizer, por saber que sua mãe era... Safada e desinibida em muitos sentidos. Por saber detalhes sobre o pai que ninguém mais daria.

Sofia não era hipócrita de negar que sentiu raiva do pai por tudo que ele fez com sua mãe, mas não conseguia odiá-lo.

–É errado tia Julie? Eu não odiá-lo pelo que ele fez com minha mãe? – Perguntou Sofia a Julie.

–Sinceramente? Eu acho que você não deveria odiá-lo, acho que nem sua mãe o odiava, ela era incapaz de fazer isso. Ela só sentia raiva dele por muitas coisas, mas nunca o odiou – Disse Julie pensativa – Eu também acho que ela nunca iria querer que você odiasse o próprio pai, eles tinham problemas, mas não envolviam você, Dante era um excelente pai e ela só queria que isso importasse para você, o resto é o resto.

Sofia concordou, com certeza Julie era a melhor pessoa para saber o que sua mãe pensava, tão bom quanto seu diário e pelo que Sofia analisou Julie estava certa o quanto a isso.

Em momento algum Clair mencionou em seus diários que Sofia era filha de um estupro, ela a amou desde o momento que soube que estava grávida.

“É a realização de uma vida” tinha escrito quando chegou a casa depois da primeira consulta com a médica.

Outra coisa que Clair sempre escrevia eram elogios quanto a Dante ser pai, eram páginas e páginas, apenas pelo que ela percebeu ao ver pai e filha juntos. Sofia se emocionou com essas páginas.

Seu pai e sua mãe a amavam mais do que tudo nessa vida. Ela ficou feliz por realizar o sonho deles de serem pais, que mesmo que eles tenham vivido tão pouco, ela participou de uma fase da vida deles que foi a mais feliz.

***

–Oi Sofi... – Murmurou Julie adentrando no quarto – Está tudo bem?

–Si-sim... Eu estou bem – Murmurou Sofia com dificuldade.

–Oh! Querida! – E correu para abraça-la.

Sofia começou a chorar, abraçando-se com força em Julie.

–Eu só queria conhecê-los! Queria conversar com eles! – Disse chorando – Queria vê-los, tia! Só isso!

–Eu sei, querida... Eu sei... – Murmurou Julie chorando – Todos nós queremos isso, mas por favor, não chore! Foi à vontade de Deus... Pode parecer cruel, mas era para ser.

–Deus tirou meus pais? Essa era a vontade dele? Eu acho que não. Nunca vou aceitar isso como um acontecimento que devia acontecer, por que não era, eles não mereciam, foi uma... Fatalidade, nem por isso vou deixar de brigar por ter sido assim, tia Julie.

–Tudo bem, Sofia – Disse Julie abrangedora – Você é igual a sua mãe, sempre com opiniões fortes e sempre precisa dizê-las...

–Senão nem consigo dormir – Continuou sorrindo entre as lágrimas.

–Bem assim... – E elas se abraçaram – Então o que você vai fazer agora?

–Eu não sei... Ainda faltam algumas coisas que eu preciso saber do dia do acidente... – Murmurou Sofia.

Julie ficou pensativa então chamou Logan, os três se sentaram na cama.

–Você deve saber que seu pai atirou no taxista e nisso sua mãe pegou o carro... – Começou Logan.

–Sim, e que depois minha mãe sofreu o acidente, meu pai saiu do carro e ficou com ela até morrer, disse aquelas coisas para você dizer para mim e depois... se matou – Sussurou Sofia.

–Sim... Mas antes da sua mãe morrer ela disse algo para o seu pai – Sussurrou Logan.

–O que?! – Perguntou Sofia atônica.

–Eu não sei! Nunca soube, somente ele a escutou... E logo em seguida ela faleceu.

–Ninguém nunca soube o que ela falou com ele? – Sussurrou Sofia.

–Não – Respondeu Logan e olhou para Julie.

–Sua mãe faleceu devido a uma ruptura no intestino e ela havia feito com corte na artéria femoral... A autópsia nos revelou isso e... E que... E que sua mãe também estava grávida, de dois meses – Sussurrou Julie.

–Grávida? Ela morreu grávida? – Disse Sofia em choque – Eu... Eu teria um irmão...?!

–É... – Respondeu Logan e o silêncio se instalou.

A dor. A perda. O choque... Tudo estava presente naquele momento.

Não havia nada para ser dito, tudo havia passado. O importante era aceitar o que aconteceu e seguir em frente, a vida não pode parar, nada pode parar.

Temos sempre que seguir em frente.

Não importa a dificuldade, a perda ou a dor, devemos seguir em frente pelas pessoas que nos amam, mas principalmente por nós mesmo.

***

Sofia fez um pedido aos seus pais de consideração, eles ficaram surpresos, mas o fizeram.

O cemitério de Montreal já foi dito como um lugar turístico. Ficava no alto da cidade, tendo vista para toda a cidade, os túmulos ficavam em um terreno redondo com poucas árvores. Eram apenas lápides brilhosas, quando se encontravam com a luz do sol e uma vista gloriosa.

–O que você veio fazer aqui? – Perguntou Julie quando eles pararam em frente aos túmulos de Clair e de Dante, um do lado do outro, ambos com seus nomes de solteiros.

–Acho que o que eu tenho para dizer para eles é melhor que se diga pessoalmente, não acham? – Murmurou Sofia.

Logan e Julie concordaram e olharam para sua menina, ela precisava desse tempo especial.

–Oi mãe... Oi pai... – Sussurrou Sofia e pôs as rosas brancas nos túmulos de cada um – Essa semana tem sido uma loucura, eu conheci e descobri tanto sobre vocês! Vocês devem estar achando estranho, mas eu adorei saber sobre vocês, é quase como conhecê-los, é o mais próximo que consegui em todos esses anos... Devo admitir que os amo mais ainda por conhecê-los, sei que ambos tinham defeitos e qualidades, mesmo assim eu os amo, principalmente você pai! Eu sei de todos os seus erros e... E... – E começou a chorar baixinho.

Sofia se sentou entre os túmulos e passou a mão por suas lápides.

–Mãe... Eu nem sei por onde começar a falar sobre a senhora! Mas acho que devo começar pedindo desculpas por ter lido seus diários, acho que se a senhora estivesse viva teria me dado uns cascudos – Comentou Sofia e riu – Definitivamente eu nunca conheci uma mulher como você, é uma mistura perfeita minha e da tia Julie, louca e sensata... É paradoxo! Mas você era assim e eu... – Então Sofia se levantou, olhando para os céus.

–O que eu tenho para dizer a vocês é que... Eu os perdoo... Os perdoo por terem partido antes de me conhecerem, por não terem participado da minha vida. Pelo que li vocês nunca perdoaram seus pais por isso, mas eu os perdoo! Eu sei que tanto vocês e eu queríamos que isso não tivesse acontecido... Mas eu também queria dizer que eu os amo! Não importa se vocês estão aqui ou não eu os amo! Que mesmo que eu não me lembre de vocês, o que eu vi, o que eu li, eu soube naquele instante que fui amada para o resto da vida, mais do que qualquer outra criança e isso que impagável – Sofia Beijou as lápidas e se virou para Julie e Logan, beijando suas testas.

Logan olhou para ela e sorriu, Sofia concordou com a cabeça e pegou a mão das pessoas que mais amava nesta vida.

–Terminou, querida? – Perguntou Julie enquanto andavam.

–Sim. Agora eu posso seguir minha vida, o peso do desconhecido foi tirado dos meus ombros e eu sei que onde eu estiver eles vão estar me zelando... Eu vou fazer que eles se orgulhem de mim! Vou aproveitar a vida que eles não tiveram, com as pessoas que eu amo... Com a família que tenho – Então abraçou Julie e Logan.

A vida daqui para frente seria longa, não havia tempo há perder.

FIM

Notas finais
Gostaram do capítulo? Gostaram da foto da Sofia? E do filhinho da Julie e do Logan? Ah... Vou morrer de saudade de vocês! Nanda, Isaah Marques, Bad, Vanessa Gimenez, Hilnara, Livians, Amy Grey, Stephani Malik, Diane Santos, Brunna Gilbert, Srta. Thay King, Karla Juliana, GirlCross, Lizzie Somerhalder, Little Monster, Alice Moreira, Carina, Lady, Arissa e Kai, Reticencias, Carul, Bia Blanco, Purpleskull, Drama of the Curls, Ms Lee, DaniiUchihaa, Nathalie Graf Guide, Isabelle Lima, Leticia Cross, Luciana Francisco, Rai chan, MandinhaBia, Beey Oliver, Potter mellark, Mebuki No Sabaku, Ester, Waterfall of Lies, Jessie, Cosplay de Garpazinho, Brenda Armstrong, Usagi e LillianBarreto. Aqui está o nome de todas que comentaram, favoritaram e fizeram belíssimas recomendações para está história. Obrigada meninas por cada palavra, por cada incentivo, sugestões, puxões de orelhas, pelas risadas, cada momento com vocês é único, esse sentimento autor/leitor é algo mágico, indescritível. Obrigada por lerem! Obrigada por tudo! Para quem perguntar eu estou com outro projeto de fic, será sobre a saga Crepúsculo, de comédia (e não, o Edward não vai brilhar), quem estiver interessado pode colocar nos comentários, e mais uma vez.... OBRIGADA! Bjubas Bree
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!