Notas iniciais
Brenda Stefany, por que você está postando essa hora??? Para esquentar a noite de vocês e também por que não tenho nada para fazer :/ Queria dizer também algumas palavrinhas... Não se apeguem a ninguém, todos vão superar suas expectativas. Dante é o OP desta fic, então atenção ladys. Clair é simples, calma, justa. Sempre será assim. E eu acho que sou a Julie da fic... Ah, é! Esse capítulo é de hentai... Enjoy

Passei o dia seguinte pensando em qual roupa usaria para me encontrar com Dante, seria estranho estar com medo ao invés de ansiosa? Era assim que me sentia...

Quando cheguei ao prédio não me encontrei com Dante, geralmente eu e ele trabalhávamos durante o mesmo horário, então era comum que nos encontrássemos quando íamos para o trabalho e quando chegávamos.

Tomei banho e optei por um short cós alto branco, uma blusa de alça verde-água, um casaco bege e um scarpan preto.

As oito em ponto estava pronta, peguei meu celular, chave e a garrafa de vinho que havia comprado. Dante e eu somos fãs de vinho.

Antes de bater em sua porta respirei fundo, agora estava ansiosa.

Toquei na campainha e Dante logo abriu a porta.

—Oi... – Disse e Dante me puxou para dentro, pegou minha garrafa de vinho e a colocou na mesa de canto.

Aconteceu tudo muito rápido... Em um momento Dante estava me beijando e em outro eu estava com as pernas envolta de sua cintura.

Dante me jogou contra parede e eu comecei a tirar sua roupa, lambendo seu peito musculoso. Dante puxou minha blusa deixando meus seios à mostra e começou a suga-los avidamente, prensando-me contra a parede. Dante apertava e sugava meus seios sem piedade, me fazendo contorcer contra seu corpo.

—Você está pronta para mim – Murmurou contra minha boca.

Dante ficou de joelhos diante de mim e retirou meu short e minha calcinha.

—Abra as pernas, Clair. Quero sentir seu gosto – Murmurou Dante e eu o fiz.

Sua língua era... Inclemente, quente, precisa.

Dante passou sua língua por toda minha fenda molhada, pressionando-me contra meu clitóris. Suspirei alto e aproximei meu quadril de seu rosto por mais. Dante sugava com vontade, apertando meu quadril com as mãos.

Meu corpo se arrepiou e comecei a balbuciar palavras sem nexo.

—Ainda não, Clair – Alertou Dante – Você vai gozar na cama e comigo – Disse se levantando, me fazendo gemer de frustação.

—Ah... – Suspirou Dante – Que seios lindos... Tão rosas – Disse e os tocou com a ponta da língua, me dando vários choques.

Assim que ele se afastou pressionei meus seios em sua pele, agarrei seu cabelo e tomei sua boca para mim.

—Sentiu seu gosto? – Perguntou Dante.

—Sim. Quero sentir o seu – Digo firme e ele me apertou mais para si.

—Depois, primeiro quero socar meu pau dentro de você – E agarrou meu cabelo com brusquidão, levando-me para o quarto – Você sonhou com esse momento, Clair? Se tocou pensando em mim? – Perguntou beijando minha barriga.

—Si-sim... – Disse com dificuldade e segurei seu rosto para que olhasse para mim – Quero que me foda de quatro, Dante. Que segure meus pulsos – Digo rouca.

—Ah... Eu vou fazer isso, Clair, depois – E pôs a camisinha e abriu ainda mais minhas pernas – Vou fazer muitas coisas contigo – E começou a me estocar, enfiando todo seu pau dentro de mim.

Eu gritei/gemi alto, bastante. Dante segurou meus pulsos e murmurava em meu pescoço.

“Sim, grite mais alto”.

“Adoro quando você geme para mim”.

“Você é tão gostosinha, oh, Clair eu vou te foder tanto”.

Meus lábios estavam inchados de tanto que os mordia. Meu corpo se movia sozinho, em sincronia ao de Dante. A proximidade de nossos corpos, o barulho de suas estocadas, só fazia meu desejo aumentar, meu corpo percebia isso, ansiava por mais.

Dante devorava meu pescoço e meus seios sem piedade, enquanto eu tentava arranhava suas costas pedindo por mais, tentando domar sua boca.

Suas estocadas eram violentas, faziam minhas pernas doerem, minha pele se arrepiar. Dor e prazer em um laço só.

Meu corpo se ergueu quando meu orgasmo veio, fazendo-me gritar e pressionar mais ainda o pau de Dante dentro de mim. Dante segurou meu queixo com força, apertando sua mão fortemente em meu braço e gozou com um rugido, o rosto franzido e desabou sobre mim.

O silêncio não era preenchido por palavras não ditas, mas por pensamentos do que faríamos em seguida.

Depois que reclamei sobre seu peso sobre mim, Dante caiu pesadamente ao meu lado.

E os minutos se passaram.

—Realmente tem um jantar ou era enrolação? – Pergunto sorrindo.

—Você adora comer... – Brinca Dante se levantando, ele põe sua calça jeans e me deu um roupão negro e pesado – Vou esquentar a comida – Diz.

—Tudo bem – Respondo terminando de laçar o roupão e levanto para pegar minhas roupas espalhadas e coloco tudo dobrado em uma poltrona no quarto.

Quando cheguei à cozinha Dante estava pondo a mesa.

—O que é? Parece bom – Digo sentando-me, o cheiro é incrível!

—Enchilada, já comeu comida mexicana? – Diz e me serve.

—Não... Nada. Em Montreal é difícil você encontrar, as culturas que dominam a gastronomia de lá são francesas, italianas e gregas – Digo – Tem pimenta? – Pergunto receosa, os latinos são conhecidos por suas pimentas.

Dante riu – Você não vai sentir – Garante.

Corajosa dei à primeira garfada e suspirei.

—Dante! Está divino! Uma explosão de sabores! – Digo e ele sorrir.

—Conte-me mais sobre Montreal – Pede.

—Bem, é conhecida como uma das cidades mais gentis e com melhor culinária do Canadá, e é verdade – Digo orgulhosa – Quer saber algo curioso? – E Dante faz que sim com a cabeça – Nós falamos mais francês do que inglês, as placas de rua e de transito são em francês.

—Nossa! E sua família é francesa? Por que, Delacour é um sobrenome francês – Diz Dante.

—Sim... Meus pais saíram da França quando tinham 20 anos – Respondo. Não gosto de falar sobre meus pais – E você? Nasceu no México?

—Na verdade eu nasci aqui em Washington, meu pai era espanhol e minha mãe mexicana – Diz Dante baixo.

—Era?

—Acidente de carro, ambos.

—Oh! Desculpe, não quis ser inoportuna... Os meus também, meu pai de câncer e minha mãe adoeceu depois disso...

—Doença do amor, não é assim que chamam? – Perguntou Dante.

—É... Foi que os médicos disseram – Digo e o silêncio caiu sobre nós.

—Isso é uma conversa perturbadora! – Diz Dante balançando a cabeça.

—Cadê a pimenta?! – Pergunto rindo e voltamos a conversar.

—Então você tem tripla nacionalidade? Isso eu posso dizer que é inovador – Digo.

—É verdade... Mas me diga, é verdade que em Montreal tem umas “batalhas” em um parque?!

—Ah! Sim! É bem legal – Digo animada – Fãs de Guerra nas Estrelas, LOL, Star Trek, Dota e outros, marcam e vão disputar no parque. É muito divertido por que o pessoal faz espadas, escudos... Os geeks e os otakus são bem criativos! – Digo.

—Não entendi uma palavra que você disse – Comentou Dante rindo.

Dante me ensinou algumas palavras em espanhol e querem saber?! É muito difícil!

—Ah! Fala de novo! – Peço e sai da cadeira, me sentando em seu colo, circulando seu pescoço com meus braços – Diz “Mi cariña” de novo! Você faz beicinho! – Digo rindo.

Dante volta a me beijar, até me deixar sem ar. Eu desamarrei o laço do seu roupão e abaixei um pouco sua calça.

—Tem alguma camisinha contigo? – Pergunto.

—Não... – Murmurou Dante e me pôs sentada na mesa – Vou pegar.

Dante voltou a se sentar na cadeira e pôs a camisinha. Dei um sorriso malicioso e apoiei meu peso sobre seu ombro com os braços, Dante direcionou seu membro em minha entrada e eu me sentei devagar, apreciando as feições de Dante enquanto o preenchia.

Quando me sentei completamente lhe dei um beijo lascivo, o deixando ofegante. Entre beijos comecei a me mexer.

Para frente... Para trás...

Para frente... Para trás...

Dante agarrou meu quadril, mas deixou que eu comandasse os movimentos, era para o meu prazer.

Meus movimentos começaram a ficar mais intensos, a cadeira rangia sobre nós, o suor brotava de nossas peles. Joguei a cabeça para trás quando um onda de prazer passou por mim, deixando com as pernas bambas e sem fôlego.

Apoie a cabeça no ombro de Dante arfando e deixe que ele controlasse os movimentos em busca de seu prazer, eu estava em outro paralelo.

Ficamos unidos por um bom tempo... Exauridos e suados. Dante me ajudou a levantar e ficamos deitados no sofá, um de frente para o outro, usando o roupão como cobertor.

—Se importa por eu mexer no seu cabelo? Eu gosto.

—Não – Respondeu ele beijando minha testa – Pode continuar.

E assim adormecemos.

Notas finais
Capítulo para DaniiUchicha, Lizzi Somerhalder, Karla Juliana, Isabelle Lima, Issal Marques, Little Monster, Ms Lee, Nathalie Graf Guide, Srta. Thay King, Xaves 40 e Raquel Costa... Gente, obrigada por lerem/comentarem/favoritarem