Reino Farquaad

Em meio uma floresta de animais gigantes, existe um reino chamado Farquaad, confinado dentro de muralhas as quais rodeiam todas as casas. A muralha de tão alta faz sombra por quase o dia inteiro.

Um lugar calmo, de casas velhas, de pedras cheias de musgo, cada casa com seu pequeno poço artesão, pequenas fazendas com lagos que beiram os muros. Há poucos comércios, só o necessário, uma feira que se reúne aos domingos na praça (mas não há o que se comercializar, a cidade não tem muitas iguarias). Os fazendeiros plantam o que não tem em outras fazendas, fazendo do seu cultivo moeda de troca; peles por abobora, abobora por carne. E quem não plantava ou criava animas, prestava serviços (exceto mulheres solteiras e viúvas).

As pessoas não se importavam com nada só cuidavam de suas vidas sem preocupações com o resto do mundo a verdade ninguém pensava fora da muralha, ninguém queria saber o que a no mundo além muralha todos viviam o momento seguiam suas vidas seus costumes, poucos sabiam algo do mundo do outro lado, todavia contos eram ditos pelos mais velhos e passando aos mais púberes.

Dama de ferro a única a sair da muralha, uma linda mulher de cabelos negros encaracolados e olhos castanhos como o mel, o nome dela e desconhecido na boca do povo, chamavam de dama de ferro, por sempre encontrar-se com a armadura de ferro brilhante e a espada de aço negro com listras a prata que se encontravam no botão formando a figura de algo parecido a uma aranha prateada. Ela protegia aquele lugar todos acreditavam nela como se significasse alguma divindade, a única pessoa em séculos a subir a muralha era ela. O povoado sempre cessava para admirar seus cabelos chamejarem e voarem ao vento no alto da muralha vigiando a todos.

A chuva batia nos seus telhados com barulhos reconfortantes, a água caindo na terra e molhando a grama uma bela noite e calma como sempre foi em Farquaad, exceto o barulho do trovão é um grito tão alto, doloroso foi repentinamente. Wilson fazendeiro local, jazia atrás de uma vaca fugitiva escutou o grito, correu à praça seguindo o berro ressoar pelas paredes vendo as janelas iluminadas e sombras na espreita, entretanto nenhuma pessoa se preocupará, ele percorria entre as ruas de pedra tentando encontrar local desesperado e esgotado aquele velho de barba branca mal feita respirava sem fôlego na espreita do muro, tirou seu chapéu forçou seus olhos de um vista embaçada, limpou as gotas da chuva prestes a desistir escutou bem longínquo um choro baixo e agudo "uma criança gritara? Não" refletiu consigo próprio, puxou o ar encheu os pulmões e correu fraquejando de velho.

—Dama de ferro. —Falou com tom assombrado ao ver sua armadura marcadas de garras com sangue manando no chão misturado a água e lama.

—Pegue-o.—A mulher caída se esforçava para levantar uma notável manta de couro aonde existia um recém-nascida roliço com rosto corado a choramingar. Seu rosto debandou e tudo acabou, ainda chovendo abundantemente. Wilson fora carrasco é durão durante bom tempo, mas na exata ocasião lágrimas caíram. E no amanhecer daquele dia o povoado não estava sossegado assim como sempre, aglomerados de luto até o sol coberto de nuvens, deixando um ar negro no reino. O fazendeiro já tinha cavado um túmulo a noite posteriormente deixar o pequeno bebê aos cuidados de sua consorte Violeta, Wilson sepultou a dama de ferro no lugar de sua morte e na terra fofa alocou pedras grandes socando as na terra e na escrita dos antigos reis Farquaad tão ancestrais quando a muralha. Esculpiu usando uma faca bem amolada. " Dama de ferro a força do reino." homens, mulheres e crianças pararam e leram o luto parou com todos.

Casal da fazenda.

Violeta e Wilson o casal mais velho de Farquaad vivem, na menor granja do reino com poucas vacas um cavalo e pequenas galinhas; Violeta jamais pôde ter filhos sendo seu maior sonho, ao passar dos anos o casal foi envelhecendo, Wilson se tornou um impertinente, contudo Violeta sempre foi afetuosa usava todos os dias o mesmo vestido florido de dormir mesmo a tristeza de não poder dar à luz jamais tirou seu sorriso do rosto. Naquele anoitecer Violeta fazia bolinhos, atribulada com seu marido "já e velho demais para isso” Refletia isso quando ele resolvia arranjar essas loucuras de retirar-se atrás de uma vaca no meio do aguaceiro. Sentou na poltrona e improvisava crochê de repentina escutou a porta abrir e topar com força na parede era Wilson, Todo Ensopado abarrotado de lama, seu acabado casaco de lã estava tão imundo que fluía lama.

—De leite morno a essa criança. —Wilson falou com comando de abismar Violeta.

—Mas que criança? —Wilson deu o bebê para ela apanhar e ausentar-se com uma pá. Violeta abriu a manta e aqueles olhos enrugados se encantaram pela a nanica é mole criatura, balançava com entupido de deter o choro, sentiu se feliz, experimentou ser mãe. Anos ocorreram e o inverno tinha achegado no reino um frio rigoroso. O menino já continha crescido bastante com 11 anos de idade, ungido com o nome; Johns desenvolveu, rechonchudo e saudável, sonhador. Usava um suéter de inverno mesmo em dias de sol é seus cabelos encaracolados disfarçava seu nariz de batata. Ele consecutivamente falava a propósito de sair para conhecer o mundo. Violeta sempre o apoiava com apego e carinho, ele a chamava de mãe, ela adorava ser chamada de mãe, Wilson não se apegou ao garoto fazia-o trabalhar no campo e tentava doutrinar como é o mundo de veracidade.

—Olha que inexplicável o sol, um dia vou acompanhar ele. Aonde ele vai à noite? —Johns Fala imaginando ao ver o sol do amanhecer pela porta do celeiro com Wilson estava ajudando a tirar o leite.

—Essa muralha foi construída para nos proteger do que tem do outro lado. —Murmurou. —Se mundo fosse fácil não precisaria desse monte de pedras amontoadas. —Com as palavras desanimadoras do velhote apontava a muralha com rancor. Johns abaixa sua cabeça.

—Leve esse leite e vê se não derrama. —arrogante Wilson determinava para o menino. Correu em meio ao galinheiro atrás da casa um atalho a cozinha que ficava virada para muralha foi, direto a sua mãe, encontrou ela na cozinha com tristeza perguntou.

—Mãe você conhece bem como é o mundo lá fora? —Johns puxava a saia de Violeta esperando a resposta com olhos cheios de sonhos Violeta não negou resposta.

—A floresta gigante? Cheio de animais gigantes e criaturas peçonhentos ou você quer saber dos dragões, elfos, monstros. —chamou a vim consigo a poltrona pegou um livro de contos e cantos, o garoto não sabia se era ou não verdade também nem implicava seu sonho de evadir dali e apreciar todos os reinos.

—Mãe como saio de Farquaad? —não aguentava mais paredes em todos os lados Johns queria ser livre não importava o que Wilson diria estava disposto a enfrentar os perigos.

—Basta acreditar. —respondeu Violeta. Pegando uma chave da escrivaninha de madeira do seu lado, pegou a chave analisou apertou ela em seu peito de forma que Johns admirasse sem muito entender. Violeta deu a ele de mão aberta.

—Mas de onde ela é? — Johns falava da velha chave de ouro envelhecido parecia uma chave de um armário ou gaveta, cotinha um brasão em forma de estrela bem desgastado.

—Para ver.—Arregalou os olhos azuis sorrindo. —Eu vi casos que você não creria!

Quatro anos longo de inverno passaram em um piscar de olhos, levantado a meiga dona Violeta respirou pela sua última vez repousando. Wilson somente se emudeceu observando a dor de perder sua companheira de vida, Johns agora mais maduro se indagava a saber porque a vida fazia essas coisas chorava todo dia abancado na árvore no fundo da fazenda, bem perto do paredão de pedras, as vezes ao dia as vezes na boca da noite. Sempre na arvore de frutinhas roxas e flores amarelas buscando a paz. Uma noite em especial ele não lamentou somente sentou pensativo admirando o céu infinito uma cor densa em azuis e estrelas de brilho branco tão longes, noite escura sem lua, muitas nuvens, parecia a chegada de uma chuva. Ele acomodado no gramado baixo notou uma estrela azul diferente de todas as outras que via no céu, parecia estar perto ao alcance das mãos dava para ver claramente suas quatro pontas. Cenário tão lindo que nessa noite não retornou a casa ficou lá, deitou na pastagem esverdeada chamejando a estrela. Sua saliente barriga deu um conforto ao deitar de lado, feliz esteve sentia a luz da estrela azul dando sentido a felicidade, dormiu é no seguinte dia quando despertou a admiração a estrela estava no céu com seu azul brilhando mais do que o sol. “Você está ai” Uma voz o chama dentro de sua mente existiu certeza na hora foi a estrela.

—Foi você ai em cima? —Não teve retorno, porém não cedeu retornava perto da noite até pé de Jamelão aonde descobriu sua alegria outra vez na estrela, dialogava com ela por horas sem resposta qualquer.

Wilson não cuidava mais da fazenda abandonou, tudo largado. O mato tomou o milho os peitos das vacas inchados pós não tirava o leite ao bom tempo, Wilson passava suas tardes na Taberna "encha o copo” únicas palavras que saiam da sua boca com amargura desdá morte de sua adorada bebia na intenção de se matar. Chegou na casa bagunçada embriagado viu o menino pela janela sentado na árvore e interpretou.

—Boçal. O homem perdeu toda a esperança o revoltava ver Johns feliz. —ingrato.

Johns dormia na raiz da árvore der repente despertou alarmado e viu uma silhueta feminina na claridade da estrela, não conseguia ver o rosto, mas percebeu; sua mão fazendo o sinal de venha, andou pela calada da noite atrás da silhueta que voava aproximava-se as pedras da muralha. Ela atravessou direto o muro Johns revogou se a desesperar bateu com os dois punhos fechados na muralha várias vezes e pronunciava. —Não, não se vá. —Bateu de tal maneira pós acabou arrancando um pequeno estilhaço de pedra de onde tinha uma abertura dessa abertura emanava brilho azul da estrela, considerou o buraco percebeu que não se tratava de uma simples fenda se tratava de um fecho achou semelhante a uma chave, lembrou onde poderia estar andando em passos largos aumentando a velocidade na direção da casa, bateu a porta com força ao abrir foi direto ao Cômodo onde recordava que teria deixado a chave ali.

—Pra que a pressa? —falou Wilson com tom embriagado, deitado no sofá usando roupas sujas e largada a Johns que estava colocando várias roupas e comida na bolsa.

—Estou partindo daqui. —Com orgulho agarra a chave na frente de seu rosto olhando cuidadosamente. Wilson teve um momento de sensatez ao ver a chave compreendia o que aquilo significava, buscou a baixo do armário alguma caixa ampla e fina. —leve isso antes de sair. —chutou a caixa e saiu com uma garrafa. Johns parou com a bagunça de mexer nas gavetas, abriu a caixa continha determinada espada negra com delineies em dourado, ele andou até a porta viu Wilson saindo e gritou.

—Venha comigo pai. —Wilson virou viu o rosto do garoto e lembrou da primeira vez que o viu, não falou nada sabia que era momento do garoto ir e ele só atrasaria. —Johns abaixou a sua cabeça decepcionado.

Colocou a espada amarrada na bolsa retornando aonde jazia o buraco, botou a chave devagar fez um estalo, abriu empurrou as pedras, uma brisa acertou dentre seus cachos conheceu aquilo pela primeira vez olhou as colossais árvores o horizonte; sorriu de tal maneira ao ponto de encher sua bochecha fechou a abertura de pedra e saiu andado segurando nas alças da bolsa, atrás da estrela.

Reino Monteiro.

Rob montado no seu enorme carneiro de chifres compridos em espiral, pelo loiro com traços negros. Rob exibia exuberantes fios loiros da cabeça ao colo utilizava roupas de pele raposas com partes de bronze no tórax e costas. Arrastava lenha no carneiro gigante em direção a base do reino, sempre foi seu dever levar lenha o fogo mante a vida na noite sem o fogo somos todos alvos fáceis para alguma criatura, o pai dele falava continuamente forçando a fazer essa tarefa. Cortava lenha com seu machado de dois gumes servia bem na guerra e no corte de madeira, seu pai não aconselhava dizia que perdia amolação deixando vulnerável na batalha, Rob não se importava não lutaria uma batalha tão cedo, entretendo o carneiro o protegeria em todas as situações. Escutou barulho altos de madeira quebrando numa velocidade espantosa, parou seu oficio virou a cabeça procurando a direção com ouvidos sensíveis a qualquer movimento, viu monte de pedras se movendo, teve a percepção de ser um golem de pedra, olhou mais a fundo viu o golem correndo atrás de um garoto gordo, o garoto correu e caiu entre raízes de arvores, despedaçando as árvores por onde passava o monstro de pedras tentava pega ló. Desamarrou as cordas que seguram a lenha no dorso do animal, articulou—Vamos Bee, ótima ocasião, devemos treinar umas cabeçadas. Rob soltou a rédea, estralou o pescoço, dando um leve toque com as botas nas costelas, galopou com velocidade em rumo ao garoto aflito. Ficou no meio de um soco mortal do golem e o menino, Bee se apoiou nas patas traseiras contorceu ligeiramente seu corpo para o lado topou o queixo no pescoço, pegou impulso deu uma cabeçada certeira no tórax da criatura de pedra despedaçando a no chão, acertou outra vez duas cabeçadas levantou o pescoço e bufou. Recebeu carinho de seu dono orgulhoso.

—Sou Grato. —Ele foi incontínuo por Rob ao dizer—Agradeça a Bee ele o defendeu. Johns sentiu medo é a segunda maior anima que viu primeiro o golem depois o carneiro. —Obrigada Bee. —Reverenciou sua bolsa caiu na sua cabeça.

—O que faz nas terras do Reino Monteiro? —Juntava a lenha novamente.

—Eu sair da grande muralha, do Reino Farquaad permaneço seguindo uma estrela. —Rob o encara com olhar sério e obscuro.

—Você diz o santuário? Esquisito você sair do santuário, meu Reino o protege a milhares de anos. Você deve ser um Troll que assume essa forma para enganar, alguma besta. —Rob pulou no lombo do carneiro atentou sério. —Vou levar você a Juno talvez ele corte sua cabeça.

—Suba logo. —Johns sem muita reação não sabia o que falar o garoto acabou de salva-lo logo o ameaça Johns não entendia esse sentimento.

—Acho que vou de pé mesmo caminhar e bom. Ha aproveitando prazer meu nome e Johns.

—Rob eu sou Rob Sheet pertenço o reino dos homens comuns de Tera Reino Monteiro, filho do rei Juno Sheet. Mas não abrange, suba logo, antes que o corte e leve amontoado as lenhas. —Johns segurou na sela alocou os pés ao arreio tremendo as mãos arriscou segurar o mais firme aceitável, ele conseguia montar, mas os cavalos não tinha comparação ,aquele animal maior do que uma casa, deu um pulo jogou a perna e caiu repetiu a preparação.

—Vamos logo. —Com tom autoritário Rob o puxa com a mão ajudando ele a subir afinal no dorso, saiu em disparada aos comandos do erguer e abaixar a rédea.

—E...e.... Qual e sua idade? —Dificuldade na fala Johns pergunta tentando se segura na criatura, corria muito fazia ele agitar-se com os trotes.

—17 anos. —Murmurou baixo. —Quase classe S.— refletiu na esperança de ser um, classe S poderia ser um cavaleiro do rei uma grande honra, prometeu ao irmão mais velho que irar supera-lo

—Você é a pessoa mais jovem que já conheci!

—Não acredito nessa sua história, não vou matá-lo ainda —Fez uma cara de deboche.

Galoparam em meio as arvores, quase no final da floresta no descampado onde não se via nenhuma arvore apenas grama até onde os olhos alcançavam. Uma enorme tartaruga andando lentamente, ali no seu casco desgastado havia 60 barracas e uma grande tenta no centro um lugar um tanto estranho para um reino, mas o que Johns não sabia que era apenas uma das escalações do reino em volta da floresta. A tartaruga cercada por soldados armados de lanças Haslderg. Homens de armaduras de várias camadas de couro, peitoral de bronze, e um bartube no formato de T acinzentado, guerreiros monteiros eram altos e largos cheios de músculos, não tinha a barba grandes apenas os lideres podiam deixar a barba grande como maior sinal de liderança, montados em diversos animas. Os soldados da guarda do rei ficavam envolta da tenda portando a bandeira com o brasão dividido metade urso e metade folha. Rob entregou a lenha para criadas que moravam na primeira barraca, subiu o casco deixando Johns perto dos guardas.

—Seu pai está com o conselho de Tera. Senhor Rod.— O único guarda na porta segurando a bandeira dos Monteiro.

—BÁRBAROS! —Gritou o anão Marcon Ênfa; ruivo de longa barba e cabelos lisos, de rosto fechado. Apertava os dedos no machado à sua direita, assentado na mesa jazia um elfo Branco e Juno; o rei dos Monteiros maior espadachim de Tera nem outro reio o derrotou em combate. Homem parrudo de ombros largos de cabeça raspada é tranças na comprida barba, usando aa típica roupas de pele e couro com seu cordão de madeira exibindo o símbolo do continente a folha. O elfo Elesio; de cabelos grisalho rosto orgulhoso armadura de prata. Na tenda a uma mesa aonde o conselho do continente Tera discutia no período da chegada dos dos dois.

—Podemos concordar, inusitado bárbaro aqui é você. —De forma cordial o Elfo Branco responde bebendo vinho.

—Sou tão bárbaro. Deveras chacinar vocês dois, os dragões estão despertando golens por todo os lugares é vocês não almejam reunir o conselho mundial. —Juno discreto contemplativo.

—Meu soberano, seu filho retornou citando um Garoto. Ele diz ser de enorme importância. —O falou a porta da tenda pós não poderia adentrar.

—Chame ele. Perdoe senhores, mas meu filho sempre está em primeiro lugar. —O Anão resmungava baixo, o elfo nem se importou saboreava vinho graciosamente.

—Pai não ansiava vos atrapalhar, notei de suma gravidade levar esse garoto ao senhor, encontrei lhe peregrinando próximo do templo. O garoto profere ter saído de dentro da muralha. —Quando Rob falou suas últimas palavras todos na mesa se olharam com espanto. Entusiasmado Juno levantou conchegou seu filho adentro.

—Traga o aqui. Assim que voltar encoste a porta.

Johns ingressou na espaçosa tenta viu dois homens sérios e um com largo sorriso, copiou a reverência de Rob, sem querer acabou notando no fundo da tenda um enorme tigre branco e deitado na pelagem do anima duas garotas nuas de uns 17 anos idênticas; seios médios com mamilos rosados seus cabelos azuis da cor do céu, silhuetas moldadas com uma curva perfeita da barriga virilha. Uma deitada nas patas enormes e a outra escovava os pelos do belo animal, fazendo ele se espreguiçar. Marcon reparou onde ele punho os olhos e riu.

—Vejo que adorou as ninfas.

—Nunca havia visto garotas tão novas e bonitas, ainda mais dessa forma. —falou envergonhado.

—O obrigada Johns. —As duas falaram no mesmo tempo, seus cabelos azuis caiam sobre seus seios. Garotas de uma cor limpa sem nenhuma sujeira sem nenhuma imperfeição.

—Por que elas falam dessa forma? Juntas. —Rob se afastou de Johns que indagava aos três mestres. Rob não estava gostando jamais ninguém de fora falou tantas vezes a mesa.

—São irmãs gêmeas é por isso. —Continuo Juno. —Não tem ninfas em Farquaad na verdade não a nada lá parece um paraíso um mundo sem preocupação.

—Farquaad? —Rob se beirou a mesa.

—Rob meu único herdeiro vivo, adiantado te exijo perdão, o que embraveei falar nessa mesa não fora dito a você ainda por causa de sua idade só quem sabe e carecem saber disso são os senhores dos seguintes acampamentos do reino. O templo protegido por nos na verdade e um reino feito a milênios atrás, no começo a conceito veio de ser um abrigo caso os dragões despertassem, entretanto os antigos reis continham medo do ataque dos ruivos então botaram suas famílias seguras dentro a muralha, sem portão. —Juno olhou com clemência para seu filho, um homem tão bravo e feroz temido por seus inimigos fez um gesto de nobreza ao seu relé filho.

—Vocês têm conhecimento de lorde Wil, como não. —Elesio orgulhoso acrescentava. —Pobre homem apaixonado, pela filha de Tolki que vivia na muralha, Wil um dos maiores guerreiros da época dos antigos reis se rebaixou a escavar uma porta dia e noite. Não se sabe se entrou ou morreu até pode ter descendentes por lá.

—Morreu! É Claro! —Fez uma piada de mal gosto, Marcon sempre fora assim. Johns curioso prestava atenção sem deixar escapar nenhum detalhe. Rob fazia a mesma coisa exibia uma cara de "quem se importa" tentando disfarça e não parecer alguma criança a frente de homens de tanto valor. Johns contava como era o reino onde morava, com brilho no olhar contou sobre a estrela e que saiu no intuito de achar ela. Elesio não prestava muito atenção em sonhos, queria discutir o assunto dos dragões mais rápido possível e voltar a sua esposa, ela está grávida o primeiro filho do seu reinado isso sim era importante para um elfo a feiticeira da fertilidade prometeu ser grande guerreiro " Afrodite nunca erra." Pensou consigo olhando o vinho no fundo do copo de prata, Elesio não queria decepcionar seu pai ele virou rei muito cedo, apenas 26 anos. Suspirou no espanto de olhar a mochila do garoto, viu um item conhecido.

—Essa espada é bem curiosa. —interrompeu o Johns. Puxou ela e analisou suas lâminas e o ferro.

—Meu pai me deu. —respondeu.

—Bela espada não acha Juno. —Deu para ele a espada com propósito que ele descobrisse. —Continuo. —Uma espada forjada no reino dos elfo, foi a única espada negra que os elfos fizeram para um humano, feita para uma em mulher especial.

—Dama de ferro. —Juno, Marcon e Rob falaram quase ao mesmo tempo.

—Quem ser dama de ferro?

—Dama de ferro. —uma pequena lágrima de Juno cai na espada. — A mulher mais incrível, valente que conheci minha mulher salvou o Reino varais vezes, lutou ao meu lado fazíamos sexo e matávamos orcs ao mesmo tempo. O deus Saudades daquela mulher carrancuda. —Um sorriso deu, dava para ver a lembrança aberta no olhar.

—Bem você devia saber ela escalava as árvores e pulava a muralha única a entrar do lado de lá. —Marcon se levanta e continua. —Como ela a chamava essa espada mesmo Juno?

—Viúva negra. —Um tom de orgulho misturado a lembranças.

—Desculpe senhores. Estou muito ocupada sabe vou ser pai, vamos terminar a reunião depois que minha mulher der a luz. —levantou se arrumou a armadura. Johns percebeu um símbolo curioso na armadura, um brasão com uma folha, mas não igual a de Juno era de formato metálico como folha de prata.

—Estou indo também, sorte minha que os caminhos são diferentes, não ia aguentar os frufrus desse elfo maldito —Marcon levantou seu machado. — Se não morrer passe no reino dos anões garoto faremos um grande festim. Os dois partiram cada um escoltado por quatro guerreiros do rei.

—lembrei dela, há sim tem um túmulo no meio da praça de Farquaad.

—Ela merecia mais do que isso. — Rob exclamou.

—Mas como ela morreu? —indagou Johns sentado no chão perto de Juno.

—Nem sabia que ela tinha morrida já suspeitava depois do que aconteceu com nosso filho mais velho ela desaparecia as vezes, após um tempo ela só não voltou mais. —Com ar de tristeza o rei continua. —Johns os Monteiros são um povo justo e de nossa cultura pagar por bens de valor sentimental, lhe ofereço três presentes na troca da espada da dama; Primeiro já está enoitecendo daremos a melhor tenda pra você dormira ao lado da cama de Rod e poderá banhar na nascente das ninfas, onde receberá a benção dos antigos reis. Segundo Rob vai levá-lo ao vale dos monges onde encontrara um animal para sua montaria. Terceiro vou contar a história do mundo como você não tem conhecimento. —Rob pediu licença e saiu não tinha interesse naquilo, sentiu pontadas de ciúme o orgulho não permitia ele ficar ali por mais um segundo.

—agradeço muito senhor. —Assentiu Johns.

—Vou começar a história falando sobre as ninfas. Resgatei elas de piratas agora devotaram a me servi, além da beleza, sensualidade Ninfas dotadas de bondade e magia Alana prever o futuro, Estela abençoa as plantações assim crescem mais rápido. Além da nascente adoro elas —As ninfas ofereceram um sorriso angelical, engatinhado assentaram aos pés do rei. — Vou do início agora. —Continuo Juno. — O mundo foi criado por dragões veio o dragão de fogo lançando uma enorme bola de larva no universo, o outro foi de gelo o dragão congelou a larva fazendo tudo virar mar depois o ar, soprou ao ponto criar o céu. O quarto dragão da vida aterrissou na água criando o primeiro continente e toda vida no mundo. Cada dragão criou um continente a sua maneira Tera, Gesul, Darkon é as montanhas acima do mar. E do infinito escuro veio o dragão das trevas criando o mal, os dragões não tinham chances contra ele foi assim que nasceu o Sol; O dragão alfa derrotou a escuridão jogando ele no submundo.

Após tudo os quatro esgotados, adormeceram nos seus reinos criando humanos com seu sono. Na Tera teve os Homens comuns, Gesul os Albinos do gelo, Darkon os bravos Ruivos do fogo e larva o último dragão soltou ninfas para cuidar do seu Jardim nas montanhas e de suas asas tão perfeitas pareciam leques gigante. —Juno respirou falou mais um pouco, Contou sobre a volta dos dragões e como os reinos estão afoitos.

—Segundo pagamento pela a espada dou meu machado, não é um machado comum Machado da alma como os chamam forjado pelo ferreiro Monteiro abençoado pelas ninfas. Ele fica do tamanho do desafio. —Pegou seu machado de dois gumes, com Ônix encrustadas entre as laminas. Johns tentou segurar, conseguiu levantar ele da mesa dificuldade, logo solto.

—Tudo isso muito novo pra mim. —Johns falou em agradecimento.

—Prepare o banho dele garotas. — virou a cabeça e mandou as ninfas.

—Sim, venha Johns. —dessa vez só falou Alana pegou ele pela mão e levou ao fundo da tenda passando por o enorme Tigre. Proferiram algumas palavras ao pano da tenda uma porta aparecia, se olharam. —Venha Johns você vai ser abençoado. —De forma maliciosa acompanhavam até a porta segurando cada uma em um braço. —Juno deu gargalhadas altas. A porta da a um recinto onde contém uma fonte oval com bordas de detalhadas em ouro a agua emanava do centro as ninfas tiravam suas roupas de vagar.

—Deixe, eu tiro. — envergonha disse seu rosto ficou avermelhado.

—Estamos esperando.

Anoiteceu, Johns saiu da cabana e viu a estrela bem ofuscada, sentiu um conforto enorme em seu coração. Um sentimento ruim batia a porta de seu coração por não ter ajudado seu pai, logo ia embora. Ele que seu pai não o amava "eu ter ido embora foi alivio a ele." Com rancor pensou. Voltou a cabana e tentou puxar assusto com Rob que dormia.

—Você já tinha visto essa estrela antes? —Deitou na cama improvisada a lado da de Rob.

—Não vi e não tente conversar comigo amanhã vamos acordar cedo.

O dia clareou entre as castanheiras, Johns acordou cedo junto com Roa A primeira coisa que Johns reparou a tartaruga estava andando envolta da floresta bem do lado do campo de orvalho onde só se via o horizonte.

—Arrume logo suas coisas. Hoje vamos no vale dos monges achar o seu animal. —Rob gritou enquanto Johns arrumava sua mochila colocando o machado da alma nas costas mal conseguia carregar o machado pesava.

Bee não iria com ele a delibere ao vale só pode ser feita caminhando, o vale; É um enorme abismo cheio de árvores e cachoeiras, uma descida em espiral via se aves gigantes e animas andando por todos os lados, se veia o paraíso o vale formava. No centro uma pequena cabana de madeira onde vivia os monges do vale, três pilastras com desenhos esculpidos onde tinha grandes homens carecas usando togas laranjas.

—dessa e ache seu animal.

—Como vou saber qual e ele?

—Que pergunta idiota Johns. —Resmungou Rob.

—Você tem muitas escolhas aqui; lobos, répteis, aves e mais um monte. —Apontou no dedo aos animais que estavam avista. —Entre no vale e volte montado aqui.

—Mas você não vai comigo? —Tom de inocência perguntou. No balanço da cabeça de Rob, Johns soube que estava sozinho nessa.

Entrou no vale cortando pelas arvores e arbustos andando distraído entrou no mato alto tropeçou em uma pedra caindo perto de um pequeno javali, sentou olhando diretamente ao javali. —Porque você e tão pequeno? — se aproximou o animal gritou e um som agudo e irritante “grui” Johns em reflexo levantou percebeu que chegava uma enorme Javali poucos cabelos e uma presa enorme com rachado e manchas, abaixou a cabeça chutou a terra roçou as presas e correu em sua direção, reação de Johns não foi muito rápida correu na direção de bambus não conseguiu ir mais depressa já sentia a respiração do anima na espinha tomava conhecimento da dor, pulou na arvore a frente tentou subir não conseguira escorregou caiu de bunda virou o rosto não queria ver a chegada do animal quando der repente escutou “onw” um panda em pé deu um tapa com sua pata colossal e o anima fugiu gruindo. Johns se aproximou dele devagar foi levando sua mão no intuito de acaricia-lo o, panda consentiu.

—Bom garoto, nunca vi um urso como você nas histórias que li. — O animal deitado virava a cabeça, mas ao escutar urso olhou direto no olho esquerdo do garoto, ele escutou no interior da mente “Panda. “E soube ser aquele seu animal.

—Com tantos animais fortes rápidos logo esse te escolheu? Vejo a semelhança. —Risos. —Um panda. —Olhou Johns montado no Panda de 4 metros pelo macio cheio gorduroso, dava passos longos e mexia a cabeça como um animal dócil.

—Ele me encontrou, previ que fosse o meu animal escolhido. —Deitou nas costas moles da panda. —É tão macio é confortável. —Rob riu baixo.

—Você pode voltar comigo meu pai pode treinar você.

—Não posso sobrepujo encontrar a estrela sinto isso. —Rob virou as costas e andou sem dizer nenhuma palavra.

—Adeus amigo um dia a gente se encontra.

Notas finais
Ainda e um rascunho com muitos erros e bugues
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.