Matt caminhava por o parque com as mãos no bolso. O som dos patos, o bater do vento nas árvores e o som de crianças se divertindo, lhe davam uma forte nostalgia. Pois quando era mais novo ele junto ao pai visitavam constantemente o parque, aqueles foram os melhores dias da vida de Matt, dias que não retornarão mais.

Depois de caminhar por algum tempo Matt finalmente chega a seu destino, parou em frente a uma árvore que se encontrava no meio do parque. Levou sua mão na casca dela por onde haviam algumas palavras. E elas diziam “Eu sempre te amarei, papai”.

Lágrimas inundaram os seus olhos enquanto passava a mão em meio aquelas palavras, pois havia lembrado que fora ele mesmo quem as escreveu, e as lembranças daquela época lhe partia o coração, mas uma em especial fora forte o bastante para fazer-lhe sentir os piores sentimentos possíveis, e por não suportar tanta dor, Matt caiu de joelhos no chão e aos prantos desabafou:

Por que? Por que eu o matei, pai?

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