Notas iniciais
Como prometido, aí está o capítulo. Fiquei muito feliz que tenho mais acompanhando e mais um favorito :3. Obrigado por comentarem, isso realmente é muito importante para um escritor. No final, eu não fui na praia nenhum dia. Mas eu consegui internet! Adiantei bastante a história e logo terá mais uma para vocês acompanharem ( espero que façam isso ). E digam se estou sendo muito formal nas notas iniciais. Ah! Obrigado Júlia M pela recomendação que não saiu, recebi sua mensagem, adorei :3 Estou falando demais, leiam logo este capítulo...

O clone sabia que Clara não queria falar com ela, só por ter tomado o lugar de sua amiga em uma dimensão. Humph! Nada demais! Mas aquele assunto ela iria querer discutir.

Na escola foi andando em sua direção, foi o suficiente para ela correr para outro lugar. O pátio era enorme, poderia fugir o quanto quisesse que o clone não iria conseguir alcançá-la. Era melhor esperar para conversar na classe, não escaparia tão fácil lá.

Mal Clara chegou na classe e o clone já veio cercando ela. Tentou dar meia volta, ela já esperava isso, mas foi barrada pelo inspetor do corredor, isso também já era esperado. E agora estavam frente a frente, como queria o clone.

– O que você quer? — perguntou Clara mostrando que queria que aquela conversa terminasse logo.

– Eu quero que você me ajude.

– E por que eu te ajudaria?! Meio que matou minha melhor amiga! — exaltou-se — Apesar de não estarmos numa fase muito boa... — sussurrou para que ela não ouvisse, era apenas um pensamento alto.

– Eu não meio que matei ela! — chocou-se o clone, até um pouco ofendida.

– Matou então por inteiro?! — a encarava como se quisesse que confessasse alguma coisa.

– Lógico que não! Pode ter certeza que ela está viva e... Feliz eu já não tenho certeza, mas viva sim! — deu ênfase no viva para não restar dúvidas — A não ser que a Mariana já tenha trucidado a coitada, mas espero retirar isso das minha hipóteses. — pensou alto consigo mesma.

– O que?

– Nada! Bom, tenho um ótimo negócio para você. Eu até falaria aqui, mas eu não quero porque é meio particular.

– Não tem nenhum problema falar agora, se for importante não é preciso esperar. — cruzou os braços desconfiando que fosse uma armadilha.

– Se quiser saber vai ter que esperar a aula terminar, é sobre trazer a Jane de volta. Vou precisar da sua ajuda.

– Me espera então do lado do banheiro, eu estou de olho em você! — apontou para o clone saindo de perto dela.

Na verdade ela pouco se importava em trazer Jane de volta, queria mesmo sair dali. Claro que se a trouxesse conseguiria sair, mas seria mais trabalhoso, fugir era muito mais fácil. Porém se dissesse isso para Clara ela jamais iria aceitar ajudá-la.

O seu único objetivo era ativar a porta do espelho, não sabia como faria, tão pouco como Clara seria útil. Mas alguém que acreditasse nela ( e principalmente ficasse de seu lado ) já seria o suficiente.