Notas iniciais
Minha história foi apagada por não conter personagens originais, então estou escrevendo uma nova mas so com nomes diferentes.

Meu nome é Caroline Bill, tenho 18 anos e três semanas para ser mais exato, meu namorado era o garoto mais popular da escola, Dustin Jay, mas depois de descobrir que ele estava me traindo com minha melhor amiga, Stephane Obrev, pensei que minha vida não podia piorar.

Tudo começou no dia seguinte do meu aniversario de 17 anos, eu estava abrindo meu armário quando Dustin estava vindo em minha direção com uma rosa azul em sua mão (minha favorita) e se ajoelhou na minha frente:

–Namora comigo?

–Há tantas meninas nessa escola mais bonitas, mas porque eu?

–Isso é um sim?

–porque não seria um não?

Ele se levantou, pôs a mão em meu rosto e me beijou, foi um beijo longo e maravilhoso. Depois daquele dia, fazíamos tudo juntos, tarefas, trabalhos, mas a única aula que ficávamos juntos era a de sociologia, eu adorava mas ele não era muito fã, mas como dizem, os opostos se atraem.

Quando completamos um ano de namoro, fomos jantar no restaurante de sua família, sua especialidade era frutos do mar, mas eu odiava, só comia para deixa-lo feliz. Uma semana depois ele parou de falar comigo, de me mandar mensagens, de ir à minha casa, nas aulas de sociologia ele sentava longe de mim, tentava falar com ele no corredor, mas ele ia para a outra direção se afastando de mim. Uma semana depois, ou seja, semana passada estava indo na casa dele e peguei-o beijando Stephane nos fundos de sua casa, só fiquei assistindo os dois Dustin tirando a camisa, Stephane tirando a blusa, não sabia se chorava ou gritava, se batia nele ou xingava ele, não sabia o que sentia naquele momento. Então pensei e irei uma foto deles se beijando nus deitados na grama, meu namorado e minha melhor amiga.

Como era diretora do jornal, coloquei a fotos deles e escrevi em cima “Grandes Traidores”, na aula seguinte, eles se escondiam debaixo de casacos e bonés. Dustin queria falar comigo no intervalo mas eu tentei fugir dele, mas ele me alcançou:

–Olha, eu posso te explicar!

–Explicar!? Você acha que tem uma explicação para uma coisas dessas!? O falar uma coisa, nunca mais fale comigo!

Sai mais rápido que pude antes de começar a chorar, na aula de sociologia, fiquei o mais longe que pude de Dustin. Chegando em casa, minha mãe tentou me acalmar, gastei milhões de lenços e derramei milhões de lágrimas:

–Só queria um mundo sem dor, onde ninguém sofra– falei para mim mesma.

Notas finais
S2