O mistério de Emily-Interativa
5 Capítulo 3-cedo demais
Notas iniciais
A tenda era mesmo enorme. Devia ter uns 15 metros quadrados, o que, para tenda era BEM grande, portanto, todos dormiram confortáveis.
—ACORDEM! — gritou Ema acordando todos. — Eu encontrei uma agulha na minha bolsa e fiz a bússola. Iremos partir agora. É demasiado perigoso continuar no Canadá, especialmente em um ponto de referência turística. [N|popcorn está floresta existe mesmo, eu fui pesquisar, e é uma das mais visitadas. Qualquer descrição de elemento novos que eu faça a partir de agora são irreais nesta floresta, eu acho.] Levantem-se, preguiçosos. — com isto puxou o braço de Liz tentando obrigá-lá a levantar-se-AGORA! — todos se levantaram de repente pelo tom de voz de Ema
—E eu que achava que a stressada era a loira. — murmurou Nathan
—Eu e Liz arrumamos a tenda, Lorcan faz uma fogueira e Flinch e Nathan vão procurar algo para comermos. — falou Ema. Com a última fala as barrigas de todos roncaram. Todos continuavam imóveis. — Todos estamos com fome, todos precisamos de partir para sobreviver, prontanto, TODOS A FAZER AQUILO QUE EU MANDO. — todos foram fazer aquilo que lhes fora pedido, quase a correr, e, com isto Ema saiu para ajudar a amiga a desfazer a tenda.
—O que foi aquilo? Nunca esperei ver-te a gritar com alguém, sem ser comigo, claro. — observou Beth [N|popcorn Beth é Liz, só para quem não entendeu e Elly é a Ema Liz/Beth=Elizabeth Ridle a loira, sabe e Ema/Elly=Emanuelly Theiss, aquela com que me stress e no segundo capítulo por o nome ser tão grande... Voltando á história....]
—Não sei! Seria muito mau se eu achasse que o poder soube bem? — perguntou Ema
—Desde que o poder não lhe suba á cabeça... Tudo bem, Elly. — concluiu Beth
Em duas horas apareceram Flinch e Nathan com vários peixes. A fogueira, que já estava pronta, logo coseu os peixes e todos comeram até só sobrar espinha e tripa.
—Aonde arranjaram os peixes? — perguntou Liz, curiosa
—Há um rio naquela
direção. — falou Nathan, apontando para uma parte da floresta. — A corrente não é forte, mas não se tem pé.
—Aquela direção-apontou Ema, totalmente distraída da conversa- É o sul. Vamos dirigir-nos até lá agora, já que todos acabaram de comer.
—Por aquela direção é o rio, Ema. Nós não podemos atravessar. Não há pé. — falou Liz
—Como não há corrente podemos ir a nado. — falou Ema
—Eu não sei nadar, Ema.
—Ah. Desculpa, Liz. Vamos ter de dar a volta.
—Não dá para dar a volta. O Rio nasce naqueles montes-Flinch apontou os montes. — e deságua no mar, bem ali. — apontou o mar.
—Obrigada, sr. Pessimista.
—Como eu disse ontem:estamos ferrados.
—Já estarmos vivos é ótimo, portanto cala a boca.
—CALEM ESSA MERDA A QUE CHAMAM BOCA! — gritou Liz- Agora, mais alguém não sabe nadar? — Todos iam negar, mas ouviram vozes.
—Afogamo-los no rio, assim se alguém vir os corpos pensará que foi um acidente. Tens a certeza de que os cinco são aberrações? — Ouviram uma voz rouca
Cinco homens aparecem. Estão todos com farda de militares. O quinteto está em pé, imóvel. Ema está de olhos fechados.
—Parece que alguém já fez o trabalho por nós. — o homem a quem pertencia a voz rouca falo — Alguém que meça a pulsação deles. — Um homem louro agacha-se no chão e mede a pulsação de algo invisível.
—Morto. — fez o mesmo procedimento mais uma vez. — Morto. — Outra — Morta — e outra. — Morta. — e a última — Morto
—Vamos embora daqui. — o homem da voz rouca falou e os cinco saíram.
Ema cai no chão, ainda de olhos fechados. Liz leva dois dedos ao pulso dela e sente os seus batimentos cardíacos.
—Viva. Como ela... Conseguiu utilizar a ilusão se ainda estamos no Canadá? — perguntou Liz
—Se calhar o diretor deu-lhe a poção, para ela aguentar os treinos. — falou Lorcan.
—Ele disse-me que era sumo. O estúpido enganou me! E eu tenho a certeza de que ele sabe como estamos e o que aconteceu. — disse Elly num fio de voz
—Como assim ele disse-te que era sumo? — perguntou Nathan
—Eu estava a treinar e ele aparece com um copo na mão. Ele disse-me que era sumo [N|popcorn eu sou portuguesa, logo eu escreverei palavras em português tentem entender. Sumo=suco] e eu bebi. Que ingênua.- E levantou se.
Andaram ddurante mais um bocado, Ema de vez em quando fraquejávam-lhe as pernas, portanto demoraram mais tempo. Até ao momento ninguém falara.
—Continuando o assunto do rio. Vocês passam e eu fico aqui. Já vimos o quão perigoso é estarmos neste país. Vocês conseguem atravessar, não há motivo para não irem.
—Como a srta. Filha de Voldemort disse ontem, ninguém fica para trás. Entendeste loirinha? Eu posso perfeitamente ajudar-te a passar o rio.-Falou Nathan
—Ainda se afoga se for comigo.
—Deixa-te de merdas. — Nathan disse e segurou- a pela cintura e ergueu-a ao ar. Pô-la no seu ombro como se fosse um saco de batatas. E foi em direção ao rio. Quando chegou segurou-a outra vez pela cintura, só com uma mão e encostou-a a si atravessou o rio a nado. — Viu? Não foi nem difícil para mim nem díficil para você. — falou sem a soltar. Passaram minutos e já tô dos estavam lá. Liz sacudiu a cabeça depois de perceber que tinha ficado a olhar para os olhos dele durante alguns minutos.
—Obrigada. — falou corada
—Pombinhos, vamos. — falou Ema ainda soltando risos
—Agora é a minha vez de perguntar: o que foi aquilo? — perguntou Ema puxando- a pelo braço.
—Foi um idiota a arrastar-me para o outro lado do rio.
—Eu estou falando daquilo que aconteceu asseguir
—Eu só olhei para ele. Não é como se nós nos fossemos beijar.
—Sei, sei.
—Eu apanho-te quase engolindo um tipo e não falo nada. Você vê-me a olhar para um idiota e faz o maior caso. Entenda: se eu não faço caso você também não fará, sendo assim justa.
Ambas pararam.
—A fronteira!!! Vamos finalmente para América para depois ir logo para Canterlote! Yaayyyyyyy!
Passaram a fronteira. Finalmente voltariam para Canterlote.
—Não é meio que cedo demais para já estarmos na América
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