O misterio da camara

8 CAPITULO 8- A câmara secreta foi aberta. Inimigos do herdeiro, cuidado.


Notas iniciais
SIM EU SEI DEMOREII MUITO NEH MAS COMO SEMPRE POR UMA BOA CAUSA PROVAS E MAIS PROVAS ESPERO QUE GOSTEM DO CAP BOA LEITURA O-

– Bela oque houve esta se sentindo bem?- perguntou Cedrico preocupado.

– Esta doendo, minha cabeça dói, e essa voz.

– Mas não há nenhuma voz, Bela vou te levar para a ala hospitalar.

“Me deixe matá-lo... traga o para mim...”

– Não, não Cedrico, tenho que ver Harry... faz essa voz parar...- me retorcia e dor com essas palavras minha cabeça parecia que explodiria a qualquer momento.

– Bela se acalme e me diga oque voce esta ouvindo?

– Ele... ele quer matar, ele quer meu irmão... não posso deixar ele fazer isso...

“Entregue ele a mim...”

Reconhece a voz ?

– não sei- E a voz repetia a frase inúmeras vezes e cada vez aparentava que varias facas passavam pela minha cabeça.

– Sabe distinguir de onde a voz esta vindo?- assenti, tentei me acalmar e apontei a direção de onde ela vinha, era do castelo- onde Harry esta? Voce sabe?- neguei.

– Tenho que encontrar Harry- corri em direção da voz e Cedrico me acompanhou.

Corremos atrás da voz, subimos no segundo andar onde a voz passou a ficar cada vez mais forte, foi entao que chegamos no terceiro andar onde a voz parou e gritei de dor quando escorreguei em uma poça, cedrico me ajudou a levantar.

– Voce esta bem?- assenti.

– Lira?

– Harry !- sai correndo dos braços de Cedrico quando avistei meu irmão e caminhei ate Harry quando olhei algo muito estranho- Oque é isso?

– A CÂMARA SECRETA FOI ABERTA.

INIMIGOS DO HERDEIRO, CUIDADO- leu Hermione.

– Isso é sangue?- perguntou Cedrico se aproximando da parede onde estava escrito a frase.

– Pessoal olhem- disse Rony apontando para algo dependurado.

– Essa não é a gata do zelador?- perguntou Cedrico e assentimos- Acho melhor sairmos daqui.

– Será que não deveríamos ajudar?

– Não Harry, Cedrico tem razão, temos que dar o fora daqui- disse Rony, mas antes mesmo de terminar ouvimos passos próximos demais, ate que o corredor se encheu de alunos, em meio de tantos alunos uma voz desprezível se destacou;

– Inimigos do herdeiro cuidado! Vocês serão os próximos, sangues ruins- disse Draco olhando para Hermione.

– Mas oque esta acontecendo aqui?- disse o zelador que correu para o centro dos alunos- Que bagunça é essa... madame Norr-ra, oque fizeram com voce?- ele se virou para a multidão de alunos, como se quisesse procurar por alguém- foi voce, voce matou minha gata- disse ele vindo em direção de Harry e agarrando pelo colarinho, Harry negava com a cabeça.

– Largue-o Argo. Venha comigo, vocês também SR. Potter, Srt Evans, Srt Granger e Sr Weasley- e assim fizemos, todos olhavam para nós Draco gargalhava silenciosamente. Cedrico nos acompanhou ate que o diretor o barrou- O senhor não sr Diggory.

Dei uma piscada para Cedrico que estava muito nervoso e segui o diretor ate a sala de Lockhart que era a mais próxima. Ao entrar nela quase morremos de rir, os quadros de Lockhart se escondiam de nos, pois estavam de rolinhos na cabeça. O diretor ponhou a gata em cima da mesa e se pos a examin-la.

– A gata não esta morta Argo. Ela esta apenas petrificada, só não sei explicar como isso aconteceu.

– Pergunte a ele- disse o zelador apontando para Harry.

– Esse feitiço não poderia ter saído da varinha dele, de nenhum deles para ser exato, isso é magia negra.

– Foi ele, estou dizendo. O senhor viu oque ele escreveu na parede. Ele foi no meu escritório de manha... ele sabe oque eu sou... um aborto. Ele viu minhas correspondências.

– Senhor eu nunca faria isso com a gata. E nem sei oque é aborto- disse Harry em sua defesa.

– Aborto é uma pessoa que tem pais bruxos mais não nasce com magia...

– Mas que podem ver a magia ao seu redor, assim como a minha amiga Cristee- interrompi Hermione.

– Se não foi ele, entao é a irma. Ela adora aprontar umas assim como o pai- disse o zelador indo ate mim.

– Professor Dumbledore, eu nunca faria uma coisa dessa com um animal. O senhor lembra de como os meus poderes se manifestarão, eu salvei um pássaro dos ataques dos garotos, nunca machucaria nenhum animal, durante boa parte da minha infância eles foram meus amigos.

– Sim eu me lembro Srt Evans.

– Entao como só vocês estavam lá quando aconteceu?- perguntou Filch.

– Eu, Rony e Hermione estávamos no aniversario do Sr Nicolas. Os fantasmas podem provar- disse Harry.

Entao Filch olhou para mim me culpando, entao logo disse.

– Eu estava com Cedrico no campo de quadribol, e ele é a minha única prova. Senti um desespero, pensei que meu irmão estava em perigo, foi quando Cedrico e eu corremos para o castelo e nos deparamos com aquilo. Meu irmão e os amigos chegaram minutos depois.

– Eu acredito em vocês. Inocentes ate que se prove o contrario- disse o diretor.

– Minha gata foi petrificada, alguém tem que pagar.

– Vamos cura-la Argo. E essa é a minha ultima palavra. Estao dispensados- assim logo saímos da sala.

– Acha que eu deveria ter contado a ele sobre as vozes?- perguntou Harry aos amigos.

– Vozes?- perguntei.

– Ultimamente Harry anda ouvindo vozes Lira- disse Rony.

– Por que não me disse? Eu também estou ouvindo vozes- eles olharam com espanto- por que essas caras?

– Ouvir vozes não é um bom sinal Lira. Ate mesmo no mundo dos trouxas- disse Mione.

– Acho que já ouvi falar sobre essa câmara.

– Oque disse Rony?- perguntei.

– A câmara, Gui já me contou sobre ela...

– Bela oque aconteceu lá?- perguntou Cedrico que surgiu do nada.

– A gata foi petrificada, Filch nos culpou. Mas Dumbledore nos acha inocentes.

– Fiquei preocupado- BLAAAAN- o sino tocou acho melhor irmos nos deitar. Até amanha Bela, e me desculpa pelo ocorrido- disse ele me abraçando- boa noite- disse ele sorrindo para Harry, Rony e Mione.

Fomos em silencio ate nossa casa, quando chegamos Rony e Mione foram dormir. Lagrimas corriam em meu rosto e Harry me abraçou.

– Por que esta assim? Oque Diggory te fez?

– Ele não fez nada. É que... a poucos minutos havia completado 11 anos da morte de nossos pais, e da mae de Cedrico também.

– Não precisa chorar mais, eu vou cuidar de voce sempre, nossos pais não gostariam de te ver assim. Te amo minha irma.

– Te amo Harry. Bom agora vamos dormir... Harry só mais uma coisa, oque exatamente voce ouvia?

– A voz dizia que queria matar, machucar alguém...

– Ouvi a mesma coisa. Bom... Ate amanha entao- o abracei e subi para o dormitório.

– Olá! Ravenna- dei um pulo de susto.

– Gina que susto voce me deu, voce esta péssima oque aconteceu ?

– Não é nada. Oque é aquilo?- perguntou ela.

– Não vejo nad...

Os dias se passaram e o assunto não era outro que não fosse sobre a gata petrificada e as escritas na parede. Todos estavam muito agitados com essa historia, ma não tanto quanto Gina ela realmente estava perturbada com tudo isso.

Depois do café fomos para a aula de poções, e como de costume Snape brigou com o coitado do Neville e tirou-lhe pontos. Depois para aula de Lockhart que para nosso azar eram duas aulas seguidas, ele se vangloriava de seus feitos e nos pediu que resumir a luta dele contra uma alcateia de lobisomens.

E como no sábado só temos cinco aulas as duas ultimas foi com o prof º Binns que falava sobre a matança das bruxas.

– Professor !– gritou atrás de mim. Era mione com o braço para cima.

– Senhorita?

– O senhor poderia nos falar um pouco sobre a câmara secreta?- perguntou ela, e no mesmo instante todos que dormiam acordaram e se espantaram com a pergunta.

– Isso não tem haver com minha matéria, ela fala de fatos e não lendas.

– Mas professor, as lendas se baseiam em fatos, o senhor nos disse no começo do ano.

– Muito bem... vou tentar encurtar a historia ao máximo- disse ele rendido- a escola como sabem, teve quatro fundadores : Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin os quais as casas homenageiam, e por alguns anos estes construíram a escola e foram a procura de jovens com talentos mágicos, para traze-los ate cá e ensina-los.

Pela primeira vez todos os alunos prestaram atenção em que ele falava, oque fez ele se empolgar e continuou:

– Mas Salazar queria selecionar jovens inteiramente magicas, em outras palavras família pura. Nessa briga ninguém o apoiou, Gryfflndor e ele tiveram uma discussão e Salazar deixou a escola- disse ele se sentando.

— É o que nos contam as fontes históricas confiáveis. Mas estes fatos honestos foram obscurecidos pela lenda fantasiosa da Câmara Secreta. Segundo ela, Slytherin construiu uma câmara secreta no castelo, da qual os outros nada sabiam. Slytherin teria selado a Câmara Secreta de modo que ninguém pudesse abri-la até que o seu legítimo herdeiro chegasse à escola. Somente o herdeiro seria capaz de abrir a Câmara Secreta, libertar o horror que ela encerrava e usá-lo para expurgar a escola de todos que não fossem dignos de estudar magia.

– Professor?- levantei a mão- que tipo de horror esta se referindo?

– Dizem ser um monstro, e que só o herdeiro de sonserina pode libertar.

– Ninguem além do herdeiro encontraria a tal câmara, não é professor?...

– Se abrissem a câmara teria de ser com magia negra...

Perguntaram os alunos que freneticamente se interrompiam para tirar suas duvidas. O professor parecia não gostar do rumos que a conversa estava levando. E Hermione não estava confortável com o assunto.

– Chega isso é só um mito, repito isso não existe. Vamos voltar ao que realmente interessa, que é a nossa aula de historia.

A aula passou de vagar, a maioria voltou a dormir e mione parecia assustada com a historia. No fim da aula todos se levantaram rapidamente para r aos seus aposentos ou outra coisa que não lhes dessem sono.

– Não é atoa que os que são da sonserina são chatos e raciais com os nascidos trouxas- disse meu irmão enquanto íamos para nossa sala comunal-eles devem ter um tipo de herança genética ou coisa do gênero.

– Imagina só, acredita que eu ia ser mandada para sonserina pelo chapel seletor?- falei indignada.

– A mim também...- disse Harry com o pensamento longe.

– Bela! Era voce mesma que queria achar. Preciso que me ajude a treinar- disse Cedrico- olá senhores e senhorita- comprimentou Harry, Rony e mione que acenarão para ele.

– É claro, encontro vocês na sala comunal- disse indo atrás de Cedrico.

– Não esquece do clube de duelos- disse mione, concordei e contiuei caminhando.

Andando pelo castelo, contei a Cedrico sobre a câmara secreta ele ouvia com atenção.

– Eu fico imaginando que tipo de horror seria esse- falei parando no meio do caminho pensando como ele seria.

– Não faço a mínima ideia, mas deve ter sido isso que escreveu a frase na parede- disse ele que continuava a caminhar- vamos por outro caminho aqui esta muito tumultuado vamos demorar a passar- continuou meio nervoso, e vindo em minha direção.

Esta doido, o outro caminho é muito longe. Vamos por esse lado mesmo, não deve ter muitas pessoas assim- ele me arrastava ao lado contrario mas me soltei dele e corri para o outro lado.

– Ravenna para de ser teimosa e me siga- mas já era tarde de mais e ao contrario que ele havia dito o corredor não estava tumultuado, lá só habitava duas pessoas, para ser mais exata um casal, Fred e Angelina, dei um passo para traz rapidamente para que não me vissem. Olhei para Cedrico que no mesmo instante me abraçou- vou te tirar daqui.

– Não! Não posso desviar dele sempre que ele estiver com ela. Vamos- disse arrastando Cedrico para o mesmo corredor.

Fred que estava abraçado aos beijos com Angelina nos seguiu com os olhos e Cedrico aproveitou a ocasião e me abraçava jogava em seus braços para enciuma-lo.

– Viu a cara dele?- perguntou ele aos risos- ficou um pimentão de tanta raiva.

– É- sorri- bom em que exatamente quer que eu te ajude, eu era uma artilheira e não uma apanhadora.

– Julgando o seu bom desempenho em campo, voce tem sim a capacidade de ser apanhadora.

– Se esta dizendo.

Então ele apanhou o pomo de ouro e depois o soltou. Pude ver o reflexo do sol no pomo oque facilitou para mim. Das dez vezes e que jogamos duas eu consegui apanhar o pomo.

– Eu tinha que ser ruim em algo não é? Afinal não existem pessoas perfeitas- rimos e nos sentamos no gramado.

– Voce foi bem, só se distraiu com a minha beleza, oque é completamente aceitável- disse ele rindo.

– Convencido, até pensei que estivesse falando com o professor Lockhart- ri me deitando no gramado.

– Bela não se mecha- disse ele aos sussurros.

– Oque esta havendo?

– Uma cobra, mas eu vou dar um jeito nela-

Levantei rapidamente e ele foi pegar a cobra que estava tentando dar um bote nele.

– Oque vai fazer com ela?

– Mata-la é obvio Bela.

– Não, não faz isso, ela não machucou ninguém.

– Mas pode vir a machucar. Essa serpente é muito venenosa, seu veneno pode chegar ate a matar alguém em menos de uma hora. Pegue o balaço, vou golpeá-la com ele- disse ele que já havia agarrado a serpente, mas eu me negava- muito bem, eu mesmo pego-levantou- se com a serpente enrolada em seu braço para ir ate o malote que estava perto de mim mas ele se descuidou e a cobra ia ataca-lo entao eu gritei para que ela parasse e não o mordesse, mas parecia ter sido tarde de mais.

– Bela esta bem? Oque aconteceu? Por que gritou?

– A serpente- disse apontando para ela que aparentemente estava com as presas em seu braço, fui lentamente ate ele e tirei-a de seu braço ele parecia assustado, tentava acalmar ela dizia para ficar calma que ele não faria nada entao ela se desenrolou dele e se rastejou para meu braço.

– Oque foi isso?- perguntou preocupado.

– Isso oque? Talvez ela seja domesticada.

– Não, me refiro ao que voce disse.

– Só disse para que se acalmasse, ela foi bem domesticada, temos que encontrar o dono dela.

– Ravenna voce é uma Ofidioglota- disse ele com olhar de horror.

LEIAM AS NOTAS FINAIS

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Notas finais
espero que estajam gostando da fic queria lançar um desafio aqui quero muito conhecer os leitores dessa fic entao quero propor que escrevam a tag # frena no facebook de voces bom espero vcs no face e se alguma mayara moraes mandar convite de amizade a vcs serei eu