O mistério de Múringan

6 Capítulo 6 Começam as investigações.


Mary não demorou muito para acordar, estava ansiosa para que começasse as investigações, Juliet havia lhe dito que era George Hickman, o grande amigo e detetive da Inglaterra. George estava passando umas férias no navio, diz que seu trabalho era cansativo e de longo prazo.

***

Conforme o combinado, George estava sentado em uma mesa para tomar seu café matinal de sempre, um capuccino caprichado, torradas tostadas com bastante requeijão e mel e seu mamão docinho.

Chegando lá, Mary demorou encontra-lo, não fazia a menor idéia de onde começar a procurar, então perguntou a um garçom baixinho a seu lado e inconveniente:

–Olá, licença, o Sr. Sabe onde posso encontrar George Hickman?-O garçom não fazia idéia de qual nome Mary havia mencionado. –um cara... ah você não sabe desculpe-me.

–Acho que vi sim, na TV ha há há há. – respondeu sarcasticamente.

–Não precisa ser sarcástico, estou fazendo apenas uma pergunta.

–Minha filha, vai falar com alguém que o conhece, não sou da Inglaterra.

–Espera um pouco, como você sabe que ele é da Inglaterra sendo que nem o conhece.

–Olhe, já ouvi falar dele, mas não sei se ele está aqui, agora se me der licença... tenho que atender um cliente.

–Sua mãe não te deu educação não, seu anão narigudo!- o garçom nem ligou para que Mary e foi atender seus clientes.

Enfim encontrou George, logo se sentou e pediu um copo D’água, pois estava morrendo de sede após aquela grande procura.

–Oh minha cara amiga, quanto tempo não a vejo, Juliet me contou sobre você, então...

–Olá George, quanto tempo mesmo, bom... – respondeu um pouco apressada pois ainda sua água não chegava. –descobri outra coisa que não contei a Juliet, senão ficaria mais triste do que está.

–Então vamos, me conte.-ordenou George um pouco curioso.

–Nunca vi uma carta tão elaborada, então pensei.Crianças como Philip não escrevem cartas tão elaboradas assim, ao menos que ele seja uma criança especial, mas não é!

–Chegue direto ao assunto, vamos! –não esperou mais.

–Bom é que Philip não... –naquele instante, Juliet os encontrou, queria saber também, queria investigar, aliás, ele é filho dela.

–Mary!George! finalmente os encontrei, aqui é difícil de encontrar alguém.

–Quem lhe dera.- concordou Mary.

–Então Mary, conte!

–Ah é contar... sim, é... –não conseguiu falar. – esqueci.

–Como esqueceu? Este é um caso importante, de vida ou morte, vamos, me conte!

–Não lembro já disse.

–Olhe George ela se esqueceu não é, todo mundo esquece alguma coisa quando vai falar isso é normal...

–Não, não é normal. –interrompeu George. –ela iria falar sobre seu filho. – Mary fez uma cara mentirosa, não queria falar para George com Juliet por perto, iria magoá-la mais e não queria isto a ela.

–Bom... lembrei, o mar é salgado pois se refere ao mar te esperando seria o Philip?

–Isto é um bom começo .-alegrou George.

Mary pegou seu copo com água tomou e saiu apressada, Juliet e George estranharam sua saída, como seu quisesse se livrar logo deles.

–Desculpe George, às vezes ela é assim mesmo sabe...

–Não tem problema, já me dei conta com vários casos piores que este, de boa.

George terminou sua refeição e saiu, Juliet ficou sentada um pouco para tomar seu café da manhã e chorou em silêncio, rezou e pediu para que protegesse seu filho, era a única coisa de sua vida e não sabia mais o que fazer, se ajudava ou ficava quieta enquanto Mary e George investigavam o caso.

Notas finais
Até o próximo capítulo.