O meu eu de hoje

9 Capítulo 8 - Férias: Parte I


Notas iniciais
Bem aqui mais um capítulo voltando com o enredo principal... Ha muitas coisas que vão acontecer podem esperar. Boa leitura!

Tinham se passado alguns dias desde o incidente é minha reconciliação com o Yoru nada mudou. O Rei normal contínua com medo do Yoru apesar de não correr ou me evitar quando o Yoru está como antes é o idiota continua o mesmo possessivo de sempre. Graças aos Deuses entramos de férias e com isso os dias em que o Yoru praticamente se muda para meu apartamento.

Mas desta vez isso não ia acontecer porque eu tinha sido convidado por Rei a passar as férias numa casa nas montanhas é como não sou nenhum besta aceitei.

Nem falei nada para o Yoru ou o mesmo surtaria além do mais ele tem a namorada que vá passar as férias com ela. Foi com esse pensamentos que sair de casa com uma mala de tamanho considerável. Ao descer as escadas encontro um carro preto a minha espera lembrei que o Rei ia mandar alguém me buscar sorri meio bobo, pois não era acostumado a ser “mimado”.

Quando o motorista abriu a porta pude ver uma figura sentada em um dos bancos.

—Não precisava vim Rei.

Entrei no automóvel agradecendo ao motorista por ter aberto a porta para mim.

—Que isso eu que devia dizer para não se incomodar, pois farei bem o meu serviço.

Ouvi uma voz soar irônica olhei assustado e vi quem não devia.

—Y-yo-yor-yoru… O que faz aqui?

Gaguejei ao ver ele no carro e não o Rei.

—Eu já disse estou bancando de guarda costas.

Revirou os olhos se acomodando no banco.

Não falamos mais nada o Yoru dormiu o caminho todo por isso não sei como ele ficou sabendo que ia passar as férias com o Rei. A viagem durou algumas horas é quanto mais perto chegava da casa mais éramos engolidos por matos até parecia que estávamos em outro país é o pior estava escurecendo.

—Por acaso saímos do país?

Yoru olhava pela janela sonolento, pois bocejava mais do que tudo.

—Não ainda estamos no Japão.

Respondi ainda com meus fones no ouvidos, passei a escutar música no caminho já que estava entediante.

—Eh! Ele mora no fim do mundo.

Por um momento exclamou surpreso, mas acabou por dá de ombros e relaxar no banco.

—... Yoru? Por acaso você não..?

Eu tirei os olhos do meu celular para encarar a figura relaxada ao meu lado. Desconfiado mais do que tudo me permitir perguntar sobre o que ele planejava, mas fui interrompido.

—Não vou fazer nada… Pode ficar tranquilo.

Falou com uma calma, mas o sorriso que desenhou em seu rosto no final da frase não me acalmou de forma alguma.

—Mentiroso você com certeza vai aprontar algo, não consegue esconder de mim.

Apontei elevando um pouco a voz o acusando ele ergueu uma das sobrancelhas então passamos a discutir o assunto até o motorista avisar que chegamos.

Descemos do carro e deixei que o Yoru fizesse bem o seu trabalho e levasse as malas para dentro. O motorista deu meia volta com o carro e foi embora.

Eu é Yoru andamos para a casa particularmente grande, pois deve caber uma família de sete pessoas ali. Ligamos as luzes à medida que íamos explorando.

—Que belo amigo é esse seu? Convida é nem chega antes para te receber.

Reclamou Yoru ao entramos na casa e não encontrar ninguém.

—Ele fez o favor de ir busca de carro.

Revirei os olhos com as reclamações do idiota, podia ser pior e ele ter feito a gente vim sozinho, embora Rei não seja assim.

—Que casa grande quantos quartos tem essa coisa? É ainda tem cômodos no subterrâneo.

Yoru se jogou em um sofá qualquer cansado de rodar a casa. Não o culpo dessa vez a casa realmente era maior por dentro e tinha mais dois andares abaixo da terra era num desses andares em que nós nos encontramos.

—O grande delinquentes da escola está perdendo para uma casa? Que vergonhoso.

Ri em desdém ao ver a situação dele que me encarou feio e quando abriu a boca para retrucar ouvimos a porta bater. Eu virei para encarar a direção da porta pronto até lá, mas ouvi algo sussurra em meu ouvido.

—Cuidado! Há um mal assombrado a casa.

A voz soou baixa e medonha o que me fez arrepiar de medo e quase dar um pulo.

—Vá pra merda, Yoru… Isso não teve graça alguma… Tá me ouvindo?

Gritei tapando meu ouvido vermelho de raiva ao ver o idiota explodir na risada.

—O que foi? Para onde foi o Hayato todo bonzão, agora? Hum? Deveria ver sua cara é a melhor.

Ele debochava ao mesmo tempo em que ria de mim. Ignorei tal atitude infantil e fui até a maldita porta. Quando cheguei lá tentei abrir diversas vezes, mas não funcionou tinha certeza que ninguém trancou por fora por dois motivos.

1° Só estava eu é Yoru na casa.

2° A porta não tinha tranca apenas a maçaneta.

Voltou mais pálido que fantasma o Yoru ainda ria, mas parou no mesmo instante ao me ver.

—Ei, Hayato o que foi? Ta mais pálido que fantasma.

Ele me sacudiu segurando de leve nos ombros não assustado é sim preocupado. Apontei para a porta em dois tempos ele correu até lá e voltou.

—Não abre…

Finalmente falei algo sentando no sofá… sei que não é o fim do mundo, mas para mim era.

—Apenas se acalme… Não é tão ruim assim, veja ainda temos luz não pode piorar.

Sentou ao meu lado tentando passar confiança principalmente quando falou da luz só que assim que terminou a frase elas se apagaram para meu desespero.

—Tinha mesmo que dizer isso?

Queria está com raiva dele nesse momento, mas tudo que sentia era medo… Sim eu tenho fobia de lugares escuros é trancados por mais espaçoso que seja o local.

—Não Culpe à frase… Ela não é a razão de seu medo.

Reclamou levantando do sofá incomodado, pois sua mão bagunçava os cabelos na nuca.

—Quem me garante isso? Sempre algo ruim acontece assim que ela é falada.

Minha voz saiu mais alta que queria por está com raiva e assustado como se não bastasse assim que Yoru levantou segurei a barra da camisa dele impedindo que ele fosse para longe.

—... Calma não vou a lugar nenhum.

Ele suspirou soltando minha mão de sua blusa e voltou a sentar no sofá ao meu lado.

Notas finais
... Fiquem sem saber o que fala... Bem acho que até a próxima com alguns problemas que irei colocar para a história finalmente andar.