Pov Elisa:

Estávamos nos beijando intensamente, até que o Alec quebrou o beijo de uma forma inesperada.

—Elisa, eu estou mesmo apaixonado por você, mas isso não quer dizer que a gente possa ter algo, sabe?...-ele disse tentando demonstrar frieza.

—Por quê????-eu perguntei atônita

—Porque você não serve pra mim-ele disse se esquivando de mim como se eu tivesse uma doença contagiosa.

—Não acredito em uma palavra que está dizendo. Porque se fosse esse o motivo, não teria me beijado como fez agora, com amor.

—Tá tudo bem, você venceu Elisa!Eu te amo e estou fazendo isso porque não quero que nada de ruim te aconteça. Você não sabe o que é ser um vampiro, ter que se alimentar de sangue para saciar a sede. Embora eu tenha a aparência de um adolescente, tenho centenas de anos e já vi e vivi coisas que sequer pode imaginar.Você é só uma garota com toda a vida pela frente e cheia de sonhos para realiar. Está mesmo disposta a sacrificar tudo isso por mim?- ele me perguntoui com os olhos cheios de lágrimas.

—Mas Alec, ninguém sabe o que pode acontecer. Apesar de todas as dificuldades que poderemos enfrentar lá na frente, podemos ser felizes juntos- eu disse e o abracei.

—Vem, vamos sair daqui. Acho que já tivemos platéia demais para hoje- ele disse.

Alec pagou a conta e saímos correndo da cantina sem nem olhar para trás.

Como Alec estava de carro, fomos em direção a um parque de diversões no bairro vizinho.

Passamos grande parte da noite nos divertindo nos brinquedos, namorando e depois ele me deixou na casa da família onde estava hospedada.

—Até amanhã, amor- ele dise abrindo a porta do carro.

—Até amanhã, meu Alec- eu disse entrando em casa.

Vi da janela, ele saindo em alta veoocidade pelas ruas de Volterra.

POV Alec

Dirigi o mais rápido que pude e cheguei ao palácio às 11 da noite. Entrei correndo em meu quarto, acendo a luz e para meu espanto e total surpresa, encontro Aro parado perto da minha estante.

—Aro?-perguntei atônito

—Alec, pelo que posso ver se divertiu bastante- dise Aro furioso

—Sai do meu quarto- eu gritei enfurecido

—Vai se arrepender disso, moleque!-ele saiu batendo com tanta força a porta do meu quarto que a quebrou,