Notas iniciais
Olá! Espero que a história interesse bastante, vai ser difícil escrever porque será trabalhado diversos assuntos e problemas que são polêmicos na atualidade,mas ainda sim, será uma curioso atravessar esse universo que saiu da parte mais insana da minha mente. espero que gostem. obs.: Eu realmente não sei escrever notas iniciais.

Sentia a respiração acelerar a medida que adentrava na escuridão. No que tudo aquilo havia se transformado? O único lar que tínhamos foi destruído, tudo por um desejo incontrolável de ter o controle sobre todos os seres, mas a que isso levou?

Estava no lado onde não havia sinal de esperança, não havia luz, andava escondido pelas terras que lhe sobraram, e teve que lidar com a eternidade, a qual fazia de sua loucura interminável.

Era um único mundo, de um só povo e um imperador que se dizia ser o único que se igualava a divindade, e por isso, tudo deveria estar em suas mãos. Claro que, como em toda história de um imperador tirano, algumas pessoas começaram a questionar o que o fazia tão diferente e com isso, começou a guerra. O mais marcante massacre. Mitos e magia vieram ao olhos de um povo simples e alienAdo. O mundo do alquimistas se revelou.

Depois de se rebelar contra o único a quem não deveria haver desconfiança, o mundo se dividiu e a magia fez com que uma parte da terra ficasse longe do alcance do sol. A falta de condições humanas tirava de quem andasse naquelas terras sua humanidade e, por causa disso, suas formas se modificaram. Nao se tem contato com eles, mas dizem que se transformaram no que é mais assustador.

— E o que seria essa forma mãe?

— Ninguém sabe, talvez seja o monstro de 100 cabeças ou um ciclope, são chamados de titãs.

— Mas ninguém nunca viu?

— Tem quem vigie as barreiras entre as terras, mas ninguém consegue ver e não voltar louco, os titãs foram a definição mais sensata, aberrações que perderam tudo que os tornavam humanos e acabaram adquirindo formas bizarras.

— Mas mamãe, porque ninguém se preocupa com eles?

— Meu bem, você é muito curiosa, não tem com o que se preocupar, eles são monstros.

O mundo foi se restaurando lentamente, mas o rancor contra aqueles que o destruíram continuava imortalizada. Fora um conflito que ninguém nunca imaginou que poderia acontecer. Ouvia-se sobre os alquimistas, bruxos que poderiam fazer pedras se tornarem ouro, e por terem esse talento acabaram sendo escravizados e trancafiados. Eles que davam ao imperador toda sua divindade em troca de comida e, quem sabe um dia, liberdade.

Alguns conseguiram fugir e espalharam a verdade, mas poucos acreditavam. Então, houve a revolta e a primeira guerra alquimista. Mas o imperador detinha de maiores magias e truques.

Uma guerra desigual que levou o mundo ao seu triste futuro, mas mesmo em um lugar repleto de preconceitos, as vezes nasce uma pessoa que questiona tudo e mais um pouco, que quer saber a verdade e não os mitos, como a pequena Maitê.

O tempo passava depressa e logo a menina completou dezessete anos, a idade em que deveria começar a servir um homem. Os alquimistas, por alguma razão, eram maior quantidade mulheres, que viviam para louvar a natureza e as suas formas mais complexas de energias. Com medo de mais uma guerra, o imperador achou que para evitar novos confrontos o melhor caminho era vigiando de perto aquela maioria, e todos concordavam, afinal, entre milhões de mortes e mais fragmentação do planeta, era preferível ser " submisso", ou se mostrar assim.

Mas a submissão não era ruim, pois seu único papel era evitar contatos íntimos com a natureza sozinha, tendo que estar sempre ao do marido e vice-versa. Por isso Maitê não se sentia nervosa ou ansiosa, na verdade, seu objetivo era ser escolhida pelo imperador e buscar os registros, ou qualquer resposta para todo aquele medo e rancor.

— Mulheres de 17 anos, por favor, agrupem-se! O imperador irá escolher duas de vocês e as outras serão distribuídas para os demais homens.

— O imperador está vindo! Disse um dos seus servos. Aleijado, era seu nome. Ele tinha uma aparência grotesca e há quem diz que isso se deve a um pequeno tempo que ele ficou na parte escura do mundo, mesmo em poucos dias ele foi afetado.

O imperador chegou, como havia sido dito pelo seu servo. Ele era bonito, alto e majestoso, sua prova mais concreta de divindade era sua beleza e juventude infinita. Seus olhos esverdeados percorreram cada uma das moças e com movimentos sutis apontou para uma menina.

— Você! Como lhes chamam?

— Brenda meu lord.

— Brenda, você entrará em meu castelo como minha mais nova noiva, junto com você.

Ele olhou diretamente nos olhos de Maitê, tão profundamente que a fez sentir sua respiração falhar, o coração estava a mil, ela entraria no castelo!

— Maitê lord Benjamin.

— Sim, lhe conheço bem... Sua beleza já havia sido percebida antes por Meus olhos, e por ser quase divina como a minha lhe declaro minha esposa permanente, por isso, precisará vir comigo.

Ela se aproximou, era incrível como alguém poderia ser tão alto. Tudo aquilo era novo, mas ela só se sentiu confiante em começar as perguntas ao ficarem mais distante de toda a multidão.

— Lord...

— Pode me chamar de Benjamin.

— Erm... Benjamin... Aonde vamos?

— Precisamos lhe dar um pouco de divindade, para que possa tê-la permanentemente ao meu lado, mas não posso falar mais que isso. Sente-se em qualquer lugar.

Havíam chegado em um lugar totalmente estranho, nunca pode ver nada parecido. Era escuro e silencioso, mas muito perturbador. No centro da sala havia uma cadeira a qual a menina se sentou, mas quando virou, havia percebido que estava só.

Não queria ficar ali. A escuridão a afetava. Precisava sair.

Notas finais
Por favor não desistam de mim,tentarei escrever cada vez melhor. Obrigada por ler. bjinhos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.