O lado escuro de Piltover

8 Regras? Acho que não


Notas iniciais
Só tenho uma coisa a declarar, cheguei onde todos esperavam ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Vi estava aborrecida em ter que ficar esperando naquela sala sem nada para fazer, depois da pequena discussão a xerife ficou mais seria e sem dar nenhuma bola pra ela. Por sorte o expediente estava chegando ao fim, dessa vez Caitlyn não iria ficar aquele tempinho extra que tanto gostava de fazer na delegacia. Já que, estava de baba daquela encrenqueira cor de rosa.

–Bom vamos embora, já tivemos o bastante por hoje — Ela terminou de organizar os papeis e se levantou se de sua poltrona.

–Ok — Vi ficou de pé e deu uma espreguiçada, estava morrendo de tédio já.

–Retire as manoplas.

–Pra que?

–Elas vão ficar aqui, você só terá acesso a elas caso seja necessário.

–Como quiser madame — Vi falou no seu tom sarcástico e começou a desativar o hexa esqueleto que sustentava as manoplas, retirando a mesma logo em seguida. Assim revelando suas ataduras manchada de vermelho, ela colocou as pesadas manoplas encima da cadeira onde estava e cruzou os braços encarando a xerife.

–Deixe me ver suas mãos — Caitlyn queria avaliar como estava seus machucados.

–Pra que? — Vi olhou pra ela carrancuda.

–Bom quero da uma olhada no seu machucado, vamos até a enfermaria.

As duas seguiram pela delegacia, Vi estava surpresa com o tamanho do lugar o que mais poderia se ter ali? Elas passaram pelo refeitório depois por um tipo de academia até chegarem a sala da enfermaria. Vi ficou observando o lugar que era bem equipado.

–Sente se aqui por favor — Caitlyn indicou uma cadeira, a delinquente sentou se e ficou esperando.

–Cara eu to bem.

–Deixe me troca essas ataduras — A xerife começou a desenrolar o tecido que agora estava tingido de vermelho, quando terminou revelou os ferimentos ainda mais inflamados do que antes — Por que não tirou as manoplas antes?

–Pra que?

–Olha o estado que esta isso, devia estar doendo muito.

–Nada que não seja suportável.

–Você tem que ajusta aquelas manoplas — Caitlyn começou a limpar os ferimentos dela cuidadosamente. Vi apenas observava em silencio a xerife era bem hábil e delicada, fora que tinha mãos bem macias.

–Você usa algum creme nas mãos?

–Sim porque? — Caitlyn ficou surpresa com a pergunta repentina.

–Notei que suas mãos são bem macias — Vi apenas observou a xerife cora que nem um pimentão, ela riu constrangendo ainda mais a outra.

–Obrigado — Caitlyn tentou não encara la enquanto colocava a atadura nova, mas era difícil não presta atenção naqueles olhos azuis tão travesso.

As duas estavam saindo da delegacia e indo em direção ao estacionamento quando o herói se aproximou delas. Vi não suportava aquele cara, desde o primeiro momento em que o viu por alguma razão não simpatizou com ele. Ela continuou andando até o carro deixando a xerife para trás, simplesmente não queria nenhum tipo de contato com aquele cara.

–Eai vamos sair? — Jayce perguntou todo sorridente.

–Acho melhor não — Caitlyn respondeu.

–Poxa Cait faz dias que não fazemos nada além do trabalho juntos, vamos la por favor.

–Daqui a alguns dias então, mas agora eu quero ficar mais de olho naquela figura — A xerife deu uma olhada para a delinquente, que por acaso estava encostada no carro com uma expressão bem emburrada.

–Até mais então — Ele beijou a xerife e voltou ao seu caminho.

Caitlyn entrou no carro a delinquente fez o mesmo e as duas voltaram em silencio para casa. Vi por alguma razão se encomodou com a cena, ela esperava sentada na mesa da cozinha enquanto a xerife terminava de preparar a janta, a dondoca realmente era habil na cozinha. A delinquente não conseguia imaginar ela como uma dona de casa pacifica, ainda mais ao lado daquele mauricinho de meia tigela.

–Você não é muito jovem pra esta noiva? — Vi quebrou o silencio.

–Cada coisa tem seu tempo e o meu é agora — Caitlyn foi verificar uma das panelas que estava no fogão sem dar muita atenção a delinquente.

–Já esta marcado o noivado? — A punk pegou uma maçã bem vermelha da fruteira que ficava encima em um dos balcões e deu uma mordida.

–Daqui a alguns meses iremos nos casar.

–Já vai se amarrar? Que pena,

–Quando encontramos a pessoa que amamos é natural querer ficar junto dela — Aquele argumento da punk fez a xerife para um minuto e pensa no que a outra acabara de falar.

–É mesmo? Não consigo te imaginar como boa esposa que cuida da casa.

–Realmente esse tipo de vida não combina comigo.

–Se bem que você é toda certinha, mas acho que não a tal ponto. Da até pra ter um resumo de como sera a sua vida, monótona e rotineira.

–Haha quando você amar alguém de verdade talvez entenda.

–Eu não tenho pretensão de me prender a ninguém Cupcake.

–Nunca temos, apenas acontece — Caitlyn escutou pela segunda vez ela a chamar assim.

–Eu sou um lobo selvagem — Vi gostou do próprio argumento — Mas me diz o que você viu naquele mauricinho?

–Bom ele é charmoso, bonito, educado, amoroso, gentil e tem um enorme senso de justiça assim como eu. Todos falam que somos o casal perfeito.

–Essas características foram tão chatas que eu quase dormi aqui.

–Temos gosto diferentes, eu gosto desse tipo de cara mais das antigas. E acho que você gosto do tipo de homem mais selvagem digamos assim.

–Não sou muito fã de caras, sabe como é né, porque eu gastaria meu tempo com um ser desprezível se tem tantas garotas bonitas dando sopa nesse mundo? Mas me diga xerife, qual a razão X de você esta com ele?

–Como assim?

–Ele não tem cara de ser do tipo agressivo na cama, aposto que na relação de vocês só teve papai e mamãe — Vi falava dando um sorriso confiante.

–Eu não vou entrar em detalhes tão íntimos como esse — Caitlyn deu de ombros e continuou cozinhando.

–Aposto que você nunca teve uma aventura realmente radical não é xerife? — Vi foi até onde a outra estava.

–Gosto das experiencias que tive — Caitlyn percebeu a presença dela e virou se na defensiva mantendo sua expressão de quem era inabalável, mas por alguma razão não gostou do tom de voz dela.

–Eu imagino que você só teve namoros do tipo com aprovação dos pais, e na porta de casa — Vi rodava a maça mordida em sua mão

–E se fosse qual o problema? — Caitlyn prestava atenção em cada movimento da outra, ela sentira que a voz da punk tinha soado mais feroz.

–Eu me pergunto qual o sabor de um Cupcake? — Vi colocou a maçã mordida encima da mesa e prendeu a xerife contra o balcão . Caitlyn tentou se desvencilhar mas a punk era mais alta e forte do que ela, mesmo com as mãos machucadas — Já teve curiosidade de saber como é um lobo xerife?

–Afaste se — Por mais que tenta se parecer confiante sua voz saiu fraca, ela se sentia imponente diante daquela fera, mas porque? Já tinha lidado com tantos tipos de bandidos bem piores, mas aqueles olhos azuis que transparecia uma pura maldade realmente eram cativante. Vi segurou o rosto dela firmemente e aproximou se um pouco mais, o suficiente para escutar a respiração de sua presa.

–Lobos são imprevisíveis, cuidado xerife — A delinquente afastou se dela com um sorrisinho travesso no rosto, voltando a dedica sua atenção a maçã e saindo do recinto logo em seguida.

Caitlyn se recompôs, por um momento realmente achou que a delinquente tentaria algo, ela voltou a termina de preparar o janta ainda um pouco atordoada. As duas comeram sem trocar muitas palavras depois daquilo, Vi parecia agir como se nada tivesse acontecido, a xerife fez o mesmo mas mesmo assim ainda se sentia desconfortável na presença da outra. Vi terminou sua refeição e foi para o seu quarto com sua gata, ficou refletindo o que acabara de fazer enquanto acariciava o bichano. Ela tinha se irritada com a forma que a xerife falava daquele gigolô barato, por alguma razão ela teve um sentimento de possessividade na hora e tinha que marca la.

–Que bobeira Vi... ela não é nada sua e muito menos o seu tipo, bonita com um belo corpo de fato mas não o tipo de garota que lhe atrai — A delinquente falava com si mesma — Mas devo admitir que vê la daquela forma foi bem agradável, no fundo a Cupcake quer isso só que não vai admitir tão facilmente. Acho que posso me divertir um pouco por aqui — Vi começou a rir sozinha.

Na delegacia tinha sido a mesma coisa, ela ficava sem nada para fazer enquanto a xerife mexia em alguns papeis ou em seu notebook. Iria se irritar logo com aquela rotina chata.

–Me diz uma coisa, você destruiu mesmo minha moto? — Vi quebrou o silencio.

–Sua moto? Que eu saiba você não tem moto — Caitlyn arqueou as sobrancelhas, então quer dizer que a punk finalmente admitiu que era a dona.

–É obvio que a moto era minha e você sabia disso.

–Agora você admite... mas como disse antes ela foi destruída.

–Serio? Merda — Vi abaixou o olhar demonstrando o quão decepcionada ficou com a perca da sua preciosa moto. Caitlyn achava que ela parecia um cachorrinho fofo com aquela expressão de quem estava chateada.

–Claro que não, ela esta no deposito da policia depois iremos buscar. Você tem carteira não é?

–Eu não estaria pilotando uma moto em alta velocidade se não tivesse, e sei muito bem que foi dessa forma que você me encontrou.

–Pelo fato de suas manoplas estarem te machucando muito eu vou liberar a oficina e a academia, caso queira manter o físico.

No fim do expediente as duas foram para o estacionamento como de costume, só que dessa vez a rota era outra elas foram para o deposito de carros da policia. Quando elas chegaram Vi pode observar o lugar gigantesco com diversos carros empilhados, achar sua moto ali não seria fácil, o carro parou em frente a um tipo de armazém gigante e elas desceram. Caitlyn cumprimentou os guardas que tomavam conta do lugar e adentrou junto da delinquente o grande armazém de motos. A xerife seguia em passos firmes sabia exatamente onde estava o que procurava, Vi apenas observava aquela mina de ouro pra quem trabalhava com desmanche de veículos. Caitlyn parou enfrente a uma moto coberta e puxou o pano, revelando o tão amado bebê da delinquente.

–Não pode ser — Vi foi até sua moto e começou a checa la como uma criança que acabara de ganhar um brinquedo novo — Mas porque ela ta intacta? A roda traseira estava detonada quando eu sofri o acidente.

–Agradeça aos mecânicos que acharam ela uma moto muito bonita e a reformaram.

–A policia pode fazer isso?

–Não, mas se não fosse por mim certamente não veria essa moto novamente.

–Eu vou pensar em te compensar — Vi falou dando aquele seu sorriso travesso no rosto.

–Vamos achar um capacete pra você, eu irei permitir que você volte com ela mas não pense em fazer nenhuma gracinha.

–Ta bom xerife vou tentar ser uma boa menina.

Elas foram para outra sala onde ficava os capacetes, Vi escolheu um par sobre os protesto da xerife que dizia que era pra levar só um. Pareceu um sonho quando ela pode ouvir novamente o som do motor da sua harley, os primeiros momentos ela até que pilotou de forma comportada acompanhando o carro da xerife. Mas por que não da só uma aceleradinha, ela começou a corta entre os carros deixando a xerife para trás, Caitlyn apenas respirou fundo não tinha como acompanha la naquele transito fechado não demorou muito para perde la de vista. Quando chegou em frente a sua casa a delinquente já estava esperando sentada em sua moto, ela abriu o portão e as duas entraram.

–O que eu falei sobre gracinhas? — Caitlyn olhou irritada pra ela.

–Não fiz nenhuma gracinha apenas me adiantei xerife — Vi coloco as mãos atrás da nuca e esperou que a outra abri se a porta.

Elas estavam jantando em silencio. Vi sabia que atualmente não tem seguido muito as regras nem as ordens da xerife, que por incrível que pareça esta sendo muito paciente com ela. Uma pessoa qual quer já teria perdido a cabeça com suas atitudes e deboche, talvez devesse compensa la.

–Cupcake quer dar uma volta de moto?

–Não — Caitlyn não pensou muito na proposta repentina da outra.

–Não seja chata vamos la.

–Por que isso tão de repente?

–Eu estou tentando te compensa aqui, você já andou de moto?

–Não.

–Só uma volta ta? Vai ser rápido, uma pequena aventura noturna sempre faz bem a saúde.

–Ok uma volta por perto daqui mesmo.

A delinquente retirou a moto e ficou aguardando a xerife na rua, ela apareceu um tempo depois com seu vestido roxo um tanto curto e suas botas clássicas, dessa vez tinha dispensando o chapéu. Caitlyn subiu na garupa da moto e relutou por um momento em segurar na cintura da delinquente.

–Se você quiser cair fique a vontade — Vi insinuou para que ela segura se logo de vez.

Vi saiu com calma do condominio não queria espantar a xerife agora que tinha conseguido o que queria... ela seguira devagar até chegar numa avenida, hora de um pouco de ação. Ela começou a acelerar, como tinha sentido falta daquela adrenalina, ela sentiu a xerife aperta mais sua cintura cada vez que cortava bruscamente um carro.

–Vi diminua a velocidade! — Caitlyn gritou.

–Por que? Agora que esta ficando divertido — Vi respondeu no mesmo tom.

–Para para para o sinal ficou vermelho!

–É tem razão.

A delinquente varou o sinal do cruzamento fazendo muitos carros buzinarem, ela parecia não se importa muito com a morte. Em alguns momentos chegou bem perto de colidir, avançou mais alguns sinais vermelhos e em determinado momento chegou a pilotar na contra mão. Caitlyn estava apavorada aquela maluca iria matar as duas! Por mais que pedi se pra parar a delinquente não dava ouvidos. A moto finalmente parou em frente a um clube de natação particular, a xerife desceu atordoada mas aliviada por ter saído daquele perigo em duas rodas.

–Você nunca mais faça isso, sabe quantas leias de transito infligiu?

–Serio que você falou isso? — Vi começou a rir — Relaxa xerife um pouco de adrenalina sempre faz bem pro coração — A delinquente desligou a moto e retirou o capacete, ela começou a observa o muro da escola procurando um lugar por onde subir.

–O que você pensa que esta fazendo? — Caitlyn observava a delinquente escalando o muro.

–O que parece? Invadindo dã.

–Isso é crime, volte aqui agora ou serei obrigada a te deter!

–Não seja chata Cupcake quebra as regras uma vez ou outra não vai matar ninguém, agora me da a sua mão.

–Me recuso a participar disto!

–Ta ok já que não quer escalar o muro eu arrebento a porta pra você entra — Vi se preparava para descer do outro lado quando foi impedida pela xerife.

–Espera, certo me ajude a subir — Caitlyn pegou a mão da delinquente que a puxou para cima, ela se ajeitou no muro se preparando para descer. Por que estava fazendo tudo que aquela criminosa quer? Essa não é uma postura que você costuma ter, ainda mais se tratando de crimes por menores que sejam.

–Precisa de ajuda pra descer? — Vi notou que ela estava demorando demais la encima — Pode pular que eu te seguro.

–Eu consigo fazer isso sozinha — Caitlyn pulou por conta própria.

As duas seguiram para o interior do pequeno ginásio de natação, aquela hora já não havia mais ninguém. A xerife aguardava impaciente a próxima atitude da delinquente, pra que ir aquele lugar? Ela pode observa que a outra estava tirando o coturno.

–O que pensa que esta fazendo?

–Estamos numa piscina o que você acha? — A delinquente tirou a jaqueta e depois a regata revelando outras tatuagens alem daquelas que tinha exposta no rosto e em seu pescoço e um pedaço do braço, ela ficou somente com a calça e de sutiã.

–Isso já é demais Vi vamos embora — Por mais que disse se aquilo sua mente pedia pra que as coisas continuassem assim, não conseguia tirar os olhos do corpo semi exposto da outra. Aquelas tatuagens davam um charme e mais sensualidade ao corpo bem desenhado da punk.

–Não — A delinquente saltou na piscina dando um mergulho prolongado, depois imergiu com sua franja grudada na testa — Vamos la Cupcake não vai entrar?.

–Termina logo com isso e vamos embora — Caitlyn se sentou na beira da piscina e ficou observando a outra se divertindo como uma criança.

–Ao menos tire as botas, não seja chata você só vai molhar os pés ou prefere que eu faça isso?

–Você vai pagar bem caro por isso — A xerife retirou as botas e ficou com os pés na água, como o tio Ben disse não se pode subestimar aquela pessoa.

–Entra só um pouco xerife — Vi ficou de pé estava na parte rasa da piscina de frente a ela.

–Já fiz até demais em aceitar tudo isso.

–Hum... é mesmo? Então eu tive outra ideia — A delinquente se aproximou bem dela. Instantaneamente a xerife recuou saindo da beirada da piscina, mas não conseguia tirar os olhos daquele corpo sensual tatuado e molhado.

–Não venha com má ideia pra cima de mim ou vai se arrepender.

–Tem medo de lobos xerife? — A delinquente saiu da piscina e a agarrou pelos pulsos. Caitlyn tentou por mais uma vez se solta daquelas mãos poderosas mas era inútil — Golpes básicos de alto defesas não funcionam contra mim, lembre se eu sou uma lutadora.

–Não ouse fazer isso — Caitlyn tentou empurra la de cima de si.

–Eu vou te dar o privilegio de conhecer um novo mundo — Vi sussurrou no ouvido dela e mordeu sua orelha. Caitlyn se arrepiou com o toque e logo em seguida levou um selinhos em seus lábios.

–Você não tem nenhum direito em fazer isso! — Caitlyn virou o rosto corado.

–A é? Vai fazer o que? Chamar a policia? Seus lábios não são a unica coisa que eu posso beijar sabia? — A delinquente passou a língua pelo pescoço de sua vitima, fazendo a ter outro arrepio.

A delinquente continuo mordiscando o pescoço dela. Caitlyn procurava alguma forma de fugir mas não tinha como, Vi era muito mais forte do que ela, podia até ser boa com uma arma mas na luta corpo a corpo era vulnerável. Ela encarou aqueles olhos azuis brilhante, um olhar feroz que faiscava maldade. Sua dona sorriu de forma travessa para ela. Vi segurou seus pulsos mais fortemente queria que a outra senti se dor. Caitlyn sentira um imenso ódio dentro de si, a delinquente soltou as mãos dela.

–Não tente medir forças comigo, acredite vai ser pior -Ela voltou a dedicar se a marca o pescoço dela.

A xerife fechou os olhos queria acreditar que aquilo não estava acontecendo, definitivamente era um estrupo. E pensar que já deu tanto conselhos para mulheres que passara por aquilo, realmente desprezava aquele tipo de pessoa e tinha jurado que puniria a todos que comete se aquele tipo de crime. Vi segurou seu queixo e tomou aqueles lábios macios para si dando lhe um ardente e exitante beijo, a delinquente sabia muito bem como explorar uma boca. Ela não tinha construído sua fama atoa, por mais que a xerife não tenta se corresponder era inútil. Caitlyn sentiu o beijo da outra, parecia que a vontade de fugir e o ódio que havia dentro de si tinha se esvaído com aquele beijo. A delinquente roubou sua dignidade como autoridade tanto quanto seu ar, Vi separou seus lábios por um momento ainda deixando seus rostos bem próximo. Ela encarou os olhos castanhos da xerife depois sorriu voltando a beija la, dessa vez a xerife correspondeu um pouco mais, a delinquente aproveitou se daquilo e começou a abaixar o vestido tomara que caia da outra.

–Não faz isso Vi por favor — Caitlyn tentou um apelo.

–Quanto mais você implora, mais exitada eu fico — Ela puxou de vez deixando expostos os seios volumosos da outra. Ficou surpresa, aquilo era tão divertido quanto deflorar uma virgem.

–Isso é imoral! Vai contra qual quer sentido ética e de bom senso — Caitlyn protestou e soltou um gritinho quando sentiu a outra morde o bico dos seus seios com um pouco de força.

–Isso é imoral é o que ela diz, acho que moralidade e pudor não são o meu forte — Vi chupou um deles com vontade, sua língua brincava com o bico rosado.

A delinquente continuou passeando com a boca pelo corpo esbelto da outra, brincando de contorna e marca cada linha daquele dorso bem delineado. Ela passou a língua começando dos seios até próximo a virilha, Caitlyn sentira um arrepio e não conseguiu conter um leve gemido. Ela sentira um pouco de frio pela água que respingava da outra em seu corpo quente deixando ainda mais eretos os bicos dos seus seios, aquelas mãos passeavam pela lateral do seu corpo enquanto a boca fazia o que bem entendia com seus seios. Aquilo lhe causava um infinidade de sensações diferente, devia odiar o que aquela mulher que estava fazendo aquilo contra sua vontade, mas não tinha como, a cada toque dela era uma onda de prazer quer percorria por seu corpo. As brincadeiras que ela fazia em seus seios parecia que ativava uma linha magica que existia entre eles e sua virilha, deixando a extremamente exitada não poderia negar aquilo. Vi retirou o restante do vestido da outra, deixando a apenas de calcinha. Caitlyn virou o rosto constrangida por estar tão exposta, não queria encarar aqueles olhos maliciosos.

Vi observa aquele corpo, como era linda e de aparência tão frágil, o desejo de consumi la esta ardendo dentro de si e não tinha nenhuma pretensão de tentar conte lo. Ela voltou a ficar por cima da outra e cobriu novamente seus lábios, descendo sua mão pelo corpo dela entrando em sua calcinha sem nenhuma hesitação, sua mão chegou nos lábios inferiores e pode sentir o quão molhada ela já estava, a xerife estremeceu ao leve toque da outra. Vi penetrou dois dedos em seu interior, Caitlyn gemeu sentindo uma sensação nova com o toque além de ter ficado bem vermelha pelo fato de ter sido violada daquele jeito.

A delinquente movia seus dedos firmemente no sexo dela, enquanto brincava de sugar lhe os seios. Caitlyn não conseguia acreditar que estava sentindo um prazer que jamais imaginara com uma garota, ela sentia que aquilo era errado mas bom ao mesmo tempo. Por mais que tenta se lutar negar aquele prazer era inevitável, seu corpo todo pedia por aquilo seus quadris se mexiam involuntariamente e ela não conseguia pensar direito, só conseguia desejar mais aquilo. Vi apenas sorriu, sabia muito bem do que era capaz de fazer. Ela começou a brincar com o clítoris dela com seu polegar fazendo a gemer ainda mais alto, escutar aquilo e ver aquele rebolado involuntário dela fazia a desejar ainda mais.

Vi fazia movimento de entra e sai e ficava alternado em movimentos circulares, cada um deles arrancava quase que um grito da xerife. Vi mordeu o pescoço dela depois os seios, assim distribuindo mordidas fortes pelo restante do corpo, queria lhe causar dor. Ela percebeu que a xerife era desse tipo, masoquista, quanto mais bruta ela era mais a xerife gostava. Caitlyn só queria pedir mais, só que não conseguia forma uma frase, estava muito ocupada soltando aqueles gemidos que tanto tentava conter. Mas parece que a delinquente sabia ler seus sinais corporais e fazia exatamente o que ela queria tanto pedir.

Vi devorava aquele corpo com uma intensidade e ferocidade que jamais usara com outro alguém, mas falta uma coisa pra finalizar aquilo. Então ela decidiu dar um prazer a mais para a xerife e enfiou um terceiro dedo, fazendo movimentos mais violentos. Caitlyn sentira dor com a novidade e os movimentos mais intensos da outra, mas aquilo estava lhe trazendo uma sensação tão boa e forte de algo querendo sair. Caitlyn apertou mais a delinquente contra si e enterrou suas unhas nas costas dela rasgando a sem dó quando sentiu seu gozo sair, e com ele um alto gemido de prazer e o restante de suas forças. Suas pernas tremia e ela estava bem suada enquanto encarava nos olhos de sua predadora.

Vi a beijou novamente. Caitlyn aceitou bem o beijo dessa vez estava zonza demais para pensar na moral e ética agora, ela se levantou quase caiu se a delinquente não tivesse a segurado. As duas vestiram se e saíram em silencio, Vi subiu no muro primeiro depois ajudou a xerife, que dessa vez teve dificuldade em subir já que não tinha se recuperado ainda. Foi o mesmo pra descer a delinquente a segurou para que não caísse, Vi notou que ela tremia muito então deu sua jaqueta para ela vestir, não foi recusada. Quando subiu da garupa da moto Caitlyn se segurou na cintura da outra, que por acaso estava bem gelada. Ela devia estar sentindo frio também já que estava mais molhada que ela, mas se preferiu entregar a jaqueta não iria questionar. Elas voltaram pra casa já era bem tarde, cada uma foi pro seu quarto sem questionar o ocorrido. Vi se jogou na cama com o corpo úmido mesmo, estava se sentindo muito satisfeita, ficou intrigada pois foram poucas as vezes que realmente fizera sexo com alguém com tanta paixão.

Caitlyn afundou seu corpo no jacuzzi não conseguia tirar o que acabara de fazer da cabeça, tinha traído Jayce pela primeira vez e a poucos meses do seu casamento. Como foi capaz de fazer aquilo sem nem lutar de verdade, e o pior é que sua estupradora estava na mesma casa que ela; mesmo assim Caitlyn não se sentia capaz de expulsa la ou prende la pelos inúmeros crimes que cometera em uma só noite. Ela já tinha tido orgasmos quando transava com Jayce, mas nunca como aquele, não naquele nível. Se sentia perturbada com esse novo sentimento.