Notas iniciais
Olá meu povo gostoso, que saudades de vocês. ♥♥. E hoje, quero falar sobre uma das fanfic que eu leio no NYAH, e eu acho maravilhosa tudo bem que eu leio quase tudo que envolva Glee ou Vampire Diares, mas essa, eu me apaixonei assim do nada. E com toda certeza, vocês também vão: http://fanfiction.com.br/historia/474861/Do_odio_nasce_o_amor/ Tem poucos capítulos? Tem. Mas a fic tem fascina de um jeito impressionante, e todos nós leitores ou escritores sabemos o quanto dói não ver alguém comentando ou uma das melhores fics do NYAH parar assim do nada não é? Então, comentem... Tão esperando o que? u.u Agora vamos ao capítulo sem mais delongas.

Anteriormente:

Ele tirou meu vestido com cuidado, deixando-me apenas de roupas intimas e me enfiou dentro do chuveiro. A água estava estupidamente fria, e não podia resistir em dar um gemido.

– Vem comigo. — pedi com uma voz manhosa.

– Lena, você tá bêbada e isso não é certo e...

Fingi um choro falso, falando que ele não gostava de mim o bastante, e tals... Papo de bêbado.

– Tá bom.. Só essa. — tirou sua camisa social e sua calça jeans preta. Ele estava maravilhosamente gostoso e um tanto sexy. Mordo os lábios antes de beijá-lo, ele retribuiu sorrindo entre o beijo.

Tiro meu sutiã e calcinha, estava necessitando de sexo naquele momento, e pelo jeito ele também. Damon sorriu, massageando meus seios enquanto eu gemia de prazer, ele deveria ser preso por tamanha gostosura.

– Camisinha. — sussurro, desgrudando seus lábios macios do meu. Ele assentiu, e logo voltou com a camisinha já posta.

– Pronta? — falou nervoso. Apenas concordo, e ele me beija novamente, enquanto se prepara psicologicamente para penetrar.
– Tem certeza?

– Tenho, agora faz logo que estou morrendo de sono, por favor.

Ele atende aos meus pedidos, e me penetra enquanto eu gemo seu nome, tentando não gritar para acordar Jenna, Klaus e Caroline. Sexo é bom, mas sexo com Damon Salvatore é bem melhor. #ficaadica

Agora:

Eu acordei com os raios de sol que invadiam o quarto e incendiavam meu rosto. Eu dormi como uma pedra depois que eu e Damon transamos. Estava muito bem disposta, coisa rara de acontecer. Ouvi alguém bater na porta e deixei entrar meio sonolenta ainda.

– Bom dia, flor do dia... — Caroline entrou com seu pijama rosa ainda enquanto comia um donuts de morango.

– Como você pode estar comendo uma coisa que simplesmente odeia? Lembro que quando éramos crianças, você detestava essa coisa.

– Mas o donuts do Klaus é bom pra caralho, Elena... Se eu não tivesse com tanta fome, eu dava um pedaço pra você. — mordiscou o donuts sorridente. — Chama o Damon pra tomar café, são dez horas da manhã, e depois do sexo escandaloso que vocês tiveram ontem precisam de comida.

– Tá, agora sai daí... — digo revirando os olhos, vendo a loira bufar saindo do meu quarto.

Olho para Damon, ele continuava dormindo, estava pensando em uma das maneiras de acordá-lo... Poderia ser beijos, mas tá mais pra casal. Até que tive uma brilhante ideia.

– Acorda Bela Adormecida. — falei irônica, tacando um travesseiro em sua cara. Botei uma camisa dele que estava no chão e fiz um coque.

– Vai se foder, sua maldita do caralho, vai acordar cedo lá na puta que pariu.

– Mas eu não sei onde a Katherine mora. — faço um biquinho, enquanto bato nele com o travesseiro.

– Haha, isso é tão engraçado. — diz, se espreguiçando, abrindo os olhos azuis. — Essa é a minha camisa?

– Sim, espero que não se importe. — mordo meus lábios provocante.

– Você fica mais sexy nele do que em mim. — falou, me puxando pra perto dele, me dando um selinho. — Bom dia.

– Bom dia, dorminhoco. Vamos tomar café que estou morrendo de fome, e louca pra experimentar os donuts do Klaus.

– São muito bons, quando você come pela primeira, vai querendo mais e mais... Por isso eu estou gordo. — se levantando da cama completamente nu.

– Ah deus... — tapei o meu olho com a mão, mas as vezes dava uma leve espiadinha.

– Não tem nada do que você não tenha visto antes, Elena. — disse rindo, botando uma calça jeans que estava largada no chão.

Descemos as escadas, vimos Caroline devorando seu décimo donuts, April mexendo no celular trocando mensagens provavelmente com Matt e Klaus cozinhava mais donuts.

– Olá meus amores. — disse Damon cantarolando. April parou de mexer no celular assustada.

– Você quase nunca está de bom humor, o que aconteceu? Ah... Já sei. — disse me encarando, vendo que estava com a camisa do pai. — Vocês transaram.

– April! — digo totalmente corada. Ela apenas dá de ombros rindo bem baixinho continuando a fazer o que estava fazendo.

– Apenas dizendo a verdade.

Provei um dos doces que Klaus fez e adivinha? É MUITO BOM!! Até que reclamei falando que ele queria me ver gorda, enquanto riam da minha cara de emburrada.

– Podemos ir pra praça principal de Mystic Falls assistir um filme? — April sugeriu com os olhos brilhando. — Matt e eu queremos aproveitar nosso último fim de semana juntos e resolvemos convidá-los.

– Sim... Claro, vai ser uma ótima ideia. — sorrio, me lembrando que eu e Matt íamos pra lá assistir o filme, mas com a intenção de nos pegar. — Vai ser sete da noite não é? Quando eu morava aqui era mais ou menos nessa hora.

– E ainda é...

Seis horas da tarde. Uma hora pra ir para a praça principal de Mystic Falls.

– Elena, acho que eu não vou pra praça essa noite não. — a Barbie falou fazendo uma careta.

– Ué, porque? Você sempre gostou, vamos... Vai ser divertido.

– Não estou me sentindo muito disposta. — falou, se deitando na cama, suspirando. — É coisa normal na gravidez, né?

– É sim, Car... Não se preocupa. Vou avisar ao pessoal, se acontecer alguma coisa ou sentir alguma dor, liga pra mim ou pro Damon.

– Tá bom, Lens. Se divirta por mim só não beba todas. — falou sorrindo um pouco.

– Haha, tá bom.

Desci as escadas praticamente correndo, vejo Klaus falando com alguém no celular aparentemente zangado. Damon me esperava sorrindo enquanto April dizia o quanto demorávamos e blah blah.

– Cadê a Carol, minha doce Elena? — falou Klaus, assim que desligou o telefone.

– Não está se sentindo bem, mas não se preocupa, é normal as grávidas ficarem assim... Ela só precisa ficar sozinha. E eu já pedi pra se ela sentir alguma coisa liga pra mim.

– Mas eu sou o pai.

– E eu sou a melhor amiga desde sempre.

Praça principal.

Estávamos assistindo o filme "O vento levou", é filme antigo, mas sempre me emociono quando o vejo. Até que senti um aperto no meu peito esquerdo. Sabe aquele sexto sentindo? Eu tenho quase isso... Alguma coisa estava acontecendo.

– Damon... Precisamos voltar pra casa. — falo, olhando pra ele, saindo do braço.

– Porque? Está tão ruim assim o filme ou não está suportando seu ex beijando minha filha?

– Primeiro: Estou pouco me fudendo pra aquele filho da puta, mas se ele magoar a April, eu arranco suas bolas. Segundo: Eu estou com um mal pressentimento.

– E em relação a Care? — eu assenti meio nervosa. Ele se levantou do chão em uma velocidade da luz.

– Vão aonde? — perguntou Klaus comendo pipoca.

– No banheiro. — digo para não preocupá-lo. Ele logo "entende" o sentindo, e assente voltando a prestar atenção no filme.

Casa dos Gilbert. Dez da noite.

Abri a porta com medo, enquanto Damon estacionava o carro na outra esquina. Até que encontrei uma cena que cortou meu coração e comecei a gritar feito uma maluca desesperada. Caroline estava caída no chão com uma pequena poça de sangue em sua volta. O sangue ainda tava fresco, então ainda poderia salvar o bebê e a minha amiga. Certo? Era como se ela tivesse caído da escada, mas propositalmente.

– DAMON! AJUDA. — ele apareceu correndo, e quando viu a cena começou a chorar. — Precisamos levá-la pro hospital.

A colocamos no carro cuidadosamente, Damon ultrapassava o limite de velocidade, mas era a vida da minha amiga que estava em risco.

Hospital de Mystic Falls.

– Eu falo com a recepcionista, enquanto você com o Niklaus. — falou Damon tirando Caroline do carro. Ah que legal, eu que fico com a parte de dar a notícia.

Oi Elena... Cadê vocês? Estou procurando vocês há trinta minutos. Está tudo bem?

Nós estamos no hospital de Mystic Falls, pergunta pro Matt que ele sabe onde fica.

O que aconteceu? – disse nervoso.

– Só vem pra cá, o mais rápido que puder, se possível. — suspirei, sentando em uma das cadeiras da sala de espera do hospital, esperando notícias da Caroline e do bebê.

Notas finais
Gente, loucura, eu não lembro de ter colocado pra programar a postagem pra hoje, heueheu... Então, ficou super estranho... Irei refazer, e tals. Mas até amanhã, gnt. ♥