Notas iniciais
Oieeeeee amoreeeeessss!!!!! [Ai, tô mega animada hoje... rs] Mais um capítulo novinho em folha!!!!! Preparados???!!!! Então simbora!!!! Boa leitura!!!!

Carlos desfez o laço, puxou a tampa da caixa e olho atentamente o que tinha dentro. O olhar incrédulo alternava várias vezes entre o rosto do marido e o conteúdo da caixa.

– Eu não acredito... Isso é... Isso é o que eu estou pensando? – indagou com a voz já embargada pela emoção.

Tonny apenas assentiu com a cabeça.

Uma lágrima pulou do olho direito do executivo, e logo outras acompanharam.

– Você tem certeza disso?

O publicitário novamente assentiu com a cabeça, seus olhos também já estavam marejados e as lágrimas ameaçavam cair.

Carlos retirou o primeiro conteúdo da caixa, um par de sapatinhos brancos de bebê, feito de lã. O executivo admirou o objeto como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Depois puxou uma chupeta transparente com desenhos de animais; sorriu completamente bobo quando enquanto observava bem de perto os pequenos contornos coloridos das girafas, ursos e pássaros que adornavam o objeto. Por último, retirou a peça que o deixou mais encantado e muito mais emocionado, fazendo seu choro intensificar: uma camisetinha branca, tão pequena, com um bordado na frente azul turquesa que dizia “Sou do papai”.

Carlos deixou escapar um soluço pelo pranto – Eu vou ser pai? – indagou incrédulo, tirou os olhos da camisetinha relutante e encarou o marido.

– Vai, sim... – respondeu Tonny secando as próprias lágrimas em vão, já que outras caiam novamente – Nós vamos ser pais.

– Eu não acredito! Isso é maravilhoso!!!! Muito obrigado! – Carlos levantou e ajoelhou ao lado do marido sentado que virou de frente pra ele, o abraçando forte – Você é o homem da minha vida! Eu te amo tanto, tanto, tanto! – disse entre soluços.

– Eu também te amo muito! Mais do que você pode imaginar. – Tonny se afastou segurando o rosto do marido ajoelhado à sua frente entre as mãos, secando as lágrimas dele com os polegares – Vamos ser uma família, nós merecemos isso! – Carlos assentiu com a cabeça – Mas tem uma condição...

– O que você quiser. Eu faço o que você quiser... –disse imediatamente o executivo, sem hesitar um segundo sequer.

– Depois do período de adaptação eu vou voltar para o meu trabalho, não quero ficar em casa para cuidar da casa e dos nossos filhos pelo resto da vida. Não me peça isso... Nunca.

– Tudo bem, não tem problema, vai ser do jeito que você quiser... Eu prometo. Não vou pedir. – selou demoradamente os lábios de Tonny, ambos com a boca salgada devido às lágrimas que teimavam cair sem parar – Eu juro.

– Você não sabe como essa promessa me deixa feliz.

Carlos sorriu para o marido – Não mais feliz do que eu estou agora! – o beijou nos lábios.

Em seguida ficou de pé e subiu em uma das madeiras da base da cerca que protegia o quiosque do mar.

– EU VOU SER PAAAAAAAAAAAAAI!!!!! – gritou Carlos a plenos pulmões em direção ao mar, com os braços pra cima e as mãos cerradas em punho, como se tivesse comemorando uma medalha de ouro que acabara de ganhar.

Tonny achou um tanto engraçado e riu feliz ao ver a felicidade do marido.

Carlos voltou para lado de Tonny pegando em sua mão.

– Vamos! Eu não quero esperar a sobremesa. Quero curtir a segunda parte da surpresa. – disse radiante como uma criança feliz.

– A sua surpresa ainda tem segunda parte? E eu achando que ia ganhar pelo menos uma vez. – levantou da cadeira.

– Você já ganhou! Ganhou por uma vida inteira de surpresas. Nenhuma surpresa no mundo poderia ser melhor do que a sua. – passou os braços em volta cintura do publicitário e deu-lhe um beijo breve e apaixonado – Sua surpresa foi inesquecível! Nada no mundo é mais especial que isso... Agora vamos! – Saiu puxando o publicitário, mas depois de dois passos voltou pegando a caixa com tudo dentro e levando consigo.

Tudo o que faltava para Carlos e Tonny serem uma família era o “sim” do publicitário, mais nada! E finalmente a aprovação havia chegado dentro de uma caixa branca decorada com um laço azul. Claro que aquele era um presente simbólico. Eles não faziam ideia de quem viria ser a ser o filho tão esperado deles, muito menos a idade. Tonny sabia o quanto se tornar uma família era importante para o executivo, apenas dizer “sim” em um momento qualquer, não lhe parecia satisfatório depois de tanta paciência e respeito à sua escolha. Por isso, desde que tomou sua decisão, considerou que durante aquela viagem seria o momento perfeito. E foi. O publicitário queria deixar o marido surpreso e, não só conseguiu como foi além, deu a ele um dos momentos mais emocionantes de sua vida.

Depois da última conversa que tiveram sobre ter filhos, Carlos esperava que o padrão se repetisse: esperar por meses para que pudesse introduzir o tema novamente, tentando mais uma vez convencê-lo. Apesar da esperança e do desejo latente de ser pai, o executivo não esperava uma resposta positiva tão cedo. Carlos nunca cogitara ter um filho sem o consentimento do marido, a palavra de Tonny era lei, por isso apenas aguardou pacientemente por quatro longos anos, aceitando todos os motivos ou desculpas para todos os “nãos” que ouvia cada vez que tocava no assunto. Agora o executivo estava radiante em receber a confirmação que a única coisa que sentia falta na sua vida finalmente chegaria: um filho. Finalmente seria pai.

Apesar da felicidade daquele momento e da euforia, é claro que aquilo não era algo simples. Eles tinham um longo caminho pela frente. Teriam que enfrentar uma grande burocracia durante o processo de adoção. Ainda tinha a possibilidade de sofrer com a homofobia, como acontecia em alguns casos de adoção por casais do mesmo sexo. Mas não era o momento de pensar nisso. Era hora de comemorar!

Os dois correram pela praia por onde Carlos guiava. Sentiam uma felicidade, uma plenitude enorme.

– Parece que meu coração vai explodir de tanta felicidade! – Carlos puxou Tonny para um abraço no caminho – Você é o homem da minha vida. Eu não consigo imaginar a minha vida sem você.

– E nem precisa. Você é o homem que eu amo. Primeiro e único! Eu não vou a lugar nenhum sem você. O meu lugar é ao seu lado. – Beijou o marido.

Continuaram andando de mãos dadas, descalços, pela beira do mar que refrescava os pés, rindo de nada e de tudo, não precisavam de um motivo para rir maior do que a alegria que sentiam.

Mais alguns minutos de caminhada e chegaram ao local esperado. Era uma parte completamente deserta da praia. Tonny ficou impressionado com a produção. Não havia energia elétrica naquela área, e a iluminação ficava por conta de uma fogueira que estava acesa. A alguns metros havia uma estrutura de madeira quase rasteira sobre a areia, uma cama bem no meio da areia da praia. Era de madeira crua, um tanto rústica. As cortinas brancas transparentes adornavam o dossel. Ao lado um balde com gelo guardava um champanhe e duas taças, sobre uma bandeja havia algumas frutas pequenas, como morangos, uvas, amoras e ameixas frescas, além de um pote com chocolate derretido e algumas garrafas de água mineral.

– Você não existe, sabia?! – exclamou Tonny boquiaberto.

– Isso significa que você gostou? – abraçou o publicitário por trás.

– Como eu não iria gostar?

– Não sei... Depois de hoje, todo que tentar fazer por você será insignificante. Eu nunca vou conseguir fazer algo que seja tão importante e significante quanto isso. – agitou levemente a caixa de presente em uma das suas mãos.

– Não seja bobo, tudo que você faz por mim é importante e extremamente significante. – Se virou nos braços do executivo, fitando seus olhos – Sempre foi e sempre será. – O beijou apaixonadamente.

A natureza do beijo começou a mudar, se tornando mais urgente, mais quente, mais sexual. Carlos deixou a caixa cair na areia e suas mãos começaram a percorrer o corpo do marido, que retribuía os toques. Lentamente, sem pressa alguma, começaram a tirar um a roupa do outro. Primeiro a camisa de Carlos foi desabotoada, botão por botão. O executivo por sua vez fez o blazer do publicitário deslizar por seus ombros. Tonny também fez o mesmo com a camisa desabotoada do marido, fazendo-a cair displicentemente na areia. O moreno segurou a barra da camisa do outro e a tirou; agarrou Tonny por baixo da bunda e o ergueu, carregando-o até a cama, onde deitou com ele lentamente, ficando por cima.

Tonny inverteu as posições rapidamente, surpreendendo o executivo; sentou sobre os quadris dele, uma perna de cada lado, e se esticou para pegar o pote de chocolate derretido que estava ao lado, além de um morango. Melou a fruta no creme escuro e passou em volta da boca de Carlos, em seguida limpou o chocolate com a própria boca, lambendo e chupando os lábios do outro. Seus rostos estavam bem próximos, quando Tonny colocou o morango na boca do executivo, mas antes que ele pudesse morder a fruta fez o caminho inverso com a mão, colocando-a na própria boca, tirando um pedaço.

– Hum... Gostoso!!... – Tonny provocou o marido – Você quer? – indagou com uma voz sensual.

Carlos fez que sim com a cabeça, os olhos brilhando de desejo.

O publicitário mergulhou novamente o morango no chocolate e melou a própria boca desta vez, deixando que o marido fizesse com ele a mesma coisa que ele havia feito antes, por fim deixando-o finalmente comer a fruta.

Tonny derramou chocolate pelo peito e pelo abdômen sarados e belamente definidos de Carlos, fazendo caminhos tortuosos. Caminhos estes que sua boca seguiu lentamente, lambendo, beijando, mordiscando. O executivo apenas ofegava com a sensação e soltava breves gemidos.

– Você é uma delícia, sabia?! – Sussurrou no ouvido de Carlos – Com chocolate, então... Hum... Eu não resisto... – Mordiscou o lóbulo da orelha do executivo – Sabe, eu acho que estou com desejo de grávido... Quero comer uma coisa especial...

– Ah, é? O quê?!

– Você...

Tonny ativo. Aquilo já tinha acontecido algumas raras vezes. Durante os treze anos de relacionamento, o número de vezes não completava nem os dedos das mãos. Carlos não era machista a ponto de achar que ele era o dono absoluto da arte de penetrar. Além do mais, pensava que nada poderia fazê-lo mais gay ou menos gay do que amar um homem e dividir a própria vida e a cama com ele por quase uma década e meia. O executivo acreditava que isso não o tornava menos homem.

A primeira vez que o publicitário quis trocar os papéis na cama surpreendeu Carlos, é claro! Ficou receoso, afinal de contas ele nunca tinha pensado em si mesmo nesses termos, nunca sentiu vontade nem desejo de se colocar na posição de passivo, até porque tinha um instinto mais dominador. Na época ficou tenso, demorou alguns dias para aceitar a ideia, mas acabou cedendo sob a promessa de Tonny que seria cuidadoso. O executivo não queria negar prazer ao marido de forma alguma, e isso também foi um ponto decisivo para dizer sim à nova tentativa. A experiência não fora ruim, mas não era uma coisa que Carlos quisesse manter uma regularidade. Na verdade, nem Tonny queria. O publicitário gostava, e muito, de ser o passivo da relação, apenas queria tentar uma coisa diferente, uma forma nova de prazer. Carlos era o primeiro e único homem que o publicitário teve na vida, então qualquer coisa que quisesse tentar ou experimentar na cama tinha que ser mesmo com o executivo, não tinha escolha.

Da primeira vez que fizeram, Tonny gozou dentro de Carlos. Mas o executivo não gostou nada da sensação do sêmen saindo do seu corpo no final do sexo, então concordaram que se houvessem próximas vezes, ou o publicitário gozaria fora ou só gozaria dentro com camisinha. E assim foi feito as vezes que o ato se repetiu.

Diferente do marido que não gostava de usar lubrificante, Carlos exigiu o uso todas as poucas vezes que inverteram os papéis. O executivo não esperava aquele pedido, naquela noite, e por isso, é lógico que ali não tinha lubrificante, isso o deixava tenso. Quer dizer, mais tenso do que normalmente ficava inicialmente quando ouvia aquele pedido. Até porque já fazia tanto tempo que haviam feito aquilo, que Carlos já tinha até praticamente esquecido como era.

– No mínimo peculiar e inesperado esse seu desejo, como é o desejo de toda pessoa grávida... Mas você esqueceu que aqui não tem lubrificante.

– Eu sei... Mas eu tenho uma ideia quanto a isso. – Recebeu o olhar duvidoso do executivo – Não se preocupe, não é saliva. Você confia em mim? – Fez um olhar fofo pidão. Carlos respirou fundo.

– Tudo bem, eu confio. Além do mais, não se deve negar os desejos provenientes de uma gravidez, não é mesmo?– disse em resposta, enfim aceitando, mas ainda estava com medo do estava por vir, afinal de contas Tonny também era bem dotado e não tinha certeza se o que ele planejava seria eficiente ou suficiente.

– Ótimo. – o publicitário abriu um largo sorriso, tão lindo que Carlos pensou ter visto o brilho do sol nele. Faria qualquer coisa por aquele sorriso.

Tonny ergueu o corpo e levantou. Tirou a calça e a cueca do executivo, deixando-o nu. Em seguida tirou a própria calça ficando apenas de cueca. Pegou o pote e continuou o trabalho que fazia anteriormente, dessa vez derramando chocolate na virilha e nas pernas de Carlos, fazendo o mesmo processo usado anteriormente no abdômen. Quando finalizou os membros inferiores, derramou uma quantidade generosa no pênis do marido semidesperto. Demorou-se ali lambendo todo o chocolate. Quando não havia mais nenhum doce no falo já ereto, Tonny colocou um travesseiro embaixo dos quadris do marido e começou um oral bem lento. Sem interromper a felação, levou seus dedos à boca de Carlos, que entendeu o recado e os chupou, deixando-os mais molhados possível.

O publicitário aumentou o ritmo que imprimia com a boca, fazendo o marido gemer. Aproveitando que o executivo tinha um momento de prazer, inseriu o indicador no ânus dele. Sentiu que o local estava realmente apertado. Carlos soltou um suspiro de desconforto e apertou os fios de do cabelo de Tonny, que segurava para ditar o ritmo do oral que recebia. Logo que sentiu as mãos em sua cabeça relaxar, o mais novo inseriu o segundo dedo. Carlos sentiu doer mesmo com o prazer que tinha com os estímulos em seu pênis.

– Ahhh!!! – Soltou um breve gemido de dor.

Tonny deixou o pênis do executivo e lhe beijou a boca.

– Prometo que vai ser bom... – tentou tranquiliza-lo – Apenas relaxe... – continuou a mover os dedos dentro dele, em seguida voltou ao oral.

O objetivo principal de Tonny era fazer o executivo gozar naquele momento, por isso retirou os dedos de dentro dele, pois sabia que ele não gozaria daquela forma. Acelerou o ritmo da felação em busca de levar o marido ao ápice, quando percebeu que ele ia gozar retirou a boca finalizando o trabalho com mão até o marido chegar ao orgasmo.

Ao final do orgasmo, Carlos olhou o publicitário e percebeu que ele já estava nu, nem reparou o momento que ele havia tirado a única peça que restava em no corpo: a cueca. O executivo viu Tonny passar a mão melada com o sêmen, que tinha acabado de expelir, no próprio pênis e abrir suas pernas e passar o restante em sua entrada. Achou a ideia criativa, mas rezava para que aquilo realmente surtisse efeito.

Tonny se ajoelhou no meio das pernas do marido e posicionou o pênis na entrada dele. Tentou penetrar, mas não conseguiu, estava realmente apertado, Carlos parecia tenso. Inclinou, deitando sobre o corpo do executivo e tomou sua boca num beijo forte e envolvente, desistindo de forçar a entrada. Com isso Carlos relaxou. Quando percebeu a perda da tensão do marido, Tonny agiu rápido e penetrou, mas só a glande entrou. O gemido de dor e surpresa do executivo foi abafado pelo beijo. Carlos apertou os lençóis com força tentando suportar a sensação. Tonny decidiu que era melhor terminar logo com a dor inicial para que Carlos pudesse enfim sentir prazer, então ergueu o tronco e forçou-se para dentro. O executivo por reflexo se mexeu pra cima na cama, tentando fugir do contato, mas Tonny o segurou pelos quadris para imobiliza-lo, mantendo-o no lugar e finalmente sentiu seu pênis entrar por completo.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! – Carlos gemeu alto, quase um grito. – Merda. Não se mexe! – pediu, ou melhor, ordenou num quase sussurro, arfando um tanto. Tonny inclinou o corpo sobre ele novamente.

– Não vou me mexer. – Tranquilizou-o, alisando seus cabelos – Apenas relaxe, ok? Relaxe. – O beijou – A gente já fez isso antes, vai ficar mais gostoso já, já, basta você relaxar... – Voltou a beija-lo, dessa vez mais demorado. Até que Carlos sentiu que não doía mais, era apenas estranho.

– Tudo bem, agora pode...

Anthony saiu e entrou lentamente, apreciando a sensação. Era infinitamente melhor do que lembrava. Fazia tanto tempo que ele não tinha mais uma memória clara sobre como era estar dentro do marido. Gemeu sentindo aquele lugar tão apertado e tão quente. Provocou o pescoço de Carlos com beijos e chupões, voltando à boca em seguida. Interrompeu o beijo e ergueu o corpo, começando a masturbar o pênis sem ereção do marido.

A cadência dos movimentos aumentou gradativamente, em uma das estocadas Carlos sentiu sua próstata ser provocada e gemeu alto de puro prazer, sentindo o pênis ganhar vida rapidamente. Tonny aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, provocando insistentemente aquele ponto, o executivo apenas gemia sem parar, já havia até esquecido como poderia ser prazeroso também ser penetrado.

Enquanto masturbava no mesmo ritmo das estocadas, a outra mão de Tonny tocava o corpo do executivo em todas as partes possíveis; alisando as grossas coxas, sentido os gominhos perfeitos do abdômen, apertando o peitoral, provocando os mamilos.

Tonny já sabia que Carlos não costumava gozar quando era penetrado, depois de algum tempo sentiu que estava perto do ápice; inclinou sobre o corpo do marido mais uma vez, sentindo o falo rijo tocar sua barriga. Envolveu a nuca do executivo com as duas mãos e tomou sua boca num beijo faminto.

– Me deixa gozar dentro de você, deixa? Só dessa vez... Você não faz ideia do tesão que eu estou sentindo... Eu preciso disso. – sussurrou no ouvido de Carlos.

– Isso faz parte do seu desejo de grávido?

– Hunrum...

– Tudo bem... Mas sua cota de ‘desejos sexuais estranhos de grávido’ acabou por hoje.

Tonny sorriu. Aumentou ainda mais o ritmo que imprima, metendo duro, forte e rápido. Carlos arfava e gemia com a sensação de prazer intenso, até que Tonny chegou ao seu limite.

– Ohhhhhhhhhhhhhh!!! Ahhhhhhh!!!!! – Tonny gozou forte dentro do marido. Um orgasmo diferente dos que costumava ter, mas tão bom quanto.

O publicitário pegou a cueca ao lado de Carlos e em seguida saiu de dentro dele. Usou a peça pra limpar o próprio sêmen que começava a escorrer, sabia que era daquilo que o executivo não gostava. Quando se movia para deitar, foi surpreendido por Carlos que o agarrou e o jogou na cama, virando-o de bruços em seguida.

– Agora vem aqui você!

Desceu a boca pela coluna de Tonny, dando vários beijos até chegar às nádegas onde deu algumas mordidinhas. Deslizou a língua até o ânus te Tonny, provocando o local, fazendo Tonny gemer. Não se demorou muito na tarefa, sentia o pau latejar de tesão, pedindo por alívio. Pincelou a glande no meio da bunda do publicitário e penetrou logo em seguida, deitando o corpo em cima do marido.

– Ahhhhhhhhhh!!! – Tonny gemeu apreciando a sensação de ser preenchido pelo marido que tanto amava.

Carlos passou os braços em volta do corpo do publicitário abraçando-o, mordendo e beijando suas costas, ombros e nuca. Faziam amor com visível paixão e entrega, lento, sem pressa, como se o mundo pudesse esperar uma eternidade por eles.

Por fim, Carlos se moveu sem sair de dentro, ficando ambos de lado, e imprimiu um ritmo mais forte e duro, ao mesmo tempo em que masturbava o publicitário, que estava com o pênis extremamente rígido naquele momento. Logo ambos gozaram, e caíram com as costas na cama, completamente exaustos pela rodada dupla de sexo.

– Isso foi muito bom. Simplesmente perfeito! – disse Tonny ofegante.

– Saciado, ‘senhor grávido de desejos estranhos’? – o publicitário riu de como foi apelidado.

– Muito! Muito mesmo!

– Ótimo! Pois fique sabendo que isso – o dedo apontava alternadamente para os quadris de ambos – não vai acontecer nunca mais na ausência de um lubrificante. – Tonny riu novamente. – A sua ideia foi ótima, ajudou muito, mas não é mesma coisa. Embora do meio pro final, quando eu já havia relaxado, tenha sido muito bom, a primeira parte foi bem complicada. Então, não! Sem lubrificante, sem Carlos.

– Ok. – riu do jeito do marido e o beijou.

– Agora só falta uma coisa... – disse quando o beijo foi quebrado.

– O que?

Carlos levantou e pegou o champanhe e as duas taças no balde de gelo. Retirou a tampa sem derramar nem uma gota e serviu, entregando uma das taças a Tonny.

– Um brinde à nossa família que começa hoje. Mesmo que a gente ainda não conheça o nosso filho, ele está em algum lugar esperando por nós, e saber que agora nós estamos mais perto de encontra-lo, que estamos indo em busca dele, já nos torna uma família. Eu acredito que estamos grávidos, e isso não precisa ser uma coisa física. A nossa condição de espera da chegada do ser que nós vamos amar mais que tudo no mundo, nos torna grávidos. Que ele venha logo pra casa, onde é o lugar dele, ao nosso lado.

Tonny ficou completamente emocionado com as palavras do marido. Tinha os olhos marejados.

– À nossa família! – O publicitário ergueu a própria taça e brindaram.

Depois de tomarem o champanhe e comerem algumas frutas, o casal estava deitado na cama, um de frente para o outro. Carlos tinha o braço esquerdo esticado, onde Tonny pousava a cabeça. Por baixo do lençol, que escondia a nudez de ambos até a altura da cintura, as pernas estavam entrelaçadas. As faces estavam próximas, Carlos fazia carinho no rosto de Tonny com os dedos, enquanto o publicitário acariciava levemente seu abdômen.

– Muito obrigado.

– Por quê? – indagou Tonny.

– Por tudo. Eu devo a minha vida e tudo que temos a você.

– Isso não é verdade...

– Você sabe que é verdade, sim. Conhecer você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida... – riu como se recordasse de algo – Sabe, naquele dia que nos vimos pela primeira vez na biblioteca, não era um dia que eu estava considerando um dia bom. Eu estava irritado de ter que ir lá na universidade durante o dia, gastando um dos meus raros momentos de folga pra fazer aquela maldita pesquisa. Meu colega que formava dupla comigo era um irresponsável e o trabalho estava completamente prejudicado. Eu fui lá na biblioteca só pra buscar uns livros... Mas aí eu te vi sentado na mesa, tão lindo e concentrado, lendo um livro sobre Teoria da Comunicação... Eu me lembro como se fosse hoje. Estava na sua cara que você era um calouro. Eu não resisti e tive que sentar lá pra te conhecer, era impossível, um absurdo que eu nunca tivéssemos nos visto antes...

– Mas eu já tinha visto você...

– Ah, é? Quando? Você nunca me disse isso...

– Eu estudava pela amanhã e você era aluno da noite. Ethan também era aluno da noite. Às vezes quando a gente ia sair pra fazer alguma farra sexta à noite, eu ia encontra-lo lá e a gente ia direto para as festas. Algumas vezes você estava lá, do lado de fora, na barraquinha bebendo com os seus amigos. Eu achava você lindo, e você sempre foi extremamente charmoso, mas eu pensava que nem em um milhão de anos eu teria uma chance com você. Eu já sabia que você era gay, a gente sempre acaba sabendo dessas coisas... Mas você estava sempre rodeado de rapazes, ainda fazia parte do mesmo grupo de amigos do Mazo, e ele tinha a maior fama de pegador no campus. Você era mais velho que eu... Mesmo sendo apenas dois anos de diferença, você já tinha cara e postura de homem... E eu era só um adolescente de 17 anos cursando o primeiro semestre de publicidade, um reles calouro. Não tinha chance nenhuma. Pelo menos era isso que eu achava.

– Você é bobo. Se existissem um milhão de universos paralelos, em todos eles eu seria seu. Não tem outra alternativa.

Tonny sorriu e beijou o marido. – A faculdade foi uma das melhores épocas da minha vida.

– Da minha também... Mas apenas por causa de você.

– Não é bem assim...

– Claro que é! Como você tem coragem de dizer isso? Se não fosse por você eu nunca teria terminado meu curso. Se você não tivesse usado dinheiro do fundo que você tinha pra custear os seus estudos, para pagar quase um ano das minhas mensalidades, eu teria deixado a faculdade. E Deus sabe se eu conseguiria voltar a estudar algum dia, diante da situação que tínhamos lá em casa...

– Você sabe que era uma parte do dinheiro da herança do meu pai, que minha mãe guardou pra os meus estudos. Era mais do que suficiente, não iria me fazer falta naquele momento. Você estava passando por um momento difícil financeiramente, o que você ganhava não dava pra tudo, você ainda tinha que ajudar sua mãe nas contas da casa. Era apenas a coisa certa a fazer...

– E Praticamente me dar o seu carro? Isso também era a coisa certa a fazer?

– Era! Você precisava mais dele do que eu. Eu só usava praticamente para ir e voltar da faculdade; e você teve que vender a sua moto pra segurar as pontas na sua casa, ficou sem ter como se locomover rapidamente. Você trabalhava, depois teve o estágio, era mais importante e útil pra você do que pra mim. Além do mais você sempre me deixava na universidade na ida para o trabalho e no seu horário de almoço você me buscava. Quando a gente saía pra outros lugares estávamos sempre juntos, então não fazia diferença.

– Entenda uma coisa: se não fosse por você, tudo isso aqui não estaria acontecendo. Graças a você eu me formei, graças a você que eu concluí a graduação que me permitiu chegar à posição que eu tenho hoje. Eu devo absolutamente TUDO a você. Obrigado por sempre cuidar de mim. – Beijou o publicitário nos lábios.

– Você não tem o que me agradecer, eu fiz e faço apenas o que qualquer pessoa faria por alguém que ama de verdade. E eu te amo. Muito!

– Eu também te amo, homem da minha vida. – beijou o marido mais uma vez.

Notas finais
Muuuuuuitas REVELAÇÕES nesse capítulo!!!! Muita informação, meu povo!!!! Aaaaahhhhhhhh!!!! Tonny ativoooooo!!!!! Hahahahahaaahha!!! Quem ficou chocadx levanta a mão!!! õ/ Quem amou levanta a mão!!! õ/ Quem odiou e quer bater na autora levanta mão [levanta no review que eu sou da turma que amou... hahahaha]. Quem acha que "O homem que eu amo" é muito legal levanta a mão!!! õ/ Quem acha que a autora é uma abestalhada e sem noção levanta a mão!!! õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ õ/ ACABOU A BRINCADEIRA!!!! Num achei graça!!!! ¬¬ Só queria dizer que o quiosque citado no capítulo de sábado passado, quem clicou no link viu, de fato existe! Fica em um resort na Riviera Maya em Cancun. Esse tipo de serviço da cama na areia da praia também existe, mas não sei se em Cancun tem. Foi pura conveniência da história mesmo, tá?! Se encontrarem algum erro, me avisa que eu corrijo, hoje eu não tava muito afim de ler as 150 milhões de vezes que eu leio antes de postar... rs. Tô eufórica demais pra isso. kkkkkkkkkkkkkkkk [Não sei qual é o meu problema hoje] Bjokas! Vejo vocês nos reviews!!!!