O homem com a cabine azul
2 Capítulo 2 - É menor por fora
Quando olho todos estão debaixo das carteiras tremendo de medo achando que deve ser um atentado terrorista, um silêncio predomina sobre a fumaça que cobriu a escola, de repente aparece um robô que fica repetindo "exterminar a raça humana'', até ele parar de funcionar misteriosamente e cair no chão.
Então, um homem queixudo com cabelo estranho, usando um sobretudo meio marrom e uma gravata borboleta vermelha, aparece segurando um objeto que parece ser uma chave de fenda alienígena.
Ele apenas fica observando todos e pergunta:
—Por nome dos Time-Lords quem aqui é João Vitor Paris?
—Eu. Levanto a mão decididamente, porém com medo pois não sei quem é esse homem estranho que sabe meu nome, ninguém sabe meu nome, nem mesmo meu tio sabe meu nome.
Ele sorri, ao lado dele aparece uma linda mulher com cabelos ruivos e outra com cabelos castanhos, a de cabelo castanho sorri para mim.Ele diz:
—Ótimo, finalmente, rápido venha comigo, precisamos sair logo daqui.
—Por que? Quem é você?
—Pode me chamar de doutor, sou alienígena, tenho dois corações, falo a língua dos bebês, e essas são Amy Pond e Clara Oswald.
Ele me puxa pelo braço até uma cabine policial azul que parece ser de 1960 ou até menos.
—Você pode se surpreender com o que têm dentro dessa nave. Diz Amy.
Fico pensando ela é louca isto não é uma nave é uma caixa azul. Ao entrar tudo é imenso, cheio de botões e luzes. E então ele diz:
—Sim, pode dizer vai fala. Eu estou boquiaberto e digo gaguejando:
—Ela é menor por fora!
—Eu esperava uma outra resposta, sabe, maior por dentro. Diz ele com cara meio decepcionada
—Rápido, doutor temos que leva-lo para a família. Diz Clara
—Sim, tem razão
Ele começa a apertar um monte de botões e começa a abaixar alavancas e fica correndo como se fosse um gato doente atrás de uma pomba. Do nada a nave começa a fazer uma espécie de barulho que parece um assobio
Ao abrir a porta estou no meu quarto novamente e fico olhando para eles, eles devolvem o olhar com um leve sorriso, quando vou para a sala meus pais estão chorando assistindo o jornal, está passando a reportagem da minha escola em chamas.
Minha mãe ao me ver corre me abraça forte como se eu fosse o dinheiro da loteria que ela nunca ganhou.
—Meu filho onde você estava?, você não foi para a escola? e quem são esses?
—Calma ele está bem, mas vai precisar vir conosco, sou o doutor essas são Amélia e Clara.
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