Notas iniciais
Bom povo fico contente em trazer pra vocês mais um capítulo da historia que eu estou adorando escrever. Se quiserem vão no blog da historia, la tem varias coisas que acrescentam a historia, e façam perguntas aos nossos heróis, eles iram adorar responder. https://o-heroi-das-chamas.tumblr.com

A velocidade da nave era muito grande, o que não deveria me espantar, o problema e eu descobri quando ela parou, eu enjôo em naves espaciais.

Assim que ela para eu me solto to local onde eu estava e vou correndo para fora vomitar, a minha sorte ou não eu não comia a algum tempo e não tinha o que por pra fora.

Kara vem ver se eu estou bem, ela era uma menina interessante, esperta também pelo visto, ela entendeu que eu não ia compreender o que ela falava já que o tradutor era de uma mão só então procurava mostrar o que ela queria com gestos.

— estou bem, aonde fica essa Fortaleza que sua mãe falou?

Ela da de ombros, sua repressão era seria, ela olha ao redor, a paisagem era quase que completamente branca pelo gelo. Detalhe, enquanto olhava ao redor me dei conta que estava só de calça no meio do ártico e não sentia frio.

O mesmo não poderia se dizer dela, o frio poderia não estar a incomodando muito, mas o queixo dela estava tremendo.

—você está com frio Kara?

Ela me olha surpresa, provavelmente achando irônico um cara sem camisa no frio perguntar se alguém estava com frio.

Me aproximo dela, essa garota não deveria ter mais que dez anos, e parecia não centrada, esperta, não sei porque quero ajudar ela, não ganho nada com isso.

Eu me abaixo até a altura dela, concentro na energia que tinha dentro de mim, e a primeira vez que tento usar meus poderes sem ter uma fonte de calor externa, mas algo em mim acha natural fazer isso, abro a mão em frente à ela é uma pequena chama azul aparece.

—Sabe, esse fogo na cor que ele está e sua forma mais plena, ele é a queima perfeita de oxigênio equilibrado com a quantidade de carbono no ambiente.

Os olhos dela brilhavam em direção ao fogo, ele era lindo de fato, o calor dessa pequena chama era bem grande, o frio dela tinha passado e até a neve embaixada nos derretia.

Um tempo com a chama próximo a ela para aquecer ela já estava bem, quando levanto ela segura minha mão e aponta para algo embaixo de meus pés. Ali tinha um pedaço de algo redondo e dourado, faço outra chama aparecer na mão que antes Kara segurava assim derretendo o restante do gelo.

O que aparece ali é um grande “S” dourado, não sei o que é mas deve ser ligado a tal Fortaleza.

O “S” parecia ser uma grande escotilha, por ela parecia passar tranquilamente uma pessoa, tento levantar ela é não consigo é uma voz sai da nave falando um idioma que não conheço.

Aparentemente era a língua do planeta de Kara pois eles conversavam. Pouco tempo depois ela se levanta e faz sinal para eu me afastar e a porta se abre.

Era uma espécie de plataforma embaixo de um alçapão, quando subimos ele começa a descer.

Chegando na parte de baixo uma luz nos escaneia e abre a porta, demos em um corredor metálico com alguns pontos vermelho e azul, com algumas portas ao longo dele.

Kara aponta para uma porta aonde um letreiro piscava e para lá fomos, lá parecia uma central de controle, Kara aperta alguns botões e uma sala com uma parede de vidro acende e dela começa a descer a nave que também é escaneada.

“Nave kryptoniana encontrada, matriz de idioma adquirido.”

—amém agora eu entendo

“Voz desconhecida, análise de DNA revela Pyronita/Humano”

—de novo essa história de Pyronita quem eles são?

“Pedido de informação negado, nível de credencial não reconhecido”

— Saco

Kara começa a falar com a nave por um tempo, parecia convencê-la de algo.

“Nível de credencial estabelecido, Pyronita liberado.”

— tem algum tradutor pra mim, fica difícil interagir com a menina sem entender o que ela fala?

“Tradutores esgotados, solução alternativa pesquisada, deseja saber qual é?”

—Claro.

“Ensino de idioma nativo por Download de informações, deseja ser realizado”

Kara concorda, ela parecia tão incomodada com a falta de comunicação direta quanto eu.

“Se dirijam a ala médica para realizar o procedimento”

A porta que entramos se abre, isso a meu ver indicava o caminho, uma porta à direita da sala de controle se abre revelando outra sala com algumas cápsulas disposta por ela.

“Entres nas cápsulas de diagnóstico, irei copiar as informações do idioma e transferir para o cérebro já jovem mestra”

Notas finais
Bem aqui acabamos mais um capítulo, agradeço a quem leu, a quem comentou, ou adcionou aos favoritos, ate o próximo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.