Notas iniciais
Desculpem não tem postado antes, tive que estudar para o Enem, hehehe... O quinto sairá até semana que vem! Ele já está escrito, só falta digitá-lo, porque é bem grandinho, até. Espero que gostem! Ah! Leiam as notas finais, please!

Vamos lá, mais uma história para vocês: a criação dos apelidos do Kazuhiro.

O primeiro apelido foi TEF, sabem o significado?

Trabalho de Educação Física.

Foi criado na época em que o professor passou um trabalho e eu queria disfarçar quando estivesse falando dele no corredor com a meninas, ai veio a brilhante ideia desse apelido!

Sou muito criativa, não é?

O segundo foi até engraçado:

Tinha acabado de chegar na escola e estava tomando café com a Alice quando...

Puff! A luz foi embora.

Por conta disso, todos os alunos deveriam permanecer no refeitório, ou seja, ficou um calor absurdo!

A Liza, que havia chegado às 7:00, sentou conosco e começamos a fazer uma tarefa que tínhamos para o dia seguinte.

Eu estava ficando irritada por conta do calor.

Maldita coordenadora!

Comecei a ouvir risadinhas das meninas.

— O que foi? — já até sabia o porquê,

— Ele é muito estranho sem casaco! — comentou a Alice.

— É muito magro! É metade do meu lápis verde. — advinha de quem foi essa peça?

Começamos a rir loucamente na mesa.

Já falei que amo a Liza?

Muito legal tudo isso, né?

Não.

E o mais atual, criado no segundo ano: DC.

Não é por causa da DC Comics, já vou avisando. Eu gosto, mas prefiro a Marvel.

Bom, comecei a falar sobre como achava o rosto dele estranho e que eu era cega. Descobri o “dito cujo”, aquele de que se fala mal, e ficou abreviado, apenas DC.

Já falei o quanto sou criativa?

Pois é.

Vamos a outra história legal. Só que não.

Alice e eu estávamos sentadas nos bancos ao lado do refeitório, creio que olhávamos alguma coisa no celular dela e depois guardou.

A campa bateu e subimos.

Malditos dois lances de escada. Mata-me todos os dias. Sou uma sedentária que ama esportes.

Lógica, para quê?

Entramos na sala e fomos pegar nossas escovas de dente. Guardei meu celular e Alice me chamou:

— Chrystie, você pegou a capinha do meu celular?

Lembro que estava saindo.

— Não, já conferiu os dois bolsos?

Ela me olhou irritada.

— Já sim! Eu guardei aqui! — bateu na lateral da calça.

— Vamos falar com a Scarlet para caso alguém achar, ela nos avisará.

— Certo!

Saímos e fomos caminhando pelo corredor, a nossa era a última.

— Não é possível, ganhei aquela capa no sábado! — ela já estava triste.

— Calma, mulher! Nós acharemos!

Olhei para frente e quem eu vejo?

— Vamos falar logo para ver se alguém achou sua capinha...

Demos mais uns passos e virei, no mesmo instante vi um braço surgir em minha frente. Abaixei-me e olhei para trás.

Kazuhiro havia parado Alice.

Comecei a rir e corri para a área dos armários.

Passou-se um tempinho e ela apareceu, rindo.

— O que ele queria? — perguntei, estava extremamente curiosa.

— Ele veio devolver a capinha, estava caída atrás dos bancos. Como havia ouvido que estávamos atrás, veio perguntar.

— Não falei que tudo daria certo? — sorri.

Ela também sorriu, mas mudou para uma expressão que eu odiava.

— Ficou com ciúmes não, né? — dei um tapa em seu braço. — Você passou por debaixo do braço dele! — começamos a rir.

— Eu sei!

— A mão dele surgiu do nada! Tomei um susto!

Rimos ainda mais.

Esse dia foi louco.

Nunca soube como ele viu a capinha, porque ele ainda estava no refeitório quando sentamos no banco.

Notas finais
Bom, minhas ideias estão se esgotando, infelizmente, e preciso da ajuda de vocês! Acham que a Chrystie deveria confessar-se ao Kazuhiro? Se sim, como e quando? Algum erro de português? Críticas? Sugestões? Flores? Pedras? Desculpem os capítulos pequenos, mas seu eu aumentá-los, não serão do jeito que imagino: uma comédia meio pastel.