O garoto da Casa ao lado

20 Tudo dando certo -sqn-


Notas iniciais
~Yo Eu mudei a capa da fic :3 Viram? O que acharam? Agradesço as lindas que comentaram: Mary-chan, RayRay-chan e Mari-chan ♥ To sentindo falta das outras leitoras :c Me abandonaram? Apareçam nos comentários se ainda leem, onegai ♥ Eis o capítulo ~>

– Já estamos com tudo pronto para abrir um Neko café na casa da Mao-chan. – Sakura sorriu.

– Só que não! – Yumi revirou os olhos.

– Do que precisamos ainda? – Natsume perguntou.

– Dos... gatos! – Haru respondeu.

– Mas os gatos nós buscamos depois. Agora o importante, é abrir essa budega! – Mao rodopiou no salão vazio.

– Mas só tem um probleminha... – me encararam – Isso é um NEKO Café! Como vamos abrir um neko café, sem os gatos? – mostrei a língua.

Estamos na casa da Mao-chan. Viemos para cá depois da aula. A casa da Mao é exageradamente grande! Seus pais são donos de uma das faculdades mais renomadas e são professores da mesma também. Ela disse que seus pais não se incomodariam, se transformarmos parte da garagem da casa no nosso Café.

Já se passaram duas semanas e estamos com quase tudo pronto. Pedi para minha avó fazer roupas pra gente e ela se empolgou demais! A princípio, seria coisa básica, mas agora vamos ter orelhinhas e um rabo!

– Como vamos buscar os gatos? – Luka perguntou sem dar muita importância.

Falando nela, até que ela é uma garota legal, mas ela tem um estranho hábito de estar sempre chupando pirulito...

– Precisamos de um carro e caixas para transportes de gatos... – Mao andava de um lado para o outro com a mão no queixo.

– Isso eu posso resolver. – Maya disse não muito interessada. A encaramos esperando mais detalhes.- Minha tia é louca por gatos! Tem vários, e uma dessas caixinhas de viagens para cada um, posso pegar emprestado com ela...

– Ótimo! – Luka exclamou e todos nós sorrimos.

– Mas com uma condição... – Maya falou e a encaramos novamente. – Um beijo do Haru!

– Nani?! – o mesmo a olhou assustado. Ela deu um sorrisinho cínico e me encarou, logo em seguida sendo tomada por uma expressão surpresa e com um pouco de medo.

– E-eu s-só estava brincando... – ela disse por fim.

Suspirei pesadamente, cruzei os braços e me joguei igual um saco de batatas em pufe. (estávamos todos de pé)

– Voltando ao assunto... – Yue assumiu agora – Alguém aqui é maior de idade? – nos encarou.

– Claro que não cabeção! – Natsume deu um peteleco em Yue.

– Mas para que? – Sakura o encarou e o mesmo corou.

– Para poder dirigir um carro... – sorriu.

– Otani é emancipado! – Haru disse.

– Mas não é preciso ter 16 anos completos? – perguntei.

– É sim. – respondeu. Ficamos o encarando esperando uma explicação – O que? Eu não sei como eles conseguiram.

– O..kay – Mao percorreu seu olhar – Cade o Otani-san? – olhou para Natsume.

– Ele disse que não estava se sentindo bem e foi pra casa. – a mesma respondeu.

– Cade o Eriol-kun? – Sakura nos encarou e também percorreu seu olhar por todo o espaço.

– ... – Natsume, Yumi e eu nos olhamos com sorrisos cúmplices para logo cair na gargalhada.

– O... q-que? – Sakura estava muito vermelha, todos os outros tinham expressões confusas, menos Yue. Ele tinha uma expressão bem séria. Parecia não ter gostado.

– Natsume-san... – Mao respirou fundo – Vamos a casa do seu namorado! – apontou para a porta e saiu marchando. Nos seguramos para não rir e saímos a imitando.

Andamos, passamos a minha casa e a casa de Haru, andamos, passamos a casa da Natsume, viramos a esquina e chegamos na casa do Otani.

Na verdade, era um prédio. Otani-kun mora sozinho em um apartamento. Seus pais são empresários de uma empresa –avá- em Tokio e quase nunca estão por aqui. Um prédio bem bonito e caro! Acho que seus pais bancam tudo isso aqui...
Subimos o elevador até o terceiro andar e o número do apartamento do Otani era o 88.

– Otani! – Natsume bateu na porta gritando o nome do namorado.

– Nat-chan... – Sakura sorriu envergonhada – Tem uma campainha... – apontou para a mesma ao lado da porta.

– Eeh? – Natsume cerrou os cílios, deu de ombros logo depois e por fim apertou a campainha.

A porta abriu um pouco depois. Otani estava com um daqueles saquinhos com gelo na cabeça, um termômetro na boca e o nariz mais vermelho que o seu cabelo.

– Tudo bem? – Haru perguntou.

– É claro que não! – sua voz saiu totalmente fanha. Ele abriu mais a porta e seguiu para outro cômodo do apartamento.

Fui a última a passar e fechei a porta. Segui o Haru que estava a minha frente, até chegar em um quarto, e na cama já residia um Otani todo enrolado em um cobertor.

– O clima aqui está péssimo... – ouvi Luka sussurrar para Maya, e logo depois meter novamente seu pirulito na boca.

Natsume se sentou a beira da cama.

– Tem tomado os remédios? – ela perguntou.

– Não... – ele cobriu o rosto.

– O que eu faço com você?! – pela sua voz podíamos perceber que ela estava se irritando – Por que não tomou os remédios que eu falei? – se levantou e colocou as mãos na cintura.

– O gosto... – descobriu o rosto – É horrível! – fez biquinho.

– Você é um crianção! – ela disse cruzando os braços.

– Olha quem fala! – ele mostrou a língua.

– Eu me preocupo com você, baka! — a azulada disse e ficamos em um silêncio desagradável.

– São duas crianças! – Yumi falou cortando o clima chato.

– Nani?! – os dois disseram juntos.

– Nande monai! – Yumi disse com uma voz incrivelmente infantil e começou a rir.

Começaram a discutir entre os três e o resto de nós assistindo.

– Chega! – Yue gritou e se calaram. Pigarreou e continuou – Viemos aqui, para você poder ir buscar os gatos. – ajeitou o óculos no rosto.

– Eu? – Otani apontou para si mesmo.

– Não, não! – Natsume ironizou.

– Mas por que eu?

– Porque Haru disse que você é emancipado. – falei.

– Isso é, mas... – ele começou mas foi interrompido.

– Nada de “mas”! Vai tomar um banho, trocar de roupa e te esperamos na sala – sua namorada disse e o empurrou para um banheiro.

Fomos para a sala e sentamos no sofá. Maya não para de encarar Haru... Além de ter que aturar isso na escola, agora tenho que aturar depois de sair também.

Apesar de tudo, eu faço o possível para me dar bem com ela. Já que somos da mesma sala, estamos fazendo isso juntos... Precisamos ser pelo menos um pouco unidos, mas Maya não coopera nem um pouco...

– Vamos... – Otani disse aparecendo do corredor já pronto.

– Tome seu remédio primeiro. – Natsume cruzou os braços.

Otani fez careta, mas foi até a cozinha e Natsume o acompanhou. Logo voltaram. Descemos e seguimos.

– Podemos pegar o carro dos meus avós. – falei enquanto caminhávamos.

– Como assim? – Luka perguntou.

– Garota-pirulito, como acha que vamos buscar os gatos com um motorista – Yumi pontou para Otani – mas sem o carro?!

Parece que Luka não é muito rápida no raciocínio...

Consciência: Você também não é, Hiromi!

Urusai! Eu sou muito inteligente... Talvez nem tanto... Ah, dane-se!

Luka concordou e seguimos para minha casa. Chegamos e entramos todos. Meu avô não foi trabalhar hoje, por isso o carro estaria na garagem. Sentaram no sofá, e apenas eu e a Mao-chan subimos para falar com meu avô.

Bati na porta do quarto e ninguém respondeu, a abri e a cama estava bagunçada, mas meu avô não estava ali.

– Perfeito! – resmunguei jogando as mãos pra cima.

– Seu avô saiu, Mi-san? – Mao perguntou.

– Parece que sim... – fiz careta.

Descemos e eu procurei pela chave, mas eu já sabia que ela não estaria ali, porque meu avô mesmo que não saia com o carro, sempre leva a chave dele.

– É isso! – suspirei derrotada.

– Chamamos um táxi! – Luka exclamou.

Quando eu digo que ela não é muito inteligente...

– Não vai dar certo! – Maya disse.

– Alguma ideia melhor? – Natsume perguntou nos fitando. – Foi o que eu pensei! Chamaremos o táxi! – pegou seu celular em seu bolso.

– Mas como vamos buscar gatos em um táxi? – perguntei indignada.

– Ué! Buscando! – Natsume fez biquinho.

– Que taxista vai querer buscar gatos? – Yue perguntou.

– Eriol-kun pode ter uma ideia melhor. Podíamos ligar pra ele e... – Sakura foi interrompida.

– A ideia do táxi é ótima! – Yue gritou e logo depois ficou envergonhado.

– Que mudança de opinião! –Otani sorriu travesso para Haru.

– Parece até que você... – Haru ameaçou falar alguma coisa.

– EU preciso falar com vocês! – Yue tampou a boca do Haru, puxou o mesmo e o Otani para fora.

– Então... – Natsume levantou uma das sobrancelhas – Vamos ligar! – sorriu e completou a ligação.

–-----H------

– Altos yaois? – Yumi piscou o olho sorrindo quando Yue, Otani e Haru entraram novamente na sala

– Nani? – eu e a Maya falamos juntas e depois nos encaramos não muito contentes.

– Yaoi? – Todos se perguntavam.

– Meu namorado é hétero! – franzi o cenho encarando a albina.

– Então você sabe o que é Yaoi, gafanhoto? – Yumi começou a gargalhar e eu senti meu rosto ficar muito quente.

Ouvimos uma buzina e fomos ver se era o taxista, e era mesmo. Agradeci a Kami-sama por ter me tirado da roubada que eu mesma me meti.

– Tá! Eu, Sakura, Maya e Yue vamos buscar os gatos! – Yumi disse e iam entrar no taxi.

– Oe! – o senhor grisalho, que era taxista, se pronunciou – Nekos? – ele levantou uma das sobrancelhas.

– Hai! – Sakura sorriu gentil.

– Gomen! Mas eu lavei o táxi hoje, e não to afim de sujar! – ele disse.

– NANDA TO?! – Yumi soou indignada.

– Demo... Taxista-san... – Sakura tentou falar e ele apenas balançou a cabeça negativamente, e deu uma arrancada brusca fazendo Sa-chan dar um pulinho para trás, e Yue correr até ela para ver se estava tudo bem.

– Tá! E agola? – Mao-chan estava depressiva e sua voz soava chorosa. Corri até ela para consola-la.

Resolvemos buscar os nekos a pé mesmo. Passamos na casa da tia da Maya, uma casa simples, mas com o terreno enorme e cheio de coisas de gatos espalhadas.

Ela é mesmo louca por gatos. Seu nome era Kyou, tinha os cabelos claros, mas não chegavam a ser loiros como os da Maya. Ela foi muito gentil conosco. Nos emprestou as caixas para transportes de gatos e falou que nos ajudaria se eles dessem trabalho, já que ela tem experiência.

Seguimos em direção ao abrigo de animais e chegamos lá depois de longos minutos de caminhada. A dona do lugar foi muito gentil, igualmente a Kyou, e por coincidência seu nome soava perfeitamente com o nome da tia de Maya, o nome da dona do abrigo era Ryou, tinha os cabelos num tom de roxo.

Será que pessoas com o “you” no final do nome, tem a “síndrome dos nekos”?

Consciência: Mas “you” em inglês não é “você”? E essa síndrome ridícula não existe!

Nani? Não estamos na América! Estamos no Japão! E a minha síndrome não é rídicula... Talvez.

Pegamos os gatinhos e eu até simpatizei com um. Era todo preto e bem magrinho. Parecia ter sido bem maltratado antes de chegar ali. O peguei no colo e ele começou a ronronar e pedir carinho.

– Parece que ele gostou de você! – Ryou sorriu se aproximando de mim e acariciando o neko.

– Ele parece ter sido bem... – não terminei a frase. Saber que existem pessoas tão sem coração, me faz querer falar “Parem o mundo que eu vou descer, falow?”

– Hai. – ela entristeceu. – E ele foi... O encontrei faz pouco tempo... – o entreguei para Ryou que o colocou de volta na cama improvisada.

Suspirei e peguei duas enormes e pesadas caixas.

Cada um de nós estava com uma caixa grande em cada mão. Em algumas tinha dois gatos, em outras tinha três. O suficiente para o Neko Café.

– Ai! – Yumi exclamou e parou bruscamente fazendo Otani, que vinha atrás dela derrubar uma das caixas em suas mãos.

– Oe! – Otani gritou.

– Os gatinhos se machucaram? – Sakura correu e se abaixou. – Parece que não. – ela falou chorosa acariciando um dos gatos já com ele no colo.

– Sa-chan... – comecei – Por um acaso, você não...

– Abriu a caixa, né? – Natsume terminou.

– Ops! – ela sussurrou.

Os dois gatos que estavam na caixa saíram correndo pela praça (É. Aquela praça perto da minha casa e da casa de Haru).

– Ah! Sa-chan! Diz que você não fez isso! – Mao colocou as mãos na cabeça.

– Sumimasen! – ela disse soltando o gato que tinha em seus braços – Ah!

– Peguem esses nekos! – Luka gritou atraindo olhares.

Começamos a correr atrás dos três gatos. Um era todo branco, o outo manchado de um amarelo queimado, preto e branco e o ultimo era uma espécie de siames.

O gato que eu estava perseguindo era o todo branco. O bichinho não me dava chance.

– Neko-chan kawaii... – tentava ganhar sua confiança, para chegar perto dele.

Enquanto muitas pessoas me olhavam, tipo: "Garota doida! Pobre neko-chan!"

– Peguei! – vi uma cabeleira loira pular em cima do gato e o mesmo se assustar e sair correndo de novo.

– Maya! – reclamei.

– Você fica aí fazendo corpo mole, querida! Cuidado para não perder seu gatinho! – ela piscou o olho com um sorriso debochado. Parece que ela não se referiu ao gato que estamos perseguindo...

– Kisama! – protestei baixinho saindo atrás do gato novamente.

Consegui chegar perto dele novamente, que agora se esfregava na terra.

Perfeito! Agora vou ter até que dar banho...

– A mamãe não vai te machucar... Vem aqui coisinha kawaii... – disse me aproximando devagar.

É! Eu acabei de falar que sou a mãe desse gato... Acho que to carente... Preciso ter um filho! Espera! O que?!

Balancei a cabeça negativamente e peguei o gato, só que alguém pegou junto comigo.

– Isso é perseguição, projeto de gente! – Maya reclamou segurando as pernas do pobre gato.

– Olha aqui, sua loira oxigenada... – comecei segurando os braços do gato.

– Dá pra parar de querer tudo que é meu?! Ou que deveria ser meu?! Ou que eu vi primeiro?! – ela me interrompeu.

É... Não estamos falando do gato de novo, mas eu também sei brincar e vou entrar no seu joguinho “maya-chan”...

– Aé? Não vi seu nome escrito... – mexi os ombros me fazendo de desentendida. – E já que era seu, você devia cuidar melhor das suas coisas... Até porque um “projeto de gente” não poderia ganhar da super-mulher que você é! – a provoquei.

– Você é uma fingida! – ela falou franzindo o cenho.

– A fingida aqui é você! – falei irritada – E não faz essas caretas, vai dar rugas! – segurei o riso quando vi a cara que ela fez.

Essa eu aprendi com a Yumi!

– Larga o gato! – ela desviou do assunto inicial e voltou a atenção para o pobre gato.

– Iie! Larga você! – gritei. – Você ta machucando o gato!

– O que ta acontecendo aqui? – ouvi a voz do Haru e a Maya logo soltou o gato, passou a mão no cabelo e sorriu como o mais belo anjo.

– Nada! – fitou o Haru que já tinha um dos gatos na mão.

– Que bom que estão se esforçando para serem amigas. – ele sorriu.

– Hai! – ela respondeu e me olhou de canto com um mínimo sorriso debochado.

– Só pode se brincadeira! – protestei.

– Eh? – Haru me fitou confuso.

– Argh! – saí pisando duro com o neko em direção ao Otani e a Nat-chan, que tinham ficado tomando conta dos outros gatos nas caixas.

Luka, Sakura e Yue já tinham pegado o outro gato, Yumi reclamava de dor no pé e Mao estava com uma aura meio assassina.

– Está tudo bem, Mao-chan? – perguntei.

– Vai dar tudo errado! – se jogou em mim chorosa.

– Calma, calma! – a consolei novamente.

Coloquei o gato de volta na caixa e seguimos animadamente! Correção: Os outros seguiram animadamente! Eu agora me afundo numa incrível depressão, porque meu namorado é um idiota sem solução. ~rimou~

Na casa da Mao:

– Vamos pintar as paredes de rosa! – Mao exclamou com os olhos brilhando.– Os meus colantes de parede vão ficar perfeitos aqui! Aquelas pelúcias ali! Um sofá ali! Um balcão bem aqui! – Ela rodava pela garagem falando onde cada coisa ficaria.

– Oe! Você tem isso tudo? – Otani perguntou.

– Hai! – ela disse e depois se virou colocando as mãos na cintura – Eu disse para minha haha e para meu chichi, que um dia eu usaria essas coisas! – começou a rir de maneira neurótica.

Ela é problemática...!

Começamos a pintar as paredes de rosa.

–-----H------

– Terminamos! – falei.

– Konichiwa! – ouvimos a voz de Eriol.

– Eriol-kun? – Sakura se virou o fitando e sorriu.

– Onde estava? – Natsume se aproximou cruzando os braços.

– Fazendo propaganda! – sorriu larga mostrando alguns panfletos.

– Mas não era você que tinha que fazer isso, Eriol-kun! – Sakura disse.

– Não sou eu que vou fazer isso na escola! Mas aqui não tem problema. – ele sorriu acariciando o topo da cabeça da mesma que corou.

– Tchi! – Yue protestou irritado e continuou a colocar o enorme colante de parede com a figura de um gato.

– Vamos soltar os gatos! – Mao e Sakura falaram empolgadas.

Abrimos as caixas e nenhum gato saiu.

– Acho que estão estranhando o lugar... – Haru disse.

– E o que podemos fazer? – Maya perguntou.

– Talvez se colocarmos comida, eles saiam. – falou.

– Comida... de gato? – Sakura perguntou.

– Exatamente! – Eriol disse.

– Não compramos isso, né? – suspirei.

– Vou na casa da Kyou, pedir um pouco emprestado. – Haru disse e saiu.

E daí ele voltou, os gatos saíram e deu tudo certo! Eles se comportaram perfeitamente, não deram trabalho, foram uns amores! Só que não! Quando os gatos saíram das caixas, ficaram completamente loucos! Ainda bem que não tínhamos comprado o que vamos vender ainda, e que ficará num lugar separado, porque se não, tudo tinha ido pro beleleu.

– É! Parece que vamos ter que arrumar algumas coisas de novo! – sorri forçado.

– Algumas coisas? Parece que passou um furacão por aqui! – Otani disse.

– E temos que arrumar logo! Hoje é quarta e a inauguração já é sábado! – Eriol disse.

– NANI?! – todos nós dissemos e o encaramos.

– Eu tinha que colocar nos panfletos que dia seria a inauguração, né? – falou em sua defesa.

E assim, teremos que dar um jeito de acostumar esses gatos a serem gatos de um Neko Café, em apenas dois dias...

Notas finais
E aí? O que acharam? Será que temos um triângulo amoroso, hu? E a Maya e a Hiromi? Treta-treta-treta! KKKK Me diverti muito escrevendo esse capítulo! Espero que tenham gostado! E todo mundo aqui sabe o que é yaoi? Quer um conselho? Se for pesquisar o que é, não coloca no google imagens... Experiência própria! :v ~Ja ne.