Mais um ano se passa, e como sempre uma vida monótona na cidade de Chicago ,mais do que nunca queria que aquelas porcaria de aulas acabassem logo.Prazer Zeke Broadside.

Faltava mais um longo dia para que as malditas aulas acabassem e eu pudesse me ver livre daquela escola/inferno.

Naquele ultimo dia de aula quando me preparava para meu intervalo Nikolas Smith, um cara enorme de mais ou menos 1,75 cabelos ruivos e um bigode mais ou menos crescido que ele cultivara desde o ano passado e seu amigo sempre paga pau que o seguia de lá pra cá Roy Jenkinson que tinha uma estatura quase igual porém um dois centímetros menor de cabelos castanhos e pele quase pálida, fizeram uma brincadeira que eles consideravam de alguma forma para eles hilariante.

Quando descia as escadas para ficar no pátio,(o que eu fazia sozinha pois não tinha muitos amigos)e lanchar, os dois me chamaram para que eu visse uma foto do nosso vice diretor Bryan Noah mais conhecido como: Bryan Fundo De Garrafa por causa de seus óculos

Quando tinha acabado de entrar no banheiro os dois me pegaram pelos braços, enquanto Roy trancava a porta por algum motivo que eu achava que já ia descobrir,Nikolas me amarrou com os braços, um em cada miquitório,e depois começou a esquentar algo que depois de alguns segundos reconheci como um garfo.

Eles olharam para mim e disseram:

-Pronto para o marca gado.

Marca gado era uma brincadeira que os dois haviam desenvolvido durante um trabalho sobre os animais no quinto.Porém após descobrirem que as vacas era marcadas com as iniciais de seu dono, eles decidiram aprimorar essa “brincadeira” e levar para a escola.

Mais voltando ao nosso assunto.

Eu de toda forma tentava me desamarrar me mexendo e tentando me soltar.

Nikolas ria como uma hiena desembestada, enquanto Roy tentava amarrar os cadarços (o que pra ele era uma tarefa difícil pra c#$%¨&*)

Após alguns minutos esquentando o garfo Nikolas me olhou e disse:

- Vou ser sincero contigo...Vai doer demais – e se matou de rir após alguns segundos rindo ele novamente tornou a falar-E se você contar a alguém você irá ser marcado novamente, o que eu acho que você não irá gostar.

Ele devagar aproximava o garfo perto do meu braço e cada vez mais eu me debatia e gritava como um louco, tentei como ultima tentativa falei o que eu já devia ter dito:

-Por favor não Nikolas!!

Quando já estava sentindo o calor do garfo próximo ao meu ombro algo me aconteceu mais não me lembro por total, lembro de um grito algo tipo “o que esta acontecendo com esse garfo” um barulho que me parecia com estrondo e Nikolas dizendo “ele e uma aberração” E BUUUUM um grande clarão e não me lembro do resto.

Então depois de um tempinho desacordado eu de repente acordo em uma sala com uma enfermeira ao meu lado que eu só pude ler o crachá no qual indicava Carrie,uma mulher alta de olhos castanhos e uma pele parda(achei até interessante conseguir ver essas características com a vista embaçada).

Após alguns minutos pude ouvir ela dizendo:

-Como se sente?

-Onde estou?-eu disse

-No Hospital.Os seus pais já estão vindo – ela disse enquanto anotava algo em uma prancheta-E então como se sente?

- Como se tivesse sido pisoteado por mil gorilas e sido tacado do pico do monte Everest.

-Muito especifico de sua parte.

Após ela dizer isso reconheci uma voz esbaforida no corredor, que foi seguido do barulho da porta abrindo bruscamente ...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.