O extraordinário fim de Tori.
1 Capítulo 1 - Pensamentos de Tori ©
Notas iniciais
eu sou nova aqui, então ainda não sou muito experiente em escrever fics, mas espero que gostem, esse capítulo será curto, só para ver se essa fic será bem aceita.
Espero que gostem.
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O extraordinário fim de Tori.®
Tori, 17 anos ♀- Segunda-feira — (06:30)
✗Fui acordada pelo som do meu despertador, estou um caco, nos últimos dias não venho dormindo bem, meu corpo está exausto, queria apenas dormir para sempre e esquecer dos meus problemas, mas como minha vida é uma merda, logo me levantei e segui ao banheiro, fiz minha higiene e assim que sai me vesti (blusa cinza com o simbolo da banda Ramones em branco e por cima uma jaqueta de couro preta aberta, uma calça jeans azul rasgada, uma touca preta, meus óculos de sol quadrado Ray ban, coloquei meus três brincos em cada orelha com um transversal em uma orelha, muitas pulseira moments e um sapato de salto alto preto) meus pais odiavam meu visual, me achavam uma delinquente, mas quem disse que eu ligo. Passei maquiagem bem escura nos olhos. Eu não gosto de chamar a atenção, mas eu adoro me vestir bem, mesmo assim, sempre sou motivo de chacota daqueles imbecis do colégio, eu sou bonita não me leve a mal, não estou me gabando, eu não me considero feia, bem eu sou muito alta tenho 1,78, olhos verdes meio azuis, cabelos compridos loiros que são lisos em cima e nas pontas ondulados e há algumas mechas mais claras nas raízes e pontas. Tenho um corpo muito bom pra minha altura, não sou muito magra tenho curvas nos lugares certos e tenho orgulho da minha barriga, nádegas e principalmente dos meus seios, repetindo eu não estou me gabando, apenas dizendo a verdade, talvez eu esteja, mas eu não me importo.
✗ Assim que desci as escadas encontrei meus pais e minha irmãzinha na mesa, minha mãe usando o celular, meu pai lendo o jornal e minha irmã quase dormindo sentada dei um sorriso pra cena e dei um beijo em sua bochecha a pegando de surpresa ela levantou a cabeça sorriu e me abraçou eu acariciei seus cabelos loiros e sorri para ela, minha irmã tinha 6 anos, era loira com os cabelos nos ombros e uma franja, seus olhos são verde água, ela era muito parecida comigo e eu a amo mais que tudo nesse mundo, eu acho que é por ela que eu não desisto de tudo e vou embora pra sempre dessa casa. Me sentei do lado da minha irmã, enfrente à minha mãe e comecei a me servir.
— Não fala mais bom dia? — perguntou grosseiramente meu pai John, ele é alto com cabelos pretos e olhos azuis e com um corpo em forma, eu apenas continuei a por minha comida fingido não ter ouvido, sinto minha irmã tremer no meu lado e seguro sua mãozinha por baixo da mesa. Vi meu pai colocar o jornal na mesa e senti seu olhar me perfurando, logo me arrependendo de te-lo ignorado, assim que ele iria abrir a boca para falar, minha mãe o interrompeu.
- Tori! responda seu pai. — disse minha mãe severamente, apenas revirei o olhos e continuei comendo, a cada dia que passa eu não consigo mais suporta-los, nem mesmo tenho vontade de olhar em seus olhos, só de olha-los tenho vontade de vomitar — Tori esta me ouvindo! — disse minha mãe batendo fortemente a mão na mesa, senti Mika apertar minha mão mais forte, apenas acenei com a cabeça em concordância para minha mãe — fala alguma coisa! — suspirei audivelmente e olhei para cima, meus pais me olhavam sérios e já dava pra ver que meu pai estava nervoso, então apenas abaixei a cabeça e respondi.
- Bom dia... — disse e continuei comendo. Minha mãe suspirou do outro lado da mesa e continuou.
- Tori, desde quando você começou a agir assim? eu estou ficando muito decepcionada com suas atitudes, você está com notas baixas na escola, está se vestindo como uma delinquente e esta com essa atitude desrespeitosa, o que está acontecendo com você minha filha, você não era assim — disse e eu apenas fiquei quieta.
- Eu gosto da Tori de qualquer jeito... — disse minha irmã baixinho e eu apenas sorri e deu outro beijo em sua bochecha.
- Por que todos não podem ser como a Mika, o mundo seria muito mais fácil — disse e me levantei, ignorando completamente o discurso da minha mãe — vamos Pão de queijo, está na hora de ir — disse me virando para Mika, ela fechou a cara e fez biquinho e eu dei uma risadinha, ela odiava ser chamada de pão de queijo, o apelido era por que ela adorava comer pão de queijo. Peguei minha chaves do meu Porsche Carrera preto e a mochila da minha irmã, ela logo pulou no meu colo e seguimos para o carro sem dizer nada para meus pais.
☮ Continua...
Notas finais
Por favor comentem se gostaram ou não e deem dicas do que posso melhorar.
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