O domínio do mundo?!
6 Londres!
Notas iniciais
Um homem iria me acertar com a barra de ferro, e eu a parei com o pulso. Puxei minha arma do bolso e a endireitei na mão, isso tudo em um piscar dos olhos.
Apontei a arma pro homem com a barra e o acertei bem na cabeça, ele caiu. De relance senti alguma coisa vindo em direção de minhas costas, enquanto um homem me apontava a arma, preste a puxar o gatilho. Rapidamente me abaixei, e logo senti um ventinho passar em minha cabeça. Involuntariamente estiquei meu braço e peguei a flecha no ar. Com um movimento só, enviei a flecha na cocha do homem com a arma, que caiu, atirando para todos os lados.
O homem com o arco mirou novamente uma flecha e a atirou em minha direção, bem quando eu estava me levantando. Rapidamente mirei minha arma em direção à flecha que vinha, enquanto eu me virava para me defender de uma facada nas costelas. A bala passou por dentro da flecha. Depois mandei um tiro bem na barriga do desgraçado que me mandou-a.
Virei-me e fiquei de frente ao homem com a faca.
– Ah, ainda tem você!? _ eu disse pra alegrar um pouco o lugar. Sou feliz gente!
Ele me mandou um soco junto com a faca, que eu o parei com o pulso. E por minha vez, o mandei uma rasteira, que o fez cair. Sem eu ao menos perceber, ele mandou a faca em direção ao meu rosto. Involuntariamente parei a faca com as pasmas da mão. E a joguei de volta, em direção ao seu ombro.
Em questão se segundos aquela sala sumiu, e eu estava novamente na sala branca.
(...)
Trimmmmmmmmmm...
– Ah não!! _ eu resmunguei. _ Dá pra calar a boca! Eu quero dormir!
Dave se você não está se lembrando, hoje é sua primeira missão em Londres. E essa é a função de um despertador, te acordar...
Bati no despertador, que o fez parar de produz aquele som irritante e de tremer febrilmente. Me levantei da cama (Ah sério?!) e segui em direção ao banheiro, com passos bambos, e me apoiando na parede. Acho que deu pra perceber a minha dificuldade em acordar cedo né...
Passado 10 minutos, eu já estava seduzente e charmoso, pronto para ir à Londres!
Comi uma bolacha de sal que encontrei pelo quarto, e tirei do Frigobar uma garrafa com suco. Pronto café tomado. Só esclarecendo uma coisa se eu não tivesse comido antes da missão eu teria desmaiado bem na estação de metrô. Mentira!
Sai de meu quarto, tranquei a porta e guardei a chave no meu bolso da calça. Segui caminhando até a garagem.
(...)
– Tomem cuidado! Não confiem em ninguém dentro daquela estação de metrô. _ disse Steve. Ele estava com uma calça jeans preta, uma camisa azul marinho lisa, e um boné preto, que estava bem justo em sua cabeça. Todos nós estávamos disfarçados. Eu estava com uma calça jeans escura, uma camisa branca lisa, e uma jaqueta de couro por cima, e um óculo de sol preto, Ray Ban.
– Dave, você vai para um lado. Natasha vai para outro, e eu sigo reto. _ disse Steve sério.
– Sejam discretos! _ acrescentou Natasha.
– Não que garanto a vocês que minha beleza seja discreta, mas vou tentar.
Natasha me olhou com um sorriso de canto. E Steve pareceu que fez força pra tentar fingir que não ouvira minhas palavras.
Atravessamos a uma rua movimentada e entramos pela uma enorme entrada do lugar. A estação de trem estava cheia de pessoas caminhando de um lado para outro, e vários seguranças espalhados por todo lugar.
Segui para meu lado, e Natasha para outro, com aquela calça preta justa, uma blusa rosa, um óculo de sol, e seu cabelo ruivo ao vento. E Steve seguiu reto, com passos longos. Continuei caminhando, prestando atenção em qualquer pessoa. Olhei um segurança, que estava olhando atentamente para todos os lados. Achei meio suspeito, e decidi segui-lo.
Permaneci seguindo-o, e ao passarmos bem próximo a entrada de uma cafeteria pouca movimentada, tive a certeza de que eu estava seguindo o cara certo. Ele se virou rapidamente, já com a mão fechada, para me acertar um soco. Eu o empurrei para dentro da cafeteria, pelo pescoço, e o pressionei na parede.
– Bom dia! _ eu disse a uma senhora que parou de tomar seu café, com os olhos arregalados.
Com um único movimento dos dedos, desmaiei o homem, que o fez escorregar na parede até o chão.
Logo atrás de mim se levantou de uma cadeira do lugar, uma mulher loira, corpulenta e alta, e uma bolsa pequena vermelha nas mãos. Em um piscar dos olhos ela puxou da bolsa uma arma de choque.
– Olá senhorita! _ eu disse por dizer mesmo.
Ela partiu para cima de mim. Com um chute, derrubei a arma de sua mão. Ela me mandou um chute nas costelas. Involuntariamente, peguei sua perna e a joguei contra a parede. Ela cambaleou, e se estabilizou para me mandar um soco. Eu o defendi com o pulso. Peguei sua mão e a torci, logo depois dei um chute em sua coxa, que o fez cair gemendo de dor.
Atrás de mim se aproximava um homem forte e musculoso, vestido com um terno preto e uma gravata vermelha.
– O noivo chegou gente!
De primeira mandei um soco em direção ao seu rosto. Ele o parou com pulso. Sem eu perceber ele me devolver o soco, que me derrubou no chão, que fez com que meu óculo pulasse de meu rosto e se deslizar pelo chão. Quando eu estava preste a me levantar, ele se aproximou de mim, e começou a torcer o meu braço. Senti uma dor infernar em meu ombro. Olhei para o chão, e a arma de choque estava bem ao meu lado caída. Peguei-a, e ainda no chão, deslizei com força minha perna, que bateu no pé do homem de terno, e o fez soltar meu braço com um cambaleio. Rapidamente me virei, apoiei minhas mãos no chão, e joguei meu corpo para frente. Diante do homem eu estava em pé, e sem ao menos pensar eu meti a arma de choque em direção ao seu pescoço, que o fez se sacudir e cair ao chão desacordado... Bom, eu espero.
Abanei a poeira na minha jaqueta, apanhei o meu óculo no chão, e quando eu estava próximo a coloca-lo no rosto, vi um reflexo na lente do óculo, de um homem a centímetros de mim. Sem pensar, levantei meu braço, com o pulso fechado. Acertei bem no rosto do homem, que o fez cambalear e cair. Terminei de colocar meu óculo, e segui reto, mais atento do que nunca.
"Dave, olhe para cima, vai ter uma passarela..."
Sai da cafeteria e olhei para cima. Lá estava uma passarela longa, que percorria quase toda a estação.
"Em baixo dela está uma bomba que está preste a explodir..." Disse Nick nervoso.
– Pode deixa que o Dave aqui dá conta do recado!
"Você tem 10 minutos!" Nick acrescentou.
Fui caminhando com urgência entre as pessoas, e esbarando em malões que algumas criaturas traziam. Subi uma pequena escada de ferro, e após alguns degraus eu estava na passarela movimentada. De primeiro pensem em subir até aquela passarela o auxilio de um poste de sustentação e depois saltar até o lugar. Mas me lembrei: Seja discreto, e isso não passaria pelos olhares curiosos como algo normal. Continuei caminhando, tentando ser o mais discreto possível.
Quando cheguei a certo ponto da passarela, parei ao ouvir na escuta no meu ouvido (Avá, acho que informação foi meio inútil).
"Ai! A bomba está embaixo de você! Você só tem mais 5 minutos!"
Olhei para os lados hesitado. O vai e volta das pessoas havia diminuído. Era agora ou nunca. Puxei minha camisa discretamente para cima, e logo apareceu um cinto preto com pequenos bolsos em volta. Prendi um fino e resistente aço de ferro na barra de ferro ao lado da passarela. Dei um pulo para cima da barra de ferro, e joguei meu corpo para trás. Com uma batida no cinto eu parei a centímetros da parede de baixo da passarela. Olhei para frente e a bomba realmente estava lá. As pessoas que andavam lá embaixo não perceberam que eu estava dando um de Homem-Aranha bem em cima deles, acho que a pressa para não se atrasar era maior.
Fui me aproximando dela de quatro (sem malícia por favor, obrigado) parecendo uma aranha andando no teto. Parei bem perto da bomba e com uma mão comecei a mexê-la pra para-la. Ela contava o tempo, em uma pequena telinha no meio, ela marcava 3 minutos para a explosão. Quando um tremor no cinto de aço, que me segurava, me fez sentir uma pedra de gelo passando pelo meu estômago. Olhei para cima e um homem vestido de uniforme de policial mexia no meu cinto preso a barra de ferro.
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