O diário do psicólogo

1 A descoberta do diário


Notas iniciais
Oiee amoress, decidi começar minha primeira história com suspense, mistérios e etc. Espero que gostem! ^^ PS: A narradora inicial é uma neta adolescente do psicólogo que morreu

Aqui estou eu, sentada numa caixa de papelão cheia de livros velhos num sótão velho agora que meu avô morreu de velho, não sei porque tem que ser EU a arrumar essas bagunças, eu não sabia nada sobre ele! Só sei que ele era psicólogo e que amava sua carreira, isso que eu fiquei sabendo agorinha! Bom, o que tô fazendo agora? Olhando umas fotos velhas, tudo de péssima resolução, preto e branco, eca! Nossa... como as coisas eram feias naquela época... E OLHA O TAMANHO DO CELULAR! OMG, como que colocava na bolsa? Tah, que seja, vou colocar tudo de volta e escrever "fotos" na caixa... Hm... Que isso? Parece algum tipo de caderno bem velho... Cof cof. Está coberto de poeira e tem cheiro de mofo! As páginas estão amarelas e meio rasgadas. Cof cof... Han... "Se você está lendo isso, provavelmente estou morto, ou no mínimo amarrado com uma arma na cabeça, jurei que nunca mostraria isso para ninguém, afinal, envolve meu sigilo de psicólogo (o que não te impede de ler, se não fui eu que mostrei, ninguém foi anti-ético aqui, certo?)" Olha que ligeiro ele! tentando botar a culpa em mim! Ninguém mandou ele escrever os segredos dos outro e deixar por aí! "Sempre aconselhei meus pacientes a se expressarem, seja em palavras, ações ou escritas, mas um certo dia, um paciente me perguntou se eu fazia o mesmo, respondi que não e isso me fez pensar: Estou espalhando uma idéia que nunca pratiquei eu mesmo, e a partir daí, decidi começar a relatar as coisas neste livro, não acho que eu vá o chamar de diário, afinal, não terá nenhum segredo MEU, pelo menos é essa a idéia, este livro agirá como... o psicólogo de um psicólogo, afinal, não posso realmente contar as coisas que vou contar aqui, psicólogos juram sigilo aos pacientes, mas às vezes até nós precisamos desabafar, e como não posso conta para nenhuma pessoa de verdade, vou contar neste caderno ( o que também não te impede de continuar lendo, até por que, se veio até aqui, não lhe faz diferença ler ou não o resto, tecnicamente pra mim também não, eu não estou lhe contando pessoalmente e você não pode provar que realmente fui eu, afinal, como já disse, se você está lendo isto, eu devo estar morto, ou amarrado, pois eu não mostraria isso pra ninguém, só com uma arma na testa, e mortos não falam, não fofocam, não revelam segredos, mas eu vou, quer dizer, eu escrevi isso vivo, o que exila completamente qualquer contato sobrenatural comigo no além-túmulo, mas né? Quem sou eu para lhe impedir de continuar ou parar de ler? Sou só um morto, nem tocar em você eu posso, então a decisão está com você: Continuar ou não continuar lendo uma coisa tão secreta quanto este livro? ) Está me desafiando? Talvez eu continue lendo, mas não aqui... Pronto, agora está na mochila, quando chegar em casa decido se continuo ou não lendo essa coisa velha.

– Emily! Vamos minha filha, já está tarde, outro dia voltamos pra ajudar sua avó à arrumar as coisas do vovô! — gritou minha mãe do andar de baixo

– Já estou indo mãããããe! — gritei recolhendo minha mochila no canto e descendo as escadas correndo.

Algum tempo depois...

Chegando em casa jantei, escovei meus dentes e me deitei, estou aqui na minha cama encarando a mochila em cima da cadeira tentando decidir se leio ou não aquele diário velho... e agora?

Notas finais
"Continuar ou não continuar lendo"? Será que essa netinha abusada vai continuar lendo o livro secreto do avô morto? O que acham? Digam aí! Desculpem o capítulo curto, 01:18 a.m. estou morrendo de sono mas também não ia conseguir dormir se não pelo menos começasse a escrever a nova história que estava na minha cabeça!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.