Notas iniciais
Espero que você goste, e desculpe se houver erros.

Acordei. Minha vista estava embaçada, e eu não sabia o porquê, minha cabeça estava doendo, mas eu tinha uma sensação de que estava dormindo por muito tempo, sentei e olhei onde estava, minha vista tinha melhorado um pouco, eu estava deitado em um amontoado de folhas em um lugar frio, pelo menos eu estava sentindo frio e tinha algo... Alguém... Parado na entrada daquele lugar, que foi se aproximando quando eu olhei.

- Até que enfim você acordou.

- Quem é você? Onde é que eu estou?

- Calma. Te encontrei na beira de um rio próximo daqui e te trouxe para cá.

- E “aqui” é? – falei fazendo as aspas no ar. — Uma floresta.

- Eu estava em um acampamento com minhas amigas e me perdi, enquanto procurava elas, vi você perto do rio e o trouxe para cá.

- Você encontrou elas?

- Não – ela disse tristemente.

Sim! Sim! A tal pessoa era uma menina. Bonita, ruiva, olhos azuis, nem tão magra, nem tão gorda e baixa, totalmente diferente de mim, que tenho cabelos loiros, olhos castanho claro e sou alto, só uma mínima semelhança, eu também não era gordo nem magro.

- Qual o seu nome? – ela perguntou.

- Dave, e o seu?

- Mellanie.

- E como eu vim parar aqui?

- Você que deveria saber disso.

- Eu... Eu não lembro... Não sei...

- E o pior é que estou perdida, não sei andar por aqui, só uma de nós tinha um GPS e o meu celular não tem sinal em onde estamos. – Ela falou calma e eu estranhei isso.

- O que?! – falei aumentando o tom de voz. – E você ainda fica aí tão calma?

- Eu já tentei de todas as formas, para todos os lugares, encontrar uma trilha e não consegui! O que eu posso fazer? – falou ela, também aumentando o tom de voz.

- Eu... Eu não lembro de nada isto está me angustiando!

- Ótimo, temos que sair daqui e descobrir o que aconteceu com você e nós não sabemos nem onde encontrar comida! Há e à propósito, sua cabeça está doendo?

- Sim...

- Tinha um corte nela, fiz um curativo.

- Hmm... Obrigado. – falei colocando a mão na cabeça e encontrando a causa da minha dor.

- Você acha que nós vamos conseguir sair daqui?

- Claro! Nós temos, precisamos sair daqui. — falei me levantando, mas não tive forças para ficar de pé.

- Você não consegue nem ficar de pé e já fica tão confiante assim?

- Melhor do que ficar como você, pensando negativo!

- Não creio que seja uma boa idéia nós começarmos uma discussão. – falou ela revirando os olhos.

- O que nós vamos fazer? Decida.

- Eu não sei, só sei que temos de esperar você ficar melhor para fazer algo. — disse em um tom sugestivo.

- Você tinha comida com você... Quando se perdeu?

- Sim, ainda tenho. Mas não é muita.

E então um rugido fez ela entrar mas para a caverna e me fez fechar os olhos segurando a cabeça.

Notas finais
Gostou? Irie postar em breve, se sim continue acompanhado e se não, desculpe por desapontar você.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.