O destino de Jane
8 Uma profecia por muito tempo indescifrável
Notas iniciais
Novo capítulo c:
Aigra, na frente, Jane, Anist em um sono profundo, (agora Jane percebeu que ele virou morcego novamente), e Dori estavam em um amplo salão, mas vazio, com três opções de caminho: À direita, que levava á cozinha do palácio, onde as anjas preparavam o alimento para sua mestra, a escadaria, que levava á sala do trono. A esquerda, se via mais um bando de corredores e coisa do tipo. Jane se lembrou do filme Frozen, pois o castelo, em aparências, era muito parecido. A diferença é de que dava pra ver as coisas por fora do palácio, o que dava uma “parede solar” sensacional no portão. Como instruída por Aigra, Jane subiu a escadaria, que por sua sorte era reta e não no formato enjoativo de caracol (o mesmo de sua casa).
A sala do trono, como estava escrito em uma placa feita de prata pendurada no teto por duas correntes, o que lembrava aquela decoração de fazenda, tinha um tapete rosa com bordas douradas, que seguia até uma mulher. O trono era com encostos prateados, que tinham um metro de diâmetro —aliás, o engenheiro era esperto, pois serviam como uma mesa. Do lado direito estavam apoiados um iphone rosa, com um fone de ouvido preto encaixado, e do lado esquerdo estava uma pomba. Se for uma chefia de pessoas voadoras, a mascote não poderia ser terrestre, ou seja, segundo o pensamento de Jane, aquilo fazia sentido. A mulher parecia fica cada vez mais bonita a cada segundo.—Aigra e Indorin, quem é essa? — disse a mulher, se levantando graciosamente, tão graciosamente que até a rainha da graça teria sentido uma profunda inveja. A luz da lua que estava na janela, tão próxima, refletia no cabelo ruivo da mulher, ao contrário da luz artificial, que parecia fugir dela. Jane achou engraçado o nome Indorin, mas decidiu não rir, pois a mulher a sua frente não parecia estar tão amigável quanto às outras. — Oras, parem de tratá-la como um cão de guarda! Venha querida!— Huh? Que isso? — indadigou Jane surpresa e confusa ao mesmo tempo, em igual nas proporções de surprefusa, mas foi andando até ela.—Você é uma das nossas, ou ao menos, poderá ser! Só uma das nossas teria a pele tão clara! Porque você nunca se apresentou a mim? Mas todas têm de se apresentar a mim! Foi só Alo sair que acontece uma coisa dessas!—Nunca te vi na vida e só estou aqui nem sei por quê. Eu nem queria ter vindo aqui com essa menina me olhando como se eu fosse um lobo faminto. Quem é você? — Jane sabia que não deveria ter dito aquilo, mas estava tão confusa que poderia ser jogada aos lobos só pra saber a resposta.— Frota, mas fora de meu reino nas nuvens, me chame Afrodite, Frota é um apelido. Você tem cara de quem passou na Terra, e pode pensar que eu saí de um filme de Percy Jackson ou coisa do gênero, mas deixe-me explicar: O amor e a vingança são universais. Logo, Nêmesis também está aqui. Em todo lugar há um amor ou uma ira. Mas qual é a sua, que parece ser das minhas, mas também parece que saiu da Terra?—O que é Terra, senhora? — Aigra interrogou, sua cara demonstrou medo, não pela pergunta, mas com medo de que Jane sofreria algum mal por ser rude com Afrodite. Mas a deusa não pareceu se importar, pois o amor vinha com ternura.—Não é nada que te interesse. — Olhou ela, sorrindo ironicamente, mas mesmo assim parecia um sorriso verdadeiro e belo. Após um cinco segundos de encaração de sorriso, ela se virou para Jane. — Isso vai ser útil. Temos uma profecia aqui, mas eu não me lembro do idioma dela, eu posso te oferecer o que você quiser caso consiga decifrá-la. — Afrodite disse isso com certo brilho nos olhos, e Jane aceitou. Logo estava pegando o papel sem vontade alguma, igual na tenda de Mimi. Seria Mimi uma anja dela? Seria essa uma habilidade de Afrodite apenas? Teria Afrodite estada naquela tenda a favor de Mimi? Seria aquilo uma verdadeira habilidade ou apenas um engano de sonhar acordada?Quando Jane retomou a consciência, estava segurando um livro, com aparência de antigo e uma capa vinho, com um diamante incrustado a ouro no meio, com bordas como garras atingindo eles. — Página 22639. A profecia de Afrodite em Nerka.O livro apenas abriu a capa e lá apareceu a página 22639. Parecia ser um livro mágico, pois tinha apenas uma folha e era comandado por voz. Se aquela era a página 22639, quantas profecias existiam ao todo? Quantos destinos mortais entrelaçados dos quais eles nunca poderiam ter visto? Quantas tragédias poderiam ter sido evitadas se as pessoas soubessem de seus destinos, e poderiam ter tirado outras pessoas de seus caminhos? Jane nem estava prestando atenção no texto, mas quando acordou de seu velho hábito de sonhar acordada, na página estava escrito isso:Makeeri no Agorae. Swath ShhhhKapoi.Sptritu dos maplos Mas si no oi.Dezzekado diescolerto. A cancha litormarie.Anist, em sua forma de morcego, acordou no bolso de Jane. Já estava no chão, e, embora escondido, pode ver o livro. Leu em silêncio, e, embora apenas Dori, que estava ajoelhada no chão olhando fixamente para ele pudesse ver, arregalou os olhos. Saiu da roupa de Jane e começou a ler em voz alta:
— Uma mensagem de Alorace. Uma profecia que apenas o espírito das sombras poderá ler, mas outros não. O prisioneiro se libertará. Á casa retornará. — Anist terminou a leitura com mais brilho nos olhos que Afrodite, que pareceu frustrada. Jane lembrou-se que o seu poder era, além da transfiguração em sombras, mudar pensamentos, por isso abriu-se para receber uma mensagem secreta. Ela sabia quando viria uma pelo sinal dele: Ele deixava sua asa cortada em uma fenda em formato de raio, e qualquer outro apenas pensaria que ele sofrera um acidente, combinaram isso no acampamento, secretamente, enquanto ainda estavam discutindo os poderes, ou melhor, Anist estava os descrevendo, pois Jane não sabia nada daquilo.
Notas finais
Fiz um novo capítulo, mesmo sabendo que tenho um leitor que nem sei quem é. Obrigada a você, e obrigada as pessoas que lerão isso no futuro. Vocês me motivam.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
Fale com o autor