Notas iniciais
Genteeeeee! Esse capítulo ta enorme, eu acho! Bom espero que gostem deste capítulo! Demorei pra escrever até o final, mas foi de coração! Beijos!

Após minha conversar com Hermione, tudo pareceu está mais calmo. Tomamos café junto com Rony, Harry e os Gêmeos. Eu e Fred conversamos mais do qualquer qualquer pessoa que estava na mesa da Grinfinória, conversamos em pregar peças pela escola, jogos de quadribol, bandas trouxas, riamos muito, ele é muito legal. Nós também discutíamos a diferença dele com George e morria de rir quando ele fala que ela o mais bonito.
– Toda as pessoas sabe quem é quem porque eu sou o mais bonito! — Ele riu
– Cala a boca, pelo menos eu sou melhor que você no quadribol, otário! — George fez careta pro irmão
– Mas vocês são praticamente idênticos! — Mastiguei a torrada com geleia e engoli. — Fred você é mais alto. — Falei apontando pra ele
– E mais bonito — Riu — Concorda comigo? — Comecei a rir também — Ta rindo de que? Fala logo que eu sou bonito, pra que essa vergonha?! — fez uma careta de dúvida para mim.
– Ta bom, você é bonito. Mas não significa que George seja feio.
– Toma Fred! Fica se achando do bonitão. — Comentou Rony — Mas realmente o mais bonito sou eu.
Todos começaram a rir e nos levantamos para irmos para aula.
– Até qualquer esbarro por aí Senhorita Cupper — Falou Fred me abraçando de lado
– Por favor, não me chame pelo meu segundo nome — Falei um pouco brava, mas aceitando porque ele não sabia o motivo de eu não querer que ninguém me chame assim.
Já ouvi muitas pessoas chamar minha mãe assim, era o tempo todo. Se alguém batia na porta de casa queria saber da " Senhorita Cupper" isso não foi uma vez e sim várias vezes ate... ela nunca mais voltar pra casa.
– OK! Você quem manda. — Falou sorrindo pra mim. — Então vai lá, já já começa a sua aula. — Sorriu e foi para a aula dele e eu pra minha Junto com o Trio.

Chegando na sala me sentei ao lado de Harry e ficamos conversando sobre quadribol. Percebi que logo depois a professora entrou na sala, toda cor de rosa, ela estava muito esquisita. Não aquentei olhei pra Hermione que estava atrás de mim e rimos dela. Não pude deixar de notar o quanto ela tinha cara de psicopata. Então ela começou a fazer aquele discursos que todos os professores fazem no início de todas as aulas. Ela começou a falar tanta coisa que me desconcentrei e fui lá pro mundo da Lua. Voltei com um grande susto de Rony falando:
– Não vamos usar magia? — Falou em dúvida e percebi que havia um livro na minha mesa
– Vão aprender a usar feitiços defensivos de um jeito seguro e sem risco. — Falou calmamente a professora
– Pra quê? Se vamos ser atacados, não será sem risco. — Resmungou Harry
– Devem levanta a mão para falar na minha aula. — Reclamou Umbridge — Segundo o Ministério o estudo teórico já é suficiente para prepara-los para os exames o que é, afinal, o propósito da escola.
– Como a teoria prepara pro que á la fora? — Falou Harry completamente indignado
– Não a nada la fora, querido. Quem você acha que quer atacar alguma criança da sua idade?
– Eu não sei, talvez... Lord Voldemort. — Na hora que Harry falou isso a sala começou a cochichar.
Ninguém acreditava que Voldemort tinha realmente voltado ninguém tinha prova. Todos achavam Harry mentiroso e o culpado de muitas mães não quererem que os filhos voltassem a estudar em Hogwarts.
– Vamos deixar bem claro. Vocês foram informados que um certo bruxo das trevas está à solta novamente. — A professora falou caminhando entre as carteiras — Isso é mentira! — Sibilou
– Não é mentira! Eu o vi, eu lutei com ele. — Falou Harry aumentando o tom de voz — Você acha que Cedrico morreu porque quis?
– A morte de Cedrico foi um trágico acidente.
– Sabe que ele foi assassinado! — Gritou Harry
– Cedrico está morto por causa do Voldemort. Professora, até Dumbledore que é o bruxo mais sábio acredita em Harry. Eu acredito também! — Falei indignada com a Professora — A metade desta sala acredita. — Falei me levantando. Pude sentir Hermione tentar me fazer sentada de novo.
– JÁ CHEGA! Detenção Potter! — Gritou a professora. — SENTE SENHORITA CUPPER! VOU POUPAR VOCÊ HOJE, JÁ APROVEITEI MUITO DA SUA MÃE! — Umbridge gritou olhando pra mim e Harry, dando um sorriso de canto.
Na hora que ela falou " SENHORITA CUPPER " veio a minha memória que ela foi uma das pessoas que batia na porta da minha casa chamando a minha mãe. Com certeza ela saberia de alguma coisa da morte da minha mãe, ela está envolvida, eu tenho certeza! Não sei como me segurei para não pular em cima dela.
– Então... vamos a nossa aula de hoje. — Então ela começou a escrever no quadro.
Comecei a copiar as teorias e escutava Rony reclamar que não estava entendendo nada e Hermione rindo e falando que depois nós iriamos estudar na biblioteca.

Depois da aula Harry teve de ficar na sala da professora. Eu, Mione e Ron fomos pro pátio. Ali conversamos muito, conversamos sobre a nova professora. Ela será um grande desastre para nós, Voldemort está a solta e precisamos está pronto pra nos defender mas com teoria não seria possível.
– Lana — Escutei alguém me chama, era uma voz familiar — Podemos conversar? — Na hora que olhei pra trás era ele, Joseph.
– O que você quer? — Falei me levantando e me aproximando — O QUE VOCÊ QUER? — Comecei a dar socos leve nele até ser abraçada, então comecei a chorar.
– Ei!! — Levantou Rony preocupado
– Calma, calma! Eu sou amigo dela. — Suspirou — Vou roubar ela um pouco de vocês.
– Ela vai ficar bem? — Perguntou Hermione preocupada
– Vou ficar! — Me desgrudei dos braços de Jo e enxugando minhas lagrimas.
Dali eu e Joseph fomos para a sala precisa, eu tava com muita raiva dele não acreditava que ele passou quase um ano sem falar comigo e nas minhas férias ele nem me mandava uma carta. Provavelmente ele tinha cansado de ser meu melhor amigo, tinha cansado de me aturar de ter que cuidar de mim depois que minha mãe morreu. E ele me deixou quase um ano sem noticia, sem me explicar o desaparecimento dele na minha vida, ele não me deu nem um motivo. Ele era um irmão pra mim ele sabia daquilo.
– Primeiramente... — interrompi ele
– Você é louco? — respirei fundo — JOSEPH LEWIS! VOCÊ ME DEIXA QUASE UM ANO, SEM ME DAR NOTÍCIA OU ALGO DO TIPO E AINDA TEM CORAGEM DE DIZER QUE AINDA É MEU AMIGO? — Empurrei ele com raiva — VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU SENTIR SUA FALTA E VOCÊ NÃO SABE O QUANTO VOCÊ ERA ESPECIAL PRA MIM!
– Na verdade eu sei! — Ele deu uma risada de lado — Lana...
– CARAMBA JOSEPH! LÓGICO QUE VOCÊ NÃO SABE...
– Lana! Por favor me escuta. — Falou abaixando a cabeça
– VAI... PODE COMEÇAR A CONTAR SUAS MENTIRAS! — Falei nervosa
– Lana à sete meses atras eu descobri — ele levantou a cabeça e se aproximou de mim — que estava apaixonado por você. E... e... eu sabia que você gostava de mim como irmão, e tive medo de te magoar, não sabia como lidar, tinha medo de te contar e você não ligar pros meus sentimentos. Lana por tudo que passamos juntos, pelos momentos que eu te ajudei. Desculpas se eu te magoei, mas eu nunca deixei de gostar de você. Eu sei que eu te magoei muito. E sei o quanto você é especial. Me desculpas por tudo, eu não consigo ficar longe de você!
– Joseph Lewis, você só pensou em você! Nós eramos melhores amigos poderia ter contado comigo. VOCÊ ME MAGOOU O DOBRO DO QUE EU PODERIA TE MAGOAR! — Então uma lagrima caiu de meus olhos.
Naquele momento veio vários momentos que passamos juntos na minha cabeça. De quando a gente vinha aqui na sala precisa escondido para ver filmes. De todas as brincadeiras e risos que passamos junto. De quando ele limpava minhas lagrimas. De quando ele me segurou no dia em que minha mamãe morreu. Todas as vezes que ele sabia eu não estava bem. Eu sabia que ele estava sendo sincero, mas ele não sabe o quanto ele me magoou. Mas eu estou com uma felicidade imensa no meu coração de ter ele na minha frente.
– Sua blusa ta suja de sangue Lana — ele apontou em direção do meu pulso.
Escondi meu braço atras da minha costa. Eu via seu rosto ele estava preocupado, ele estava precisando de mim também. Eu conhecia aquele garoto na palma da minha mão. Então ele começou a chorar também.
– Joseph eu gosto de você como irmão. Você sempre soube disso... — Fui interrompida
– Eu sei disso. Só queria deixar claro que eu não estou mais apaixonado por você. — Ele riu — Isso deve ser um alívio para você. — Ele continuou rindo.
Tentei captar alguma mentira naquelas palavras, e ele não estava mentindo.
– Eu estava com "apaixonite" e uns dois meses que descobrir que gostava de você eu me apaixonei por um cara... — Os olhos dele brilharam — E a gente está namorando...
– Mentira???? — Comecei a rir, enxugando minhas lagrimas e as deles — Você é Gay????
– Eu enrolei uns 5 meses pra te contar, estava com muita vergonha. E sim... eu sou Gay. — Ele parou de rir — Sério Lala, me desculpa, eu te amo. — Ele me abraçou
– Ta desculpado! Eu também te amo!
– E por favor, para de se mutilar gata! — Falou baixo — Já vi que temos muito o que conversar...
– Não to acreditando que você é gay!!! — Mudei de assunto rápido — Lufanos são meios idiotas... tem vergonha de contar pra sua melhor amiga que é gay e some por 7 meses. — Comecei a rir muito.
– Idiota é você —

Ficamos abraçados por uns 5 minutos. Depois fomos para nossas aulas. Aquele foi o meu dia, aulas, novas matérias. Depois das aulas fui pra sala comunal da Grinfinória e me juntei ao trio que conversava, me cumprimentei dando um beijo na bochecha de cada um. Ficamos quietos por um momento e o gelo foi quebrado quando Hermione viu a mão de Harry machucada, sabíamos que aquilo era coisa da Umbrigde, Mione reclamou:
– Temos que falar com Dumbledore — Falou Mione
– Não! Ele tem muita coisa pra resolver.
Enquando Harry falava eu peguei a mão dele pra ver como estava, estava roxa e tinha uma cicatriz leve.
– Lana o que foi aquilo no pátio hoje? — Perguntou Rony
– O que aconteceu no pátio? — Perguntou Harry fechando o livro que estava na mão dele e Mione fez uma cara "de quero escutar também"
Contei a eles tudo, minha história com Joseph, o tempo que ele ficou longe de mim e que ele era como um irmão pra mim. E depois desse assunto falei da minha vida a pedidos deles. Falei sobre a minha família que não era muito grande, da minha falecida mãe e das viagens que já fiz com meu pai. Contei também que meu pai é especialista em dragão e já criou um lá em casa por um tempo.
– Meu irmão Carlinhos também trabalha com dragões na Romênia — Afirmou Rony — Ele quando vem nos visitar fala bastante do seu pai, ele vai direto pra lá né?
– Ahn, meu pai as vezes da aula, as vezes cuida dos dragões. É uma profissão um pouco perigosa, meu pai tem algumas cicatrizes. — Expliquei — Mas ele é um ótimo profissional.
– Sim, sim. Meu irmão tem um grande reconhecimento do seu pai.
– Enquanto você falava do seu dragão de estimação eu lembrei de quando estávamos na casa de Hagrid e ele inventando de cuidar de um dragão naquela casinha pequenininha. — Ela riu — Se ele continuasse cuidando dele... nem sei o que poderia acontecer.
– A ele só estaria morto. — Falei sarcasticamente e todos riram.
– Gente vou tomar banho e deitar na cama, estou cansada. — Falou Mione se levantando.
Todos se levantaram e Rony também foi deitar. Ficou eu e Harry conversando um pouco, falei a minha indignação da Professora Umbridge enquanto Harry explicava o que ela havia feito com ele.
– Lana, posso te fazer uma pergunta? — Concordei com a cabeça e ele continuou — Eu não entendi quando a Umbridge falou da sua mãe e você me explicou que sua mãe trabalhava no ministério... então as duas se conheciam. Você acha que ela tem haver com a morte da sua mãe?
– Harry eu não sei te explicar muito bem... mas quando ela falou aquilo na sala eu tinha certeza que ela tem haver com a morte da minha mamãe, não sei como, mas eu irei descobrir.
Comecei a explicar mais sobre a profissão da minha mãe, das autoridades do Ministério batendo na minha porta sempre querendo falar com a "Senhorita Cupper" e que percebia minha mãe muito preocupada. Mas encerramos o assunto, já estávamos esquentando nossa cabeça por algo que tínhamos certeza.
– Ah sua blusa ta suja. — Apontou em direção do meu pulso e em seguida pegando meu braço com a intenção de levantar a manga pra ver o que era.
– Não Harry... — Puxei meu braço e sem querer a manga subiu e deixou o pulso a mostra.
– LANA! — Falou Harry assustado
Eu fiquei sem reação, estava mais assutada do que ele. E sentir ele me puxar pelo braço e me levar pra um canto mais reservado da sala.
– Lana o que é isto? Você se corta? Por que?
– Aí Merlim! — Fiquei vermelha de tanta vergonha
– Lana eu sei que faz pouco tempo que a gente se conhece, mas já considero seu amigo e você uma nova amiga minha. Você é legal, não há motivos para fazer isto.
– Harry eu já passei por tanta coisa na minha vida que se eu fosse você, com as coisas que você já passou já teria tirado minha vida! — falei abaixando a manga da blusa.
– Mas não quero ver você triste, agora você tem amigos... você pode contar comigo, Ron, Mione e os gêmeos, você é mais legal do que nós pensávamos — Ele me abraçou — É sério, pode contar sempre com a gente!
– O.K
Depois daquela conversar eu deitei na cama e pude sentir que Marceline deitar junto comigo. Eu estava muito feliz. Tudo estava voltando a da certos, eu agora tinha amigos de verdade, pessoas que eu sabia que poderia confiar.

Notas finais
E aí? Gostaram? Espero que sim! Beijoooos!