então eu peguei as flores e levei de volta para o John e deixei um bilhete só pra deixar ele ciente onde é meu limite de liberdade.

Tony- Oi Anne, iae o que Cê vai fazer nesse sábado?

Anne- Eu? Sei lá, nada importante por quê?

Tony- por nada, Cê quer sair comigo?

Anne- Claro.

Tony- pode ser às 13:30?

Anne- 13:30 tá ótimo

Tony- gostou das flores?

Anne- que flores?

Tony- o buquê de flores que eu deixei na sua mesa junto com as fotos. Cê não viu?

Anne- foi você que deixou lá? Ai meu Deus!

Tony- o que? O que foi?

Anne- nada, nada não. Eu tenho que ir vou resolver algumas coisas e enfim até sábado e obrigada pelas flores.

Eu corri diretamente pra sala do John, fui tentar pegar o bilhete de volta antes que ele lesse. Mas não havia nada em sua mesa.

Então corri ate minha sala para escrever um novo bilhete e advinha só o que estava na minha mesa? Exatamente uma carta do John, eu estava tão envergonhada que não havia coragem em mim para abri-la, mas eu precisava resolver essa burrada que fiz. Estava escrito assim:

Anne, um mal entendido não deixa de ser um problema, se você me levou a mal eu entendo, mas posso fazer bem melhor. Além disso, torturador é meu ponto forte. Eu tento provocar nas mulheres o interesse mais prazeroso que você pode pensar, já que sua primeira impressão de mim foi safado, galanteador e possuidor , é com essas características que eu vou te conquistar, vou brincar e tortura-la prazerosamente ao seu favor. Ass: John Syéhn