O começo
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Este capítulo não vai ser grande e nem muito promissor. É só pra esclarecer algumas coisas e apresentar alguns personagens
A noite estava quente em Ionia. Crianças corriam pelas ruas, brincando e gritando. Alguns adultos estavam sentados do lado de fora, conversando e vigiando os menores. As estrelas brilhavam no céu e o vento era um tanto forte.
Iléssia caminhava pelas ruas sem muita pressa. Ao seu lado, um homem alto, vestindo uma roupa ninja, lutava para alcançar seus passos. — Para um ninja, você é bem devagar. — Ela caçoou. — Eu estou cansado, Iléssia. Minha esposa viajou e deixou o nosso filho comigo, aquele menino não dormiu a noite toda. — Ele reclamou. — Ah sim. Que ótimo que está familiarizado com crianças, por que hoje, iremos ver uma. — Você me trouxe até aqui para uma festinha de aniversário? — Pare de reclamar. Vai valer a pena. Ela é especial... Iléssia e o ninja chegaram até uma parte mais humilde da cidade. Atravessando um beco escuro, chegaram a uma casa bem modesta, com plantações e alguns animais. Iléssia bateu na porta e ambos aguardaram um segundo. — Iléssia! Que bom que chegou! — Um homem que ainda parecia jovem abriu a porta — Hã... Quem é esse? — Ele faz parte da Ordem de Kinkou. Não tenha medo, ele vai ajudar. Iléssia e o Mestre entraram na casa. Não havia muitos móveis, mas era bem aconchegante. Adentrando mais na casa, eles chegaram em um quarto bem pequeno, onde uma mulher estava enclinada sobre um berço de madeira improvisado. — Jhali, a Iléssia chegou e trouxe com ela o mestre da Ordem de Kinkou. — o homem anunciou. — Sim, sim. — Ela se levantou e foi até eles — Podem ajudar a nossa filha? — Primeiro vocês precisam ser específicos. O que há de errado com ela? — Iléssia disse. — Syndra faz algumas coisas que bebês normais não deveriam fazer. Não sei se irão acreditar em nós... Mas um dia ela estava chorando, e de repente, todos os móveis da casa começaram a flutuar, até os animais do celeiro começaram a ficar agitados! — Jhali contou. Iléssia e o Mestre se entreolharam. Eles realmente nunca haviam visto algo do tipo. — Digam-me. Vocês expuseram ela há algum tipo de amuleto mágico ou algo do tipo? — O Mestre perguntou. — Não temos nada mágico em casa. Magia só causa problemas. — O homem respondeu. — Bom, há um livro, mas não creio que ele seja mágico, só é bem misterioso. — Jhali disse. Jhali foi até um outro cômodo e voltou com um livro na mão. Ele tinha uma capa negra de couro, com dois olhos desenhados. Suas páginas eram cheias de runas antigas. Iléssia e o Mestre conheciam aquilo. Era o livro das Sombras, o poder ancestral mais maligno que existia. — Vocês deixaram sua filha perto disso?! — Iléssia perguntou. — Não, esté é o quarto da Syndra, nada sobre o meu trabalho fica aqui. — Jhali respondeu. — Seu trabalho? — O Mestre se adiantou — Com o que você trabalha, Jhali? — Eu tenho algum conhecimento sobre runas antigas. Eu as decifro e as mando para os museus de Piltover. Eles pagam uma boa quantia. — Quando você achou este livro? — Iléssia perguntou. — Há mais ou menos um ano. As escritas são bem difíceis. — Eu sinto muito, mas precisamos levar o livro. — O Mestre disse. — O que está acontecendo? — Jhali perguntou. — Este livro contem poder e magia. Ambos são fortíssimos e completamente do mal. Se tomarem conta de um hospedeiro, irão deixa-lo invencível, mas esté poder é maligno e faria grandes estragos a Ionia e ao mundo todo. — Iléssia contou. — Você se expôs a este livro durante um ano. A magia ficou guardada em você, e, assim que ficou grávida de Syndra, a magia que estava armazenada foi toda para ela, mais os meses que você ficou lendo durante a sua gravidez. — O Mestre completou — É um milagre um bebê ter sobrevivido a isso, mas temos que levar este livro e destruí-lo. — Mas e a nossa filha? Quando o livro for levado, ela voltará a ser normal? — O homem perguntou. — Nós não temos como dizer. Talvez ela demore a ficar boa. Mas tenho certeza que tudo ficará bem. — Iléssia disse. Depois de se despedirem, Iléssia e o Mestre foram embora. Perto do templo dos ninjas, o Mestre perguntou: — Por que mentiu para o casal? Você sabe que a menina jamais será normal. Aquele poder só tende a crescer mais ainda, e se ela já pode levitar todos os moveis da casa sendo que é uma bebê, imagina quando for adulta. — Eu tenho fé. Syndra pode aprender a controlar esses poderes durante a infância. — E se não conseguir? — Então teremos que isolar ela da população e pedir para Zharos ensina-la. — Você sabe muito bem que Zharos ficaria deslumbrado com o poder e ele não é nada piedoso quando seus alunos erram. — E apesar disso tudo, é um ótimo professor. Ele ensinou magia para mim e o meu Mantra foi o mais forte da turma. — Faça como quiser. — O que fará com o livro? — Vou esconde-lo no meu templo, num lugar onde ninguém vai entrar. — Sim, faça isso. Não devemos contar a ninguém sobre hoje. — É claro. Até mais Iléssia.
Notas finais
Não sei arrumar parágrafos, mil perdões. Enfim, como eu tinha avisado, esse capítulo não teria nada demais. Se vocês puderem deixar algum comentário, eu ficaria muito feliz ;u;
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