O começo de uma nova clown

1 Capítulo 1 O começo de uma nova clown


Notas iniciais
espero que todos que lerem essa historia sintam oque eu senti ao escreve-la muita emoção e varios outros sentimentos que só se sabe lendo espero que gostem entre varias outras historias que escrevo escolhi essa por que eu gosto de mangás e animes e acho que daria um otimo anime obrigado e boa leitura breve novas capitulos

Demorei a ver, mas quando vi não acreditei:

Eu era uma pessoa que as outras não faziam questão de conhecer ou falar, mas mesmo assim com muito esforço virei presidente do grêmio estudantil.

Eu fiquei na escola até mais tarde. Naquele dia arrumando algumas caixas e as levando para o terraço da escola.

Subi as escadas, e do terraço pode vislumbrar o sol se pondo, e as luzes acenderam. No mesmo momento senti algo e me viria para visualizar o que era, apesar de que em minha opinião parecia ser um aluno.

Resolvi falar com ele :

– Os alunos não podem ficar até essa hora na escola. – aproximei-me para tocá-lo, porém ao tentar, ele sumiu.

Fiquei perdida nos pensamentos, que voavam sempre relacionadas a essa situação estranha, entre eles, me veio o mais idiota possível à cabeça:

– Não poderia ser um fantasma, ou poderia? – pus a mão no queixo. – Não, claro que não! Essas criaturas não existem.

Após tais dúvidas, ouvi um estrondo, enquanto descia as escadas, um tanto apavorador. Agi por impulso virando o rosto para ver, acabei por enxergar algo gigantesco. – Seria um monstro? – garanti silenciosamente. Ouvi uma voz um tanto bizarra:

– Faz muito tempo que eu não me alimento.

Por pura perspectiva e consciência, percebi que ele não correria, então agi o contrário, simplesmente, corri por toda a escola, até cair no corredor. As sensações eram inúmeras, uma hora eu sentia medo, outra queria morrer.

Pude ouvir alguém gritar:

– NÃO TENHA MEDO! – encorajou-me. – NÃO É REAL!

Pus-me a gaguejar na resposta, como poderia acreditar naquilo?

–... M-mas...

Como se aquilo não fosse o suficiente, a voz berrou mais alto:

- ELE NÃO É REAL!

Crendo nas palavras daquela voz, fechei os olhos com força. Abrindo-os a besta sumiu à minha frente. Por conta do impacto mental – no caso, o medo –, fiquei sem palavras por um tempo. Até que um menino apareceu repentinamente e disse:

– O medo só faz com que as coisas tornem verdadeiras, mesmo não sendo reais, as pessoas ficam com medo. Geralmente, o medo nos torna mais forte. – completou calmamente.

O garoto virou-se, deixando a mim a vista de suas costas, porém o inacreditável aconteceu: o monstro atravessou a parede e o pegou.

– Corra! – ordenou o jovem.

Permaneci parada:

– Talvez eu seja covarde, mas nunca deixaria alguém que precisa de ajuda para trás. – disse bravamente.

Chegando perto dele, consegui vê-lo por dentro. A imagem visível era de uma criança chorando. Pensei em abraçá-la, então entrei no monstro e fiz tal desejo.

– Tudo bem. Não chore! Você irá para um lugar melhor! Prometo-lhe!

Nesse exato momento, eu brilhei e a criança sumiu. Saí de dentro do monstro, por algum motivo eu podia pular altíssimo.

A besta me atacava, sedenta por sangue derramado, sedenta por morte. Cada ataque dela era falível, eu conseguia automaticamente pular e escapar. Acabei por querendo tapeá-lo, dei impulso aos pés, como se estivesse em um pula-pula. Bati com muita força com os dois pés na criatura.

Acreditei que iria destruir completamente a escola, porém aquilo fora o suficiente para o monstro desaparecer. Parei em pé, e em instantes o menino apareceu e disse:

– O que foi aquilo? – sorriu surpreso. – Eu nunca vi um humano conseguir se transformar em Clow antes.

– Como? – olhei para minha vestimenta, estava de coelho.

– Clowns são almas de pessoas mortas, que são escolhidas para levar as almas perdidas que ficam nesse mundo. E lutar contra os monstros que tentam comer essas almas para fortificação. Nós, Clowns, nos transformamos em heróis que as almas acreditam que podemos salvá-las. No seu caso, a criança pensou que uma heroína coelho iria salvá-lo. – explicou.

– Então... O que houve com a criança daquela hora?

– Provavelmente está no céu.

– Aquele monstro... Era real?

– Já que você já os conhece, sim. E são bem reais eles. Se não se cuidar vai acabar morrendo. – avisou.

Surpresa, pensei comigo mesma: “Isso não pode estar acontecendo...”