O começo de tudo
4 Deuses Gregos?
Notas iniciais
– Há... E o que a nossa DEUSA quis dizer? Novamente. – Perguntei, já mais controlada.
– Ela falou que nós deveríamos protege – lá. E não deixar que nenhum mal pairasse no seu caminho em quanto nós fizéssemos essa missão. Por que você era um obstáculo para certo. Monstros.
– Gabriel, essa conversa não faz sentido algum. Eu não entendo praticamente nada no que você fala, eu já não sei mais qual é a verdade e qual é a mentira – Disse eu já com um, certo medo na voz.
– Nada do que Gabriel disse pra você é mentira. – Disse Eddie no lugar do Gabriel.
– Se eu acreditar nessa brincadeira. O que acontece comigo, o que eu tenho que fazer? – Perguntei já segura de aceitar participar dessa brincadeira de deuses gregos.
– Isso não é brincadeira. E você sabe disso. E Você vai para a missão conosco.
– Ok! E Quando vamos? – Perguntei sem pensar. Só de lembrar que eu sairia de perto da minha avó que só me maltratava, me deixou meio que. Feliz.
– Se possível amanhã de madrugada – Disse Eddie depois de um tempo da conversa ter se passado e ele ter ficado calado nesse meio tempo sem falar nada.
– Beleza. Então eu posso começar a arrumar minhas coisas ainda hoje? – Perguntei com um sorriso estampado no meu rosto.
– Samantha. Quem é o responsável por você – Perguntou Megan.
Agora que olhei melhor para Megan, que sempre ficou escondida atrás do Gabriel e do Eddie, ela é um pouco mais alto do que eu, nossa, seu olho são tão negros, é como se eu estivesse olhando para um labirinto sem luz alguma, seus cabelos são curtos, que chegam até seu ombro, olhando para ela. Bem ela parece ser bem educada, tímida mas severa quando necessário. Depois que reparei na Megan fui aproveitar e reparar melhor no Eddie, bem ele é um pouco mais baixo do que o Gabriel, mais ou menos 1’83, seu olho são de um azul marinho escuro como o mar, mas tem vez que são tão claros quanto o céu num dia de paz. Por que eu fui ter os olhos castanhos claros? Gabriel aparentava ter entre 16 ou 17 anos, Megan devia ter a minha idade, já Eddie parecia ter a mesma idade que Gabriel. Somos todos muitos novos.
No dia seguinte, estaria nossas fotos nos posteres, nos muros de casas que neles diziam “Adolescentes desaparecidos, caso saibam de algo liguem para 190. Recompensa de até 3.000” ou algo do tipo.
– A responsável por mim é a minha Avó que se chama Diana, mas não pretendo avisá-la disso, pois ela não autorizará, bem, NUNCA. – Disse eu em um tom meio irônico.
– Beleza. Então ninguém contara para nenhum parente para onde estamos indo. E quando for sair. Bem saia de fininho. – Disse Megan docilmente.
– Então, nós nos encontraremos aqui na escola – Disse Eddie.
Blim Blim.
O sido tocou. Já estava na hora de irmos. Mas Megan insistiu para que continuássemos a conversa em uma lanchonete. E é claro. Ninguém recusou, pois estávamos vidrados no assunto de fugir. Até parecia que estávamos em um hospício. E nós éramos os loucos que tentava sair daquele lugar terrível. E conversa vai e conversa vem.
E quando percebi a hora, fui correndo pra casa.
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