Com o tempo, Amanita aprendeu e entendeu a história de Carantelo e da Biblioteca. E, embora Carantelo estivesse acostumada com a solidão, a presença de Aman era, de certa forma, reconfortante.

A olência das flores primaveris as receberam na nova cidade. Entrar em um novo local sempre fazia Carantelo tremer – afinal, pessoas-cogumelo não eram muito comuns; um vagão mágico era menos ainda.

Mas enquanto procuravam um local para estacionar o vagão e uma baia para alugar, Aman delicadamente entrelaçou a mão com a de Carantelo, apertando de leve em sinal carinhoso.

E Carantelo respirou fundo e abriu um sorriso.