Cantarelo apeou o pônei ao cruzaram a ponte de pedra.

Descendo do vagão, gastou alguns minutos para tirar os arreios de Butcher, o pônei roliço de pelagem caramelo, e ficou observando enquanto o animal ia até a beirada, inclinando-se para beber água. Sorrindo, virou para observar o vagão com vinhas penduradas no pequeno telhado de telhas verdes, a lanterna da frente já acessa.

Por um juramento votivo, Cantarelo e Biblioteca eram conectados por laços mágicos. Estavam chegando perto da cidade, e ela já podia sentir a animação que fluía do vagão, pronto para receber novas pessoas nos corredores infinitos.