Notas iniciais
Bom, eu estou muito ansiosa para saber o que vocês acham. Boa leitura

Há muitos anos atrás,uma familia dona de uma grande propriedade no interior de Alemanha, passa por alguns problemas.

Katharina Brown, a mais bela de toda cidade engravidou de seu namorado, Peter Ackermann. Seus pais forçaram-nos a casar, mesmo contra as suas vontades. Alguns meses depois nasceu a linda Emilie Ackermann, uma bebê gordinha e que desde pequena parecia a mais linda de todas. Sua mãe ficou irritada, estava acostumada a ser a dona de toda a atenção, mas depois que teve a filha, só Emilie chamava a atenção e sua própria mãe tinha raiva dela, a culpava por seu corpo não estar mais tão bonito quanto antes. Já seu pai achava que Emilie era a responsável pela perda da liberdade, também não gostava muito dela, na verdade os três nem conversavam mais. Quando Emilie completou 10 anos, já era a menina mais linda da cidade, tinha um lindo cabelo loiro com cachos grossos na ponta que iam até a cintura, sua pele era alva e tinha um sorriso lindo. Em uma manhã de sábado o tempo estava muito nublado na cidade, Katharina preparava o café da manhã, enquanto a filha vestia-se para visitar a casa da avó como lhe foi prometido pelo pai na semana anterior. Ao descer a escada reparou que sua mãe não estava vestida para o passeio e perguntou se ela não iria com eles. Sua mãe deu um sorriso debochado e falou.

– Você ainda espera que o seu pai te leve para passear na casa da vovozinha?! Se eu fosse você não perderia o meu tempo, ele nem chegou da noitada ainda. Se você quiser, vá sozinha!

Emilie subia a escada correndo aos prantos, não conseguia entender o motivo de tanto a odiarem, nunca recebeu atenção ou carinho da própria mãe, que na verdade sempre fazia questão de demonstrar que não se importava com ela. Decidiu ir mesmo assim, afinal a casa da avó nem era tão longe e uma vez, havia ido andando com sua mãe e a caminhada era de em média vinte minutos. Pegou o casaco e falou para a mãe que iria andando sozinha. No caminho as pernas de Emilie já não aguentavam mais, doíam muito e começou a achar que havia se perdido. Quando se deparou com uma mansão antiga e totalmente abandonada, de repente viu uma sombra na janela, tinha certeza que era uma pessoa e que a observava. Emilie tinha medo de entrar para perguntar ao mesmo tempo em que tinha medo de ficar sozinha na floresta, parecia que em pouco tempo iria começar a chover. Depois de alguns minutos pensando decidiu entrar. Naquele momento mal Emilie sabia que seu trágico destino já estava traçado. Foi bater na porta, mas a mesma já estava aberta.

– Olá? Tem alguém aqui?- Perguntou assustada. Começou a ouvir barulhos vindos do andar superior, sua curiosidade a levou a subir até o segundo andar daquela linda mansão abandonada. Ah pobre Emilie se a mesma tivesse noção das consequências que ficar naquela casa a traria mais tarde, daria meia volta naquele momento.

Continuou a subir lentamente a escada, mas quando foi pisar no último degrau, ouviu um alto rangido, o que a assustou muito de inicio, mas depois percebeu que era só um rangido comum em escada de casa antiga. Deparou-se com um extenso corredor, haviam seis portas ali, mas a que deixou-a mais curiosa foi a última, de todas ela parecia ser a mais acabada. Foi caminhando lentamente em direção da porta, mexeu na maçaneta e com algum esforço conseguiu abri-la. Adentrou o pequeno cômodo com certo medo, ficou assustada quando entrou no quarto, a pintura era muito escura, tinha um piano encostado na parede e alguns quadros muito estranhos pendurados. Deparou-se com um homem sentado na cama, com as costas um pouco arqueadas. Deu um passo para traz.

– O que faz aqui menininha?

– Na...na...nada.

– Meu nome é Lorenzo Ampere. E o seu?

– Emilie- A menina estava assustada, pronta para sair correndo, mas aquele rapaz tinha no rosto um sorriso tranquilo e muito confortador.

– Emilie! Seu nome é muito bonito! Não fica com medo eu só quero ser seu amigo.

– Mamãe diz que é errado conversar com estranhos!

– Bem... Você sabe o meu nome e eu sei o seu, então nós não somos desconhecidos...

– É...

– Você está com fome Emilie?

– Um pouco.

– Vamos para a cozinha que eu te preparo algo para comer.

– Tá bom!

E assim fez, preparou torradas para ela comer com suco, depois a levou para um quarto e disse para ela dormir que mais tarde ele a levaria para casa. Ela dormiu com a estranha sensação de estar sendo observada, mas achou que era só coisa de sua cabeça. Quando acordou sentiu alguém alisando suas pernas, virou-se bruscamente e percebeu que era Lorenzo que estava sentado na beira da cama.

– O que estava fazendo?

– Eu vim aqui para te acordar.

– Já acordei! Agora você pode me levar para casa, senhor?

– Claro! Mas eu achei que você fosse querer aprender a pintar comigo...

– Eu não sei. Os meus pais vão ficar preocupados e eu posso apanhar.

– Fica tranquila, está chovendo muito. Então quando parar de chover eu te levo, mas agora não vai dar.

– Tudo bem então!

Lorenzo levou Emilie até o atelier e lá mostrou tudo a ela, desde tintas até os tipos de pincéis certos para cada tipo de detalhe. Ele ensinou a pintar uma flor, Emilie fez tudo certinho, no final do trabalho seu vestido estava um pouco sujo de tinta, mas não era nada que não pudesse disfarçar com o cabelo. Quando a chuva parou ele deu um lanche para ela e a direcionou para a garagem, ela lhe deu o endereço e se assustou quando ele parou no meio da estrada.

– Emilie me desculpe, mas eu não posso te levar até a sua casa.

– Porque não?

– Porque se eu te levar as pessoas vão falar mal de você.

– Tá bom!

– Emilie, espera um momento. O que você acha de me encontrar aqui amanhã? Eu posso te levar para minha casa e podemos conversar...

– Tudo bem! Que horas?

– 08 horas, está bom para você?

– Nessa hora os meus pais estão trabalhando, então tá bom!

– Te encontro aqui então, ás 8 horas. Só mais uma coisa, não fale para os seus pais sobre mim eles podem ficar com muita raiva de você.

– Tudo bem- falou sorrindo.

Emilie caminhou feliz até em casa já que no outro dia veria seu amigo Lorenzo. Assim que chegou, encontrou seu pai com uma expressão furiosa, sua mãe estava sentada no chão com a mão cobrindo o rosto e muitos hematomas por todo o corpo. Assim que a viu seu pai veio até ela e segurou seu braço com muita força e falou:

– A onde você estava Emilie?

– Eu tinha ido para a casa da vovó, mas começou a chover aí eu tive que ficar em uma casa abandonada até a chuva passar e eu poder voltar.

– E porque você não me esperou?

– Porque, eu não queria te dar trabalho- Naquele momento preferiu mentir, para a situação de sua mãe não piorar.

– Tudo bem! Sobe para o seu quarto e vai dormir, ficará sem janta para aprender que sempre deve ter minha permissão para poder sair.

– Sim, senhor!

Subiu as escadas para o seu quarto em silêncio e de cabeça baixa, sabia que se falasse alguma coisa ela e sua mãe apanhariam. Seu pai continuou gritando com sua mãe e depois de muito barulho, seu pai saiu de carro. Depois disso conseguiu dormir.

Acordou no outro dia bem cedo, desceu para tomar seu café da manhã e depois subiu de novo para se arrumar, queria ficar bonita na presença de seu amigo. Foi andando até o ponto combinado, quando chegou lá viu o carro de Lorenzo parado.

– Oi Lorenzo!

– Oi Emilie! Porque você demorou tanto?

– Acordei um pouco atrasada.

Passaram alguns meses e a ligação dos dois estava cada vez mais forte, eles começaram a ficar cada vez mais íntimos, cada vez mais próximos o que poderia ser muito perigoso. Em alguns dias, Lorenzo ficou totalmente encantado por Emilie, em alguns meses ficou apaixonado por ela e em um ano começou a amá-la de forma doentia e obcecada. Com Emilie, a princípio era só admiração e depois passou para amizade e um grande carinho, ela não amava Lorenzo da forma que ele a amava. Passaram-se dois anos, Emilie o visitava todos os dias, agora com 12 anos, Emilie estava cada vez mais linda, começando a ganhar corpo, começando a virar uma moça. Lorenzo, porém, parecia imortal nos seus 32 anos. Esse seria um dia muito feliz para a família de Emilie, pois a mesma havia se tornado mocinha e isso marcava uma nova fase da sua vida. Sua mãe chamou as avós para um almoço entre mulheres e aproveitou para contar a novidade.

– Emilie ficou mocinha!

– Sério querida? Agora que virou mocinha já pode casar!- Dizia sua avó Marie com um grande entusiasmo.

– Mas eu não quero casar!- retrucou a menina.

–Eu conheço um fazendeiro muito rico e com muitas propriedades perto de minha casa. O filho mais velho dele foi fazer faculdade em Londres, o rapaz tem apenas 17 anos e o pai disse que assim que ele voltar quer casá-lo, e ele só voltará daqui a 4 ou 5 anos dá tempo de prepará-la para o casamento, assim que herdar a fazenda do pai, esse rapaz será um dos melhores partidos da cidade.

– Parece ser mesmo um bom partido- Sua mãe disse com o olhar direcionado para ela.

– Eu não vou me casar!

– Mas é claro que vai! Ou acha que eu e seu pai iremos te sustentar para sempre?- Falou sua mãe irritada.

– O Lorenzo disse que eu não preciso me casar!

– Não acredito que voltou a falar do amigo imaginário- Sua mãe disse revoltada.

– ELE NÃO É IMAGINÁRIO! – Gritou pegando um copo de suco e jogando todo o liquido na cara de sua mãe, que ficou totalmente furiosa.

– EMILIE, SUBA PARA O SEU QUARTO AGORA!- Gritou já atingindo o ápice da raiva. Emilie subiu em silêncio, mas sentia que a cada momento se afastava mais de sua família, a cada minuto que ela ficava com Lorenzo, ela odiava mais os pais. Quando começou a anoitecer, Emilie começou a ouvir seus parentes, indo embora. Chamou-lhe atenção o seu nome ser citado pelo murmúrio no andar inferior

...

No dia seguinte Emilie acordou sentindo-se indisposta, mas mesmo assim desceu percebendo que já passava das 11 horas, e se não levantasse logo acabaria apanhando de sua mãe que não deveria estar de bom humor. Arrumou-se e desceu as escadas apressada, pois como era sexta feira seus pais não se oporiam em deixá-la sair, mas o que eles não sabiam era que Emilie encontraria-se com Lorenzo. Ao chegar no fim da escada encontrou sua mãe conversando com Martha uma amiga de infância, enquanto Samantha, filha de Martha e melhor amiga de Emilie, estava tranquilamente sentada ao lado de sua mãe. Samantha não era nada parecida com Emilie, Sam, usava joias, vestidinhos de babados, era meiga, inteligente e extremamente bonita. Porém sua beleza não igualava-se a de Emilie, que mesmo negligenciada e mal cuidada continuava sendo a mais bela de todas. Chegou até o meio da sala, as três a olharam e sorriram. Emilie estranhou já que sua mãe raramente sorria para ela.

– Emilie querida, você poderia ir brincar com a Sam em seu quarto, pois eu tenho um assunto muito importante para tratar com Martha e esse assunto deve ser tratado por adultos – Sua mãe falou sorrindo ao mesmo tempo em que Samantha levantava-se sorrindo para acompanhar-lhe.

– É claro- Falou Emilie com cordialidade sorrindo para a amiga em seguida.

– Vamos Sam?

– Vamos Emy- Falou gentilmente Samantha, seguindo-a pelas escadas. Quando chegaram ao quarto ambas sentaram na cama e Emilie começou a falar para Sam, falar sobre ela e Lorenzo.

– Emilie a sua mãe não lhe disse que não se deve conversar com estranhos ainda mais fazer amizade... com um homem- Falou horrorizada, sussurrando a última parte.

– Sam... O Lorenzo é diferente, ele gosta de mim, nós conversamos e ele me entende. Nós somos muito amigos.

– Emilie, isso é ruim. Você não pode ficar se encontrado com esse homem, ele pode ser perigoso- Falou Sam nervosa.

– Sam, o Lorenzo nunca me faria mal algum- Falou Emilie na defensiva.

– Você não pensa mesmo nas coisas não é Emilie?- Disse preocupada.

Emilie e Samantha conversaram por mais algum tempo até que uma empregada foi chamá-las para o almoço. Quando deu quatro horas da tarde,Martha e Samantha foram embora e Emilie foi para o quarto, e ficou lendo um livro até de repente ouviu a porta principal sendo batida, foi até a janela e viu sua mãe saindo, com um casaco sobre o vestido e um guarda-chuva preto nas mãos. Emilie então desceu as escadas correndo e perguntou a empregada para onde sua mãe havia ido, e a mesma disse que sua mãe fora visitar sua avó, que não estava se sentindo bem. Emilie então pediu para a empregada avisar a sua mãe, que ela tinha ido para a casa de uma amiga fazer um trabalho escolar, mas ao contrario Emilie foi mais uma vez para casa de Lorenzo. Chegando lá ela entrou direto e o encontrou sentado no sofá da sala, com um copo na mão e parecia pensativo, mas Emilie não prestou atenção nos detalhes, pelo contrario ela só queria conversar com ele.

– Oi Lorenzo- Falou se sentando no sofá do lado dele.

– Oi Emilie- Falou ainda pensativo.

De repente os dois começaram a conversar e Emilie contou a Lorenzo que sua família queria casá-la. Foi quando Lorenza começou a ficar estranho, ele levantou calmamente do sofá e foi até a cozinha, voltando pouco tempo depois com dois copos na mão, um ele entregou a Emilie e outro ele sentou no sofá e começou a beber então Emilie nem ao menos prestou atenção nesse detalhe e bebeu pensando que era suco, mas era veneno. Aos poucos sua visão foi ficando turva e sua respiração foi ficando ofegante, depois de pouco mais de um minuto ela apagou, tendo tempo apenas de ouvir Lorenzo falar “Boa noite Emilie”

...

Aos poucos Emilie foi despertando e aos poucos sua mente foi voltando aos recentes acontecimentos, de repente ela foi tomada por uma imensa raiva e começou a sentir sua cabeça girar, abriu os olhos e viu que estava na floresta seu vestido antes branco estava ensanguentado e a pouco mais de um metro dela tinha um pano, ela o puxou, e dele caiu uma adaga, prata e muito brilhante com umas pedras na ponta.

Aquela adaga fora usada para esfaquear seu corpo já morto, no lugar de seus machucados só haviam cicatrizes, ela se lembraria, não importa quanto tempo levasse, ela se vingaria. Então ela foi caminhando lentamente a caminho de sua casa, chegando lá seus pais estavam na sala, ao verem a filha que já estava desaparecida a dois dias se assustaram e quando olharam nos olhos dela eles só viram um vazio. Então Emilie disse calmamente:

– Comuniquem a todos a minha morte e eu não quero que ninguém me incomode- Dizendo isso ela subiu as escadas calmamente e foi para o quarto. Chegando lá começou a planejar... Sua vingança

...

Seis anos se passaram e Emilie sentia cada vez mais raiva, pois ela sabia que não poderia descansar enquanto ele vivesse. Seus pais nunca disseram a ninguém que ela estava viva, talvez por medo. Eles pensavam que sua filha já não era mais a mesma por isso preferiam não ficar perto dela. Depois de tanto tempo finalmente chegou o dia sonhado, Lorenzo tinha se casado há dois anos, por incrível que pareça com Samantha, a “melhor amiga” de Emilie e juntos eles tiveram um filho chamado Aaron. Ambos estavam morando em uma casa no campo e Emilie estava decidida a fazer uma visitinha para Lorenzo, vestiu-se de acordo com a ocasião e saiu pela janela, sem esquecer é claro, a adaga. Foi caminhando até a casa calmamente. Chegando lá, viu que apenas a luz da sala estava acesa e era Samantha que estava lá, lendo. Ela foi caminhando, entrou na casa muito lentamente e ficou da sombra a observar aquela que já tinha sido sua melhor amiga, há tanto tempo. Ela estava sentada lendo um suspense e parecia calma, só que de repente começou a parecer tensa e estava com as sobrancelhas vincadas, e de repente levantou a cabeça assustada olhando na direção de Emilie, mas não conseguiu vê-la, por causa da sombra.Emilie foi caminhando lentamente até Samantha que estava paralisada com a figura que vinha em sua direção. Quando Emilie parou na sua frente ela olhou a apavorada.

–Quem é você?

– Você não lembra de mim?- Perguntou Emilie irônica- Você não lembra da sua melhor amiga?

– Isso é impossível!- Gritou Samantha levantando-se- A minha melhor amiga está morta.

– Será?- Falou Emilie sorrindo.

Aos poucos Samantha foi ficando apavorada, tentou correr para a escada, mas Emilie segurou-a pelo braço, então Samantha puxou seu braço com força e correu até a lareira e pegou um atiçador para se defender, porém na hora que ela foi tentar acertar Emilie com ele, a mesma o segurou e puxou o atiçador da mão dela. Emilie começou a caminhar em sua direção enquanto Samantha recuava, até que ela bateu as costas na parede e Emilie parou em sua frente, Samantha começou a se sentir encurralada, Emilie então colocou a mão sobre o pescoço dela e começou a apertar,quando estava quase sem ar Samantha perguntou com a respiração arquejada:

–O que eu te fiz?- Perguntou com os olhos cheios de lagrimas e Emilie respondeu sorrindo.

– Você? Nada. Só estava no lugar errado na hora errada- Depois disso o corpo de Samantha começou a ficar mole, mas Emilie não parou de apertar sua garganta até o coração dela parar. Não demorou muito e Samantha já estava caída no chão, morta.

Emilie subiu lentamente a escada até o quarto de Lorenzo que estava deitado na cama, Emilie caminhou até a cama e sentou ao lado dele que então a olhou assustado.

– Emilie? Mas você está...

– Morta-Falou sorrindo.

– Sim. Isso é um sonho?- Perguntou sorrindo.

– Eu acho que está mais para pesadelo-Emilie disse pegando a adaga e segurou em sua frente.- Foi isso que você usou para me matar- Falou calmamente.

– Eu juro que eu não queria... Eu te amava.

– Não,você matava. Sempre foi assim, desde muito pequeno, você se sentia bem matando.

– Você veio me matar?- Perguntou assustado.

– Não- Ela disse e ele ficou mais tranquilo- Na verdade eu vim... Retribuir o favor- Dizendo isso ela cravou a adaga sem pena no peito dele, no coração.

Na mesma noite a casa de Lorenzo foi encontrada pegando fogo, foram encontrados os corpos dele e de Samantha,enquanto seu filho Aaron foi encontrado do lado de fora da casa, dormindo. Depois daquele dia, Emilie Ackermann nunca mais foi vista.

Notas finais
Eaí o que acharam? Eu estou muito ansiosa para saber o que vocês acharam, porque eu estou muito insegura com relação a essa história, muito mesmo. Por favor me digam o que acharam... Porque dependendo da quantidade de comentários quem sabe eu não posto outras nesse estilo, mas primeiro eu preciso saber se agradouBjssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!