O cara certo, o voto de Duda.

7 Voltando para a infância de Eduarda


Notas iniciais
Primeiras experiência e como é a perspectiva ou melhor sobre qual prisma a nossa protagonista ver Deus são os assuntos dos próximos capítulos, eu até que gostaria muito de ao invés desse capitulo ter postado o que fala sobre o "prometido" de Eduarda, estava em uma tentação kkk porém, devemos ir por partes não é mesmo ??

Bem antes da experiência do capítulo anterior, bem antes mesmo quando Eduarda era apenas uma menininha extremamente curiosa do tipo que não para quieta (a mãe de Eduarda merece o céu só por ter aguentado-a se um dia eu tiver uma filha ou filho como a duda eu desejo muito ter a mesma paciência e sabedoria dessa santa senhora!), Ela já tinha bem definido a sua ideia de quem era Deus, em sua cabecinha já havia criado suas próprias teorias e posso dizer que ela criou para si um conceito de Deus bem diferente das que estão espalhadas pelo mundo, para Eduarda Deus é como os homens com sentimentos, vontades e sim fraquezas, essa última ela aprendera a não comentar pois, essa ideia que Deus tenha “defeitos” semelhantes ao nossos é o tipo de coisa que causa uma verdadeira “guerra”, Eduarda quando criança lutava bastante sempre medida em uma guerrinha, sempre buscando provar suas teses sobre aquilo que não conhecia, era tão novinha mas, já tava sua opinião como se já tivesse feito diversas faculdades e tudo começou quando em uma das noites entediantes que sua mãe a levará para a igreja isso depois de seu voto, o “homem chato” disse:

—...E Deus criou o homem a sua imagem e semelhança…

No mesmo momento ela olha para sua mãe e pergunta:

— Mãe ?? mãe ? Deus é um homem?

claro que a mãe de Eduarda não conseguiu entender a pergunta da filha até porque duda não tinha conversado sobre suas teorias com ela.

— Claro que não Eduarda, agora preste a atenção !! olha aquele menino ele está prestando a atenção (a mãe de Eduarda sempre fiz isso dada exemplos para tudo, esses exemplos sempre cortavam qualquer questionamento de Eduarda).

O homem então um dia ensinou em uma das diversas “conversas” algo que fez os olhos de Eduarda brilharem com as diversas possibilidades e também por acabar com o que ela chamava de “interferência” algo que mais tarde compreendeu que fosse a sua ideia de religião, a palavra religião significa religar Deus com os homens o que Eduarda achava desnecessário pois, já estava ligada a Deus não precisava de mais ninguém “causando” entre. Após sua descoberta ela passou a ter um relacionamento com Deus como se ele fosse um homem não qualquer homem mas, o seu pai mais legal e poderoso!!

Notas finais
Eu já havia postado essa fic na spirit e tenho uma beta lá que virou minha amiga s2 serio gosto dela e de seus comentários vou posta-los aqui nas notas finais ~Mkyoko Postado 25/03/2017 22:17 Acho que Deus é incomparável, mas olhando os textos bíblicos, creio eu na minha ingenuidade e falta de conhecimento, que Ele aprendeu a lidar com seus filhos rebeldes. Quando comecei a ler a bíblia, eu via um Deus bondoso sim, mas que me assustava tbm. Como assim ele abriu a terra e 2 mil pessoas caíram no abismo? Mas naquela época , nem os homens aceitavam traições, idolatrias, crimes, imagina Deus?! Depois veio o novo testamento, e antes todas as vezes que o povo escolhido traiu seu Deus, deixou ele por estátuas. Imagino o sentimento de um pai sendo trocado por um objeto. Na verdade é tão surreal que nem dá pra imaginar. Voltando... e então ele se fez homem, veio a terra, morreu por nós, levou o pecado do mundo, inclusive os que ainda estavam por acontecer, rasgou o véu do templo, nos deu livre acesso a Deus pai, de forma q não precisamos mais de profetas para falar com ele. E ainda nos deu a chance de ir morar no céu, quando nenhum de nós é digno. Então eu entendi, ele sempre foi justo, ele sempre teve misericórdia, tanta que com o passar do tempo só aumentou. Um tipo de experiência entre pai e filhos onde o amor conquista mais que o medo, talvez? Eu penso assim.