O barulho do silêncio
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Não copiem, plágio é crime!
(Mary) Eu tava lavando a louça (o que era previsível). A casa estava uma zona e eu não tivera tempo de arrumar.
(Jason) Cheguei perto de Mary. -Fala aí, bunduda. O que que tá pegando?! Podendo ir pra noite e ficando aqui limpando a casa? Que que tá havendo?
(Mary) -Alguém tem que limpar essa espelunca, né?
(Mike) A janela da sala de Mary estava aberta. Discretamente, eu observava e ouvia o diálogo entre ela e seu namorado besta, Jason . Assim que ele se aproxima dela, fico possuído por um ódio que não consigo compreender. Na verdade, nem nos conhecemos. Tudo o que sei sobre ela foi fruto de conversas entreouvidas. Me sento na calçada, na esperança dela sair de casa para poder observá-la mais de perto. Continuo ouvindo-os conversar.
(Mary) Fui sair pra levar o lixo lá fora e encontrei um garoto. Quem era mesmo?
(Mike) Mary sai de casa com uma sacola de lixo fedorenta. Olho-a nos olhos verdes, mas fico em silêncio.
(Mary) Ele tava me olhando. Ai...mais um.-Boa noite.
(Mike) Ignoro-a. -Sabe, você devia parar de sair com esse cara.
(Mary) -Concordo. — sentei ao seu lado.
(Mike) Não conseguia parar de olhar pra ela. Seu olhar cansado de alguma forma me prendia. Quando estava prestes a responder, Raphel, o desengonçado, como eu gostava de chamar mentalmente, apareceu.
(Raphel) Achei estranho, e também um pouquinho irritante, meu anjinho estar sentado em uma calçada conversando com um garotinho bobo e não comigo. Mary normalmente foge de mim e minhas cantadas, que podem até ser irritantes, mas o que pretendo é mostrar que, na verdade, ela está gamadinha por mim. -Ei, querida, porque não apareceu no barzinho ontem? Fiquei a noite toda te esperando.. — Eu a tinha convidado, mas, como sempre, não tinha aceitado.
(Mary) -Porque não aceitei?! Daah. — falei ironicamente ignorando o volume que formara em sua calça.
(Mike) Dei uma risada inaudível, mas sem mudar minha expressão. Levantei e me virei de costas dos dois, indo embora e ignorando qualquer palavra dirigida a mim.
(Mary) -Mas então, Raphel? Já arranjou um emprego?
(Raphel) E eu deveria?
(Mary) -Pelo menos isso, né?
(Raphel) -Nahh, trabalhar significa ter menos tempo com você. — Me sentei no mesmo lugar em que aquele menininho estava. Ele me assusta um pouco, saindo assim, sem motivos.
(Mary) -Tecnicamente, nós não temos tempo pra ficar juntos. — me afastei um pouco.
(Raphel) -Larga do Jason e teremos mais. — Me aproximei mais ainda.
(Mary) Pensei um pouco. Raphel até que não era feio. Talvez essa noite. -Só hoje, e isso não significa compromisso! — beijei-o, colocando a mão no volume em sua calça.
(Raphel) — É isso? Você vai me usar como algo descartável e depois simplesmente jogar fora? Se for assim eu não quero. — Cara, como eu sou idiota.
(Mary) Nossa... Suspirei. -Podemos manter uma relação escondido. — sugeri. Eu precisava daquilo.
(Raphel) Não consegui resistir mais do que aquilo.-Você é mais madura, deve saber um lugar bom para irmos. — digo, como se minha indignação de ser "descartável" nunca tivesse existido.
(Mary) Levei-o a um beco. Um lugar abandonado no meio de um nada ninguém nos veria. Sorri.
(Raphel) Antes que eu perceba, a coisa toda já está acontecendo. Ela mesma se encarregou de me despir.
(Mary) O pênis dele era relativamente grande eu comecei a chupá-lo como se fosse um pirulito. Aquilo era bom.
(Raphel) Aquele era um momento muito esperado. Ela sempre sumia quando eu aparecia, o que aconteceu com ela? É estranho descrever uma transa, mas essa estava sendo bem agressiva. Imaginei Mary mais delicada... assim é melhor. Em menos de cinco minutos, ejaculo, e ela para. Parece gostar do sêmen em sua boca, fiquei até com curiosidade de saber o gosto. Não queria que fosse tão rápido, mas não consegui segurar nada, isso nem é possível. Nesse momento em que nos dispersamos um pouco, Jason aparece.
(Jason) -O quê...? -a mágoa me consumia. -Não vou falar nada. — saí.
(Mary) Depois eu podia pensar nisso... Afinal, foda-se né? Eu já tava fodida...hahaha!
(Raphel) -É melhor eu ir... -Digo sorrindo. É estranho, mas ela parece estar feliz também.
(Mary) -Sim... — falei ofegante. Me repus e fui pra casa.
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