O amor um dia acontece
1 O Início
Notas iniciais
Depois de que Casey pediu Jane em casamento fiquei pensando que se Maura tivesse tomado um atitude a série finalmente teria tomado o rumo que muitas fãs desejam tanto.
O som da Campainha tirou Maura de seus pensamentos, olhou para o relógio e suspirou "quem seria uma hora dessa, qual ser humano seria tão inconveniente de incomodar tão tarde da noite", lentamente depositou sua taça de vinho na mesa de centro, levantou-se de seu confortável sofá e dirigiu lentamente até a porta, enquanto a pessoa do outro lado insistia em tocar. Suspirou mais uma vez e a abriu.
– Jane! Falou surpresa. – Terminei com Casey, eu disse não a ele! – Oh! Jane sinto muito, mas porque? – Porque Maura eu não posso desistir da minha carreira para me tornar esposa de um General em qualquer lugar do mundo, mas posso desistir da minha vida para salvar a sua Maura.– Jane não entendi a analogia, você está sendo sarcástica? Jane sorriu essa era sua Maura. – Não Maura... Jane de aproximou da loira com seu corpo e a prensou contra o batente da porta ...eu não posso aceitar casar com Casey porque não é a ele que eu amo, não quero desistir de ser detetive para ser sua esposa, mas se você estiver em perigo Maura eu desisto de viver para que você viva. Maura podia sentir a respiração da amiga bem próxima a sua, a mente já estava entrando em combustão Jane aproximava cada vez mais e continuava a falar, acho que ela nunca disse tantas palavras juntas. Ela não tinha mais para onde correr ela não queria correr, se o que Jane estava dizendo é verdade ela não precisaria correr mais. – Desde que você me beijou Maura eu não consigo pensar em outra coisa que não seja sentir novamente o calor de seus lábios, o gosto de sua boca, então me dei conta de que não é com Casey que quero ficar e sim com você. Eu posso entrar Maura? A pergunta foi ambígua, mas as duas entenderam o que significava. – Sempre Jane. Essa foi a deixa para a morena capturar os lábios rosados de Maura em um beijo, que começou lento, saboreando cada canto da boca, com línguas entrelaçando, se conhecendo, se apresentando, mas logo se tornou exigênte, faminto, as mão agora exploram os corpos mutuamente, um reconhecimento de território inexplorado, roupas começaram a ser desabotoadas mãos entrando em lugares antes proibidos, ambas precisaram de um pouco de ar. – Jane você já fez isso antes? – Não, mas não deve ser difícil e você? – Uma vez eu beijei uma garota na faculdade, mas a probabilidade... – Maura pare foco aqui sim, probabilidades depois, e voltou a beijar a loira agora com mais desejo enquanto a dirigia aos tropeços para o quarto. Roupas foram jogadas pelo quarto, palavras desconexas ditas sem sentidos, desejos revelados, descobertas feitas. A luz da manhã entrou pela janela atingindo o rosto da loira, que preguiçosa e lentamente abriu os olhos, seu corpo estava um pouco dolorido, sentiu um peso e a respiração quente da morena sobre seu ombro esquerdo, Jane o estava fazendo de travesseiro, suas pernas estavam entrelaçadas e seu braço esquerdo envolta a sua cintura, ela sorriu, nem em suas mais loucas fantasias imaginou um dia estar com a morena assim em sua cama, não que lhe faltou desejo, só imaginava que Jane nunca sentiria o mesmo por ela, até uma semana atrás ela mesmo não sabia o que sentia por Jane, até Casey lhe pedir em casamento e o sentimento tomar proporções gigantescas e loucamente a beijar no laboratório. Olhou para o relógio já eram 7:20 horas, era sábado não tinham que trabalhar mas logo Ângela entraria pela cozinha para preparar o café da manhã como fazia todos os dias, então ela procuraria por Jane no quarto de hóspedes e Jane estava ali nua em sua cama não era a melhor forma de dizer a Rizzoli mais velha que ela transformara sua filha em uma lésbica agora que os sonhos de casamento e netos estavam comprometidos. Jane parecia dormi em paz, mas infelizmente teria que se mexer e acordá-la, esperaria mais alguns momentos sua cama nunca fora tão boa. – Pare de pensar seu cérebro está me atrapalhando dormir. Maura sorriu das palavras da morena. – Jane sua mãe logo vai entrar para fazer o café e não acho que seja bom ela nos pegar assim. – Minha mãe foi passar o fim de semana na casa de um amigo em outra cidade, aniversário de alguém eu acho, então temos a casa só para nós o fim de semana todo. – Jane! Jane tinha voltado a dormir. Maura não conseguia mais dormir sua mente estava a mil por hora, como seria agora, nos últimos quatros anos Jane fazia parte de sua vida, ela estava lá quando da descoberta de seus pais biológicos, a reaproximação com sua mãe adotiva, os amigos que ela tem eram os amigos de Jane e sua família como reagiria a essa nova condição da amizade das duas e qual era a condição das duas, ela precisava de algumas resposta mas Jane não estava em condição de dá-las no memento, precisava levantar e fazer algo com as mãos com muito cuidado desvencilhou-se da morena que resmungou um pouco por ter que mudar de posição mais voltou a dormir, fechou as cortinas para quebrar a luz que entrava no quarto e deixar a morena dormir um pouco mais, recolheu as roupas espalhadas pelo chão as levou para o cesto, olhou seu rosto no espelho e notou marcas em seu pescoço e sinal de mordidas no ombro, pensou: Jane, Jane você me mordeu! mas ela também teria marcas pelo corpo pois um flash lhe veio a mente em meio a um dos muitos orgasmos que teve na noite passada em um deles ela cravou suas unhas nas costa de sua morena foi quando ela lhe cravou os dentes no ombro.
– Sua morena! Ela sorriu para si mesma no espelho. Depois de um demorado banho e de completar sua higiene pessoal e de todos os pensamentos que assolavam sua mente vir e vir novamente sentiu fome, mas antes de sair do quarto admirou Jane dormindo tranquilamente, deliciosamente nua em sua cama. – Linda! Muito linda! Jane pareceu na cozinha uma hora depois, cabelos molhado, vestida em um moletom cinza caída no quadril e uma camiseta branca, Maura estava sentada na bancada da cozinha lendo o jornal. A morena se dirigiu até a loira a beijou nos lábios. – Bom dia amor! Porque levantou tão cedo? Achei que estaria cansada depois de todo exercício de ontem senti sua falta na cama, falou sorrindo. Maura a olhou nos olhos, amor! Jane a chamou de amor depois de terem uma noite louca de sexo isso é bom não é. – Maura algum problema? Maura colocou o jornal de lado e pulou no pescoço da morena e a beijou. Jane se assustou um pouco com a atitude. – Não amor e bom dia, desculpe sair da cama tão cedo mas precisava fazer algo para minha mente parar de enlouquecer. Café? – Sim, você fez panquecas? – E piquei frutas, fiz sucos e torradas. – É vejo que precisava mesmo se ocupar. – Jane precisamos conversar, você sabe disso né? – Maura o que exatamente está te incomodando? – Como vai ser agora Jane? Trabalhamos no mesmo local, temos os mesmo amigos e sua família, e nossa amizade, não quero perder minha melhor amiga e o que somos agora, somos um casal Jane? E sua família? – Nossa você andou pensando mesmo né. – Estou com medo Jane, nossos relacionamentos até aqui foram um monte de desastres, não quero te perder nem a amizade de sua família. – Eu também tenho medo, eu te amo Maura, vamos resolver cada caso juntas no momento em que surgir, primeiro vamos definir algumas coisas vejamos nossa condição, vamos resolver isso primeiro. Jane se levantou da banqueta que ocupava ficando de pé diante de Maura e segurou sua mão. – Dra. Maura Isles, você aceita ser minha namorada a partir de hoje? Maura sorriu pelo gesto delicado de Jane e fez uma brincadeira. – Deixa eu pensar, se você continuar sendo minha melhor amiga primeiro sim eu aceito Detetive Jane Rizzoli ser sua namorada. – Maura nunca vou deixar de ser sua melhor amiga. – Promete Jane? A morena a abraçou. – Sim prometo. E quanto ao resto vejamos a atendente da padaria, a caixa do supermercado, a atendente da farmácia, sua vizinha do lado e metade do BPD pensam que somos um casal não vamos precisar mudar nossas vidas muito, quanto a minha família e nossos amigos eles nos amam vão entender, minha mãe talvez no começo pode ficar chateada por cauda desse negócio de casamento e netos mas se prometermos dar a ela isso algum dia ela logo muda de ideia, e ela te ama e você já fez muito por todos nós, só que eu gostaria de manter nosso relacionamento em segredo por enquanto se você não se importa, podemos ir falando aos poucos com cada um para podermos curtir nossa privacidade nesse início só por isso se você estiver de acordo. – Oh! Jane eu te amo, concordo em irmos falando aos poucos também preciso contar para minha mãe Constance e Arthur. – Certo posso beijar minha namorada agora? – Agora e sempre que quiser. O resto do fim de semana foi de muitos beijos, amassos no sofá, sexo em todas as partes da casa e mordidas, Maura descobriu essa tara de Jane de morder e Jane descobriu que Maura gosta de cravar suas unhas em suas costas quando tem um orgasmo louco uma hora essas marcas iriam aparecer, mas elas não estavam preocupadas com isso, tudo que queriam era viver o momento de felicidade.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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