O amor bateu na minha porta
13 Tentativa de assassinato?!
Notas iniciais
[ Violetta Narrando ]
Passei a tarde assim,assistindo filmes,se eu soubesse que a minha tarde seria tão chata teria ido para a casa da Cami com a Fran,estava assistindo ao quinto filme de hoje até que a campainha toca.
_Quem será?_pergunto pra mim mesma,levanto-me do sofá e vou até a porta,abro a mesma e não tinha ninguém,então vou até o portão,abro o mesmo e também não tinha ninguém,dou uma olhada no lado de fora da rua,mas também não tinha ninguém._Que estranho._dei de ombros e dei meia volta,mas alguma coisa,acho que uma corda,enrola no meu pescoço e acho,ou melhor,tenho certeza que tinha alguém apertando a corda no meu pescoço,eu tentava tirar aquela corda no meu pescoço,mas não conseguia,tentava pedir socorro,mas pela falta de ar a voz não saia,eu já estava sentindo tudo rodar,até que ouço uma sirene de polícia e a corda solta do meu pescoço.
_Vai atrás dele!_ordenou o policial e o outro policial saiu correndo atrás de quem quis me matar._A senhorita está bem. — perguntou o policial se aproximando de mim.
_Estou._respondi tossindo._Graças a Deus e ao senhor ele não conseguiu me matar.
_A senhorita viu o rosto do criminoso?_ele perguntou e eu neguei,então o policial que foi atrás do suposto assassino voltou com uma cara de decepção._Vejo que não conseguiu pegar ele._ele negou._Será que nem pra isso você serve?_ele perguntou alterado._A senhorita quer ir ao hospital?
_Não obrigado._respondi._Já estou bem. — nisso um carro preto para na frente da casa,o motorista abriu a porta e eu vi que era o Leon,o mesmo quando me viu sentada no chão veio até a mim com o semblante preocupado.
_Vilu,o que aconteceu? — ele perguntou se aproximando.
[ German Narrando ]
Resolvi seguir o conselho do Marco,e saí um pouco de casa,o Marco tem razão,infelizmente eu tenho que aceitar o fato de que a Violetta se foi e eu não poderei mais vê-la.
Me vesti com roupa de ginástica e fui para a rua,tem uma pista de corrida aqui perto que várias pessoas vão até lá praticar execicios físicos.Estava correndo pela pista observando os casais correndo,conversando,alguns estavam sentados nos bancos trocando caricias e beijos,o que me fez lembrar que desde que eu casei com a Maria não tive mas nenhuma namorada,já faz tempo que não sei o que é ser amado por uma mulher. — meus pensamentos foram interrompidos quando esbarrei em uma mulher linda de cabelos loiros e olhos azuis.
_Você não olha por onde anda? — perguntou ela estressada.
[ Violetta Narrando ]
_Nada de mais Leon. — respondi,pois eu sei com o Leon é exagerado.
_Nada de mais não._disse o policial._Essa senhorita sofreu uma tentativa de assassinato.
_Tentativa de assassinato?! — perguntou o Leon.
_Sim Leon,mas não foi nada demais._eu disse._Já estou bem,graças a Deus quem quis me matar não conseguiu.
_Mas quem iria querer te ver morta Vilu? — Leon perguntou.
_Certamente alguém que me conhece e não gosta nada,nada de mim. — respondi me levantando do chão e indo abraçar o Leon.
_A senhorita... — disse o policial mas eu o cortei.
_Me chama de você. — eu disse e ele sorriu.
_Tá,você deseja prestar queixa da pessoa que tentou te assassinar? — ele perguntou.
_Acho que não._eu disse e o Leon me olhou surpreso._Nem tenho ideia de quem seja essa pessoa,como vou dá queixa dela? — perguntei.
_Sim,você tem razão._disse o policial._Bom,agora tenho que ir,thau. — disse o policial e saiu.
_Vamos entrar meu amor? — perguntou o Leon,eu assenti e entramos.
[ German Narrando ]
_Me desculpe. — eu disse.
_Tudo bem,não tem problema. — ela disse.
_Meu nome é German e o seu? — perguntei.
_Angeles,mas pode me chamar de Angie. — ela disse sorrindo e eu sorri também.
_O que acha de tomarmos um suco?_perguntei._Eu pago!
_Se é assim,eu aceito. — ela disse sorrindo e fomos para um lugar chamado restô.
_Nunca tinha vindo nesse lugar. — eu disse me sentando a mesa.
_Eu sou professora de canto no studio on beat,como o studio é bem pertinho daqui eu venho até aqui direto. — ela disse.
_Esse lugar é muito bonito. — eu disse e olhei para um mini palco,o que me fez lembrar na Vilu.
_Porque ficou triste? — ela perguntou me olhando.
_Eu lembrei da minha filha,ela gostava tanto de cantar. — eu disse.
_Como assim GOSTAVA? — ela perguntou.
_Infelizmente ela morreu. — respondi.
_Eu sinto muito._ela disse._Eu sei como é perder uma pessoa querida. — nisso o garçom chegou e serviu duas vitaminas de goiaba.
[ Violetta Narrando ]
_Meu amor,você tem certeza que está bem?_perguntou o Leon me fazendo sentar no sofá._Você não quer que eu te leve ao hospital?
_Não Leon,já falei que estou bem._respondi._Não foi dessa vez que você conseguiu se livrar de mim.
_Espero que esse dia nunca chegue._ele disse sentando-se do meu lado._Eu quero envelhecer ao seu lado Vilu.
_Eu também meu amor,eu também. — respondi sorridente.
_Mas você tem certeza que está mesmo bem? — ele me perguntou.
_Tô Leon!_respondi impaciente._E se você me perguntar mais uma vez isso eu não respondo por mim.
_Tá,me desculpa por ser um namorado preocupa. — ele disse e eu revirei os olhos,nisso a porta se abre e pela mesma entra o Marco e a Fran.
_Oi pessoal,sentiram a minha falta? — perguntou a Fran.
_Muita. — disse o Leon sarcasticamente.
_Magoo. — disse a Fran e eu e o Marco rimos.
_Oi Vilu._disse o Marco se aproximando._O que foi essa marca vermelha no seu pescoço? — perguntou o Marco sentando-se do meu lado.
_A Vilu sofreu uma tentativa de assassinato. — respondeu o Leon por mim.
_Nossa,você está bem Vilu? — perguntou a Fran preocupada.
_Estou Fran,não foi nada demais. — respondi.
_Ai que bom que você está bem. — disse o Marco me abraçando com ternura,o que me passou uma sensação de segurança.
_Chega né Marco?_perguntou a Fran._Que eu saiba sua namorada sou eu. — disse a Fran com ciúmes e o Marco desfez o abraço.
_Não precisa ficar com ciúmes,meu amor._disse o Marco indo até a Fran e lhe dando um selinho._Eu tenho a Vilu,como uma irmã. — ele disse e eu sorri.Nisso a Olga entra na sala com aquele jeitinho afobado dela.
_Gente,eu quero apresentar o meu namorado,Ramalho. — disse a Olga e um senhor alto entrou na sala,pude ver que o Marco ficou pálido assim que viu o tal de Ramalho,o mesmo quando me viu fez uma cara estranha e falou:
_Violetta?!
[ German Narrando ]
_Está entregue. — disse assim que cheguei na frente da casa da Angie.
_Obrigado German._ela disse sorridente._Realmente foi um prazer conhecê-lo.
_O prazer foi todo meu. — eu disse.
_Bom,tenho que entrar,depois nos vemos. — ela deu um beijo na minha bochecha,o que me fez corar e entrou.
É incrível como a Angie faz com que eu me sinta bem,desde a morte da Maria nunca tinha sentido isso por nenhuma mulher,será que eu estou apaixonado pela Angie?
[ Marco Narrando ]
_Espera!_disse a Vilu._Você me conhece?
_Claro Violetta,você não lembra de mim,eu sou... — disse o Ramalho mas eu o cortei.
_Ele é assistente pessoal do meu pai. — respondi por ele.
_Marco? — ele perguntou.
_E como ele conhece a Vilu? — perguntou a Fran.
_É que..._enrolei._Eu falei de vocês duas para ele. — respondi e o Ramalho me olhou do tipo "temos que conversar".
_É isso mesmo._disse o Ramalho._Bom,eu já tenho que ir,mas foi um prazer conhecê-los.
_Vou com você Ramalho._eu disse._Thau. — dei um beijo na Fran e saí.
_Marco você vai me explicar essa história direitinho._disse o Ramalho enquanto caminhava._Porque você inventou aquela história toda para a Violetta? E porque a Violetta não sabe quem eu sou?
_A Violetta perdeu a memória Ramalho. — eu respondi.
_Mas o Diego disse que... — eu o cortei.
_Eu sei o que o Diego disse Ramalho,mas tenho minhas certas dúvidas sobre o caráter do Diego. — eu disse.
_Mas,você vai contar para o German? — ele perguntou.
_Não,ainda!_respondi._Quando a poeira abaixar,ou quando a Vilu recuperar a memória eu conto para o papai.
_Ele vai ficar super feliz,assim como eu fiquei. — ele disse sorridente.
_Sim Ramalho,nossa Violetta está de volta. — eu disse.
Fale com o autor