Essa mulher o que tem de bonita, tem de difícil, tive que pagar jantares, roupas, flores, jóias, para que ela finalmente aceitasse sair comigo. Por sorte meu esforço teve um retorno muito agradável, ela aceitou passar o final de semana comigo em uma casa nas montanhas, que eu aluguei sob o nome de Alessandro Montenegro.
Marta Munhoz era realmente bonita, loira, olhos castanhos, 1.70 de altura, publicitária, 30 anos, seios fartos, boca avermelhada, não tem contato com a família e ela consegue estar arrumada desde a hora que levanta, até a hora que vai dormir.

Chegamos na sexta de manha, fizemos sexo por todo o canto daquela casa, ela era realmente ardente. No sábado de noite, convenci-a fazer uma loucura, que tal transar sem parar no meio da mata? Ela, completamente caída por mim, aceitou minha proposta insana. Preparei o jipe, que o dono da propriedade havia me emprestado, e fomos em busca de uma boa aventura sexual.

Já era por volta das dez da noite, quando achamos o lugar perfeito e isolado. Após transarmos loucamente aos pés de uma arvore, dei a idéia de amarrar-la na arvore com uma corda que estava no jipe, ela aceitou prontamente, fui até o automóvel e voltei com uma mala de mão grande, ela toda eufórica achando que era brinquedinhos, coitada.
Depois de amarrar e amordaçar a linda mulher nua, fui até a mala e peguei a gasolina, taquei em volta da arvore e sobre o corpo da mulher indefesa que me olhava com ar de ‘’onde foi que eu errei?’’, antes de acender o fósforo lhe disse ‘’Você não errou, eu que nasci errado’’, peguei a mala e acendi o fósforo, corri para o carro, se meus cálculos estivessem certos teria 1 hora para limpar tudo.

Chegando em casa, agradeci por ser pequena e a limpei facilmente, troquei a placa do carro e saí daquele lugar rapidamente, apenas com a imagem daquela mulher ardente, ardendo em chamas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.