O amanhecer do passado.
9 A esperança sobrepõe.
Notas iniciais
Eu não me importo se você não sabe como você é.
Aliás, viver em um mundo cheio de rancor, é o que vemos.
Sentimos a dor daqueles que morreram, não só na crise.
Sentimos a dor de perder os amados, por aquelas coisas.
Mechas, por toda parte, porém... surge a esperança...
E essa esperança... Bem... somos nós.
– Mãe, é melhor a senhora começar a se explicar..
– Bem, Hayato, começamos por aquele dia no hospital.
– Aquele dia... Eu fiquei muito preocupado com você.
– Eu sei.
– Então, você fez aquilo tudo... por quê?
– Porque eu sabia que este dia iria chegar, onde eu teria que revelar.
– Revelar o que, mãe?
– Eu tive de sair da cidade, por conta de algumas coisas.
– Quais coisas, Ayumi?
– Você ficou igual ao seu pai...
– Deixe o Yutta fora disso. Disse Hayato com um olhar tenso.
– Aliás, ele já se foi. Complementou a Ayumi.
– Que bela família você conseguiu, Hayato. Disse a Ayumi mudando de assunto.
– Fico feliz por você, Hayato.
– É... obrigado, mãe.
– Agora explique, que coisas eram essas?
– E-Eu tive que ir para Uji... fazer algumas coisas sobre o seu pai. Disse Ayumi com uma cara triste.
– Tive de aguentar o sofrimento de lembrar como é ruim, estar sem ele. Disse ela quase chorando.
– Mas por um lado... lembrei que ainda tinha você. Mas, não poderia voltar até que o tempo chegasse.
– Tempo?! Que tempo, mãe?! Disse Hayato.
– A era dos mechas...
– V-Você sabia disso? Disse Hayato.
– Sim... tive de participar na criação deles...
– Mas, porque você fez isso?! Perguntou Hayato.
– Mas... não é óbvio? Perguntou Ayumi.
– Para lhe manter a salvo, Hayato. Complementou ela.
– M-Mãe... Disse Hayato quase chorando.
– Hayato, você me perdoa, este tempo todo que fiquei fora?
– É injusto... Mas, eu aceito. Falou Hayato.
– Obrigado, filho, fico muito agradecida por ter aceitado. Falou a Ayumi.
– Com licença, quantos anos a senhora tem? Perguntei.
– Eu? Eu tenho 53 anos de idade no momento. Falou a Ayumi sorrindo.
– Oh, nem parece! Disse a Fuyu.
– Quantos anos você daria para mim? Perguntou Ayumi
– Hm... eu daria 30 anos de idade. Falei
– E eu daria 26 anos de idade, você é muito bonita! Disse Fuyu.
– Obrigada! Falou Ayumi.
– Bem, estamos seguindo com o mecha, foi um prazer conhecê-los. Falei
– Ah, antes, qual é o seu nome, jovem de cabelo preto? Perguntou
– Eu? Meu nome é Aki Shou e tenho 17 anos. Falei.
– E você, minha jovem?
– Meu nome é Takeru Fuyu e tenho 16 anos. Falou a Fuyu.
– Prazer em conhecê-los, Fuyu e Aki-san.
– O prazer é nosso! Falei
– Aliás, vocês são namorados? Ayumi perguntou.
– O-O-O que?! Eu e a Fuyu falamos juntos.
– Vocês são fofos juntos, dariam um belo casal. Disse a Ayumi.
– Eu concordo! Disse a Yui.
– E-E-Enfim... nós já estamos indo. Falei com vergonha.
– Boa sorte, Fuyu e Aki. Hayato disse
– Obrigado. Falei
Então saímos da casa, pegamos o mecha, e entrei dentro dele.
– Aki, você fica bem legal dentro desse mecha.
– Obrigado, Fuyu. Falei rindo.
– Bem, Fuyu, chegou a hora que eu estava esperando.
– E qual seria essa hora?
– A hora de botar pra foder.
E bem, assim foi, o começo de uma jornada, para acabar com essa maluquice, que foi essa era dos mechas. Isso foi uma puta experiência para a minha vida, eu aprendi muitas coisas com ela, uma delas foi... botar pra foder.
Aki Shou, 2035.
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