O amanhecer do passado.

9 A esperança sobrepõe.


Notas iniciais
Bem, finalmente o capítulo 9, mil desculpas pelo sumiço, esses meses foram bem apertados e não tive muito tempo para entrar e escrever, mas aqui está o capítulo 9. Espero que gostem!!!

Eu não me importo se você não sabe como você é.

Aliás, viver em um mundo cheio de rancor, é o que vemos.

Sentimos a dor daqueles que morreram, não só na crise.

Sentimos a dor de perder os amados, por aquelas coisas.

Mechas, por toda parte, porém... surge a esperança...

E essa esperança... Bem... somos nós.

– Mãe, é melhor a senhora começar a se explicar..

– Bem, Hayato, começamos por aquele dia no hospital.

– Aquele dia... Eu fiquei muito preocupado com você.

– Eu sei.

– Então, você fez aquilo tudo... por quê?

– Porque eu sabia que este dia iria chegar, onde eu teria que revelar.

– Revelar o que, mãe?

– Eu tive de sair da cidade, por conta de algumas coisas.

– Quais coisas, Ayumi?

– Você ficou igual ao seu pai...

– Deixe o Yutta fora disso. Disse Hayato com um olhar tenso.

– Aliás, ele já se foi. Complementou a Ayumi.

– Que bela família você conseguiu, Hayato. Disse a Ayumi mudando de assunto.

– Fico feliz por você, Hayato.

– É... obrigado, mãe.

– Agora explique, que coisas eram essas?

– E-Eu tive que ir para Uji... fazer algumas coisas sobre o seu pai. Disse Ayumi com uma cara triste.

– Tive de aguentar o sofrimento de lembrar como é ruim, estar sem ele. Disse ela quase chorando.

– Mas por um lado... lembrei que ainda tinha você. Mas, não poderia voltar até que o tempo chegasse.

– Tempo?! Que tempo, mãe?! Disse Hayato.

– A era dos mechas...

– V-Você sabia disso? Disse Hayato.

– Sim... tive de participar na criação deles...

– Mas, porque você fez isso?! Perguntou Hayato.

– Mas... não é óbvio? Perguntou Ayumi.

– Para lhe manter a salvo, Hayato. Complementou ela.

– M-Mãe... Disse Hayato quase chorando.

– Hayato, você me perdoa, este tempo todo que fiquei fora?

– É injusto... Mas, eu aceito. Falou Hayato.

– Obrigado, filho, fico muito agradecida por ter aceitado. Falou a Ayumi.

– Com licença, quantos anos a senhora tem? Perguntei.

– Eu? Eu tenho 53 anos de idade no momento. Falou a Ayumi sorrindo.

– Oh, nem parece! Disse a Fuyu.

– Quantos anos você daria para mim? Perguntou Ayumi

– Hm... eu daria 30 anos de idade. Falei

– E eu daria 26 anos de idade, você é muito bonita! Disse Fuyu.

– Obrigada! Falou Ayumi.

– Bem, estamos seguindo com o mecha, foi um prazer conhecê-los. Falei

– Ah, antes, qual é o seu nome, jovem de cabelo preto? Perguntou

– Eu? Meu nome é Aki Shou e tenho 17 anos. Falei.

– E você, minha jovem?

– Meu nome é Takeru Fuyu e tenho 16 anos. Falou a Fuyu.

– Prazer em conhecê-los, Fuyu e Aki-san.

– O prazer é nosso! Falei

– Aliás, vocês são namorados? Ayumi perguntou.

– O-O-O que?! Eu e a Fuyu falamos juntos.

– Vocês são fofos juntos, dariam um belo casal. Disse a Ayumi.

– Eu concordo! Disse a Yui.

– E-E-Enfim... nós já estamos indo. Falei com vergonha.

– Boa sorte, Fuyu e Aki. Hayato disse

– Obrigado. Falei

Então saímos da casa, pegamos o mecha, e entrei dentro dele.

– Aki, você fica bem legal dentro desse mecha.

– Obrigado, Fuyu. Falei rindo.

– Bem, Fuyu, chegou a hora que eu estava esperando.

– E qual seria essa hora?

– A hora de botar pra foder.

E bem, assim foi, o começo de uma jornada, para acabar com essa maluquice, que foi essa era dos mechas. Isso foi uma puta experiência para a minha vida, eu aprendi muitas coisas com ela, uma delas foi... botar pra foder.

Aki Shou, 2035.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo 9, realmente mil desculpas por esse tempo todo fora. Enfim, Capítulo 12, Capítulo 3 e Capítulo 10 Chegando!