O acampamento 13
1 Numa noite de sexta-feira 13
Quando acordamos, e saímos da cabana, olhamos um ao outro com um olhar de medo, não sabíamos o que estava acontecendo, mas sabíamos que não era algo bom:
(Cauã) –Laura, você ouviu o despertador tocar? O que está acontecendo?
(Laura) –Pior que não... estou com muito medo.
(Cauã) –Calma, no máximo será uma brincadeira com a gente, os novatos, bem na sexta-feira 13.
(Laura) –Espero que seja mesmo... não gosto dessas brincadeiras.
Depois de andarmos por aquela escuridão do acampamento com somente uma vela, Laura lembrou que tinha câmeras de segurança espalhadas pelo acampamento inteiro e que o monitor das câmeras estava dentro da cabana 13, aquela cabana era a única que se afastava de todo o acampamento, teria que passar por um pequeno rio e por uma floresta húmida e sombria.
Finalmente chegamos na cabana 13, o cheiro de lá era de mofo e a aparência era de abandonada, quando estávamos entrando sentimos uma presença desconhecida de alguém, como se estivéssemos sendo seguidos e observados. Ligamos o monitor e conseguimos ver que realmente não tinha ninguém no acampamento além de nós.
Quando fomos desliga-lo , descobrimos aonde estavam todos... junto conosco, e de repente um vulto chegou e apagou a vela dizendo com uma voz roca, “tenham bom sonhos...”.
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