O Visitante Noturno
1 One shot
Há muitos anos, durante os sombrios dias da Segunda Guerra Mundial, uma lenda viveu entre os homens que foram à luta contra os arianos de Hitler.
O Capitão América era falado no mundo todo, como o grande herói americano, o arrasador de fileiras alemãs, o mais varonil dos homens. Quando tirava a máscara do herói patriota, ele era apenas um homem qualquer, exceto que seu coração o diferenciava de todos. Steve Rogers havia sido escolhido para participar do projeto Super Soldado por seu coração, seu valor e sua humildade. Seu maior desejo era se juntar ao exército americano, como seu amigo Bucky Barnes fizera. Steve sempre fora um rapaz franzino, ao contrário de Bucky, que era encorpado e fazia sucesso com as moças. Mesmo tendo coisas melhores a fazer, Bucky sempre demonstrara gostar muito de Steve. Quando o soro do Super Soldado desenvolvido pelo Dr. Erskine funcionou em Steve, este se tornou uma incrível parede de músculos e habilidades estonteantes. Ele conseguiu entrar para o exército, e logo começou a chamar atenção com suas novas habilidades e se destacar entre os muitos recrutas. Uma noite, depois que muitos dos soldados já descansavam no acampamento americano, Bucky se esgueirou até a cabana de Steve para vê-lo dormir, como já fizera outras vezes. Desde que entrou para o exército, Bucky Barnes ficou meses sem ver o amigo, e agora que ele se juntara às fileiras americanas, mudado, Bucky passara a sentir uma estranha atração pelo amigo. Desde então passara a invadir sua cabana à noite, quando ele dormia, para vê-lo dormir. Estava fascinado com a forma como o amigo mudara. Steve tinha agora quase o dobro do tamanho de Bucky. Seu peito era firme, como todo o seu corpo, com enormes e esguios músculos. Bucky logo passou a se descobrir tendo ereções ao ficar observando Steve dormir. Ele dormia fardado, pronto para a luta, como todos os outros soldados, mas conforme suas visitas se tornaram mais frequentes, e o desejo de Bucky, cada vez maior, ele ficou ousado o bastante para abrir a calça de Steve, devagar, temendo que o amigo acordasse. Costumava tocar levemente o corpo de Steve enquanto se masturbava. Algumas vezes, Bucky se arriscava a juntar seus lábios dos de Steve, não ousando nem respirar, mesmo ciente do sono de pedra dele. Mas naquela noite, quando estava ali, ajoelhado junto do amigo adormecido, observando os contornos de seu corpo e tocando a si mesmo, Bucky não resistiu, e despiu a calça de Steve lentamente, revelando a cueca branca do amigo. Bucky percebera que era muito comum Steve ter ereções durante o sono, e muitas vezes ele ficava observando o volume na calça de Steve, e vendo-o pulsar de vez em quando. Desta vez não era diferente. O sexo de Steve Rogers estava firme dentro da cueca, e pulsava daquela forma que enlouquecia seu amigo Bucky. Com os olhos fixos no rosto de Steve, atento a qualquer reação, Bucky baixou a cueca do recruta Rogers, revelando sua masculinidade ereta, úmida na ponta. Ainda, sem tirar os olhos do rosto de Steve, Bucky segurou o membro do rapaz e deslizou sua pele para baixo, revelando a glande, que estava vermelha, e desprendia uma gota de excitação da uretra. Rezando para que Steve não acordasse, e não mais resistindo à tentação, Bucky envolveu o pênis de Steve com os lábios e o deslizou para dentro da boca lentamente. Para seu espanto, Steve não acordou nem sequer se moveu. Bucky então resolveu aproveitar o momento, e, cuidadosa e furtivamente começou a lamber o membro do adormecido em toda a sua extensão, sentindo seu próprio pênis endurecer como ele jamais vira antes. Voltou a deslizar o pênis de Steve para dentro da boca, e deu uma sugada. Seu coração disparou. O rosto de Steve se contraíra no que poderia ser uma expressão de dor, mas que o invasor sabia que era de louco prazer. Achou que Steve fosse despertar, e pegar o amigo em flagrante, babando em seu pau. Mas Steve não acordou. Desafiando o perigo, Bucky continuou com sua aventura e deu uma nova sugada, mais prolongada, passando a língua na glande por dentro da boca. Steve reagiu da mesma forma, sem acordar. Sua respiração estava se acelerando, e Bucky temia que ele fosse acordar, mas já não conseguia parar. Estava fazendo com a cabeça um incessante movimento de ir e vir, e sentia as reações de Steve cada vez mais. O rapaz adormecido tencionava os músculos e torcia os dedos do pé em seu sono, o corpo enlouquecendo com as carícias de Bucky, que, embora fizesse aquilo pela primeira vez, sabia como fazer por já ter recebido esta carícia de moças antes. Quando começou a concentrar suas sugadas e lambidas na glande, Bucky sentiu a tensão aumentar. Steve estava ofegando, mas seus olhos continuavam serenamente fechados. Seu corpo ficou rígido, e seu esperma jorrou com força na boca de Bucky Barnes, embasbacando-o. Bucky começou a lamber e engolir o líquido seminal de Steve com tanto empenho, que só quando terminou, olhou para cima e percebeu os dois olhos azuis o observando com frieza, e então seu estômago se enrolou. Steve acordara ofegando, não se lembrava do que havia sonhado, mas havia de ter sido um sonho molhado como os que os adolescentes tem. Mas se deparou então, com uma maravilhosa sensação úmida lhe tomando a glande e seu pênis inteiro. Então viu seu melhor amigo, Bucky Barnes, deitado entre suas pernas, segurando na base de seu pênis, e distribuindo lambidas e chupões nele. Não sabia o que pensar, e quando Bucky encontrou seu olhar, congelou, com o membro de Steve ainda na mão, melado, sua glande vermelha a centímetros dos lábios do rapaz.
Ninguém disse nada. Steve, então, acenou com a cabeça fazendo que sim, e algo no rosto de Bucky se iluminou. O rapaz continuou a estimulá-lo com a língua enquanto Steve se livrava da parte de cima da farda, e com um dos pés roçava o membro duro de Bucky. Então steve segurou o rosto de Bucky de forma rude e o puxou para junto do seu. Olhou para os lábios rosados de Bucky, e passou sua língua por eles, sentindo o gosto do próprio esperma. Mesmo tendo acabado de ejacular, Steve estava duro novamente, e conforme foi beijando Bucky, começou a despi-lo desajeitadamente, sem saber direito o que fazer. Steve se deitou, e Bucky veio por cima. A pontada de dor dominou seu corpo por um momento quando Steve entrou nele, mas quando ele se relaxou, aquilo se transformou em prazer. Logo Bucky subia e descia no sexo do amigo, os olhos fixos nos dele, as mãos segurando nos músculos do peito que ele desejara por longas noites. Steve guiou Bucky a mudar de posição, deixando-o em quatro apoios, e voltou a penetrá-lo, abraçando sua cintura com um braço, e passando a dar estocadas constantes dentro do amigo menor, mas mais velho. Levou os dedos à boca de Bucky, e ele os mordeu e chupou, abafando seus gemidos para que não acordassem todo o acampamento. O próprio cadete teve de se segurar para não soltar um quase urro de êxtase quando alcançou o ápice novamente, e ajudou Bucky a alcançar tal ponto com a mão, ainda se movimentando dentro dele. Os dois amigos ficaram se olhando por longos minutos, e até ali não haviam trocado palavra alguma. Steve se deitou e dormiu novamente, e o amigo não sabia se devia ficar e dormir ali; optou por retornar à sua cabana, sorrindo para a madrugada, feliz com o mundo por ter passado a noite com aquele que viria a ser o herói da guerra, e seu companheiro de batalha.
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