O Viajante De Animes

3 Cap 3 Um quase dragão e uma gata


Notas iniciais
E ai pessoal tudo boum? Aqui esta o capitulo três do Viajante de Animes! Willian – Mas ate agora não fui para anime nenhum! Autor – Cala a boca porra!Eu decido quando você vai! Eu queria agradecer Principalmente o FURIA CEGA , e o maybe Yes maybe not Que comentaram e talz me icentivando dizendo que gostaram e talz. Rina – Comente pois o autor é carente e gosta de ouvir um elogio! :3 E sem mais delongas ai esta o terceiro capitulo do viajante de animes que acabou ficando bem curtinho dessa vez...

Rina – Quanto tempo Willian-kun!

Não acreditei no que estava vendo na minha frente...

Corri para abraçá-la, e a peguei no colo e comecei a apertar ela

Willian – Rina-chan! Que saudade! Acho que eu poderia te dar um beijo!

Rina – Cuidado! Acabei de escovar meu pelo!

Coloquei-a no chão

Rina – Nossa você esta horrível! Sua cara esta cheia de pelos! Seu cabelo esta enorme! E você esta fedendo!

Willian – Não estou fedendo! Esse é um cheiro que um homem deve ter!

Ela tampou o nariz com a pata

Rina – Um homem que fede! Ate nós felinos tomamos um banho de vez enquando.

Um brilho digno de anime acendeu em meus olhos

Willian – Isso é porque eu sou um dragão, feroz e lindo!

Ela soltou uma gargalhada

Rina – Só se for um cão de rua, mas acho que até eles são mais limpinhos que você! E com certeza bem mais bonitos!

Comecei a ficar nervoso

Willian – Você veio aqui para me xingar ou oque sua gatinha de merda?

Ela sibilou de um jeito estranho e correu para me atacar

“Droga!”

Desviei por pouco, não era bom fazer isso em uma montanha, pois eu estava com certo receio de acabar caindo de lá de cima, e Paarthurnax não tinha ensinado nenhum thu’um de vôo.

Rina ficou me olhando por um tempo mostrando os dentes, quando eu tive uma idéia , um sorriso brotou em min que foi de orelha em orelha

Willian – Hehe...

Rina – O que é tão engraça...

Willian – Iis!

Ela foi pega de surpresa, ficou congelada em uma pedra de gelo não muito maior que ela!

Willian – Há! Nunca baixe sua guarda! Não se preocupe isso não vai te matar, é apenas um thu’um que serve para aprisionar, isso ai vai te dar um tempinho para pensar...

Ela ficou tentando se soltar e acabou desistindo, ela resolvera ficar miando

“Um gato preso em um bloco de gelo, isso deveria ir pra internet”

Willian — Ei fica fria ai!

Eu cai na gargalhada, minha barriga estava doendo de tanto que eu ria , quando parei de rir notei que ela já tinha se soltado.

Em vez de tentar me atacar ela se sentou no chão de neve como se esperasse algo.

Willian – O que foi?

Rina – Não vou ficar discutindo com um cãozinho sarnento qualquer, em vez disso quero saber o que você ira fazer a partir de agora.

Eu tinha pensado em visitar os Greybeards, Paarthurnax tinha dito que iria se comunicar com eles para que eles me ajudassem no que fosse preciso , e depois eu iria atrás de um mestre da espada.

Resolvi não falar muita coisa para ela.

Willian – Eu tenho que resolver mais alguns assuntos e temo que talvez um deles dure pelo menos uns três meses...

Ela se levantou

Rina – Eeee? Três meses? Oque você ira fazer?

Soltei um suspiro.

Willian – Quero alguém que me ensine a lutar com uma espada.

Rina – Ai vocês machos, só acabam com minha beleza tendo que me fazer andar...mas se vou estar com você não vou querer andar...

“Ah! Mas que folgada! Só falta pedir que eu carregue ela!”

Rina – Então bem que você poderia me carregar!

Willian – Você é louca se acha que eu...

Ela fez uma cara de kawaii e levantou a patinha

Rina – Nyah! Onegai Willian-kun!

“Droga agora ela me pegou de jeito…”

Willian – Esta bem, eu te carrego...

Rina – Viva! Mas me diga como você vai fazer isso?

Não tinha pensado nisso, minha saca de alce estava muito cheio de coisas para ela.

Willian – Errr...não sei como...

Ela soltou um suspiro

Rina – Para isso eu vim prevenida!

Ela deu uma caminhada ate uma pedra não muito longe e de trás dela tirou uma mochila do tipo de campista

Rina – Agora você pode me carregar e carregar as suas coisas !

Olhei aquilo...

“Viva, Algo Do tempo em que tecnologia existe!!

Willian – Aonde você arranjou isso?

Ela balançou o rabo

Rina – Dei uma passadinha no seu tempo e peguei algumas coisinhas!

“depois eu olho o que tem dentro” Não queria perder mais tempo, afinal O tempo na montanha era muito instável e poderia nevar a qualquer momento.

Quando botei a mochila nas costas reparei que ela estava um pouco pesada, mas nada que incomodasse.

“O que será que ela botou aqui dentro?”

Fiz um sinal para Rina

Willian – Anda logo e sobe ai!

Eu resolvi deixar o zíper da parte da frente aberta para que ela pudesse ficar com a cabeça de fora e respirar.

Rina – Eii! Anda logo! Quanto mais rápido mais emoção a gente pode encontrar pelo caminho!

E assim fomos terminar de descer a montanha, parando uma vez ou outra para observar a paisagem e laçar um thu’um.

“Esse lugar é lindo” pensei observando a paisagem

Rina – É lindo não é Willian-kun?

Willian – Hai. Passei cinco meses aqui mas ainda não acostumei com a beleza desde lugar...

Fomos caminhando e conversando, descobri que Rina Tinha dezesseis anos e era filha de uma família nobre de felinos, e também ela deixou escapar que iria se casar.

Willian – Casar?!

Rina – Sim, e foi por isso que eu resolvi virar um companheiro de aventuras, nunca quis me casar com ninguém mas papai parece não entender o que eu desejo e desde então eu não vejo mais ele e isso deve fazer pelo menos um ano.

Willian – Um ano? Você era companheira de mais alguém?

Rina – Baka! Não, tive que passar por um treinamento especial para ser uma companheira de aventuras.

Willian – Entendo.

Rina – Mas por que quer saber se fui companheira de mais alguém? Acaso esta com ciúmes de uma gata?

Ela começou a rir, mas fiquei serio diante dela.

Willian – Não é isso, fiquei tanto tempo pensando o porquê de você me ajudar e vir fazer aquela oferta para min, e mesmo sem você saber ou ate talvez você saiba mas eu queria te agradecer por tudo o que tem feito ate agora por min, você me deu um presente que tenho certeza que é único no mundo, arigatou!

Rina – Mas isso não tem nada a ver...

Willian – Eu sei, talvez eu esteja com um pouco de ciúmes mesmo.

Completei dando um sorriso leve

Rina – Isso foi fofo, mas você é estranho...

Willian – Quem não é hoje em dia , e alem do mais só disse aquilo porquê agora confio em você.

Ela soltou um miado alegre e fomos seguindo descendo a montanha até que o cansaço falou mais alto e paramos para comer.

Tirei Rina da mochila assim como alguns utensílios da saca de alce.

Rina- O que tem pro Jantar? Estou morta de fome!

Olhei em volta para ver aonde eu poderia fazer uma fogueira e achei uma pequena fissura no chão, perto dali tinham alguns galhos mortos de onde um dia havia sido uma arvore.

“Ótimo, um pouco de sorte pra variar.”

Montei a fogueira do mesmo modo que havia aprendido, fui pegar minha faca e um coelho na saca.

Rina – Mas e a fogueira? Como você vai acendê-la?

Olhei para a fogueira e gritei

Willian – Yol!

A fogueira estava pronta, mas dei uma conferida para ver se estava boa.

Rina – Sugoi! Como fez isso?

Eu estava prestes a responder quando me lembrei que ela havia dito a muito tempo atrás que havia estado em minhas memórias e resolvi perguntar

Willian – Se você esteve em minhas memórias você deve saber.

Ela deu uma risadinha sem graça enquanto eu tirava a pele do coelho.

Rina – Errr, Etoo...eu nuca estive em suas memórias, disse aquilo apenas para te apresar.

Willian – O que? Mas você disse que...

Rina – Eu sei o que eu disse! Mas espere a gente estar em um sugar seguro que eu respondo todas as suas perguntas sim?

Olhei meio desconfiado.

“Que tipo de segredos ela guarda?”pensei

Willian – E por que não falar aqui?

Rina – Por que eu não me sinto bem aqui , coisa de gato.

Willian – Ta legal.

Ela ficou me olhando retirar as tripas do coelho e logo ficou me olhando.

Willian – O que foi?

Rina – Nada, só estava olhando como você é estranho, você não fez muitas perguntas ate agora e diz que confia em min...

Dei uma risada.

Willian – Você me deu tudo o que eu queria, se alguém me salvasse de ser atropelado eu não iria perguntar porque ele me salvou, mas sim agradecer por ele ter me salvado.

Rina – Entendo...

Depois de retirado as vísceras botei o coelho em um espeto na fogueira e ficamos conversando até o coelho estar pronto.

Rina – E então, vai me dizer o que é todynho?

Olhei para ela e comecei a rir.

Willian – Todynho era uma bebida que eu tomava no outro mundo, talvez quem sabe um dia nos possamos tomar juntos...

Rina – Que explicação vaga!

Willian – Você vive fazendo isso!

E passado pelo que julguei menos de meia hora, estava pronto o coelho;

Retirei um pedaço e entreguei para Rina, e fui retirar minha parte.

Dei uma mordida e vi que estava ótimo.

Rina – Isso ta muito gostoso Will-kun!

Willian – Will-kun??

Rina – Sim, por que não gostou?

Willian – Não.

Aquilo me fazia lembrar do outro mundo, me fazia lembrar da piranha da Brendy...

Rina – Você é sem graça Willian-kun.

Willian – E você é muito engraçada Rina-chan...

Ela ficou me encarando mas depois virou-se para a sua parte do coelho e continuamos a comer em silencio.

Depois de comer, juntei minhas coisas de volta na saca e enterrei as vísceras do coelho, pois isso poderia acabar atraindo animais ferozes , Paarthurnax disse que ele mesmo já tinha matado uns sete ursos naquela região.

Botei novamente a mochila nas costas junto com Rina, e partimos

“High Hrothgar não deve estar longe.”

Fiz questão de caminhar rápido pois fazia tempo desde que eu não dormia em uma cama de verdade e eu adoraria tomar um banho quente.

Rina – O que é aquilo?

Parei de andar e vi que tinha um enorme nevoeiro na nossa frente

Willian – Relaxa, eu dou um jeitinho.

Vi que realmente era um nevoeiro denso e eu não estava disposto a atravessar aquilo as cegas.

Willian – Lok Vah Koor!

O nevoeiro rapidamente desapareceu , mas em seu lugar havia uma espécie de animal voador feito de gelo.

“Uma fúria de gelo!”

Paarthurnax falara que elas eram realmente perigosas para humanos, seus ataques congelantes poderiam paralisar um homem comum.

“Mas eu não sou um homem comum, não mais”

Rina – Mas o que é aquilo!?”

A fúria de gelo veio em velocidade e me preparei para atacar. Ela fez uma espécie de rodopio no ar e atacou com suas presas afiadas.

“Droga!”

Deu um pulo para o lado, o ataque não funcionara pois ela fora em linha reta.

Rina – A gente vai morre!

Willian – Cala a boca!

“Agora é minha vez de atacar sua fúria de merda”

Aproveitei que ela estava se recuperando do ataque que fizera e gritei.

Willian – Yol Toor!

Reparei que meu fogo estava cobrindo uma distancia maior.

O bicho soltou um guincho pavoroso e se desfez em um monte de pó azul.

Rina botara a cabeça para fora da mochila e gritou.

Rina – Estou viva!

Deu uma risada daquilo e fui ver os restos do meu oponente. Tinha sobrado um dente de gelo da Fúria e resolvi guardar aquilo como lembrança, coloquei em um pequeno bolso na mochila.

Willian – Vamos Rina-chan?

Rina – Vamos logo estou congelando aqui.

Fomos caminhando ate eu ver um portal feito de pedra e ao atravessar aquilo eu pude ver uma fogueira com quatro pessoas nela juntas.E mais a diante estava o monastério de High Hrothgar.

Notas finais
E isso awe pessoa espero que tenham gostado desse capitulo, eu sei que foi só conversa e foi curto mas o melhor ainda esta por vir! Willian – Vai sobra pra min... Rina – Quero que o melhor chegue logo!! Então pessoal não se esqueçam de deixar o comentario e se vocês gostaram favoritem a historia! Não tenho muito horário para postar as fics, depende muito do meu tempo para escrever elas! Então pessoa um abraçao!