O Viajante De Animes

54 Cap 14 second Season


Notas iniciais
Comentarios no final como sempre :)

Serena – E então é isso!

Eu estava explicando a todos o que eu queria fazer no Akame Ga kill. E eles ficaram olhando a Mika vestida com aquele uniforme nazista...

L – Kuzakena! Você acha mesmo que eu vestiria algo assim?!

Takagi – Isso mesmo! Ainda mais depois do que eu descobri sobre os zumbis...

Reynalle – Por mim não tem problema my Lord.

Eu ativei meu modo vampiro e fiquei olhando para Takagi e L.

Serena – Vão desobedecer as minhas ordens?!

No canto eu vi Rina rindo enquanto Takagi e L se encolhiam.

Serena – Muito bem então eu ordeno que vocês se vistam assim.

L – Hai...

Takagi – Hai...

E eles pegaram seus uniformes. Akise pareceu não se importar e nem Rias ou Yuno. Isabela apenas deu um sorriso e foi se trocar junto com Rina. Ao passar em meu lado Rias parou.

Rias – Não me importo em vestir assim. Afinal nós demônios praticamente entregamos o poder na mão dele... Ele fez um pacto com um de nós naquela época.

Serena – Oh? Quem diria que Hitler precisaria de algo assim... Parece que cada dimensão tem um jeito da historia ter acontecido.

Rias – Se nós soubéssemos o problema que ia dar...

E ela me deixou sozinha na enfermaria. Eu peguei o meu uniforme em cima da mesa e fui para o banheiro onde tomei um banho antes. Assim que cheguei no quarto eu me troquei e fiquei me olhando no espelho... Eu estava bonita, mas o problema era o que aquela roupa representava. (Roupa da Serena)

“Ah não importa... O importante é que eu faça o que eu quiser.”

E retornei para a enfermaria onde encontrei todos me esperando. Eu finalmente notei que todos sem exceção estavam com roupas de oficiais. E eu notei que a minha tinha algumas condecorações a mais em minha roupa. Mika me olhava com um sorriso enorme. L e Akise vestiam o mesmo estilo de roupa (Roupa masculina), as garotas também vestiam algumas parecidas com a minha.( Roupa )

Rina – Eh? Por que a sua tem mais medalhas?!

Serena – Dããã! É obvio! Por que sou a líder aqui.

Rina – Que injusto!

Rias – Muito bem então... E agora?

Serena – Bom... Já pegaram tudo o que foram usar?

Todos concordaram.

Mika – Yes Heerfuher!

Eu pisquei surpreso.

Serena – Fuher?

Mika – Sim, Heerfuher quer dizer general em alemão. Achei que combinaria mais com você.

Serena – Heerfuher... Muito bem então. Chamem-me disso ou de General mesmo.

Mika deu um passo a frente e fez uma continência para mim.

Mika – Yes Heerfuher!

Achei aquilo interessante, e todos logo fizeram a mesma coisa.

Todos – Yes heerfuher!

Eu concordei com a cabeça.

“Isso vai ser divertido!”

Serena – Vamos? Rina, faz seu portal ai por favor!

Rina – Hai!

E ela fez o portal maior que o usual para que todos pudesse entrar. Não demorou nem três segundos e já estávamos no anime... E olhei em volta. Estávamos na capital, disso eu sabia, mas eu não sabia dizer aonde exatamente. As pessoas na rua ficavam nos olhando estranho, ao mesmo tempo em que era um anime medieval era bem moderno, nisso eu gostava nele. Ainda era de manhã cedo.

Akise – Muito bem agora que estamos aqui o que devemos fazer?

Serena – Vamos nos aliar ao império. Mas para isso temos que ir para a cidade imperial.

Falei apontando para a grande cidade acima coberta por um muro.

Isabela – Eles não devem ter do que reclamar então.

Serena – Na verdade não... Afinal vou ter uma concorrente muito forte aqui. Mas nada que eu não resolva. O primeiro ministro daqui não vai ter objeções.

L – Primeiro ministro?

Serena – Sim. Quem deveria mandar aqui é o imperador, mas ele é apenas uma criança, mas quem controla ele é o primeiro ministro. Vamos mostrar a ele nosso poder e ele não vai ter objeções.

Enquanto andávamos nas ruas tanto pessoas quando guardas nos olhavam estranho.

“Me espere Esdeath... hum!”

Yuno – Mas o que é isso?

Falou Yuno apontando para alguns cartazes em uma parede. Haviam alguns cartazes com fotos dos membros da Night raid, mas notei que só haviam dois cartazes.

Serena – Ah! Bem oportuno. Esses são os procurados da Night Raid. Uma das nossas missões vai ser caçar cada um deles.

Falei apontando diretamente para o cartaz em que tinha a foto da Akame.

Akise – Eles parecem bem fortes.

Serena – Foi por essa razão que quis que todos vocês viessem. Eles são bem fortes, mas vocês dao conta!

E continuamos a andar em direção a cidade imperial. Ela parecia estar bem perto mas na verdade estava tão longe que tivemos que parar durante a noite em um telhado de uma casa.

Rina – A gente deveria ir para um hotel barato ou coisa assim.

Serena – Não. Quero alcançar a cidade imperial logo. Vamos descansar um tempo aqui e vamos ir correndo. Quero resolver isso o quanto antes o possível.

Rina – Ah... Seu sem graça!

Nos levantamos de onde estávamos e começamos a correr pelos telhados das casas, assim era bem mais rápido. Logo havíamos alcançado os portões da cidade imperial e haviam vários guardas de prontidão por lá armados alguns com armas de fogo e outros com lanças e espadas.

Serena – Não digam nada que nos comprometam por favor.

L – Já esqueceu de que somos assassinos? Sabemos como devemos agir.

Serena – Cuidado com o modo que fala comigo Ryuzaki.

L — ... Desculpe... Heerfuher...

Eu suspirei enquanto nós fomos andando até o portão a onde fomos barrados.

Guardas – O que vocês querem aqui?! Não sabem que aqui é uma área proibida?

Eu dei um sorriso.

Serena – Vim até o imperador para oferecer minha lealdade a ele e ao império. Sou a shogun Uchiha.

Ele deu uma risada. Notei pela armadura dele que ele deveria ser o capitão da guarda ali.

Guarda – General?! Kuzakena! Saiam daqui antes que eu decida prender todos vocês.

Os outros guardas começaram a rir. Eu me aproximei mais dele e ativei meu Mangekyou Sharingan.

“Tsukuyomi...”

Serena – Por favor, estou pedindo gentilmente que me leve ao imperador. Seria muito pedir isso?

Ele começou a gagejar algumas coisas.

Guarda – N-não... Por favor me acompanhe...

Guarda – Ei! Você ta brincando né?! Vai leva-los ao imperador?

O capitão ficou quieto enquanto andávamos pela cidade imperial. A diferença entre a cidade imperial e a cidade abaixo era enorme. A cidade a nossa frente era ridiculamente bem cuidada e era linda. As pessoas que andavam na rua sem exceção eram nobres e ricos.

O guarda parou a frente do palácio imperial, pois havia um portão. Ele falou com outros guardas e logo estávamos dentro do palácio imperial. Rina atrás de mim assoviou.

Rina – É bem maior que meu castelo...

Ficamos andando por uns cinco minutos até o guarda parar em frente a uma grande porta, do qual ele entrou. Haviam mais guardas e pessoas lá dentro, os guardas de lá usavam pesadas armaduras negras, deveria ter uns dez deles. E havia alguns oficiais e nobres lá dentro, e no fundo do salão estava o imperador sentado em seu trono.

“Uma criança estupida e inocente. Prato perfeito para um vampiro!”

Pensei com um sorriso, mas tirei o sorriso do rosto assim que vi o primeiro ministro. Um gordo cuja expressão me dava ânsias de vomito. Ele comia alguma coisa que eu não conseguia enxergar.

Ministro – Mas o que é isso?! Quem são eles?

O guarda nos levou até ficarmos em frente ao trono do imperador.

Ministro – Guardas! Não deixem eles se aproximarem do imperador!

Os guardas vieram em nossa direção brandindo espadas e machados pesados. Eu levantei o braço e soltei um rápido assovio.

“Como no treino de Assassinos.”

Enquanto eu permanecia parada escutei uma serie de sons diferentes. Eu consegui ver Mika usando uma arma estranha... parecia um...

“Mosquete?” (Mosquete)

Ao meu lado eu vi Rias matando um guarda com sua magia, o sujeito desapareceu em uma onda de magia vermelha como sangue. Eu vi Rina dando um soco em um guarda, o coitado bateu em uma parede e deve ter ido para fora do palácio. Akise e L ambos tinham duas armas, pistolas da segunda guerra (Pistola), que eles usaram para abater mais dois guardas...

“Mas o que tinha na munição que eles usaram?”

Um dos guardas que levou um tiro caiu no chão gritando e logo parou de se mexer. O outro levou um tiro no ombro e ficou parado enquanto caia no chão sangrando pelo nariz e pelos olhos. Eu olhei para Mika novamente enquanto ela ajeitava o mosquete, ela estava...

“Cantando?”

Mika – Mein Sohn...Nur Mut!

Eu escutei um tiro, mas apenas um. E o que eu vi foi uma raio azul voando pela sala uma velocidade inacreditável, do qual atingiu mais dois guardas em cheio e deixou um buraco enorme em seu peito, e o outro atingiu bem no meio dos olhos.

Mika – Wer Got Vertraunt Baut Gutt!...

“Isso é alemão?”

Olhei para Takagi no momento em que ela decepava a cabeça de um dos guardas com uma katana. Os olhos dela brilhavam de prazer.

Isabela estava chutando um guarda no chão que estava sem um dos braços e gritando.

Isabela – Hum... fraco.

Os dois últimos guardas vieram em minha direção gritando. O chidori apareceu em meu braço direito. Eu desviei do machado de um deles e abri o peito dele com o chidori, ele gritou e caiu no chão. O ultimo deles ao ver o massacre que tinha acontecido se virou para fugir, eu estava prestes a matar ele, mas deixei por conta da Mika que já estava mirando nele.

Mika – Its unser, und unser der sieg!

Um unico tiro novamente, o sujeito caiu no chão com um buraco nas costas. Assim que estava tudo terminado fiquei observando os oficiais do imperador nos olhando com medo assim como os nobres, e o ministro estava com uma cara de nervoso.

Imperador – O que vocês querem aqui?! São rebeldes?!

Eu fui andando até chegar bem perto do trono do imperador e fiquei sobre um joelho.

Serena – Imperador, eu sou a shogun Uchiha. Vim até aqui oferecer meus serviços ao império.

Ministro – Isso não é possível! Você já matou nossos guardas e ainda por cima...

Eu ergui a voz.

Serena – Se eu matei seus guardas é por que eles são inúteis e fracos. E como você bem percebeu ministro, nenhum de nós aqui depende de uma farda imperial. Essa são nossas habilidades. Vai querer mesmo recusar pessoas como nós? Eu não recusaria.

Ele iria aceitar. Se não aceitasse eu iria chantagear ele dizendo que eu iria me juntar a Night Raid. Era tão simples que me fez sorrir. Ao meu lado Mika cantava baixinho a musica.

Ministro – Que azar nenhum de nossos oficiais mais fortes estarem por perto...

Serena – Ministro, podemos conversar em particular? Prometo não tentar te matar nem nada do gênero.

Os oficiais ficaram olhando para o primeiro ministro assim como o imperador.

Imperador – Ministro...

O primeiro ministro deu um sorriso falso.

Ministro – Muito bem. Há uma sala a onde podemos conversar.

Xx

Eu me joguei na cama... Macia e confortável. O meu quarto era enorme com uma suíte inclusa e cheio de decorações bonitas e com uma vista para a cidade abaixo. Pelo que o ministro disse aquele era quarto padrão para uma pessoa de meu porte. Aquilo me fez sorrir. Alguém bateu na porta e entrou, era Rina.

Rina – Kuso! O que você disse ao ministro?!

Serena – Segredo! Apenas fiz o que você fez com o Sandaime Hokage em konoha. Fui diplomática e mostrei a ele a vantagem de ter pessoas como nós por perto.

Rina – Eh? Quem diria... E o que mais ele disse?

Serena – General Esdeath, e outros oficiais estarão aqui amanha para nos receber e nos oficializarem como parte do império. O ministro disse que eles estarão presentes em um “teste”. Eles querem saber se somos confiáveis e testar nossas habilidades.

Rina – Esdeath?

Eu suspirei.

Serena – Você vai conhecê-la amanha. Vai adorar ela.

Ela fez um bico.

Rina – Pela sua cara é obvio que não. Bom... Eu vou ir para o meu quarto. Vou tomar um banho e comer alguma coisa.

Serena – Você ta sempre com fome.

Rina – Espero que nesse mundo tenha ramen...

Falou ela saindo do meu quarto, eu dei uma risada e fui tomar um banho. Quando eu entrei no banheiro tive uma surpresa. Ele tinha uma banheira enorme e um chuveiro do lado. Na banheira tinha vários recipientes com vários tipos de óleos e shampoos.

“Sugoi... Por isso os ricos são tão odiados por aqui.”

Eu tirei minha roupa enquanto deixava a banheira enchendo e entrei na agua. Estava perfeita.

??? – Goshujin-sama... Quer que eu lave suas costas?

Eu me virei assustada e vi Mika sem roupa alguma parada atrás de mim.

Serena – Mika! O que você está fazendo aqui?

Ela entrou na banheira e chegou perto de mim, bem perto.

Mika – Achei que você gostaria de uma ajuda no banho...

Falou ela subindo a mão pela minha coxa e parando a onde eu mais queria. Eu fechei os olhos enquanto ela ficava de frente para mim na banheira, mas ela não deixou e me pegou pelo rosto me roubando um beijo. E que beijo, minha língua ficou enrolada maravilhosamente com a dela, eu mordi de leve a língua dela e a puxei com a boca, coisa que fez ela gemer lindamente. Eu aproveitei aquele momento e peguei bem forte na bunda dela e fiquei apertando. Ela gemeu no meu ouvido. A cauda dela balançava de uma lado para o outro e eu a peguei e a fiquei alisando.

Mika – Na cauda não!

Eu fiquei lambendo a cauda dela e deu uma mordida de leve, coisa que fez ela delirar. Mika tinha um olhar extremamente pervertido no rosto, aquilo me fez ficar mais excitado ainda. Eu fiquei alisando a cauda dela arrancando gemidos dela, eu queria ficar escutando aquilo para sempre.

Serena – Sua cauda é deliciosa Mika...

Mika – Ah! Hazukashiiiiiiiii!

Eu a puxei um pouco mais para cima e peguei em um dos seios dela. Ela se sentou no meu colo enquanto eu me perdia nos seios dela, eles eram enormes e eu queria morder aonde eu conseguia neles. Mika gemeu de novo e com a mão livre ela ficou me masturbando. Ficamos nisso por alguns minutos quando eu me cansei e a coloquei sentada na beirada da banheira e abri suas pernas, o rosto dela estava vermelho, mas tinha um sorriso sádico nele que eu adorei ver. Com a minha mão eu abri bem a intimidade dela, o que fez ela gemer mesmo, e fiquei com a boca sedenta de vontade de lamber aquela parte tão molhada como estava. Ela gemeu quando minha língua entrou nela inteira, ela forçava minha cabeça contra ela e logo minha boca ficou mais molhada ainda e ela gozou. Eu subi um pouco mais minha língua até a outra parte intima dela onde fiquei brincando um pouco.

Eu já não aguentava mais aquilo e a coloquei de volta na banheira de costas para mim, enquanto eu a preenchia por trás. Com a minha mão livre eu a masturbava pela frente arrancando um gemido delicioso dela.

Mika – Sere...Na!!

Eu mordi de leve o pescoço dela, e puxei sua cabeça para trás a onde eu consegui dar um rápido beijo nela. Minha outra mão agarrava os seios dela com vontade e apertava a parte sensível. Eu aumentei a velocidade, eu já não conseguia nem pensar em mais nada, Mika então muito menos, ela gemia e dizias coisa que eu nem escutava direito.

Eu já nem aguentava mais e as gurei com força contra mim enquanto eu gozava dentro dela. Ela gemeu de um jeito que me fez gemer junto de prazer. Eu quase cai para trás devido a intensidade do orgasmo. Mika se deixou apoiar na beirada da banheira, respirando fundo. Olhei para baixo e vi um “liquido branco” caindo da perna dela e dei um sorrisinho enquanto agarrava-a por trás. A gente ficou se olhando por um tempo e se beijou de novo.

Mika – Ah... Eu te amo Goushujin-sama...

Serena – Eu também te amo Mika... Dever ser por que eu amo todas as minhas servas.

Mika – Que injusto!

Falou ela dano uma risadinha.

Mika – Goshujin-sama? Posso te perguntar algo?

Serena – Ah? Claro!

Ela fez um bico.

Mika – Por que você gosta tanto assim de ir por trás? Não to reclamando... Mas é que depois fica difícil pra sentar sabe...

Eu fiquei um pouco vermelha.

Serena – Ah... Hazukashii...

Mika – Sem essa! Fala o por que!

Serena – Etooo... Acho que sou meia tarada por bundas... E como eu posso dizer?... Acho que por trás é melhor sabe... Mais... gostoso.

Até a Mika ficou com vergonha da resposta.

Mika – Ah... Mais gostoso... Como?

Perguntou ela dando um sorriso.

Serena – Não pergunte esse tipo de coisa!

Mika – Quero uma resposta!

Serena – Sei lá! Acho que sou uma pervertida que gosta de ir por trás só isso! E além disso... Assim você não engravida sabe...

Ela riu e ficou me olhando.

Mika – Baka... Qualquer uma de nós não se importaria de ficar gravida de você Goshujin-sama... Mas falo isso por que é bom variar um pouco, e por tras eu já disse que fica difícil pra sentar depois!

Serena – iee! Eu... Não sei se to pronta pra ter um filho... Não ainda... Quero esperar alguns anos.

Ela fez um bico.

Mika – Mas ao menos não fique indo por trás toda vez senão eu nunca mais vou conseguir sentar, ainda mais por causa do tamanho que você tem!

Eu fiquei com um pouco de vergonha do que ela disse.

Mika – Não fique assim... Isso também foi um elogio...

Ela se sentou no meu colo outra vez e agarrou o próprio seio, que ficou apertando, com uma linda expressão de tarada.

Mika – Que tal a gente parar de falar e fazer mais? Satisfazer uma succubus é quase impossível...

Eu lambi um dos peitos dela com vontade.

Serena – Eu posso tentar...

Xxxx

Acordei de manhã, eu vi Mika deitada ao meu lado na cama, o sol entrava pela janela do quarto. Mika dormia tranquilamente e as vezes se mexia na cama. Eu a fiquei observando dormir e fiquei mexendo em seus cabelos. A cauda dela balançava de vez em quando e eu dei um sorriso, já era hora dela acordar. Eu a peguei e a fiquei lambendo, a cauda dela se movia de um jeito estranhamente erótico. Aquilo me fez ficar excitado, ainda mais por que ela gemia de leve, e logo ela já estava acordada e me olhando com um olhar sedutor.

Mika – Ohayo Goshujin-sama...

Serena – Ohayo Mika-chan...

Eu cheguei mais perto dela e a beijei. Nossas línguas se perdendo uma na outra... Ah... Eu passei minha mão pelo corpo dela, aquele corpo delicioso. A cauda dela ficava passando entre nossos rostos até eu agarrar ela. Aquilo me fez rir.

Serena – Nossa... Mika-chan sua cauda é tao grande e dura... Ela me deixa tão quente lá em baixo!

Mika deu uma risadinha e começou a lamber a própria cauda.

Mika – Então você quer ela também? Eu deixo você fazer o que quiser com ela.

Eu me juntei a ela e fiquei lambendo a cauda dela, coisa que fazia ela revirar os olhos de prazer. Enquanto eu fazia aquilo eu desci a mão até a intimidade dela e fiquei masturbando ela e ela fazendo o mesmo comigo.

Mika – Goshujin-samaaa... Hoje a gente não tem muito tempo...

Serena – É verdade... Eu queria brincar mais com você... E a sua cauda...

Mika ficou de bruços na cama enquanto eu ia por cima dela, e colocava( a pedidos dela) pela frente.

Ela deu um gritinho quando eu já tinha colocado tudo. Eu fiquei parado por um tempo, ela estava muito molhada e eu podia sentir quando ela se mexia.

Mika – Ah... Ele ta pulsando dentro de mim Goshujin-sama....

Serena – B-baka... Não diga essas coisa... Sua pervertida!

Falei me movimentando, eu gemia de prazer a cada vez que entrava e saia... Ainda mais pelo fato dela estar molhada como estava, eu sentia que iria gozar logo. A cauda dela estava balançando na minha frente e eu a agarrei. Eu fiquei “masturbando” a cauda dela do mesmo modo como ela fazia comigo.

Mika – iee! A cauda não!

Eu fiquei assim por um tempo antes de não conseguir mais aguentar e gozar dentro dela, coisa que fez ela gritar de prazer. Eu mesmo fiquei parado, com a minha mente em branco enquanto eu a preenchia por dentro. Da minha boca escorria saliva e eu gemia. Me deixei cair em cima dela cansada.

Mika – G-Goshujin-sama.... Você gozou dentro de mim! Acho que vou ficar gravida e você!

Eu olhei para Mika assustado e finalmente parei para pensar no que tinha feito.

Serena – Ah droga!

Mika gargalhou enquanto eu saia de cima dela e me deitava ao seu lado.

Mika – Brincadeirinha! A Morrigan-san não te falou? Nós succubus só podemos engravidar em uma certa época do ano.

Serena – Isso é verdade?

Ela concordou com a cabeça enquanto observava com um sorriso no rosto.

Mika – Eu não ia te contar isso, mas ontem você disse que não queria ter um filho ainda. Só vou ter um filho seu quando você permitir.

Eu suspirei aliviada.

Serena – Você me assustou... Sua pervertida.

Mika – Hai... Mas sou a sua pervertida... só sua.

E dito isso ela se aproximou de mim e me beijou.

Mika – Acho que a gente deveria levantar agora...

Serena – É verdade... Vamos tomar um banho.

Ela do nada começou a rir.

Mika – Tive uma ideia. Vamos?

Serena – Eh?

Ela saiu me puxando para a banheira e a deixou enchendo. Assim que ela ficou cheia ela entrou apressadamente na banheira e me fez sentar na beirada dela.

Mika – Você gosta dos meu peitos não é mesmo Goshujin-sama?

Serena – hai...

Ela dei uma risadinha e pegou na minha parte intima e ficou me masturbando. Assim que eu fiquei duro ela chegou mais perto colocando entre os seios dela, coisa que me fez quase chorar de alegria.

Mika – Tudo bem se eu usar eles um pouco?

Eu não tinha palavras para descrever aquilo. E para completar ela usava a lingua quando dava, logo eu já estava gemendo.

Mika – Ele ta tão duro... E tão quente...

Ela olhava para mim com um olhar pervertido que só me deixava mais excitado. Aquela garota era um paraiso.

Serena – Mika-chaan... Eu...

Mika – Você vai gozar?

Eu concordei e ela aumentou a velocidade da fricção dos seios dela contra a minha intimidade. Tive que me segurar na banheira e acabei gozando nos seios dela. Aquela imagem dela com os seios coberto pelo meu sêmen me deu vontade de passar o dia inteiro trancado com ela dentro do quarto. Ela me surpreendeu mais ainda quando pegou um pouco com a mão e colocou na boca.

Mika – Que gosto estranho...

Durante o resto do banho eu tive que me concentrar para não fazer sexo com ela de novo. Assim que terminamos o banho nós nos arrumamos e saímos do quarto. Pelo que haviam me mostrado havia uma sala a onde nos reuniríamos.

Mika – Sabe Goshujin-sama, hoje ta sendo um dos melhores dias que já tive!

Serena – Um dos meus também Mika-chan! Quem sabe mais tarde... Você não... Sabe... Quer lavar minhas costas de novo?

Perguntei meio vermelha. Ela me olhou com um sorrisinho.

Mika – Vou pensar no seu caso!

Ficamos conversando enquanto andávamos até a sala de reuniões e assim que chegamos nela encontramos todos lá.

Rina – Que droga! A onde vocês estavam?!

Takagi – Para um Heerfuher você é uma desleixada!

Serena – O que disse Takagi?!

Olhei bem nos olhos dela enquanto ela se escondia atrás de Isabela. Ficamos esperando em torno de meia hora até que a porta da sala se abriu revelando o Primeiro ministro acompanhado da General Esdeath. (General Esdeath)

Ministro – Muito bem, agora que estamos aqui...

Ele foi interrompido por Esdeath que caminhou até mim parou na minha frente, a onde ela ficou me encarando e eu fazendo o mesmo. Ela era linda e impiedosa, exatamente o tipo de mulher que combina comigo.

Esdeath – Quem é você sua lixa?

Aquilo me fez dar um sorriso.

Serena – Heerfuher, General Uchiha, sua cachorra de rua.

Um clima extremamente tenso se instalou naquele lugar, ela tinha um lindo olhar assassino com um sorriso sádico no rosto. Eu vi o Ministro com um olhar de medo.

Esdeath – Você tem mesmo muita coragem mulher. O primeiro ministro me instruiu a testar você... Embora ele disse que eu não deva te matar... Não de proposito.

Serena – Me matar? Precisaria de cem pessoas iguais a você para de matar.

Esdeath – Vamos começar logo esse teste? Mal posso esperar para pisar em você...

Serena – E eu mal posso esperar para afundar meu salto nessa sua carinha linda. Seria um desperdício... Mas dever é dever.

Ela me olhou com um sorriso, eu sabia que seria bom eu ganhar. De preferencia.

“Eu tenho que fazer ela se apaixonar por mim... Transformá-la em vampira vai ser minha ultima opção.”

Pensei enquanto andava com Esdeath e o Ministro, logo paramos em uma arena uma grande arena vazia. Rina e os outros ficaram na arquibancada ao lado do ministro enquanto eu e Esdeath fomos andando juntas para a arena. Da arquibancada eu vi todos fazendo uma continência para mim. Eu e Esdeath ficamos uma de frente para outra

Serena – Kuchyose no jutsu!

Onde eu havia feito a invocação um sabre se encontrava (Sabre) pois eu achei que como Heerfuher seria melhor ter uma espada. Uma espada digna de um General. Eu a peguei do chão e a coloquei na cintura.

(Musica)

Esdeath riu e sacou sua própria espada e a apontou para mim, eu saquei a minha e apontei para ela.

Esdeath – Sua porca.

Eu dei um sorriso.

Serena – Sua cachorra de cabelo branco.

Ela riu e ficou esperando eu atacar, coisa que certamente eu fiz. Fui correndo até ela e mirei uma estocada na direção do coração dela, coisa que ela desviou facilmente desviando a trajetória com sua própria espada. Ela girou sua espada fazendo a minha ir para o alto, mas eu a recuperei rapidamente, mas não a tempo de evitar um chute dela no meu estomago. Eu segurei a perna dela e a derrubei com uma rasteira, enquanto ela estava no chão eu mirei a espada em sua cabeça, a espada estava próxima de acertar, mas uma parede de gelo bloqueou a espada, e da parede vários espinhos surgiram. Eu embainhei minha espada e pulei para trás fazendo selos enquanto ela se levantava rindo.

Esdeath – Só sabe isso sua porca?

Serena – Katon : Gouka Mekkyaku!

Eu não quis nem conter o jutsu, o deixei fluir livremente e destruir tudo o que tivesse em seu caminho. Eu já não conseguia nem mais ver ela no meio do fogo, mas alguma coisa me dizia para pular e eu pulei bem a tempo de ver espinhos de gelo surgirem do chão. Eu encerrei o jutsu e a vi pulando em minha direção em pleno ar, com espada em punho e um sorriso no rosto.

Serena – Chidori Eiso!

A lança feita de chidori ficou destaca em meu braço, Esdeath ao ver aquilo não recuou, mas parecia mais cautelosa. Eu ataquei ela tentando acertar seu pescoço, mas ela fez uma esfera de gelo em torno de si mesma e o chidori acertou duramente a esfera não causando dano em seu interior, e ela caiu no chão. Eu cai no chão deixando o chidori em seu modo normal e fui na direção da esfera. Eu estendi meu braço atingindo-a em cheio, ela se partiu revelando Esdeath com a espada apontada para mim. Eu Ativei meu Sharingan e desviei por pouco vendo cada centímetro da lamina passando próximo ao meu rosto. Esdeath fez o erro de olhar diretamente nos meus olhos e eu a prendi em um genjutsu de paralisia. Acalmei-me a vendo olhando fixamente para o nada e deixando a espada cair no chão com um tinido metálico.

Eu saquei minha espada e adicionei o chidori a ela, colocando-a no pescoço da Esdeath e deixei o Ministro ver aquela cena sem palavras.

Ministro – E-Esdeath perdeu?! N-não acredito!

Ele estava pasmo, até pálido.

Serena – Veja com seus próprios olhos ministro! Sua tão poderosa general perdeu para mim!

Eu guardei minha espada e fui para a plateia a onde me aproximei do ministro para me sentar em uma cadeira que estava em seu lado, deixando Esdeath ainda presa ao Genjutsu. Ao passar ao lado do pessoal eles tinham sorrisos no rosto, que eu retribui fazendo o mesmo. Ao passar ao lado de Mika ela novamente fez a continência colocando sua mão sobre o peito ao modo dos assassinos.

Mika – Hail heerfuher!

Eu ri e me sentei na tal cadeira ao lado do ministro que tinha um olhar assustado.

Ministro – Ninguém jamais ganhou da Esdeath! Mas por que você não a matou?

Eu dei um sorriso.

Serena – Ela ainda é uma general e tanto. Eu gosto dela, ela faz o meu tipo. Mas o que acontece é que ela não sabia, mas a luta já tinha acabado antes de começar. Não sou uma pessoa qualquer.

Ministro – Entendo... Você quer a posição da Esdeath? A de General?

Serena – Não! Jamais. Eu apenas quero seu outra General. Não desejo tomar nada do que é dela. Eu a admiro muito.

Ministro – Então, parece que temos uma nova General... General Uchiha não é mesmo? Vou comunicar ao Imperador para sua apresentação ser feita ainda hoje!

Serena – Isso mesmo Ministro. Uchiha é meu nome. Agradeço a oportunidade.

Eu tinha ganhado até aqui. Eu fiz um breve selo de mão, do qual o ministro ficou olhando curiosamente.

Ministro – O que você...

Serena – Kai!

Da arena pudemos ver Esdeath se levantando, talvez até mesma meio tonta. Ela ficou olhando para mim com ódio estampado no olhar e ela veio caminhando calmamente até onde estávamos. Ela parou na minha frente.

Esdeath – O que aconteceu?!

O ministro tinha um sorriso.

Ministro – Ela ganhou de você Esdeath. E como ela pediu, ela é a mais nova General do império.

Esdeath – Entendo... perdi meu cargo.

Ministro – Não, não! Ela pediu para que você não perdesse seu cargo. Muito pelo contrario, fez ótimos elogios a seu favor!

Esdeath me olhou, se eu não soubesse diria que estava confusa. Eu me levantei sorrindo e fiz uma breve continência para Esdeath.

Serena – Esdeath Shogun. Você não sabe mas te admiro muito, sempre quis ser como você e aqui tenho a oportunidade. Minha alegria é imensa em trabalhar junto com você.

Agora sim ela parecia confusa de verdade, talvez até surpresa. Eu estendi minha mão para ela, do qual ela ficou me olhando antes de aceitar.

Serena – Vamos trabalhar juntos, sim?

Esdeath – Claro, sua porquinha.

Olhei admirado para ela. Mesmo tendo perdido ela ainda tinha a audácia de me xingar.

Esdeath – Me enganando com uma ilusão. Parece que eu sou fraca.

Serena – Não. Você não perdeu por ser fraca... É apenas por que sou de um nível diferente de você. Você não é fraca, não a Esdeath que eu admiro. Essa Esdeath é impiedosa e nobre, seus inimigos tremem ao escutar seu nome. Essa Esdeath é a que eu admiro.

Tanto ela quanto o Ministro apreciam surpresos por aquilo. Ela me lançou um olhar sádico.

Esdeath – Hum! Você me admira tanto... Não quer lamber meu pé?

Eu ativei novamente meu Sharingan, coisa que fez tanto ela quanto o ministro ficarem tensos.

Serena – Pra que? Afinal a porquinha aqui te derrotou tão fácil que nem usei metade dos meus poderes. Agora se me dão licença. Ministro espero pelo chamado do imperador.

E eu estava indo embora quando parei ao lado de Esdeath.

Serena – Respondendo a sua pergunta, eu adoraria lamber seu pé. Mas só se você estivesse nua e amarrada na minha cama, implorando por prazer... Gritando e chamando pelo meu nome.

Ela riu.

Esdeath – Lixa, vai continuar sonhando comigo. Pois não te quero. Não gosto de outras mulheres, ainda mais de porcas imundas como você. Vitoria? Eu não chamaria aquilo de vitória. Isso ainda não acabou.

Eu não aguentei e ri, enquanto eu andava de volta para meu quarto junto dos Assassinos. Eu tinha de admitir que ela era incrível. Ela não me queria, e eu a queria ainda mais por isso. Ela ficaria perfeita em meu harém.

Xx

Eu e os Assassinos estávamos indo ver o imperador, nós entramos na sala e lá estava ele junto do Ministro, Esdeath e outros oficiais. Depois de algumas preparações novamente eu tive de me ajoelhar para o imperador.

Imperador – Você jura proteger o império e tudo o que ele abrange até a sua morte, sabendo que estará protegendo o futuro de uma nação e...

Ele ficou falando outras coisas enquanto eu me mantinha ajoelhada e logo ele terminou tocando seu cetro de ouro sobre meu ombro.

Imperador – Levante-se Uchiha Shogun! E proteja o nosso império!

Eu me levantei e ele me deu mais uma medalha para colocar na minha farda (Simbolo). Uma que tinha o símbolo do império. Notei Esdeath olhando aquilo atentamente... Os oficiais obviamente não ficaram muito satisfeitos, mas tiveram que aceitar. Eu me virei para os meus servos que estiveram ao meu lado e formando um corredor. Mais uma continência e eles colocaram suas mãos sobre o peito.

Todos – Hail Heerfuher!

Eu fiz o mesmo que eles.

Serena – Hail!

Logo que a iniciação acabou, alguns oficiais vieram me cumprimentar, assim como Esdeath a pedido do imperador que disse que deveríamos trabalhar juntos a partir de hoje.

Esdeath – Sim... Vamos trabalhar juntas...

Serena – Concordo...

Eu já estava me distanciando, mas Esdeath me segurou pelo ombro. Eu dei uma breve olhada para trás.

Serena — O que foi Esdeath Shogun?

Esdeath – Me acompanhe. Isso vai ser um treinamento, afinal não sei do que você é capaz... iee, eu diria que isso é uma iniciação.

Eu olhei para meus servos, eles estavam conversando com o imperador e com o ministro. Eu acompanhei a Esdeath até um tipo de masmorra que ficava embaixo do palácio.

Serena – O que você quer afinal?

Perguntei quando paramos em frente a uma porta. Ela me ignorou, mas tinha um sorriso no rosto e ao entrei eu notei o por que. Havia três pessoas amarradas em postes, todas elas com apenas um pouco de roupa. Dois homens e uma mulher.

Esdeath – O que você sabe sobre a arte da tortura?

Eu dei um sorriso.

Serena – O bastante para me divertir por dias.

Esdeath – Gostei da resposta... Vamos ver o quanto conseguimos nos divertir com esses três rebeldes aqui.

Falou ela pegando uma barra de metal que estava em uma brasa, ele tinha uma ponta afiada. Esdeath se aproximou do primeiro homem. Porem antes ela decidiu colocar uma luva, e eu a imitei.

Esdeath – Afinal não posso sujar minhas roupas com sangue desses fedelhos. E aqui começa nossa diversão... Mas também nosso trabalho. Lixo, acorde e me diga. O que vocês rebeldes estão planejando?

O homem fechou a boca com força. Ele não ia falar, disso eu sabia e me aproximei da mesa onde haviam vários brinquedos de tortura. Eu peguei o que parecia uma pequena serra e caminhei em direção ao segundo homem, visto que o primeiro agora gritava, enquanto eu via um sorriso sádico no rosto da Esdeath. Eu me dirigi ao segundo homem que me olhava apavorado.

Serena – Muito bem, vamos fazer o seguinte? Que tal você me dizer o que seus amigos planejam? Se você disser rápido talvez eu só te mate rapidamente.

Homem – Não! Vocês do império não podem nos dizer o que fazer!

Eu fiz uma cara de tedio.

Serena – Que chato... Parece que vou ter que cortar seu pé. Me diga por onde quer começar! Vou ser boazinha e deixa você escolher que parte eu corto primeiro!

Eu olhei para o lado e vi Esdeath cortando um pouco da pele dos braços do homem, que agora estavam com dois furos e sangrando. O sujeito já estava chorando de dor.

Esdeath – Ei, ainda não começou?

Serena – Ainda não. Quero ver ele rezando para o deus dele primeiro.

Esdeath me olhou curiosa.

Esdeath – Você já devia saber que eles só fazem isso quando estão quase desmaiando. Faça algumas coisas e logo ele começa a implorar.

Eu olhei para o sujeito na minha frente, que agora tinha um olhar arregalado.

Serena – Vamos começar então?

Eu me abaixei e segurei o dedão do pé dele, e com a serra eu comecei cortando lentamente, o homem tentou segurar, mas logo já estava gritando e rugindo de dor. Eu tive que ir um pouco mais forte pois eu já tinha chegado no osso e o cara me xingava e gritava. Foi quando o dedo do homem finalmente caiu no chão e minha luva estava cheia de sangue.

Serena – Ufa! Um já foi! Faltam mais quatro para esse pé! Não quer reconsiderar?

Homem – NÃO!

Serena – Você quem sabe!

E voltei ao pé do homem, mas aquilo já estava sem graça. Eu subi para o braço dele e comecei cortando aos poucos, assim que já tinha cortado o bastante eu comecei a puxar a pele, os olhos dele se reviravam para cima por causa da intensidade da dor. A pele dele saia aos pouco e ao que pareceram ser horas de “divertimento” eu já havia tirado a pele inteira dos dois braços do homem. Ele já estava com a cabeça baixa e a boca dele espumava, eu já havia colocado até mesmo algumas agulhas a onde havia cortado o dedo dele. Havia colocado elas dentro do osso do homem, cheguei a me perguntar como ele ainda não havia desmaiado.

Esdeath – Já chega por hoje Uchiha Shogun. Pelo que parece esses dois aqui são apenas peões, não sabem de nada. Amanhã vamos trabalhar com essa garota ali.

Falou ela apontando para a mulher desmaiada no poste. Nós deixamos os homens amarrados enquanto Esdeath me levava de volta ao andar superior.

Esdeath – Parece que eu e você temos alguns gostos em comum. Para uma porquinha, você poderia ser uma aliada que me agrada.

Eu ri.

Serena – Não quis dizer amiga? Mas fazer o que. Afinal até mesmo uma cachorrinha como você precisa de uma amiga.

Esdeath – Oh? Uma amiga?

Serena – Claro, afinal isso facilitaria as coisas. Temos tanta coisa em comum.

Esdeath – Só quero que saiba que você nunca vai me ter como amante. Já disse que não fico com mulheres e nem com porquinhas como você... Mas acho que como amiga eu não me importo.

Serena – Vai sabe né? O futuro é impossível de se prever... Quem sabe um dia você muda de opinião. Mas sim... Também aceito me tonar sua amiga, sua cachorra.

Esdeath – Entao está feito... Se não quiser morrer sugiro que pare de me chamar de cachorra.

Serena – E se não quiser acordar nua e descabelada, ou em uma sala de tortura, sugiro que pare de me chamar de porca. E-s-d-e-a-t-h- Shogun.

Ela me olhou por alguns instantes e deu uma risada e eu fiz o mesmo. Ela me deixou no andar superior do palácio.

Esdeath – Amanha temos mais trabalho. Até mais.

Serena – Com certeza. Até mais.

Eu fui andando de volta para o meu quarto com um sorriso no rosto.

Notas finais
Serena - Ahhh Adoro meu novo emprego! Autor - hum... Acho que exagerei... Serena - Jamais! Adorei isso! poderia ficar torturando as pessoas por horas! Muahuahauhauha! Autor - Ah kami.. O que eu criei... Bom MINNA! Por essa vocês nao esperavam? Um cap saindo rapidinho assim do forno?! é pq eu ja tava querendo escrever sobre o akame ga kill faz tempo :3 e tinha pensado nessa cena da tortura a uns dois dias atras. Serena - Que obviamente vai ter mais né?! Autor - Claro! Tortura é vida... epa, buguei. Tortura é vida? Serena - Minna-san! O que acham de comentar?! eu e o autor temos vistos muitos leitores fantasmas, aqueles q tem preguiça de se registrar no nyah! Registrem-se! Comentem! Autor - Ah! É mesmo! Um feliz ano novo para todos! ( no caso de eu nao fazer outro cap a tempo :3) Parece que a fic ja vai fazer um ano de aniversario! Serena - uhuhu! Vou chamar a Esdeath Shogun pra tomar Sake! Rina - vai chamar quem?! Serena - errrr... Ninguem não Rina! Rina - kuzakena! Acha que eu nao ouvi?!!