O Verdadeiro amor não conhece a morte.
1 Capítulo 1:Dor.
P.O.V. Edward.
Porque Carslile me salvou? Devia ter me deixado morrer. Se eu estivesse realmente morto estaria feliz no além junto com ela, a minha Lily.
-Filho?
-Porque você me salvou? Porque não me deixou morrer?
-Não diga isso filho!
-Eu poderia estar com ela agora, mas em vez disso estou aqui.
-Tenha fé, meu filho. Vai dar tudo certo. Agora vá se arrumar está quase na hora de ir pra escola.
Quando eu cheguei lá não pude acreditar no que estava vendo.
-Lily.
Era ela, o vestido era o mesmo, o colar tudo igual.
-Olá, sou Edward Cullen.
-Sou a Bella. É um prazer conhecê-lo.
-Igualmente senhorita.
Todos os alunos estavam fantasiados.
-Porque as fantasias?
-Hoje é dia das bruxas. Aqui em Salém é feriado.
-E onde arrumou esse vestido?
-No porão da minha casa. Estava lá juntando poeira, daí eu mandei no tintureiro e na lavanderia e pronto.
-E o colar?
-Estava no baú, junto com o vestido.
-E quanto ao baú? Por acaso, as iniciais na fechadura eram LH?
-Eram. Como sabe disso?
-É difícil explicar. Mas, o nome dela era Liliana Hoffman.
-Então tá. Mas, você está fantasiado de que?
-De mim mesmo.
-Você não sabia não é?
-Não.
-Vem. Vou te ajudar.
Ela me levou até uma casa adorável, lilás.
-Sarah! Cheguei!
-Mamãe!
Uma linda garotinha de mais ou menos uns seis anos vem correndo em direção a Bella que a recebe de braços abertos.
-Se divertiu?
-Não.
-Porque não?
-A Emily teve que ir no mercado pra comprar pão e ela não voltou. Quem é você?
-Sou Edward Cullen. E você?
-Sou a Sarah Swan.
-Vamos fazer uma fantasia bem, bonita pra ele filha?
-Vamos!
-Por favor, fique aqui com ela um segundo. Vou ao porão e volto logo.
Quando voltou ela trazia uma das minhas antigas roupas.
-Não vejo isso á séculos.
-Rá, rá. Sabe, as iniciais no baú onde achei essas roupas são E.M.
-Edward Masen.
-Como pode saber?
-Sou Edward Anthony Masen Cullen.
-Que nome comprido. Tem algum parentesco com o dono das roupas?
-Pode se dizer que sim.
-É sempre tão enigmático?
-Faz parte do meu charme.
Ela riu.
-Vá se vestir. Tem um banheiro lá em cima, segunda porta a esquerda.
-Obrigado senhorita Hoffman.
-Swan.
-Isso.
Do banheiro eu posso ouvir o diálogo entre as duas.
-Mamãe, o senhor bonitão é seu namorado?
-Não. É um conhecido.
-Ele é esquisito.
-Querida! Que feio.
-Mas, ele é.
-Não se deve falar mal dos outros. Muito menos pelas costas.
-Desculpe.
-Tudo bem, só não faça de novo.
Desci as escadas e ela me olhou.
-Uau! Você ficou lindo.
-Obrigado.
-Disponha.
-Vamos pedir doces mamãe! Vamos!
-Claro.
-Quer vir com a gente?
-Se não incomodar.
-Não mesmo. Vamos!
A garotinha nos arrastou e ninguém pegou mais doces do que ela.
-Parada! Ninguém passa sem pagar pedágio.
-A minha mamãe é uma bruxa de verdade! Ela vai acabar com você!
-Devolva o que roubou da minha filha. Agora.
-Eu não roubei nada.
-Não vai devolver?
-Não.
-Liberare!
O garoto de 17 anos voou longe e ela recuperou os doces.
-Se eu fosse você eu teria vergonha de roubar criancinhas. Seu ladrão.
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